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Redação

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 Jornalista/Radialista

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SÃO CARLOS/SP - A Prefeitura Municipal de São Carlos, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), está encaminhando mais 20 pessoas para realizar exames pré-operatórios para cirurgias de hérnia e colecistectomia (pedra na vesícula) neste sábado (13/08). Desta vez, os munícipes contemplados serão atendidos no Ambulatório Médico de Especialidades (AME) de Taquaritinga, em mais uma parceria entre a Prefeitura e o Governo do Estado.
Destes 20 pacientes, 13 passarão por consulta e farão os exames pré-operatórios para posterior realização de procedimento de hérnia, enquanto outros 7, pelo mesmo processo, igualmente serão assistidos no mesmo dia para que possam realizar operação de colecistectomia.
Mais uma vez, a Prefeitura de São Carlos disponibilizará transporte a todos os munícipes convocados, bem como alimentação. Além disso, um grupo temporário de WhatsApp – com adesão voluntária – será criado para orientar as pessoas do mutirão que tiverem eventuais dúvidas, propiciando um canal inovador de contato em tempo real entre poder público municipal e população.
De acordo com a secretária municipal de Saúde, Jôra Porfírio, a luta pelas cirurgias eletivas tem tido especial atenção no atual momento, tendo em vista reduzir as filas e proporcionar qualidade de vida às pessoas que aguardam por intervenções cirúrgicas.
“A retomada das cirurgias eletivas tem se mostrado consistente e esta última semana exemplifica isso. Assinamos um convênio com a Santa Casa que viabiliza a realização de três mil procedimentos cirúrgicos em um ano e, nos últimos 45 dias, também já encaminhamos mais de 300 pessoas para fazerem exames e cirurgias de hérnia, colecistectomia, catarata e yag laser em municípios vizinhos, além de outros agendamentos na Santa Casa e no Hospital Universitário”, ressalta Jôra.

SÃO CARLOS/SP - O Ministério Público do Estado de São Paulo, através de iniciativa do promotor Sérgio Domingos Oliveira, realizou uma reunião no final de tarde desta quarta-feira (10/08), com representantes da Policia Militar,  Departamento de Fiscalização da Secretaria de Habitação e Desenvolvimento Urbano, Secretaria de Transporte e Trânsito, Secretaria de Segurança Pública, ACISC e o vereador Robertinho Mori para discutir sobre a poluição sonora provocada por escapamentos de motos, legislação e as medidas adotadas até o momento.
O promotor de justiça enalteceu o trabalho do Departamento de Fiscalização, Policia Militar, Guarda Municipal e da Secretaria de Transporte e Trânsito que já realizam operações conjuntas para fiscalizar a poluição sonora e a realização de festas clandestinas. Também solicitou a ampliação das operações de fiscalização quanto a poluição sonora causada pelos escapamentos de motociclistas, principalmente de veículos usados pelos entregadores de atividades comerciais.
Na reunião ficou deliberado que será verificado a possível atualização da Lei Municipal 14305/2007 de autoria do vereador Robertinho Mori, que estabelece requisitos de segurança para transporte remunerado de cargas por motocicleta e motoneta.
 A Prefeitura e a ACISC também informaram o MP que estão desenvolvendo uma campanha de conscientização popular em relação à poluição sonora no município. “Vamos atender à solicitação do Ministério Público, fazendo chegar à população informações e consequências da poluição sonora para a saúde das pessoas”, informou o presidente da ACISC, José Fernando Domingues.
O secretário de Segurança Pública, Samir Gardini, ressaltou que através do GGIM já estão sendo realizadas operações para fiscalizar o uso irregular de escapamentos de motos. “Estamos realizando bloqueios, abordando motociclistas, são lavrados Autos de Infração de Trânsito e motos são recolhidas para o pátio de acordo com a lei que estabelece como irregular o veículo com descarga livre ou silenciador de motor de explosão defeituoso, deficiente ou inoperante. Novas operações já estão programadas”, revelou Gardini.

SÃO CARLOS/SP - São Carlos recebeu, na manhã desta quinta-feira (11/08), o encontro regional de secretários municipais de saúde. A iniciativa, acordada em conjunto entre a Prefeitura e o Departamento Regional de Saúde (DRS-III Araraquara), aconteceu na sede da Secretaria Municipal de Saúde (SMS) e contou com a participação de nove gestores municipais e estaduais.
Na reunião foram discutidos temas como das cirurgias eletivas e as filas internas nas instituições prestadoras, as consultas pós-operatórias no ambiente hospitalar e ambulatorial, a disponibilização de exames como mamografias, entre outras temáticas.
A secretária municipal de Saúde, Jôra Porfírio, salientou a importância de o município estreitar ações conjuntas com a região, de modo a aprimorar protocolos e serviços e impactar positivamente na qualidade de vida da população que utiliza o Sistema Único de Saúde (SUS).
“É muito importante estabelecermos diálogos constantes com a região no intuito de aperfeiçoar os serviços de saúde no que diz respeito a dispositivos como a Lei Federal nº 8080 – Lei do SUS e as diretrizes do Pacto Federativo. Sabemos da relevância que São Carlos tem no contexto regional e poder receber este encontro é de grande valia para o nosso município. Agradeço todos os gestores municipais e estaduais pela presença e acredito que, após esta reunião, teremos bons avanços em diferentes áreas de atuação da saúde pública”, disse Jôra.
Além da representante são-carlense, participaram do evento os secretários municipais de saúde Elaine Sartorelli Breanza (Ibaté), Wander Boneli (Descalvado) e Vera Lucia Visolli (Porto Ferreira), o coordenador executivo de avaliação e controle da Prefeitura Municipal de Araraquara, Edivaldo Alves Trindade, as diretoras do DRS-III Araraquara, Sônia Regina Souza Silva e Mary Cristina Ramos Pinto, o chefe de gabinete da SMS São Carlos, Gustavo Curvelo, e o diretor de Regulação, Controle e Avaliação da pasta, Marco Brugnera.

Estudo avalia influência da densidade óssea, gordura visceral e massa muscular em pacientes com a doença no Brasil

 

SÃO CARLOS/SP - Uma pesquisa de pós-doutorado, desenvolvida no Laboratório de Análise da Função Articular (LaFar) do Departamento de Fisioterapia (DFisio) da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), tem como objetivo analisar a composição corporal de idosos com doença Alzheimer (densidade mineral óssea, massa muscular e gordura). O estudo está convidando voluntários que tenham doença de Alzheimer para avaliação gratuita no LaFar. A pesquisa é feita por Natália Oiring de Castro Cezar, docente do Departamento de Gerontologia (DGero) da UFSCar, e tem a participação de docentes do DGero e do DFisio e de alunos dos cursos de Fisioterapia e Gerontologia da Instituição.
A doença de Alzheimer é uma demência, que pode ser definida como uma doença degenerativa, ou seja, que tem um processo progressivo de perda das funções cerebrais, como memória, linguagem, atenção, capacidade de planejamento e alterações comportamentais. Essa síndrome representa um declínio do estado geral de uma pessoa influenciando seu desempenho nas Atividades de Vida Diária, como autocuidado, continência, transferências e alimentação. De acordo com a pesquisadora da UFSCar, a estimativa é que, no Brasil, existam 1,2 milhão casos de DA. No mundo, são cerca de 35,6 milhões de pessoas diagnosticadas com Alzheimer.
Oiring aponta que os estudos mais atuais sobre o tema indicam uma correlação entre o desenvolvimento da doença de Alzheimer, o acúmulo de gordura visceral e a osteosarcopenia - junção de osteoporose (baixa densidade mineral óssea) e sarcopenia (perda de massa muscular devido ao envelhecimento). "Isso indica que idosos com pior qualidade do osso, menos músculo e acúmulo de gordura na região dos órgãos parecem ser mais propensos à doença de Alzheimer ou à piora dela", explica a docente da UFSCar. "Meu estudo pretende reforçar essa relação e constatar este fato no Brasil, visto que todos os demais estudos são da América do Norte e Europa", complementa.
A professora reforça, no entanto, que a presença desses três componentes - baixa densidade mineral óssea, gordura visceral e perda de massa muscular - é fator de risco e não a causa da DA. "Logo, a preservação destas variáveis apenas diminuem a probabilidade, além da possível melhora do curso clínico da doença uma vez já instalada", destaca.
Em relação à expectativa do estudo, Oiring aponta que esperam encontrar mais idosos com osteosarcopenia e acúmulo de gordura nos grupos com doença de Alzheimer, quando comparado com os idosos preservados cognitivamente. "Essa piora vai ser mais intensa conforme a gravidade da doença de Alzheimer. Essas reduções não estão apenas relacionadas com nível de atividade física diminuída nessa população, mas sim à fisiopatologia da doença de Alzheimer", relata. Além disso, a pesquisadora expõe que as informações encontradas no estudo serão capazes de subsidiar essa relação incerta atualmente entre a doença de Alzheimer, acúmulo de gordura visceral e sarcopenia. "É esperado que esse estudo contribua com a prática clínica dos profissionais de saúde e na elaboração de intervenções e medidas preventivas apropriadas, além da clareza da importância de avaliação de sarcopenia, densidade mineral óssea e de acúmulo de gordura", avalia. 

Voluntários
O estudo já avaliou idosos preservados cognitivamente (sem a demência) e, na etapa atual, está recrutando e avaliando voluntários, homens ou mulheres, com 65 anos ou mais, que tenham doença de Alzheimer, leve ou moderada. Os participantes passarão por testes clínicos, cognitivos, avaliação física e de composição corporal, que serão feitos em visita única ao LaFar da UFSCar, com duração média de 1 hora. Os participantes precisam estar em jejum de quatro horas e não podem ter implantes metálicos e outras doenças neurológicas, além da doença de Alzheimer.
Pessoas interessadas em participar do estudo devem entrar em contato pelo e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo..br  ou pelo celular (16) 99623-6507 e fazer o agendamento com Eduarda Senni, estudante de Gerontologia que integra a equipe de pesquisa. Projeto de pesquisa aprovado elo Comitê de Ética em Pesquisa da UFSCar (CAAE: 27006619.4.0000.5504).

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