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BRASÍLIA/DF - O Ministério da Saúde alertou nesta quarta-feira (1º) que mensagens que circulam nas redes sociais voltaram a espalhar desinformação sobre vacinas. O alvo da vez, segundo a pasta, é a vacina contra a gripe.

“Publicações afirmam, sem qualquer base científica, que o imunizante aumentaria o risco de contrair a própria gripe. A informação é falsa”, rebateu o ministério em nota.

A pasta destacou que a vacina contra a gripe produzida no Brasil pelo Instituto Butantan apresenta eficácia comprovada na prevenção de hospitalizações e mortes, sobretudo entre grupos mais vulneráveis, como crianças pequenas e pessoas com 60 anos de idade ou mais.

A dose contra a gripe disponível via Sistema Único de Saúde (SUS) é a Influenza trivalente, indicada para prevenir quadros clínicos graves, complicações, internações e óbitos causados pelo vírus.

“O imunizante é recomendado pelo Ministério da Saúde, pré-qualificado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e segue as orientações internacionais. Tanto a OMS quanto a agência reguladora dos Estados Unidos, a Food and Drug Administration (FDA), recomendam o uso de vacinas trivalentes”, reforçou o ministério.

Boatos

No comunicado, a pasta ressaltou que a vacina da gripe é produzida com vírus inativados, fragmentados e purificados, não sendo capaz de provocar a doença em quem é imunizado.

“Logo, é falso afirmar que a vacina causa gripe mais forte ou aumenta o risco de infecção”, afirma.

Um dos fatores que contribuem para a confusão, segundo o ministério, é o fato de que o vírus influenza circula com mais intensidade no outono e no inverno,  período em que também aumentam os casos de outras viroses respiratórias, como parainfluenza, covid-19, vírus sincicial respiratório (VSR) e rinovírus.

“Pessoas vacinadas podem ser infectadas por outros vírus respiratórios no mesmo período e apresentar sintomas semelhantes aos da gripe, o que pode gerar a falsa impressão de que a vacina não funcionou”, esclarece a pasta. 

“Na prática, a imunização reduz a chance de desenvolver sintomas graves e diminui significativamente o risco de internações e morte”, alerta o ministério.

Vacinação

A Campanha Nacional de Vacinação contra a Influenza começou no sábado (28) e segue até o dia 30 de maio nas regiões Nordeste, Centro-Oeste, Sul e Sudeste. 

Podem receber a dose grupos prioritários que incluem idosos, crianças de 6 meses a menores de 6 anos, gestantes, trabalhadores da saúde, professores, pessoas com comorbidades, pessoas com deficiência, forças de segurança, caminhoneiros e trabalhadores do transporte coletivo, entre outros públicos classificados mais vulneráveis.

Balanço recente divulgado pelo ministério indica que, desde o início da mobilização, mais de 2,3 milhões de doses foram distribuídas no país.

“A vacinação anual é fundamental porque a composição da vacina é atualizada a cada ano, conforme orientações da OMS, para acompanhar as cepas mais prevalentes”, explica o ministério.

Reforço

A pasta informou ainda que reforçou a vigilância da Influenza A (H3N2), especialmente do subclado K, que vem sendo frequentemente registrada em países da América do Norte, como Estados Unidos e Canadá.

No Brasil, até o momento, foram identificados apenas quatro casos do subclado K. As análises foram conduzidas por laboratórios de referência nacional, como a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e o Instituto Adolfo Lutz, seguindo protocolos rigorosos de vigilância.

“A vigilância da Influenza inclui monitoramento contínuo de casos de síndrome gripal e síndrome respiratória aguda grave (SRAG), diagnóstico precoce, investigação de eventos incomuns e fortalecimento do acesso à vacinação e a antivirais”, destacou o ministério.

“A vacina contra a gripe não aumenta o risco da doença, ela salva vidas. Aderir à imunização é a forma mais eficaz de proteger a si mesmo e aos mais vulneráveis, reduzindo internações e evitando mortes”, garante o ministério. 

“Não espalhe desinformação. Confira sempre em sites de fontes oficiais, como do Ministérios da Saúde e da OMS, antes de repassar fake news”, alerta a pasta.

 

 

AGÊNCIA BRASIL

SÃO CARLOS/SP - São Carlos registrou a aplicação de 2.971 doses de vacinas durante o Dia D da Campanha Nacional de Vacinação contra a Influenza 2026, realizado no último sábado (28/03). a mobilização ocorreu em diversas unidades de saúde, com reforço de um posto volante instalado no mercado municipal.

Do total de doses aplicadas, 2.302 foram destinadas à imunização contra a gripe, sendo 302 no posto montado no mercado municipal. Também foram aplicadas 386 doses contra a COVID-19, incluindo 30 em crianças, duas em gestantes e 284 em idosos, além de 283 doses de outros imunizantes do calendário nacional.

Os números representam um avanço expressivo em relação ao Dia D de 2025, quando foram registradas 1.618 aplicações no total. neste ano, o volume quase dobrou, evidenciando maior adesão da população à campanha.

De acordo com a diretora de Vigilância em Saúde, Denise Martins Gomide, a estratégia tem como objetivo reduzir complicações, internações e mortes causadas pelo vírus influenza, além de ampliar a cobertura vacinal dos grupos prioritários. “A meta do município é imunizar ao menos 90% desse público até o encerramento da campanha, previsto para 30 de maio”.

Nesta fase inicial, a Campanha é destinada aos grupos prioritários definidos pelo Ministério da Saúde, como idosos com mais de 60 anos, crianças de 6 meses a menores de 6 anos, puérperas, trabalhadores da saúde, professores, forças de segurança, pessoas com deficiência permanente, caminhoneiros, trabalhadores do transporte coletivo e portuários, população privada de liberdade, além de pessoas com doenças crônicas, povos indígenas, quilombolas e pessoas em situação de rua.

“Os resultados do Dia D mostram que a população de São Carlos está cada vez mais consciente da importância da vacinação. Tivemos um aumento muito significativo no número de doses aplicadas em relação ao ano passado, o que reforça a confiança no trabalho das equipes de saúde e na eficácia das vacinas. Nossas equipes estão preparadas para atender a população com segurança e qualidade. Vacinar é um ato de cuidado individual e coletivo”, afirmou Leandro Pilha, secretário municipal de Saúde, que acompanhou de perto a vacinação nas unidades.

A vacinação contra a gripe segue disponível de segunda a sexta-feira, das 7h30 às 16h30, em todas as Unidades Básicas de Saúde (UBSs) e Unidades de Saúde da Família (USFs) do município.

SÃO CARLOS/SP - A Campanha Nacional de Vacinação contra a Influenza 2026 terá início neste sábado, 28 de março, com o Dia D de Mobilização Nacional. Em São Carlos, a imunização será realizada das 8h às 13h em diversas unidades de saúde. Para o início da campanha, o município recebeu 17 mil doses da vacina.

A vacinação estará disponível nas unidades UBS Aracy, USF Antenor Garcia, UBS Redenção, UBS Azulville, UBS Vila Isabel, UBS São José, USF São Rafael/Itamarati, USF Água Vermelha, UBS Santa Felícia e USF Jóquei Clube/Guanabara. Além disso, neste sábado haverá um posto volante na sala da administração do Mercado Municipal, das 9h às 13h, destinado à vacinação de adultos.

A vacina aplicada em 2026 é trivalente, atualizada com novas cepas do vírus influenza (H1N1, H3N2 e tipo B). A imunização deve ser realizada anualmente, devido às frequentes mutações do vírus. Pode ser administrada junto a outros imunizantes do calendário oficial, com exceção da vacina contra a dengue (Butantan-DV). No Dia D, além da vacina contra a gripe, estarão disponíveis outras vacinas do calendário nacional, como contra sarampo, poliomielite, hepatite B, febre amarela e COVID-19, permitindo que a população aproveite a mobilização para atualizar sua carteira de vacinação.

Nesta primeira fase, a campanha é voltada aos grupos prioritários definidos pelo Ministério da Saúde: idosos acima de 60 anos, crianças de 6 meses a menores de 6 anos, puérperas, trabalhadores da saúde, professores, forças de segurança, pessoas com deficiência permanente, caminhoneiros, trabalhadores do transporte coletivo e portuários, população privada de liberdade, pessoas com doenças crônicas, povos indígenas, quilombolas e pessoas em situação de rua.

O objetivo da campanha é reduzir complicações, internações e mortes causadas pelo vírus influenza, além de diminuir sua circulação, especialmente no período de maior transmissão. A gripe é uma infecção viral aguda, altamente transmissível, que pode evoluir para formas graves em grupos vulneráveis. A transmissão ocorre principalmente por gotículas respiratórias expelidas ao tossir, espirrar ou falar. Os sintomas mais comuns incluem febre, dor de cabeça, dores musculares, tosse, dor de garganta e fadiga. O período de incubação varia de um a quatro dias.

A campanha seguirá até 30 de maio. Após essa data, a vacina será disponibilizada para toda a população. A meta é imunizar pelo menos 90% dos grupos prioritários. Desde 2025, crianças, gestantes e idosos podem se vacinar durante todo o ano, e não apenas durante o período da campanha.

Em 2025, foram aplicadas 79.792 doses da vacina contra a gripe em São Carlos. A cobertura vacinal dos grupos prioritários foi de 55,41%, abaixo da meta estabelecida. Entre os idosos, a cobertura foi de 55,73%; nas crianças, 53,23%; e entre gestantes, 66,11%.

SÃO CARLOS/SP - A Campanha Nacional de Vacinação contra a Influenza 2026 começa neste sábado (28/03), com o Dia D de Mobilização Nacional. Em São Carlos, a imunização será realizada das 8h às 13h em diversas unidades de saúde. O município recebeu 17 mil doses da vacina para o início da campanha.

A vacinação estará disponível nas unidades UBS Aracy, USF Antenor Garcia, UBS Redenção, UBS Azulville, UBS Vila Isabel, UBS São José, USF São Rafael/Itamarati, USF Água Vermelha, UBS Santa Felícia e USF Jóquei Clube/Guanabara. Especificamente neste sábado, dia 28, também será instalado um posto volante na sala da administração do Mercado Municipal para a vacinação de adultos, das 9h às 13h.

A vacina deste ano é trivalente e foi atualizada com novas cepas do vírus influenza (H1N1, H3N2 e tipo B). A imunização deve ser realizada anualmente, já que o vírus sofre mutações frequentes. A vacina pode ser administrada junto a outros imunizantes do calendário oficial, com exceção da vacina contra a dengue (Butantan-DV).

Neste primeiro momento, a campanha é destinada aos grupos prioritários definidos pelo Ministério da Saúde, como idosos com mais de 60 anos, crianças de 6 meses a menores de 6 anos, puérperas, trabalhadores da saúde, professores, forças de segurança, pessoas com deficiência permanente, caminhoneiros, trabalhadores do transporte coletivo e portuários, população privada de liberdade, além de pessoas com doenças crônicas, povos indígenas, quilombolas e pessoas em situação de rua.

De acordo com a diretora de Vigilância em Saúde, Denise Martins Gomide, o objetivo da campanha é reduzir complicações, internações e mortes causadas pelo vírus influenza, além de diminuir sua circulação, especialmente no período de maior transmissão. “A gripe é uma infecção viral aguda, altamente transmissível, que pode evoluir para formas graves, principalmente em grupos mais vulneráveis”, alerta.

A transmissão ocorre principalmente por gotículas respiratórias expelidas ao tossir, espirrar ou falar. Os sintomas mais comuns incluem febre, dor de cabeça, dores musculares, tosse, dor de garganta e fadiga. O período de incubação varia de um a quatro dias.

A campanha segue até o dia 30 de maio. Após esse período, a vacina será disponibilizada para a população em geral. A meta é imunizar pelo menos 90% dos grupos prioritários. A Secretaria Municipal de Saúde reforça que, desde 2025, crianças, gestantes e idosos podem se vacinar durante todo o ano, e não apenas durante a campanha.

“Nós reforçamos o chamado para que a população dos grupos prioritários procure as unidades de saúde neste Dia D e ao longo da campanha. Precisamos aumentar a cobertura vacinal no município, que ficou abaixo do ideal no último ano. Além disso, é importante lembrar que a influenza continua sendo uma preocupação de saúde pública, assim como outras doenças respiratórias. Vacinar-se é um ato de cuidado individual e coletivo, que protege não só quem recebe a dose, mas toda a comunidade”, finaliza Leandro Pilha, secretário de Saúde.

Em 2025, foram aplicadas 79.792 doses da vacina contra a gripe em São Carlos. A cobertura vacinal dos grupos prioritários foi de 55,41%, abaixo da meta estabelecida. Entre os idosos, a cobertura foi de 55,73%; nas crianças, 53,23%; e entre gestantes, 66,11%.

SÃO CARLOS/SP - O Departamento de Vigilância em Saúde (VIGEP) iniciou nesta quarta-feira (11/02) a vacinação contra a dengue com a aplicação da vacina Butantan-DV. Nesta etapa, o público-alvo é formado por servidores da Atenção Primária da Rede Municipal de Saúde.

Os primeiros imunizados foram os Agentes de Combate às Endemias com até 59 anos, profissionais que atuam diretamente nas ações de prevenção e controle da doença. O município recebeu 385 doses do imunizante. A expectativa da Secretaria de Saúde é ampliar gradativamente a estratégia de vacinação, de acordo com o envio de novas remessas por parte do Ministério da Saúde.

A vacina Butantan-DV está em desenvolvimento e acompanhamento há cinco anos. Estudos realizados com pessoas de 12 a 59 anos indicaram eficácia geral de 74,7%, proteção de 91,6% contra casos graves e 100% contra hospitalizações.

Segundo a diretora de Vigilância em Saúde, Denise Martins Gomide, nesta semana devem ser vacinados 385 servidores. “Com esse quantitativo recebido, conseguimos imunizar 45% dos servidores da Saúde com até 59 anos da Atenção Primária. Seguimos aguardando novas doses do Ministério da Saúde para finalizarmos a imunização dos demais servidores da Atenção Primária, totalizando 900 profissionais”, explica a diretora.

O prefeito Netto Donato acompanhou o início da vacinação e destacou a importância de proteger os profissionais que estão na linha de frente do enfrentamento à dengue.

“Estamos começando pelos servidores que atuam diretamente nas ações de prevenção, visitando residências, eliminando criadouros e orientando a população. É uma forma de reconhecer e proteger quem está diariamente no combate à doença. A vacinação é um avanço importante, mas não substitui os cuidados que cada cidadão precisa manter em casa. Só com responsabilidade compartilhada vamos reduzir os casos e preservar vidas”, afirmou o prefeito.

“O início da vacinação com a Butantan-DV representa um marco importante no enfrentamento à dengue em nosso município. Estamos incorporando uma vacina desenvolvida por uma instituição brasileira de referência, que traz resultados expressivos na redução de casos graves e hospitalizações. Seguiremos trabalhando com planejamento, responsabilidade e transparência para proteger a saúde da nossa população e reduzir o impacto da doença em nossa cidade”, Leandro Pilha, secretário municipal de Saúde.

Para crianças e adolescentes de 10 a 14 anos, o município segue oferecendo a vacina Qdenga em todas as Unidades Básicas de Saúde (UBSs) e Unidades de Saúde da Família (USFs), de segunda a sexta-feira, das 7h30 às 16h30.

Sobre a Butantan-DV – É uma vacina de dose única, desenvolvida pelo Instituto Butantan, e considerada a primeira do mundo com essa característica aprovada contra a dengue. O imunizante é tetravalente, oferecendo proteção contra os quatro sorotipos do vírus.

O Instituto Butantan orienta que a vacina não seja aplicada simultaneamente com outras vacinas do calendário nacional. O intervalo recomendado é de 24 horas para vacinas inativadas e de 30 dias para vacinas atenuadas. Após infecção por dengue, a recomendação é aguardar seis meses para se vacinar. Em casos de febre amarela, zika ou chikungunya, o intervalo indicado é de 30 dias.

BRASÍLIA/DF - O Ministério da Saúde decidiu não incorporar a vacina para a prevenção de herpes-zóster ao Sistema Único de Saúde (SUS). A decisão está em portaria publicada no Diário Oficial da União (DOU).

De acordo com relatório divulgado pela Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de Saúde (Conitec), disponível online, a vacina foi considerada cara diante do impacto que poderia ter em relação ao combate a doença.

A vacina recombinante adjuvada para prevenção do herpes-zóster é voltada para idosos com idade maior ou igual a 80 anos e indivíduos imunocomprometidos com idade maior ou igual a 18 anos.

“O Comitê de Medicamentos reconheceu a importância da vacina para a prevenção do herpes-zóster, mas destacou que considerações adicionais sobre a oferta de preço precisam ser negociadas, de modo a alcançar um valor com impacto orçamentário sustentável para o SUS”, afirma o relatório.

O relatório apresenta também um cálculo dos custos em relação a população que seria beneficiada pelo imunizante. “Ao vacinar 1,5 milhão de pacientes por ano, o custo seria de R$ 1,2 bilhão por ano e, no quinto ano, a vacinação dos 471 mil pacientes restantes com um custo de R$ 380 milhões. Ao final de cinco anos, o investimento total seria de R$ 5,2 bilhões. Dessa forma, a vacina foi considerada não custoefetiva”, diz o texto publicado.

Segundo a portaria publicada nesta semana, a matéria poderá ser submetida a novo processo de avaliação pela Conitec, caso sejam apresentados fatos novos que possam alterar o resultado da análise efetuada.

Herpes-zóster

O herpes-zóster é uma condição de saúde causada pelo vírus varicela-zóster, o mesmo que causa a catapora. Quando a pessoa tem catapora, o vírus permanece no organismo e pode ser reativado ao longo da vida, ocasionando o herpes-zóster. Essa reativação é mais comum em pessoas idosas ou com a imunidade baixa.

Os primeiros sintomas são queimação, coceira, sensibilidade na pele, febre baixa e cansaço. Depois de um ou dois dias, surgem manchas vermelhas que evoluem para pequenas bolhas cheias de líquido. Essas bolhas podem secar e formar crostas. As lesões aparecem em apenas um lado do corpo e seguem o caminho de um nervo, o que dá ao herpes-zóster seu aspecto característico. As áreas mais afetadas costumam ser o tronco, a face, a lombar e o pescoço. Esse processo dura cerca de duas a três semanas.

Segundo informações do relatório divulgado pela Conitec, o herpes-zóster geralmente melhora sozinho, mas em alguns casos pode causar complicações graves, como alterações na pele, no sistema nervoso, nos olhos e nos ouvidos.

Tratamento no SUS

Nos casos leves e sem risco de agravamento, o SUS oferece tratamento sintomático com remédios para aliviar a dor, febre e coceira, além de orientações de higiene e cuidados com a pele. Quando o risco é maior, como em pessoas idosas, imunocomprometidas ou com doença grave, recomenda-se o uso do antiviral aciclovir.

De acordo com dados dos Sistemas de Informações Ambulatoriais do SUS (SIA/SUS) e hospitalares (SIH/SUS), entre 2008 a 2024, foram registrados 85.888 atendimentos ambulatoriais e 30.801 internações de pacientes com herpes-zóster no Brasil.

Segundo dados do Sistema de Informações sobre Mortalidade do SUS, entre os anos de 2007 e 2023, 1.567 pessoas morreram por herpes-zóster no país, o que representou uma taxa de mortalidade pela doença de 0,05 óbitos por 100 mil habitantes no período. Do total de óbitos registrados, 90% foram de pessoas com idade maior ou igual a 50 anos, sendo 53,4% em idosos mais de 80 anos de idade.

 

 

AGÊNCIA BRASIL

SÃO CARLOS/SP - Desde o dia 11 de dezembro de 2025, quando a vacina contra o Vírus Sincicial Respiratório (VSR) passou a ser disponibilizada pelo Sistema Único de Saúde (SUS) para gestantes, 343 doses do imunizante foram aplicadas em São Carlos. O Departamento de Vigilância em Saúde reforça a importância da vacinação para a proteção dos recém-nascidos.

Indicada para gestantes a partir da 28ª semana de gravidez, a vacina, administrada em dose única por gestação, tem como principal objetivo proteger o bebê nos primeiros meses de vida, período de maior vulnerabilidade a doenças respiratórias graves, como bronquiolite e pneumonia. A imunização da mãe permite a transferência de anticorpos pela placenta, garantindo proteção passiva ao recém-nascido.

O Vírus Sincicial Respiratório é responsável por cerca de 75% dos casos de bronquiolite e figura entre as principais causas de pneumonia em bebês. Estudos apontam que a vacina apresenta alta eficácia na prevenção de quadros graves, alcançando 81,8% de proteção nos primeiros 90 dias de vida e mantendo bons resultados até os seis meses.

Segundo a diretora de Vigilância em Saúde, Denise Martins Gomide, todas as gestantes a partir da 28ª semana devem se vacinar, independentemente da idade materna. “É uma dose única por gravidez, segura, com possíveis reações leves, como dor no local da aplicação, e extremamente eficaz na proteção do bebê”, destaca.

“A imunização da gestante é uma das estratégias mais importantes para proteger o bebê logo nos primeiros meses, quando ele ainda não tem o sistema imunológico totalmente desenvolvido. O Vírus Sincicial Respiratório é uma das principais causas de internações de bebês por bronquiolite e pneumonia, e a vacina oferecida pelo SUS reduz de forma significativa o risco de casos graves. Ao se vacinar, a mãe protege diretamente o seu filho”, ressalta o secretário de Saúde, Leandro Pilha.

Em São Carlos, a vacina contra o VSR é oferecida gratuitamente nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs) e nas Unidades de Saúde da Família (USFs), de segunda a sexta-feira, das 7h30 às 16h30.

SÃO CARLOS/SP - A Secretaria Municipal de Saúde de São Carlos comunica que  campanha de intensificação para o resgate de adolescentes e jovens de 15 a 19 anos que não receberam a vacina contra o HPV na idade recomendada foi prorrogada até 30 de junho de 2026.

A imunização protege contra a infecção pelo papilomavírus humano (HPV), responsável pelo desenvolvimento de diversos tipos de câncer, como os de colo do útero, vulva, pênis, garganta e pescoço.

A diretora de Vigilância em Saúde, Denise Martins Gomide,  destaca a importância da vacinação precoce. Segundo ela, além de reduzir o risco individual de infecção, a imunização contribui para diminuir a circulação do vírus na população. “É uma vacina segura e eficaz, que faz parte do calendário oficial para crianças e adolescentes de 9 a 14 anos. No entanto, estamos intensificando o resgate dos não vacinados de 15 a 19 anos”, explica.

A orientação é que os jovens que ainda não receberam a vacina procurem o quanto antes o serviço de saúde mais próximo para garantir a proteção.

Em São Carlos, dos 10.456 jovens que deveriam tomar a vacina, somente 203 foram imunizados. “A prorrogação da campanha é uma oportunidade importante para protegermos ainda mais nossos jovens. O HPV é silencioso, mas pode trazer consequências graves no futuro. Por isso, reforçamos a importância da vacinação”, afirmou a secretário de Saúde, Leandro Pilha.

A meta da campanha é vacinar 90% desse público até o fim do período de intensificação.

Em São Carlos, a vacina contra o HPV é oferecida gratuitamente e está disponível nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs) e nas Unidades de Saúde da Família (USFs) de segunda a sexta-feira, das 7h30 às 16h30.

SÃO PAULO/SP - A Butantan-DV, vacina da dengue do Instituto Butantan, órgão ligado à Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo, foi aprovada na quarta-feira (26) pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para ser utilizada na população brasileira de 12 a 59 anos. Com o parecer favorável, o Estado de São Paulo fez história e saiu à frente como pioneiro no imunizante, que é o primeiro contra dengue em dose única no mundo. A vacina deverá ser incluída no Programa Nacional de Imunizações (PNI). O início da vacinação e a faixa etária de aplicação ainda serão definidas pelo Ministério da Saúde.

“A gente vem sofrendo muito com a dengue nos últimos anos e temos que celebrar a vacina brasileira. Por ser de dose única, vai nos ajudar muito na imunização, na cobertura vacinal. É a vitória da ciência, é a vitória da inovação, é a vitória do Butantan”, afirmou o governador Tarcísio de Freitas durante o evento que oficializou a aprovação nesta quarta-feira na sede do instituto, na capital.

O Instituto Butantan já havia dado início à produção do imunizante em seu parque industrial, tendo mais de um milhão de doses prontas para serem disponibilizadas ao PNI. Além disso, o Butantan fechou uma parceria internacional com a empresa chinesa WuXi para aumentar a produção. O acordo permitirá ampliar a capacidade de fornecimento para entregar aproximadamente 30 milhões de doses no segundo semestre de 2026.

“É um feito histórico para a ciência e a saúde do Brasil. Uma doença que nos aflige há décadas agora poderá ser enfrentada com uma arma muito poderosa: a vacina em dose única do Instituto Butantan. Um desenvolvimento feito por cientistas, trabalhadores e voluntários brasileiros que poderá salvar vidas por todo o país”, afirmou o diretor do Instituto Butantan, Esper Kallás.

Para o secretário de Estado da Saúde de São Paulo, Eleuses Paiva, o imunizante é um dos maiores avanços científicos das últimas décadas. “A produção da vacina da dengue em território paulista demonstra nossa capacidade de liderar o desenvolvimento de biotecnologias estratégicas para o país, reduzindo a dependência de importações e assegurando autonomia na proteção da nossa população”, disse.

Em 2024, o Brasil registrou 6,5 milhões de casos prováveis de dengue – quatro vezes mais do que em 2023, de acordo com o Ministério da Saúde. Em 2025, até meados de novembro, foram notificados 1,6 milhão de casos prováveis. Desde o começo dos anos 2000, mais de 20 milhões de brasileiros já foram acometidos pela doença.

Governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, durante anúncio da nova vacina contra dengue, ao lado da secretária da Saúde em exercício, Priscilla Perdicaris, e do diretor do Instituto Butantan, Esper Kallás Foto: Divulgação/Governo de SP

Ensaios e resultados

A aprovação da vacina é sustentada pelos resultados de cinco anos de acompanhamento dos voluntários do ensaio clínico de fase 3 encaminhados à Anvisa. No público de 12 a 59 anos, o imunizante mostrou 74,7% de eficácia geral, 91,6% de eficácia contra dengue grave e com sinais de alarme e 100% de eficácia contra hospitalizações por dengue. O estudo, conduzido entre 2016 e 2024, avaliou a Butantan-DV em mais de 16 mil voluntários residentes de 14 estados brasileiros. Resultados anteriores do acompanhamento de dois e 3,7 anos foram publicados no The New England Journal of Medicine e na The Lancet Infectious Diseases, respectivamente.

Composto pelos quatro sorotipos do vírus da dengue, o imunizante se mostrou seguro e eficaz tanto em pessoas com infecção prévia como naquelas que nunca tiveram contato com o patógeno. A maioria das reações foi leve a moderada, sendo as principais dor e vermelhidão no local da injeção, dor de cabeça e fadiga. Eventos adversos sérios relacionados à vacina foram raros e todas as pessoas se recuperaram.

A vacina da dengue do Instituto Butantan é a primeira que pode ser aplicada em apenas uma dose no mundo, o que tem potencial de facilitar a adesão do público e a logística da campanha. Os benefícios da dose única foram descritos em um relatório publicado por pesquisadores do Reino Unido na Human Vaccines & Immunotherapeutics, em 2018. O estudo apontou que programas de imunização com menos doses estão associados a uma melhor cobertura vacinal e enfrentamento da doença.

“A produção da vacina da dengue em dose única pelo Instituto Butantan consolida São Paulo como referência nacional em biotecnologia. Este avanço, sustentado por evidências robustas e alta capacidade industrial, reforça a autonomia científica do Estado e assegura a proteção da população brasileira”, afirma a secretária de Estado da Saúde em exercício, Priscilla Perdicaris.

Outros públicos

O Instituto Butantan pretende ampliar a faixa etária de vacinação tanto para o público pediátrico quanto para aqueles acima de 60 anos. Para isso, já recebeu aprovação da Anvisa para avaliar a vacina da dengue na população de 60 a 79 anos. Se os resultados da pesquisa forem satisfatórios, será possível solicitar à agência reguladora a inclusão desse grupo nas recomendações do imunizante. Além disso, mais dados deverão ser coletados para avaliar a possível inclusão das crianças de 2 a 11 anos nas recomendações da vacina. Os estudos clínicos realizados já comprovaram que a vacina é segura nesta faixa etária.

 

GOverno de SP

SÃO PAULO/SP - O Ministério da Saúde anunciou, nesta quarta-feira (10), uma parceria de transferência de tecnologia entre o Instituto Butantan e a farmacêutica Pfizer para a produção nacional da vacina contra o vírus sincicial respiratório (VSR), uma das principais causas de infecções respiratórias graves em bebês, incluindo quadros de bronquiolite.

A previsão é que as primeiras 1,8 milhão de doses sejam entregues até o fim deste ano. Em fevereiro, a pasta já havia confirmado a incorporação do imunizante ao Sistema Único de Saúde (SUS). Com o acordo, a distribuição da vacina contra o VSR na rede pública, para gestantes e bebês, deve começar na segunda quinzena de novembro.

Devem ser imunizadas, por meio de dose única, gestantes a partir da 28ª semana de gravidez. A vacinação materna, segundo o ministério, favorece a transferência de anticorpos para o bebê, contribuindo para a proteção nos primeiros meses de vida, período de maior vulnerabilidade ao VSR.

De acordo com o ministério, o vírus é responsável por 80% dos casos de bronquiolite e por 60% dos casos de pneumonias em crianças menores de 2 anos. A cada cinco crianças infectadas, uma precisa de atendimento ambulatorial e, em média, uma em cada 50 acaba hospitalizada no primeiro ano de vida.

Dados da pasta mostram ainda que, no Brasil, cerca de 20 mil bebês menores de um ano são internados anualmente. O risco é mais elevado entre prematuros, cuja taxa de mortalidade é sete vezes maior do que em crianças nascidas a termo — grupo que representa 12% dos nascimentos no país.

“A vacina tem potencial para prevenir cerca de 28 mil internações por ano, oferece proteção imediata aos recém-nascidos e beneficiará aproximadamente 2 milhões de bebês nascidos vivos”, informou o comunicado.

Esclerose múltipla

O Brasil também passará a produzir, por meio de parceria de desenvolvimento produtivo (PDP), o natalizumabe, medicamento biológico usado no tratamento da esclerose múltipla. De acordo com o ministério, a transferência de tecnologia será feita pela farmacêutica Sandoz para o Instituto Butantan.

“A vulnerabilidade do país na oferta de insumos durante a pandemia de covid-19 e os recentes episódios relacionados a aplicação de tarifas abusivas às exportações brasileiras reforçam a importância da soberania do SUS para garantir o acesso da população a medicamentos e tratamentos”, avaliou a pasta em nota.

O natalizumabe é indicado a pacientes com a forma remitente-recorrente de alta atividade, que corresponde a cerca de 85% dos casos, e que não responderam de forma adequada a outros tratamentos. O medicamento é ofertado no SUS desde 2020, mas atualmente há apenas um único fabricante com registro no país.

A esclerose múltipla é uma doença autoimune que compromete o sistema nervoso central e afeta principalmente adultos jovens, com idade entre 18 e 55 anos. É caracterizada pela desmielinização da bainha de mielina, que possibilita a condução de impulsos elétricos responsáveis pelo controle das funções do organismo.

 

 

AGÊNCIA BRASIL

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