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VACINAS CONTRA COVID: Quais os Efeitos colaterais catalogados até agora?

 

SÃO PAULO/SP - A deputada estadual Leticia Aguiar (PSL) enviou requerimento de informações ao secretário de estado da Saúde, Jean Gorinchteyn, cobrando a divulgação dos dados sobre o monitoramento contínuo da segurança das vacinas quando elas já se encontram disponibilizados e em uso pela população.

“Todas as vacinas em uso no Brasil estão na Fase IV de ensaios clínicos, quando já estão sendo distribuídos para a população. Entretanto temos visto e recebido relatos de diversas pessoas que desenvolveram a forma grave do Coronavírus mesmo após vacinadas” disse Leticia Aguiar.

A deputada defende que somente o acesso as informações podem evitar fake News sobre a eficácia das vacinas: “Não são raras as mensagens que nos chegam com denúncias de pessoas que morreram após terem sido vacinadas. A informação correta, transparente e avalizada pela ciência tem que ser disponibilizada à população”, declarou Leticia.

O requerimento de informações protocolado na Assembleia Legislativa na semana passada questiona o secretário de estado da Saúde solicitando a divulgação dos dados e dos efeitos colaterais causados pelas vacinas aplicadas aos paulistas.

Entre os questionamentos a parlamentar paulista quer saber se afinal existe um monitoramento da Secretaria da Saúde?

Quem realiza o monitoramento contínuo da segurança destes produtos quando eles já se encontram disponibilizados e em uso pela população?

E principalmente quais medidas estão sendo tomadas para as pessoas imunizadas que apresentam sintomas da covid ou efeitos colaterais?

“Deixo meus questionamentos reafirmando mais uma vez a importância das vacinas, mas principalmente ao direito a informação cientificamente comprovada ao alcance de todos para evitar que informações falsas sejam disseminadas.”

Com isso, a parlamentar quer garantir a internalização do conhecimento adquirido com a realização destes estudos e contribuir para a integração de todas as etapas do processo de (P&D). Cabe ressaltar ainda que é necessária a realização de atividades de farmacovigilância para todas as vacinas produzidas, com monitoramento contínuo da segurança.

SÃO CARLOS/SP - O comandante do 38º Batalhão da Polícia Militar do Interior (BPM/I), Tenente Coronel Otávio Augusto de Lima Seminate, repassou na tarde desta segunda para vice-prefeito Edson Ferraz e para a secretária de Cidadania e Assistência Social, Glaziela Solfa Marques, 520 kg de alimentos arrecadados durante a vacinação dos profissionais das forças de segurança pública que compõem a linha de frente na prestação de serviços essenciais à população.

A imunização foi realizada pela equipe da Vigilância Epidemiológica e da Atenção Básica de 5 a 9 de abril no próprio BPM/I que funcionou como um posto regional de vacinação já que além dos policiais de São Carlos, também foram vacinados os profissionais que trabalham em Ribeirão Bonito, Ibaté, Dourado, Descalvado, Santa Rita do Passa Quatro e Porto Ferreira. Também receberam a vacina contra a COVID os policiais militares da Infantaria, Corpo de Bombeiros e Policiamento Ambiental de São Carlos, Polícia Civil da região, Polícia Técnica Científica e Guardas Municipais de São Carlos, Ibaté e Porto Ferreira.

O vice-prefeito Edson Ferraz agradeceu em nome do prefeito Airton Garcia a colaboração do Batalhão. “Antes da pandemia repassávamos através da Cidadania cerca de 400 cestas básicas para famílias necessitadas, hoje esse número ultrapassa 1.600 cestas mensalmente. A pandemia tirou a única renda de muitas pessoas e a campanha é exatamente para beneficiar famílias carentes e com déficit nutricional”, disse Ferraz.

“Agradeço a colaboração dos policiais, guardas municipais e demais profissionais da segurança pública no engajamento da campanha “Vacina Contra a Fome”. Se cada grupo que for vacinado doar um pouco, vamos arrecadar muito. Todos os alimentos serão repassados para famílias em vulnerabilidade social”, garantiu a secretária Glaziela Solfa Marques.

O comandante do 38º Batalhão da Polícia Militar do Interior (BPM/I), Tenente Coronel Otávio Augusto de Lima Seminate, lembrou que a Policia Militar nunca parou desde o início da pandemia. “Nossos homens estão nas ruas dia e noite e por meio desse contato com a sociedade sabem bem as mazelas que a pandemia trouxe. Além da doença, a fome passou a fazer parte da realidade de muitas famílias, por isso essa ajuda é importante”.

PARAGUAI - A Confederação Sul-Americana de Futebol (Conmebol) disse que receberá 50 mil doses de vacinas contra covid-19 doadas pelo laboratório chinês Sinovac Biotech para imunizar jogadores de futebol profissionais que participam de torneios de primeira categoria.

"Se trata de um apoio concreto por parte da empresa chinesa para a realização da Copa América e das demais competições do futebol sul-americano", disse a entidade em comunicado, no qual destacou a mediação do presidente do Uruguai, Luis Lacalle Pou, para fechar o acordo.

A Conmebol se viu obrigada a adiar a quinta e a sexta rodadas das eliminatórias sul-americanas para a Copa do Mundo de 2022 em março por causa das dificuldades de deslocamento dos jogadores, em meio às restrições impostas por causa da pandemia.

A Copa América está programada para começar em junho e será pela primeira vez disputada em duas sedes - Argentina e Colômbia. O presidente da Conmebol, Alejandro Domínguez, disse dias atrás que a organização buscava vacinas para que o torneio pudesse ser disputado com público nos estádios.

A Copa Libertadores e a Copa Sul-Americana estão atualmente sendo disputadas.

O comunicado afirma que a vacinação "estará concentrada nos elencos principais do futebol profissional sul-americano dos torneios de primeira categoria, masculinos e femininos", sem dar detalhes do procedimento.

O anúncio acontece em um momento em que os governos dos países sul-americanos buscam adquirir a maior quantidade possível de doses de vacinas para imunizar suas populações, enquanto a covid-19 avança na região.

A Organização Pan-Americana de Saúde (Opas) disse na semana passada que a América do Sul era a região mais preocupante do mundo por causa do aumento dos contágios e do número de mortos. Disse também que não havia acesso equitativo às vacinas.

 

 

*Por Daniela Desantis / REUTERS

De 12 de abril a 10 de maio serão vacinados contra a H1N1 crianças, gestantes, puérperas, povos indígenas e trabalhadores da saúde. A vacinação para idosos começa em 11 de maio

 

SÃO CARLOS/SP - A 23ª Campanha Nacional de Vacinação contra a Gripe de 2021 começa na próxima segunda-feira, dia 12 de abril, em todo o país. A imunização se estende até 9 de julho. Esse ano o Ministério da Saúde dividiu a campanha em três etapas, sendo que inicialmente serão vacinadas crianças (de 6 meses a menos de 6 anos), gestantes, puérperas (pessoas que tiveram filho há pouco tempo), povos indígenas e trabalhadores da saúde. A primeira etapa vai até o dia 10 de maio.
Em São Carlos a vacinação desta primeira fase será realizada nas unidades básicas de saúde (UBS’s) do Delta, Santa Paula, Vila Nery, Maria Stella Fagá, Botafogo e Cruzeiro do Sul, de segunda a sexta-feira, das 8h30 às 15h30.

As Unidades de Saúde da Família (USF’s) vão aplicar tanto as vacinas contra a COVID-19 quanto a da gripe, porém com agendamento.“Como as unidades de saúde da família conhecem sua população, vão fazer contato com as pessoas e organizar para alguns dias vacinar COVID e outros vacinar gripe, e assim conseguir vacinar toda a população do território de cada unidade”, explica Denise Braga, diretora do Departamento de Gestão e Cuidado Ambulatorial, lembrando que todos os protocolos sanitários serão cumpridos em todas as unidades e que não há necessidade de aglomeração.

A segunda etapa vai de 11 de maio a 8 de junho e contempla idosos (com 60 anos ou mais) e professores das redes pública e particular de ensino. Já a última etapa da campanha, a ser realizada entre 9 de junho a 9 de julho, contemplará pessoas com comorbidades (hipertensão, diabetes, asma, entre outras) ou deficiências permanentes, assim como caminhoneiros e trabalhadores do transporte coletivo rodoviário e portuário, membros das forças de segurança e do Exército, além de funcionários do sistema prisional. A população privada de liberdade e adolescentes e jovens de 12 a 21 anos que cumprem medidas socioeducativas também serão imunizados nesta fase.  

A influenza é uma infecção viral aguda que afeta o sistema respiratório e é de alta transmissibilidade. A estratégia de vacinação contra a influenza foi incorporada no Programa Nacional de Imunizações (PNI) em 1999, com o propósito de reduzir internações, complicações e óbitos na população-alvo. 
Crislaine Mestre, diretora do Departamento de Vigilância em Saúde, disse que as doses da vacina contra a gripe para a primeira etapa da campanha chegam no próximo sábado (10/04). “Em 2020, imunizamos 70.869 pessoas em São Carlos, com cobertura vacinal de 80,54%. Foi o ano com mais procura pela vacina, uma vez que a pandemia já tinha começado, mas nossa meta é sempre alcançar 90% do público alvo”, explica a diretora.

Entre os 70.869 imunizados em 2020, 33.204 estavam no grupo de idosos (113,48%), 8.927 profissionais da saúde (113,95%), 6.863 crianças (41,57%), 963 gestantes (40,96%), 214 puérperas (55,30%). Também já foram imunizados 1.348 professores (redes pública e particular), 2.887 adultos de 55 a 59 anos, 6.640 pessoas da força de segurança e salvamento, 13.726 pessoas com comorbidades e dos demais grupos outras 2.073 pessoas.

O Ministério da Saúde ressalta que neste momento é importante que seja priorizada a administração da vacina contra a COVID-19, mesmo para as pessoas contempladas no grupo prioritário da Influenza. A Norma Técnica do Ministério da Saúde diz que o intervalo mínimo entre as imunizações deve ser de 14 dias entre as vacinas.

Phizer/BioNTech e Moderna arriscaram quase tudo em um curto espaço de tempo e conseguiram testar e produzir em larga escala duas vacinas com base em RNA contra a COVID-19, em uma exitosa campanha que abriu uma nova janela no campo da imunologia.

 

SÃO CARLOS/SP - Embora diversos pesquisadores no mundo estivessem trabalhando nessa vertente há já algum tempo, o certo é que pandemia obrigou a uma aceleração no desenvolvimento dessa tecnologia que tem como principal combatente o próprio corpo humano.

trajeto da vacina - NIH.jpg

É do conhecimento de todos que uma vacina tem o objetivo de “despertar” e “sensibilizar” o sistema imunológico, utilizando algum material extraído de determinadas bactérias, vírus, etc., de forma a que o corpo humano desenvolva uma espécie de “memória”. Assim, quando determinadas bactérias ou vírus atacam, o sistema imunológico reconhece esse ataque e responde contra-atacando.

A emergência da pandemia da COVID-19 obrigou a que cientistas de todo o mundo se unissem em torno do desenvolvimento de diversas vacinas, tendo apostado naquelas que são tidas como convencionais, ou seja, com base no vírus inativado, ou em seus fragmentos, cultivando-o em laboratório. Processo moroso e arriscado, contudo, exitoso, quando se fala em COVID-19.

Contudo, a janela da ciência se escancarou quando foi apresentada a proposta de desenvolver vacinas contra a COVID-19 de RNA, produzidas em laboratório. “A abordagem do RNA é um fato bastante interessante e importante porque esses RNA’s, idênticos aos virais, são introduzidos dentro de células do sistema imune do corpo humano e as induzem a produzirem partes de uma proteína que o vírus também fabrica (SPIKE), facilmente identificada por cada uma das pontas que já conhecemos na imagem do vírus da COVID-19. Com a fabricação dessas proteínas, o sistema imunológico fica com uma espécie de “impressão digital” e, em contato com o vírus, reconhece que isso é algo perigoso que não pertence ao corpo humano, desenvolvendo então uma imunidade”, salienta o Prof. Valtencir Zucolotto, pesquisador e docente do IFSC/USP, Grupo de Nanomedicina e Nanotoxicologia (GNano).

Entrada fulgurante da nanomedicina no combate à COVID-19

Ao contrário do DNA, que é uma molécula relativamente mais estável e que se pode armazenar ao longo de meses e anos a temperaturas que variam entre 4° e -20°, o RNA é muito mais instável, degradando-se com bastante facilidade, motivo pelo qual o desenvolvimento de uma vacina RNA se torna extremamente complexa. Foi para resolver esse problema que os cientistas decidiram introduzir o RNA em uma cápsula que pudesse travar essa instabilidade a longo prazo – uma nanocápsula lipídica. Essa “roupagem” nanotecnológica evitaria também que o RNA fosse degradado por enzimas do corpo humano. “No início dessa nova pesquisa os cientistas se debateram com uma contrariedade, que era a necessidade de manter a vacina a uma temperatura extrema de -80°, algo que foi sendo aprimorado até os dias de hoje, mantendo-a a uma temperatura ideal de -20º, algo que é compatível através da utilização de uma geladeira industrial. “Tudo isso foi graças à estabilidade que essa nanopartícula oferece para acolher o RNA, sendo que a partir daí o início da aplicação da vacina estava desenhado”, pontua Zucolotto.

A introdução do RNA no corpo humano

A área de nanomedicina designada “Smart Drug Delivery” já vem sendo estudada e desenvolvida há décadas, usando nanopartículas (ou nanocápsulas), algo que tem sido uma constante no GNano do IFSC/USP. De fato, quando se administram essas nanocápsulas no corpo humano, dependendo de como elas foram preparadas, elas circulam por algum tempo no organismo até começarem a funcionar para aquilo que foram desenhadas. Por exemplo, se elas foram projetadas para atingir um tumor, elas podem se acumular nessa região, destruindo somente as células tumorais. Algo semelhante acontece no caso da vacina RNA, como explica o Prof. Zucolotto. “Essas nanopartículas vão para dentro das células, produzindo partes das proteínas do vírus da COVID-19, fazendo com que o corpo comece a produzir numa resposta imunológica contra isso. Resultado: a pessoa fica imune”. A importância da nanocápsula é que ela garante a atividade e estabilidade do RNA, de forma a que ele entre e permaneça no corpo, completamente ativo.

Estas pesquisas e testes já estavam sendo feitas anteriormente à pandemia, obviamente em escala bastante reduzida e de forma experimental em seres humanos, sendo que neste desenvolvimento de vacinas tudo isto foi aplicado em termos globais, sendo, por isso, a consolidação da nanomedicina no mundo. Um imunizante guardado dentro de uma nanocápsula e destinado a bilhões de pessoas.

Estados Unidos, Alemanha, Áustria, França, Itália, Grécia, Portugal, Espanha e República Tcheca foram os primeiros países a administrarem a vacina RNA.

Os trabalhos no GNano

Quanto aos trabalhos que estão sendo desenvolvidos no GNano, cuja coordenação está a cargo do Prof. Zucolotto, eles estão divididos em duas áreas distintas: diagnóstico e terapia. Na área de diagnóstico estão sendo desenvolvidos sistemas para detecção da COVID-19, enquanto, que na de terapia, os trabalhos se direcionam para o encapsulamento de duas moléculas antivirais para a COVID-19, nomeadamente para o tratamento da inflamação dos alvéolos pulmonares.

Ambas as pesquisas ainda estão em sigilo.

 

 

*Por: Rui Sintra - Jornalista IFSC/USP

OTTAWA/TORONTO - Autoridades de saúde do Canadá disseram que não oferecerão mais a vacina contra Covid-19 da AstraZeneca para pessoas com menos de 55 anos e solicitaram uma nova análise dos benefícios e riscos do imunizante com base em idade e gênero.

A decisão vem na esteira de relatos de coágulos sanguíneos raros, sangramentos e, em alguns casos, mortes após a vacinação, sobretudo em mulheres jovens. Nenhum caso do tipo foi relatado no Canadá, onde cerca de 307 mil doses da AstraZeneca já foram administradas.

"Estamos interrompendo o uso da vacina da AstraZeneca em adultos de menos de 55 anos à espera de uma análise adicional dos riscos e benefícios", disse o vice-chefe canadense de saúde pública, Howard Njoo, em uma entrevista à mídia.

O Conselho Nacional de Aconselhamento de Imunização (Naci), um grupo de especialistas independentes, informou que a taxa de incidência de coágulos ainda não está clara. Até agora, 40% das pessoas que os desenvolveram morreram, mas esta cifra pode baixar à medida que mais casos são identificados e tratados precocemente, disse a entidade.

"Com base no que se sabe neste momento, existe uma incerteza substancial sobre o benefício de se oferecer a vacina contra Covid-19 da AstraZeneca a adultos de menos de 55 anos", disse o conselho em uma recomendação por escrito.

A AstraZeneca disse em um comunicado que respeita a decisão do Naci e que está trabalhando ativamente com a avaliação das autoridades de saúde do Canadá. A farmacêutica britânica também reiterou que as autoridades do Reino Unido, da União Europeia e também da Organização Mundial da Saúde (OMS) consideram que os benefícios do produto superam de longe os riscos em todas as faixas etárias.

Mais tarde, Njoo observou que o Canadá está adotando esta abordagem "prudente" porque vacinas alternativas estão disponíveis – até agora, a maioria do suprimento canadense veio da Pfizer e da Moderna.

Pessoas com mais idade correm mais risco de hospitalização e morte da Covid-19, e a complicação parece ser mais rara nos mais velhos, disse o Naci, por isso podem receber a vacina "com um consentimento informado".

 

 

 

*Por David Ljunggren e Steve Scherer / REUTERS

SÃO CARLOS/SP - Atendendo um pedido do prefeito Airton Garcia, o vice-prefeito Edson Ferraz e a secretária de Cidadania e Assistência Social, Glaziela Solfa Marques, assinaram na tarde de sexta-feira (26/03), um termo de adesão junto ao Governo do Estado para a campanha “Vacina Contra a Fome”.

A campanha que tem como objetivo promover uma grande mobilização social para o combate da insegurança alimentar das famílias em situação de vulnerabilidade, visa arrecadar alimentos não perecíveis que serão distribuídos a partir de uma ação conjunta da Secretaria Municipal de Cidadania e Assistência Social e Secretaria Municipal de Saúde.

“O termo de adesão nos dá a possibilidade de arrecadação de alimentos não perecíveis no momento da vacinação, ou seja, quando as pessoas forem até a Unidade de Saúde ou em um drive thru para se vacinar, elas podem voluntariamente fazer a doação de alimentos que depois serão distribuídas para as famílias em vulnerabilidade.”, explicou a secretária.

Durante a assinatura do documento, o vice-prefeito elogiou a ação solidária. “Mais uma vez o prefeito Airton Garcia e a secretária Glaziela estão pensando na ajuda às famílias em situação de vulnerabilidade da cidade. Com certeza essa campanha fará uma grande diferença, já que muitas pessoas perderam renda por causa da pandemia e precisam dessa ajuda para o sustento da família”, parabenizou Edson Ferraz.

Antes da pandemia a Secretaria de Cidadania e Assistência Social repassava 350 a 400 cestas básicas como benefício eventual dentro da política de assistência social, sempre após avaliação técnica e acompanhamento das famílias.

Com a pandemia a média mensal passou para 1.600 cestas  básicas ao mês com atendimento da população em situação de maior vulnerabilidade, bem como de grupos que perderam emprego e capacidade de renda.

SÃO CARLOS/SP - O prefeito Airton Garcia (PSL), comemorou em sua rede social o momento em que foi vacinado (primeira dose) contra a covid-19

“A dose foi ministrada pela enfermeira Maria Helena, a quem eu deixo meus agradecimentos. Estou me sentindo muito bem. Espero que todos tomem a vacina, assim que chegar a vez do seu grupo prioritário e que toda a população de São Carlos esteja imunizada muito em breve. Continuem usando máscara, higienizando as mãos frequentemente e praticando o distanciamento social” afirmou o prefeito.

A Prefeitura antecipou o início da vacinação de idosos de 69 a 71 anos contra a COVID-19 em primeira dose, iniciando a imunização desse grupo a partir de hoje (25/03). Os demais grupos também continuam sendo imunizados, tanto com a primeira dose como aqueles que já podem receber a segunda e última dose (verificar a data agendada no cartão de vacinação).

LOCAIS DE VACINAÇÃO – Os idosos devem procurar para receber tanto a primeira dose como a segunda, além dos postos volantes que funcionam das 9h às 14h na modalidade drive thru, montados na FESC I, na Vila Nery e no Estádio Municipal Prof. Luís Augusto de Oliveira “Luisão”,  na Vila Prado, as seguintes unidades fixas: UBS Vila Isabel, UBS Azulville, UBS Redenção, UBS Botafogo, UBS São José, UBS Fagá, UBS Santa Felícia, USF Antenor Garcia, USF Santa Angelina, USF Arnon de Melo, USF Jockey Clube e USF Guanabara.

ROMA / BERLIM - A França expressou esperança de que especialistas médicos europeus esclareçam as questões sobre a segurança do COVID-19 disparado pela AstraZeneca na quinta-feira, já que especialistas alertaram que a decisão dos principais estados europeus de interromper o uso representa um risco maior para a saúde pública.

Em uma etapa coordenada, os maiores membros da União Europeia - Alemanha, França e Itália - suspenderam o uso da vacina da AstraZeneca na segunda-feira enquanto se aguarda o resultado de uma investigação pelo regulador de medicamentos do bloco em casos isolados de sangramento, coágulos sanguíneos e baixa contagem de plaquetas.

A Suécia e a Letônia se juntaram a eles na terça-feira, elevando para mais de uma dúzia o número de países da UE que agiram desde que surgiram os primeiros relatos de tromboembolias que afetaram as pessoas depois que eles receberam a injeção de AstraZeneca.

A Organização Mundial da Saúde e a Agência Europeia de Medicamentos se uniram à AstraZeneca para afirmar que não há uma ligação comprovada.

“A escolha é política”, disse Nicola Magrini, diretor-geral da autoridade italiana de medicamentos AIFA, ao jornal La Repubblica em uma entrevista.

Magrini chamou a vacina AstraZeneca de segura e disse que sua relação benefício-risco era “amplamente positiva”. Houve oito mortes e quatro casos de efeitos colaterais graves após a vacinação na Itália, acrescentou.

O ministro da Saúde da França, Olivier Veran, também disse a repórteres que a relação risco-recompensa da vacina permanecia positiva.

“Esperamos algum tipo de veredicto da comunidade científica europeia até quinta-feira à tarde, permitindo-nos retomar a campanha”, disse Veran. O chefe de vacinação da França, Alain Fischer, disse esperar que a suspensão seja temporária.

Os governos dizem que agiram por excesso de cautela, com o ministro da Saúde alemão, Jens Spahn, afirmando na segunda-feira que a decisão de suspender a AstraZeneca não era política, mas baseada em conselhos de especialistas.

Ele agiu depois que o cão de guarda de vacinas da Alemanha identificou um número incomum de casos de uma rara trombose venosa cerebral. De 1,6 milhão de pessoas na Alemanha que pegaram o AstraZeneca, sete adoeceram e três morreram.

O risco de morrer de COVID ainda é ordens de magnitude maior, especialmente entre os mais vulneráveis, como os idosos, disse Dirk Brockmann, epidemiologista do Instituto Robert Koch de Doenças Infecciosas.

“Nos grupos de risco, o risco de morrer de COVID é muito, muito maior. Isso significa que é provavelmente 100.000 vezes mais provável morrer de COVID do que por causa de uma vacina AstraZeneca”, disse Brockmann à televisão pública ARD.

 

 

*Por Giulia Segreti , Caroline Copley / REUTERS

NOVA DELHI - Líderes dos Estados Unidos, Índia, Austrália e Japão concordaram em reunir financiamento, produção e capacidade de distribuição para enviar 1 bilhão de vacinas contra o coronavírus pela Ásia até o final de 2022, disse o secretário de Relações Exteriores da Índia na sexta-feira.

O chamado grupo “Quad” de quatro nações quer expandir as vacinações globais e combater a crescente diplomacia de vacinação da China no sudeste asiático e em todo o mundo. A Índia é o maior fabricante mundial de vacinas.

A colaboração foi “mais urgente e valiosa”, disse o secretário de Relações Exteriores, Harsh Vardhan Shringla, em entrevista coletiva na capital da Índia, Nova Delhi, após a cúpula virtual de quatro participantes.

“Os quatro países concordaram com um plano para reunir seus recursos financeiros, capacidades e capacidades de fabricação e vantagens logísticas para aumentar a fabricação e distribuição das vacinas COVID-19 na região do Indo-Pacífico”, disse ele.

“Acreditamos que isso irá acelerar o processo de recuperação pós-pandemia e permitir que famílias e empresas superem a crise do COVID-19.”

A Índia usará sua capacidade de fabricação para fabricar vacinas dos EUA, com financiamento proveniente da Corporação Financeira de Desenvolvimento Internacional dos EUA e do Banco do Japão para Cooperação Internacional.

A Austrália financiará o treinamento e fornecerá apoio logístico de última milha para a distribuição de vacinas, acrescentou, que irão predominantemente para as ilhas do Pacífico, sudeste da Ásia e países do Oceano Índico.

A iniciativa, no entanto, pode ser prejudicada pelas restrições de exportação dos EUA de matérias-primas essenciais para a cadeia de fornecimento de vacinas da Índia.

Shringla disse que a questão é bilateral com os Estados Unidos e foi levantada pelo embaixador da Índia em Washington.

“Este ponto muito importante está sendo considerado”, disse ele, sem dar mais detalhes.

A união não afetará a produção de vacinas para 1,4 bilhão de indianos, acrescentou Shringla.

 

 

 

*Reportagem de Alasdair Pal e Euan Rocha / REUTERS

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