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Redação

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 Jornalista/Radialista

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SÃO PAULO/SP - O pré-candidato à Presidência pelo PDT, Ciro Gomes, afirmou que aceitaria apoio do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) caso vá para o segundo turno contra o presidente Jair Bolsonaro (PL). Por outro lado, ele declarou que não vai se aliar ao petista se ficar de fora da segunda etapa da corrida eleitoral deste ano.

“Se eu for para o segundo turno com o Bolsonaro, claro que eu quero o apoio do Lula. O contrário (apoiar Lula), não é mais viável. Como eu dizendo que eles são corruptos, incompetentes, vou subir no palanque com eles? Passa a ser cumplicidade. Lula é responsável maior pela tragédia que está acontecendo no País”, disse o presidenciável em entrevista ao Central das Eleições, da GloboNews.

Ciro, no entanto, manifestou desejo de ir ao segundo turno contra Lula. “Eu gostaria que o Brasil se livrasse do Bolsonaro já no primeiro turno.”

EUA - A Meta, dona das plataformas Facebook e Instagram, viu pela primeira vez o seu volume de negócios cair 1% no segundo trimestre do ano para 28,8 bilhões de dólares, enquanto os lucros caíram 36%.

Num contexto em que enfrenta a concorrência de outras plataformas, como o TikTok, e cortes orçamentais dos anunciantes devido à conjuntura econômica, os resultados líquidos da gigante tecnológica passaram para 6.687 milhões de dólares no segundo trimestre do ano, contra 10.394 milhões de dólares no trimestre anterior.

Já desde o início do ano, os lucros da empresa liderada por Mark Zuckerberg caíram de 29% face aos primeiros seis meses de 2021, para 14.152 milhões de dólares, enquanto as receitas subiram de 55.248 milhões de dólares para 56.729 milhões de dólares.

Os ganhos por ação no segundo trimestre foram de 2,46 dólares, contra os 2,54 dólares esperados pelos analistas consultados pela FactSet, que previam receitas de 28,91 mil milhões de dólares.

No primeiro semestre do ano, os investidores embolsaram 5,21 dólares por ação, contra 7,00 dólares em igual período de 2021.

TURQUIA - Ministro das Relações Exteriores turco criticou os países nórdicos por permitirem o que ele considera "propaganda terrorista". Ambas as nações aguardam o aval de Ancara para aderir à Otan.

A Suécia ainda não extraditou os suspeitos que a Turquia procura por acusações relacionadas ao terrorismo, afirmou nesta quarta-feira (27/07) o ministro das Relações Exteriores turco, Mevlut Cavusoglu.

"Eles devem cumprir suas responsabilidades, ou vamos bloquear seu pedido de adesão à Otan", noticiou a emissora estatal TRT World. Ele também afirmou que "a propaganda de terror na Suécia e na Finlândia continua".

A Suécia e a Finlândia solicitaram a adesão à Otan em resposta à invasão russa da Ucrânia, mas foram confrontadas com a oposição da Turquia, sob a alegação de que os dois países nórdicos estariam apoiando o "terrorismo". O presidente turco, Recep Tayyip Erdogan, acusou-os de serem um reduto seguro para militantes curdos.

Os pedidos de adesão à Otan precisam ser aprovados por unanimidade por seus 30 países-membros, dos quais a Turquia é um deles e, portanto, tem poder de veto.

Ancara retirou suas objeções em junho depois que os dois países nórdicos "consideraram de forma expedita os pedidos pendentes da Turquia pela deportação ou extradição de suspeitos de terrorismo".

Nesta quarta-feira, segundo o jornal governista Daily Sabbah, Cavusolgu afirmou que o acordo está sendo verificado por seu ministério. "Se as obrigações forem cumpridas, será enviado ao presidente, e ele o enviará ao Parlamento. Claro que o Parlamento decidirá, mas ele não pode ser enviado neste momento."

UCRÂNIA - As forças russas estão passando por um “enorme redirecionamento” de tropas para três regiões no sul da Ucrânia, no que parece ser uma mudança de tática de Moscou, afirmou um assessor sênior do presidente ucraniano, Volodymyr Zelenskiy, na quarta-feira (27).

As forças russas tomaram a segunda maior usina elétrica da Ucrânia, disse o assessor presidencial Oleksiy Arestovych em uma entrevista publicada no YouTube. Forças apoiadas pela Rússia haviam anunciado anteriormente a captura da usina de Vuhlehirsk, da era soviética e alimentada por carvão, no leste da Ucrânia.

“Eles conseguiram uma pequena vantagem tática, eles tomaram Vuhlehirsk”, disse Arestovych.

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