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Redação

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 Jornalista/Radialista

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IBATÉ/SP - Na última semana, aconteceu na cidade de Uberlândia - Minas Gerais o Campeonato Brasileiro de Karatê 2022, organizado pela Confederação Brasileira de Karatê.

A competição reuniu mais de 1.400 atletas, representando 15 estados do Brasil, teve início na quarta (13), términando no domingo (17). Ibaté esteve na competição com total de 10 atletas do Projeto Social da Secretaria de Esportes.

Raul Seixas II Betune Pereira, chefe de Divisão de Esportes de Ibaté, conta que os caratecas ibateenses conquistaram três medalhas. "Nossos atletas alcançaram excelentes resultados. Rayne Matias, graduação 6° à 3° kyu, com o bronze pela categoria sub 14, o Kauã Menezes também graduação 6° à 3° kyu, que no caso disputou por duas categorias ficando com bronze no Sênior +84 kg e com prata no sub 21. Ambos estão classificados para as finais Campeonato Brasileiro que será realizado na cidade de São Paulo no mês de novembro com data ainda a se confirmar" falou.

O prefeito José Luiz Parella parabenizou os atletas pelos resultados e empenho nas competições. “A Prefeitura de Ibaté sempre apóia o esporte. Esses atletas são motivo de orgulho para a nossa cidade, todos os campeonatos que participam conseguem ótimos resultados”, afirmou.

O professor Elcio Manoel, que é técnico da equipe, ressalta que as aulas de Karatê acontecem todas as terças e quintas-feiras, a partir das 17 horas, e aos sábados, a partir das 8 horas, na Academia Municipal Jardim América. “Quem quiser participar e praticar esse esporte é só comparecer por lá”, convidou.

BARRETOS/SP - Um caminhão-tanque que transportava gasolina foi roubado em um posto de combustíveis em Barretos, região de Rio Preto. O crime aconteceu na noite do último sábado, 16.

Segundo informações do boletim de ocorrência, o motorista trafegava o veículo pela rodovia Brigadeiro Faria Lima, quando o condutor da Scania 440 A 6x4 branca com dois semi-reboques, parou em um posto de gasolina, localizado na zona rural de Barretos.

No local, o condutor de 50 anos acabou sendo abordado por dois homens. Um deles estava armado com um revólver. O suspeito empurrou a vítima para dentro do caminhão e colocou um capuz no motorista, deixando-o na cabine.

Após alguns minutos, a dupla parou o caminhão e questionou a vítima sobre os três localizadores, mas o motorista alegou que o veículo só tinha um. Os suspeitos seguiram pela mesma rodovia até que, em determinado momento, desceram do caminhão e colocaram a vítima dentro de um carro. Os homens seguiram por cerca de 3 horas, libertando o motorista em uma zona rural, em Minas Gerais.

O motorista conseguiu voltar ao asfalto e seguiu caminhando até um hospital, onde pediu ajuda e medicado.

A Polícia Militar encaminhou a vítima de volta ao estado de São Paulo, onde poderia dar prosseguimento a formalização da ocorrência. Chegando em Icém, a vítima foi orientada a seguir até o Plantão Policial de Rio Preto, que funciona 24 horas.

Segundo depoimento da vítima, o veículo roubado transportava uma carga de gasolina de 63 mil litros, avaliada de R$ 330 mil. Objetos pessoais, como roupas e celular, que estavam na cabine, também foram levados.

O caso foi registrado no 3º Departamento de Polícia de Rio Preto e será investigado.

 

 

REGIÃOSP

SÃO PAULO/SP - Os estados de São Paulo, Minas Gerais, Paraná, Goiás, Rio de Janeiro, Paraná e Santa Catarina anunciaram na 2ª feira (18) a redução do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) do etanol hidratado. Em São Paulo, a alíquota passou de 13,3% para 9,57%, o que resultará em um impacto de R$ 563 milhões na arrecadação até o final do ano. A renúncia de receita para o estado está estimada em R$ 125,1 milhões ao mês. A estimativa do governo é que ação reduza o valor na bomba em R$ 0,17.

Em Minas Gerais, a alíquota passou de 16% para 9%. “Além de seguir aliviando o bolso dos mineiros, a redução do imposto manterá a competitividade do biocombustível, importante gerador de empregos em nosso Estado”, disse o governador Romeu Zema, nas redes sociais. Já no Paraná, o ICMS do etanol passou de 18% para 12%.

Em Goiás, o imposto passou de 30% para 17%, o que deve gerar uma diminuição de cerca de 85 centavos no litro do combustível nas bombas. Para o etanol, a alíquota caiu de 25% para 17%, com uma redução estimada de R$ 0,38 por litro nos postos.

Outros serviços também tiveram a cobrança de ICMS reduzida em Goiás, como serviços de telecomunicação (de 29% para 17%) e energia elétrica (de 25% para 17% para famílias de baixa renda e de 29% para 17% para os demais consumos).

Essa redução ocorre como consequência da promulgação, na semana passada, de uma emenda constitucional que prevê compensações da União para os estados que reduzirem a carga tributária dos biocombustíveis. Essa emenda faz parte da mesma proposta que prevê o aumento de benefícios sociais, e criação de outros, até dezembro.

Lei Federal para combustíveis

No mês passado, São Paulo já havia anunciado a redução na alíquota da gasolina, de 25% para 18%. Também foram reduzidos de 25% para 18% o ICMS em operações com energia elétrica, em relação à conta residencial que apresente consumo mensal acima de 200 quilowatts-hora (kWh), e de serviços de comunicação.

Na última semana, os governos do Rio de Janeiro, Santa Catarina e Minas Gerais também anunciaram a redução do ICMS dos combustíveis.

Nesse caso, a medida atende a uma lei aprovada no Congresso que limita a um patamar máximo de 18% a alíquota do ICMS dos combustíveis e outros itens considerados essenciais. A lei afeta a alíquota do ICMS para gás natural, energia elétrica, comunicações e transporte coletivo.

Até o momento, 11 Estados e o Distrito Federal entraram com uma ação no Supremo Tribunal Federal (STF) contra a lei que reduz o ICMS. Eles alegam que terão perdas bilionárias de receita que podem comprometer investimentos obrigatórios em saúde e educação.

 

 

*Com informações da Reuters.

Por Marcelo Brandão - Repórter da Agência Brasil 

BRASÍLIA/DF - O presidente Jair Bolsonaro disse, na segunda-feira (18), que seu governo está trabalhando para apresentar uma “saída” para as eleições deste ano.

"Queremos, obviamente, estamos lutando, para apresentar uma saída para isso tudo. Nós queremos confiança e transparência no sistema eleitoral brasileiro”, afirmou Bolsonaro, em evento com chefes de missões diplomáticas no Brasil sobre o processo eleitoral.

Segundo o presidente, o governo trabalha para “corrigir falhas” no pleito eleitoral. “Nós queremos corrigir falhas. Queremos transparência. Nós queremos democracia de verdade”, disse. Não foram divulgados os nomes dos embaixadores que compareceram à solenidade.

Em nota à imprensa, o Palácio do Planalto ressaltou que o evento teve o objetivo de “aprimorar os padrões de transparência e segurança" das eleições.

“[O presidente] sublinhou aos titulares e representantes diplomáticos presentes seu desejo de aprimorar os padrões de transparência e segurança do processo eleitoral brasileiro. Enfatizou que a prioridade é assegurar que prevaleça, de modo inquestionável, a vontade do povo brasileiro nas eleições que se realizarão em 2 de outubro próximo”, diz a nota.

Ainda durante o evento, Bolsonaro criticou os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, Edson Fachin e Luís Roberto Barroso. Na avaliação de Bolsonaro, os ministros dão declarações lamentáveis.

“O senhor Barroso, também como o senhor Fachin, começou a andar pelo mundo me criticando, como se eu estivesse preparando um golpe por ocasião das eleições. É o contrário o que está acontecendo. O Barroso, nos Estados Unidos, fez uma palestra de como se livrar de um presidente. Ele era do TSE e do STF. Você não tem ciência de pessoas que ocupam os mesmos cargos em outros países que fiquem falando, dando entrevistas e palestras sobre opiniões pessoais sobre o governo? Lamentável a opinião do ministro Barroso, isso atrapalha o Brasil.”

Judiciário

Após as declarações de Bolsonaro, o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Edson Fachin, reafirmou que o sistema de votação é seguro, transparente e auditável. Em evento promovido pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) no Paraná, Fachin disse que o debate eleitoral tem sido "achatado por narrativas nocivas que buscam diluir a República e a constitucionalidade".

"Vivemos um tempo intrincado, marcado pela naturalização do abuso da linguagem e pela falta de compromisso cívico em que se deturpam sistematicamente fatos consolidados, em que se semeia a antidemocracia, pretensamente justificada por um estado de coisas inventado, ancorado em pseudorrepresentações de elementos que afrontam a toda evidência, a seriedade do sistema da Justiça e alta integridade dos pleitos nacionais. Criam-se nesse caminho da desinformação encenações interligadas, como, aliás, está a assistir hoje o próprio país", declarou. 

Em nota, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luís Roberto Barroso declarou que está "cumprindo o cansativo dever de restabelecer a verdade diante de mentiras reiteradamente proferidas". 

"Cumprindo o cansativo dever de restabelecer a verdade diante de mentiras reiteradamente proferidas, o gabinete do ministro Luís Roberto Barroso informa que ele jamais proferiu palestra no exterior sob o título Como se Livrar de um Presidente. Em evento realizado na Universidade do Texas, a palestra do ministro foi sobre Populismo Autoritário, Resistência Democrática e Papel das Supremas Cortes.” O ministro citou que tanto o vídeo da apresentação como o texto em que se baseou a palestra são públicos.

Ainda de acordo com a nota, no evento, foram discutidos temas como separação de Poderes, semipresidencialismo, papel dos tribunais e impeachment. “Como alguns dos trabalhos apresentados eram efetivamente sobre mecanismos para afastamento de presidentes na América Latina, os estudantes que organizaram o evento deram-lhe o título de “Ditching a President: Constitutional Design of the Executive Branch in Latin America” (“Afastando um Presidente: Desenho Constitucional do Poder Executivo na América Latina”). Nenhum dos expositores sequer tocou no tema de eventual impeachment do atual Presidente do Brasil", conclui o texto.

Legislativo

O presidente do Congresso, Rodrigo Pacheco, manifestou-se pelas redes sociais. Segundo ele, uma democracia forte se faz com respeito ao contraditório e à divergência, independentemente do tema.

“A segurança das urnas eletrônicas e a lisura do processo eleitoral não podem mais ser colocadas em dúvida. Não há justa causa e razão para isso. Esses questionamentos são ruins para o Brasil sob todos os aspectos. O Congresso Nacional, cuja composição foi eleita pelo atual e moderno sistema eleitoral, tem obrigação de afirmar à população que as urnas eletrônicas darão ao país o resultado fiel da vontade do povo, seja qual for”, disse.

 

 

AGÊNCIA BRASIL 

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