KIEV - Um novo ataque russo contra Kiev deixou ao menos 12 mortos e 33 feridos entre a noite de quarta-feira (19) e a madrugada desta quinta-feira (20), segundo autoridades ucranianas. O bombardeio atingiu diferentes pontos da capital e provocou danos em prédios residenciais e outras estruturas.
O alerta aéreo permaneceu ativo durante boa parte da madrugada. Os ataques alcançaram os distritos de Darnytskyi, Sviatoshynskyi e Solomianskyi, onde equipes de emergência trabalharam no resgate de moradores presos entre os escombros.
Em Solomianskyi, os dois últimos andares de um prédio residencial de nove pavimentos foram destruídos. Incêndios também atingiram outros pontos do edifício. Uma escola e instalações médicas estão entre os locais danificados durante a ofensiva.
A Rússia tem intensificado o uso de mísseis balísticos contra Kiev em meio às dificuldades enfrentadas pela Ucrânia para manter seus sistemas de defesa antiaérea abastecidos.
O país dispõe de um número limitado de equipamentos capazes de interceptar esse tipo de armamento. Entre eles estão os sistemas Patriot, de fabricação norte-americana, cuja disponibilidade de mísseis interceptadores tem sido apontada como um dos principais gargalos da defesa ucraniana.
Enquanto Moscou amplia os ataques contra a capital e outras regiões da Ucrânia, Kiev também mantém uma campanha de longo alcance contra alvos dentro do território russo.
As forças ucranianas têm direcionado ofensivas contra depósitos de armamentos, instalações militares e estruturas logísticas com o objetivo de reduzir a capacidade da Rússia de sustentar os ataques contra cidades ucranianas.
O Ministério da Defesa russo afirmou que a ofensiva desta quinta-feira teve como alvos instalações ligadas à produção de componentes de drones, além de um depósito militar e um centro logístico na região de Kiev.
NOTÍCIAS AO MINUTO
SÃO CARLOS/SP - Momentos de tensão marcaram a manhã desta quinta-feira (23) em um condomínio da CDHU, em São Carlos. Uma mulher e seu bebê de apenas sete meses foram salvos graças à rápida intervenção de policiais militares que impediram uma tentativa de feminicídio dentro de um apartamento.
A ocorrência aconteceu por volta das 10h55, na Rua da Paz. Equipes da ROCAM, compostas pelos soldados Flávio, Albuquerque, Alvarez e Souza, além do Tático Comando, formado pelo 1º tenente Felipe e pelos cabos Sobral e Vedovelli, realizavam uma operação na região quando receberam o alerta de um morador sobre uma agressão em andamento.
Ao entrarem no imóvel, os policiais flagraram o agressor armado com uma faca tentando atacar a companheira, que protegia o filho do casal nos braços. A ação rápida dos militares evitou que o crime fosse consumado.
Conforme a PM, o homem resistiu à abordagem e precisou ser contido pelas equipes. Depois de dominado, ele foi encaminhado à Delegacia de Defesa da Mulher, onde permaneceu preso após a autoridade policial confirmar o flagrante por tentativa de feminicídio.
A faca utilizada na agressão foi apreendida e apresentada na delegacia. O caso será investigado pela Polícia Civil.
IRÃ - Israel, Kuwait e Bahrein registraram novos ataques aéreos atribuídos ao Irã, poucas horas depois de Teerã informar que bombardeios dos Estados Unidos deixaram ao menos oito mortos no norte do país.
As Forças de Defesa de Israel informaram que o território israelense voltou a ser alvo de mísseis iranianos. Segundo o porta-voz do serviço de emergência, um homem de 22 anos ficou gravemente ferido na cidade de Harish, no centro do país, e foi levado ao hospital.
Em comunicado, os militares afirmaram que os sistemas de defesa seguem ativos. “Os sistemas permanecem operacionais para interceptar a ameaça”, disseram, após “identificarem mísseis lançados a partir do Irã”.
Na quinta-feira, o Irã lançou cerca de 30 mísseis contra Israel, coincidindo com o início das celebrações do Pessach. De acordo com os militares israelenses, três eram de fragmentação, cerca de dez caíram em áreas abertas e os demais foram interceptados.
A escalada ocorre após declarações do presidente americano Donald Trump, que afirmou que pretende levar o Irã de volta à “Idade da Pedra”. Em resposta, militares iranianos prometeram ações “mais enérgicas e destrutivas”.
Pouco depois das declarações, a imprensa local relatou “uma nova onda de ataques com mísseis iranianos” contra Israel.
O Kuwait também informou ter sido alvo de ataques. “As defesas aéreas do Kuwait estão repelindo ataques hostis de mísseis e drones”, declarou o Estado-Maior do Exército, acrescentando que “as explosões ouvidas foram resultado da interceptação” dos disparos.
Do lado iraniano, a imprensa estatal informou que bombardeios americanos atingiram a província de Alborz, deixando ao menos oito mortos e 95 feridos. Segundo autoridades locais, citadas pela agência Tasnim, as vítimas participavam das celebrações do Dia da Natureza.
O Crescente Vermelho iraniano informou que mobilizou equipes de resgate. “Desdobramos equipes para as áreas atingidas”, disse a entidade, acrescentando que “os ataques dos EUA e de Israel se concentraram em regiões próximas ao distrito de Azimiyeh, em Karaj. A ponte B1, a mais longa do Oriente Médio, foi um dos alvos”.
As forças israelenses também anunciaram a morte de um comandante de uma unidade de mísseis balísticos na região de Kermanshah, além de outro ligado ao comando petrolífero iraniano.
O conflito se intensificou desde 28 de fevereiro, quando Estados Unidos e Israel iniciaram bombardeios contra o Irã, alegando impasse nas negociações sobre o programa nuclear do país, que Teerã afirma ter fins pacíficos.
Desde então, o Irã tem retaliado com ataques a alvos israelenses e interesses americanos na região, além de bloquear o Estreito de Ormuz, por onde passa cerca de 20% do petróleo mundial.
A guerra já deixou mais de três mil mortos, principalmente no Irã e no Líbano, que entrou no conflito após ações do grupo Hezbollah contra Israel.
por Notícias ao Minuto
EUA - Pelo menos quatro pessoas foram mortas a facadas na terça-feira (24) em Gig Harbor, no estado de Washington, nos Estados Unidos. O agressor, um homem de 32 anos, foi morto por policiais.
Três adultos morreram no local. A quarta vítima foi socorrida em estado grave a um hospital da região, mas não resistiu aos ferimentos, segundo a emissora KING 5. O ataque ocorreu na 87th Avenue Court NW. O suspeito, que ainda não foi identificado pelas autoridades, foi morto por um policial.
Agentes do xerife do condado de Pierce foram acionados pouco antes das 09h no horário no local (11h em Brasília). Inicialmente, foi informado que o suspeito teria descumprido uma ordem de restrição. Mais tarde, a polícia esclareceu que a medida ainda não estava em vigor, pois não havia sido oficialmente entregue ao homem.
Uma testemunha relatou que viu o homem com o que parecia ser um picador de gelo. Ainda segundo o relato, voltou para dentro de casa e trancou a porta, mas o suspeito tentou arrombá-la sem sucesso.
O caso está sob investigação da Equipe de Investigação da Polícia do Condado de Pierce. O policial envolvido foi afastado administrativamente, conforme o protocolo do departamento.
por Folhapress
TAILÂNDIA - O Exército da Tailândia lançou ataques aéreos na segunda-feira (8) na região de fronteira com o Camboja, após a morte de um soldado tailandês, baleado por disparos que, segundo o governo de Bangcoc, teriam vindo do território cambojano. O episódio reacende a tensão militar entre os dois países.
As Forças Armadas da Tailândia informaram, em comunicado, que quatro militares também ficaram feridos e que as ações aéreas são “uma resposta às operações militares cambojanas”. O governo do Camboja, porém, nega ter iniciado qualquer ataque.
As autoridades tailandesas afirmam que os bombardeios miraram apenas “infraestruturas militares, depósitos de armas, centros de comando e rotas de apoio ao combate” que representariam ameaça à segurança do país.
Relatórios militares apontam ainda para uma série de confrontos nas últimas 24 horas ao longo dos quase 820 quilômetros de fronteira. Os dois governos já iniciaram a evacuação de civis e a mobilização de tropas e equipamentos.
O Camboja voltou a acusar a Tailândia de provocação e insiste que seus soldados não revidaram aos ataques.
por Notícias ao Minuto
VENEZUELA - Na madrugada de terça-feira (28), o exército dos Estados Unidos atingiu mais quatro embarcações que supostamente traficavam narcóticos no leste do Oceano Pacífico, matando 14 e deixando um sobrevivente.
O secretário de Defesa Pete Hegseth dos EUA comentou o assunto no X e relatou que os quatro navios foram atingidos em três ataques diferentes.
Os ataques elevam o número total de mortos na campanha do presidente Trump contra supostos traficantes no Caribe e no Pacífico Oriental para mais de 50.
"Os quatro navios eram conhecidos pelo nosso aparato de inteligência, transitando por rotas conhecidas de narcotráfico e transportando narcóticos", relatou Hegseth.
"Oito narcoterroristas estavam a bordo dos navios durante o primeiro ataque. Quatro narcoterroristas estavam a bordo do navio durante o segundo ataque. Três narcoterroristas estavam a bordo do navio durante o terceiro ataque. Um total de 14 narcoterroristas foram mortos durante os três ataques, com um sobrevivente. Todos os ataques ocorreram em águas internacionais, sem que nenhuma força americana tenha sido ferida", disse.
Ele acrescentou: "Esses narcoterroristas mataram mais americanos do que a Al-Qaeda e serão tratados da mesma forma. Vamos rastreá-los, criá-los em rede e, então, caçá-los e matá-los."
por Rafael Damas
EUA - Na terça-feira (17), o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse que seu governo e Israel não planejam matar o líder supremo do Irã, o aiatolá Ali Khamenei, mas que os planos podem mudar dependendo de como o conflito entre os países se desenrolar.
Na rede 'Truth Social', Trump afirmou saber onde Khamenei está escondido — mais cedo, o Exército israelense disse que as principais lideranças do Irã haviam fugido do país. E chamou o líder supremo iraniano — o chefe máximo do poder no Irã — de "alvo fácil".
"Nós sabemos exatamente onde o chamado 'líder supremo' está escondido. Ele é um alvo fácil, mas está seguro lá — nós não iremos tirá-lo de lá (matá-lo!), ao menos não por enquanto. Mas nós não queremos mísseis disparados em civis, ou soldados americanos. Nossa paciência está encolhendo", disse.
O paradeiro de Khamenei é desconhecido desde o início dos conflitos entre Israel e Irã, na sexta-feira (13).
por Rafael Damas
SÃO CARLOS/SP - Por volta das 13h desta quarta-feira (28), a irmã do candidato a vice-prefeito (Sidnei Moura) na chapa de Mario Casale (Novo), Sara Elias Moura, foi atacada covardemente perto de sua residência localizada no bairro Cidade Aracy. Um veículo preto desacelerou bem na porta da casa, abriu os vidros e tinham 3 ou 4 pessoas dentro. Arremessaram ovos e um líquido em direção à vítima, que se encontrava na calçada, com xingamentos fazendo referência à candidatura de seu irmão e de Mario Casale, com palavras de baixo calão.
Sara não sofreu ferimentos graves, mas ficou extremamente abalada com esse acontecimento. Ela voltou desesperada para a sua casa, trocou de roupa e acionou um motorista de aplicativo para chegar ao seu trabalho. O Boletim de Ocorrência (BO) foi registrado às 17h07 na Delegacia Eletrônica, que validou o formulário online. A vítima não sabe se os vizinhos ou outros populares testemunharam esta atitude lamentável.
Mario Casale expressa a sua mais profunda indignação e preocupação com esta escalada de violência e de intolerância política nesse período eleitoral que pode definir um novo futuro para São Carlos, caso a sua campanha obtenha êxito. “Atos como esse não podem ser tolerados em uma democracia. Isso demonstra o quanto o nosso forte crescimento rumo à vitória aterroriza os que tem a política como meio de vida, não como meio de servir ao povo”, afirma o representante do Novo. “Estamos tomando todas as medidas legais cabíveis para que os culpados por esse crime sejam devidamente punidos”, finaliza.
ISRAEL - Na noite de domingo, o Hezbollah lançou cerca de 30 foguetes do Líbano em direção ao norte de Israel, conforme noticiado pela CNN Internacional.
O ataque de foguetes ocorreu após um bombardeio aéreo israelense no sul do Líbano ter deixado 12 pessoas feridas. Este episódio agrava ainda mais as tensões entre as duas regiões, que já estavam elevadas desde o assassinato de um dos líderes do Hamas no mês passado.
A organização terrorista apoiada pelo Irã alegou que o ataque foi em apoio ao povo palestino na Faixa de Gaza, devastada pela guerra, e como retaliação ao ataque israelense no sul do Líbano, segundo a CNN.
O bombardeio israelense que atingiu a cidade de Ma'aroub, no sul do Líbano, causou 12 feridos, incluindo seis crianças, de acordo com a Agência Nacional de Notícias do Líbano.
Alguns dos foguetes lançados no domingo caíram em áreas abertas e não resultaram em feridos.
ISRAEL - Pelo menos 13 pessoas morreram em um bombardeio israelense contra uma escola da Agência das Nações Unidas para os Refugiados Palestinos (UNRWA) no acampamento de Nuseirat, no centro de Gaza, segundo fontes médicas citadas pela agência Efe.
Além dos 13 mortos, cerca de 70 feridos foram levados ao hospital Al Awda, em Nuseirat, após o ataque atingir a escola Abu Arban, onde centenas de deslocados buscavam refúgio dos combates no território palestino, onde mais de 38.500 pessoas morreram desde o início da guerra.
O exército israelense justificou o bombardeio da escola, alegando que ela "servia como esconderijo e infraestrutura de operações para planejar e realizar ataques contra as forças armadas". Eles afirmaram ter utilizado munições de precisão e medidas adicionais para tentar mitigar o risco de ferir civis.
Adnan Abu Hasna, assessor de comunicação da UNRWA, afirmou que ninguém os alertou sobre a presença de militantes ou pessoas procuradas dentro da escola. Ele também mencionou que cerca de 550 pessoas já morreram em centros como este devido a ataques israelenses.
Além disso, desde 7 de outubro, 197 trabalhadores da UNRWA perderam a vida e 188 instalações da agência foram danificadas por ataques.
Este ataque ocorre após um bombardeio anterior em Mawasi, designado pelo exército israelense como "zona humanitária", que resultou na morte de cerca de 90 pessoas e feriu outras 300, de acordo com o Ministério da Saúde de Gaza, controlado pelo Hamas.
Desde o início da guerra, um total de 38.584 palestinos morreram em Gaza, a maioria mulheres e crianças, e 88.991 ficaram feridos. Estes números não incluem as pessoas presas sob os escombros em todo o enclave.
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