SÃO CARLOS/SP - A Polícia Militar prendeu na tarde desta quinta-feira (5) o terceiro suspeito de participação em um assalto ocorrido pela manhã em Bauru, quando uma família foi rendida dentro de casa. Após o crime, os criminosos fugiram e acabaram perseguidos por equipes policiais até a região de São Carlos.
Durante a fuga, os suspeitos trocaram tiros com a polícia na rodovia Washington Luís (SP-310). Um dos envolvidos morreu no confronto. Os demais conseguiram escapar inicialmente e seguiram em direção à rodovia SP-215, onde abandonaram o veículo usado na fuga e correram para uma área de mata.
Horas depois, policiais localizaram um dos suspeitos escondido em uma área de vegetação próxima a um sítio no bairro Jardim Novo Horizonte, em São Carlos, onde ele acabou preso.
O terceiro integrante do grupo foi detido no período da tarde. Segundo a Polícia Militar, ele estava escondido dentro de um veículo Tracker que pertenceria à ex-companheira do segundo suspeito. A mulher teria saído de Porto Ferreira para buscá-lo.
O caso começou pela manhã, em Bauru, quando pelo menos três homens invadiram a casa de uma família, renderam as vítimas e roubaram diversos objetos, além de um carro. O veículo foi recuperado pela polícia durante a operação, junto com parte dos itens levados no assalto. A ocorrência foi registrada e segue sob investigação.
FRANÇA - A polícia francesa voltou, nesta quarta-feira, à casa localizada em Aillevillers-et-Lyaumont, na região de Haute-Saône, no leste da França, onde dois corpos de bebês foram encontrados dentro de um congelador.
O imóvel pertence a uma portuguesa de cerca de 50 anos, que foi presa na semana passada e indiciada por homicídio de menores. Ela está em prisão preventiva.
A descoberta ocorreu meses após a mulher deixar a residência, alegando que queria se separar do então companheiro. Posteriormente, o ex-parceiro e a irmã dele decidiram fazer uma limpeza na casa. Durante a organização do imóvel, encontraram um dos corpos no congelador e acionaram a polícia. Já no local, os agentes localizaram um segundo corpo.
Segundo as investigações, o ex-companheiro afirmou não ter conhecimento das duas gestações. A suspeita confessou às autoridades que escondeu as gravidezes de familiares e amigos. Ela relatou que deu à luz em casa e que, logo após os partos, envolveu os recém-nascidos e os colocou em um congelador na lavanderia da residência.
A mulher não soube informar com precisão as datas de nascimento dos bebês, afirmando apenas que os partos teriam ocorrido entre 2011 e 2018.
Após a separação, ela retornou a Portugal. Foi detida quando voltou à França para resolver questões administrativas. A prisão ocorreu em Boulogne-Billancourt, onde um de seus filhos mora. Em seguida, foi transferida para Haute-Saône para interrogatório.
A suspeita é mãe de outros nove filhos. Cinco deles são do relacionamento mais recente, com idades entre 14 e 20 anos. Os outros quatro são de um casamento anterior.
Nesta quarta-feira, pouco antes do meio-dia, a rua onde fica a residência foi isolada. Diversos veículos policiais e uma equipe de identificação criminal estiveram no local. Dois agentes, acompanhados por quatro cães farejadores especializados na busca por cadáveres, realizaram novas buscas na propriedade.
Segundo Jean-Philippe Mondin, autoridade local citada pela imprensa francesa, o objetivo da operação é verificar se há outros corpos ocultados na casa ou no terreno ao redor.
A mulher não tinha antecedentes criminais conhecidos. O caso segue sob investigação.
por Notícias ao Minuto
EUA - A morte da britânica Lucy Harrison, de 23 anos, voltou ao centro das atenções após a abertura de um inquérito no Reino Unido que revelou detalhes das horas que antecederam o disparo fatal. Segundo informações divulgadas pela BBC, a jovem teria discutido com o pai sobre o então presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, pouco antes de ser baleada.
Lucy morreu em 10 de janeiro de 2025, na cidade de Prosper, no Texas, onde visitava o pai, Kris Harrison. Na época, a polícia americana investigou o caso como possível homicídio culposo, quando não há intenção de matar. Um grande júri decidiu não apresentar denúncia criminal contra ele.
Agora, o caso passou a ser analisado pela Justiça britânica, em Cheshire, região onde Lucy nasceu. Durante audiência, o namorado da jovem, Sam Littler, afirmou que o clima na casa ficou tenso após uma discussão política envolvendo Trump, que se preparava para assumir um novo mandato.
De acordo com Littler, Lucy questionou o pai sobre acusações de abuso sexual atribuídas ao presidente americano e perguntou como ele reagiria se uma de suas filhas estivesse naquela situação. O comentário teria provocado forte abalo emocional na jovem, que deixou o ambiente contrariada.
Ainda segundo o depoimento, pouco antes de o casal sair para o aeroporto, Kris Harrison levou Lucy até o quarto. Segundos depois, um disparo foi ouvido. Littler relatou ter encontrado a namorada caída no chão, enquanto o pai gritava por ajuda.
Em declaração enviada ao tribunal e citada pela BBC, Kris Harrison afirmou que mostrava à filha uma pistola Glock 9 mm que guardava no quarto quando a arma disparou. Ele disse não se lembrar se estava com o dedo no gatilho no momento do tiro.
O pai admitiu que havia consumido cerca de 500 ml de vinho no dia do episódio e reconheceu histórico de problemas com álcool. Uma policial que atendeu a ocorrência relatou ter sentido odor de bebida alcoólica quando chegou ao local. Imagens de segurança mostraram que Harrison havia comprado vinho horas antes do disparo.
Durante a audiência, advogados do pai tentaram afastar a legista responsável pelo inquérito, alegando possível parcialidade. O pedido foi rejeitado. A defesa da mãe de Lucy sustentou que Kris era a única pessoa presente no quarto quando o tiro foi disparado.
Em nota, também mencionada pela BBC, Kris Harrison afirmou que aceita as consequências do que aconteceu e declarou que carrega diariamente o peso da perda da filha.
Lucy trabalhava no setor de moda e foi descrita pela mãe como uma jovem determinada, envolvida com causas que considerava importantes e apaixonada por debates. A audiência foi suspensa e deve ser retomada nos próximos dias, quando a legista apresentará suas conclusões.
por Notícias ao Minuto
EUA - Os dois agentes federais de imigração mascarados que mataram o enfermeiro Alex Pretti, em Minneapolis, foram identificados pelo site americano ProPublica como Jesus Ochoa e Raymundo Gutierrez.
Segundo o site, que cita registros do governo dos Estados Unidos, Ochoa tem 43 anos e Gutierrez, 35, e ambos são do sul do Texas.
Ochoa é um agente da Patrulha de Fronteira que se juntou ao CBP (Alfândega e Proteção de Fronteiras, em inglês) em 2018. Gutierrez está no órgão desde 2014 e trabalha no escritório de operações de campo da agência, em uma equipe que conduz operações especiais de alto risco.
O Departamento de Segurança Interna (DHS, na sigla em inglês), pasta do governo de Donald Trump responsável pelo CBP, ICE e outros órgãos de migração, não respondeu a pedidos de comentário feitos pela ProPublica, e indicou que o site deveria buscar o FBI, a polícia federal americana –que também não comentou. O site diz que tentou contatar Ochoa e Gutierrez diversas vezes, mas não foi atendido.
O site publicou a reportagem sobre as identidades dos atiradores com uma nota em que justificam a divulgação.
"Acreditamos que há poucas investigações que merecem mais esclarecimento e escrutínio público do que essa, na qual dois agentes mascarados atiraram dez vezes em Pretti enquanto ele estava estirado no chão, depois de receber spray de pimenta. O Departamento de Justiça diz que a investiga o incidente, mas os nomes dos dois agentes não foram informados nem ao Congresso, nem às forças de segurança estaduais e municipais", diz a nota.
"A política de proteger a identidade dos agentes é um severo desvio dos protocolos padrão de atuação das forças de segurança, segundo legisladores, procuradores estaduais e ex-autoridades federais. Tal sigilo, na nossa visão, priva o público da ferramenta mais fundamental de responsabilização pública", afirma o site.
Pretti, 37, protestava em Minneapolis contra as ações de agentes federais de imigração no último dia 24 quando foi abordado. Ele, que filmava a operação, foi derrubado, recebeu disparos de spray de pimenta no rosto e foi imobilizado por ao menos seis agentes.
Durante a imobilização, agentes gritaram que Pretti tinha uma arma -ele tinha licença para porte e em nenhum momento aproximou as mãos da arma que estaria na parte de trás de sua cintura. Em seguida, um dos agentes deu um tiro em Pretti, que caiu no chão, e foi atingido por mais nove tiros. Ele foi dado como morto a caminho do hospital.
O governo Trump se apressou em classificar Pretti de "terrorista doméstico" que queria "massacrar" agentes federais. Após evidências em vídeos gravados por testemunhas com diversos ângulos da ação contradizendo a versão oficial, a Casa Branca passou a mudar de tom e dizer que revisaria o ocorrido.
Autoridades estaduais e locais, no entanto, denunciaram que não estavam conseguindo trabalhar com o governo federal, inclusive sem acesso imediato ao local da morte de Pretti.
Um órgão corregedor do próprio CBP, durante a semana, enviou ao Congresso americano um primeiro relatório escrito produzido pelo governo federal sobre o incidente. Nele, novas contradições: o texto não menciona que Pretti estava armado ou que ameaçava agentes quando foi abordado, além de notificar o Legislativo de que dois agentes realizaram os disparos, não um, como disseram autoridades federais inicialmente.
O relatório, no entanto, não continha os nomes dos agentes, que foram afastados das funções. Após semanas de protestos, o Departamento de Justiça afirmou que sua Divisão de Direitos Civis iniciaria uma investigação sobre a morte de Pretti.
por Folhapress
EUA - O lutador de MMA Robert S. Buskey Jr., de 35 anos, foi condenado à prisão perpétua após confessar que deixou a própria filha, de 5 anos, morrer de fome no estado de Nova York, nos Estados Unidos. A sentença prevê o cumprimento mínimo de 27 anos antes de qualquer possibilidade de progressão de pena.
O caso veio à tona em abril de 2024, quando equipes de emergência foram acionadas para atender uma criança encontrada inconsciente em uma residência. No local, os socorristas constataram a morte da menina, identificada como Charlotte, em estado extremo de desnutrição. Durante a ocorrência, os agentes também encontraram um menino de 3 anos mantido preso em uma estrutura improvisada dentro da casa, tipo uma gaiola.
Segundo as autoridades, o imóvel apresentava condições consideradas “deploráveis” e indicava negligência prolongada. De acordo com a People, as investigações apontaram que as crianças viviam confinadas e sem cuidados básicos enquanto o pai passava o tempo usando drogas e jogando videogame.
Em comunicado oficial, o Condado de Schenectady afirmou que Buskey afastou os filhos do convívio com familiares e nunca providenciou matrícula escolar. “O mundo deles se reduziu aos confins da casa deplorável do Sr. Buskey”, diz a nota divulgada pelas autoridades locais.
A autópsia revelou que Charlotte sofria de desnutrição severa e desidratação extrema, com “olhos fundos e sinais claros de abandono”. De acordo com a investigação, a menina era mantida trancada em um quarto que continha apenas um berço portátil, o que a obrigava a permanecer deitada em posição fetal.
Exames toxicológicos indicaram ainda que as duas crianças testaram positivo para cocaína. Durante o julgamento, Buskey admitiu que forneceu drogas ao filho mais novo, o que levou ao acréscimo de dois anos à pena aplicada pelo crime de homicídio.
por Notícias ao Minuto
EUA - O assassinato de Christine Banfield, ocorrido em fevereiro de 2023, está no centro de um julgamento que expôs detalhes íntimos e perturbadores da relação entre os acusados. A brasileira Juliana Peres Magalhães e o ex-agente do FBI Brendan Banfield são acusados de planejar a morte da esposa dele para manterem um relacionamento amoroso. Nesta semana, durante o julgamento na Virgínia, nos Estados Unidos, promotores apresentaram novas provas, incluindo fotos publicadas pela própria Juliana nas redes sociais antes do crime.
As imagens mostram Juliana e Brendan em momentos de intimidade, como registros em uma banheira, aparentemente nus. Em uma das fotos, datada de 30 de dezembro de 2022, a brasileira cobre o rosto do amante com um emoji e escreve na legenda: “Aí gente, tô muito cu****. Apaixonadinha desde julho do ano passado”. Em outro registro semelhante, também feito em uma banheira, o rosto de Brendan aparece claramente. Não foi informado se as duas imagens foram feitas no mesmo dia.
por Notícias ao Minuto
FLÓRIDA - Um homem foi encontrado morto em um estacionamento do complexo Walt Disney World, na Flórida, na noite da última sexta-feira (2).
O caso mobilizou equipes de segurança e autoridades locais e voltou a chamar atenção para a sequência recente de ocorrências fatais em propriedades ligadas à gigante do entretenimento. As informações são do jornal The Independent.
Segundo o Gabinete do Xerife do Condado de Orange, o chamado foi recebido pouco antes das 21h. Ao chegarem ao local, os agentes confirmaram a presença do corpo. As circunstâncias da morte ainda estão sob investigação. Até o momento, não foram divulgados detalhes sobre a identidade da vítima.
Este é o sexto registro de morte em áreas da Disney nos últimos seis meses. A série de episódios começou a ganhar repercussão em outubro do ano passado, quando uma mulher idosa foi encontrada morta em uma atração do Disneyland Park, em Anaheim, na Califórnia.
Ainda no mesmo mês, outros dois casos chamaram atenção das autoridades. No dia 14 de outubro, um homem de 31 anos, descrito como superfã da Disney, foi encontrado morto no hotel Contemporary Resort. Pouco mais de uma semana depois, em 22 de outubro, um segundo corpo foi localizado no mesmo resort, levantando alertas internos sobre segurança e monitoramento.
Além das mortes, um incidente grave envolvendo um funcionário também ocorreu recentemente. No último dia 30, durante uma apresentação do espetáculo Indiana Jones Epic Stunt Spectacular, uma pedra cenográfica de cerca de 180 quilos atingiu um integrante da equipe. O funcionário tentou impedir que o objeto alcançasse o público e acabou sendo derrubado, sofrendo um ferimento na cabeça. Ele foi socorrido por colegas ainda no palco.
Procurada, a Disney não comentou os casos individualmente, mas afirmou, em comunicações anteriores ao jornal The Independent, que coopera com as investigações e mantém protocolos rigorosos de segurança em todas as suas áreas.
por Folhapress
SÃO CARLOS/SP - Um homem morreu após um confronto armado com equipes da Força Tática da Polícia Militar na noite de quinta-feira (1º), no bairro Cidade Aracy I, em São Carlos. A ocorrência foi registrada por volta das 20h, na Avenida Vicente Laurito.
De acordo com informações da Polícia Militar, equipes do 2º Pelotão de Força Tática receberam denúncia de que um indivíduo possivelmente ligado ao grupo criminoso conhecido como “Bonde do Magrelo”, com atuação na região de Rio Claro, e que estaria evadido da Penitenciária de Porto Feliz, estaria escondido em um imóvel localizado na Rua Antônio Pratavieira.
Com a chegada das viaturas ao endereço indicado, o suspeito teria fugido para o interior da residência. Diante da situação, os policiais realizaram o cerco no local e iniciaram buscas no imóvel. Durante a ação, o indivíduo foi localizado e, segundo a corporação, efetuou disparos contra os agentes. Houve revide, e o suspeito acabou sendo atingido. Ele não resistiu aos ferimentos e morreu no local.
Ainda conforme a Polícia Militar, o homem possuía antecedentes criminais por roubo (artigo 157 do Código Penal), estelionato (artigo 171), furto (artigo 155) e tráfico de drogas (artigo 33 da Lei de Drogas).
Na ocorrência, foram apreendidos um revólver calibre .38, oxidado, da marca Cobra, sem numeração aparente, além de duas munições intactas e dois estojos deflagrados.
O local foi preservado para os trabalhos da perícia, e a ocorrência foi apresentada às autoridades competentes para as providências legais.
ÍNDIA - Uma mulher de aproximadamente 30 anos foi presa em Panipat, no norte da Índia, acusada de matar quatro crianças ao longo de dois anos, entre elas o próprio filho e duas sobrinhas. Segundo a polícia, ela escolhia vítimas que considerava “bonitas demais”, motivada por uma obsessão doentia com aparência.
Em entrevista coletiva realizada nesta quarta-feira, 3 de dezembro, as autoridades informaram que os crimes foram cuidadosamente encenados para parecerem mortes acidentais por afogamento. A investigação aponta que a mulher, identificada como Poonam, confessou todos os homicídios durante o interrogatório.
De acordo com o Indian Express, a polícia concluiu que ela não aceitava que outras crianças fossem “mais atraentes” que as dela. O primeiro crime ocorreu em 2023, quando matou a sobrinha e, em seguida, o próprio filho de três anos, que teria testemunhado o assassinato. As duas crianças foram encontradas em um tanque, e Poonam afirmou na época que ambas haviam caído na água enquanto brincavam.
Meses depois, em agosto, outra criança da aldeia de Sivah foi morta da mesma forma, sem levantar suspeitas. O padrão só começou a ser identificado quando, recentemente, a sobrinha de seis anos da suspeita, Vidhi, desapareceu durante um casamento. Ela foi encontrada pela avó boiando em uma banheira no local da festa.
O avô da menina, ex-investigador, achou a posição do corpo suspeita e alertou as autoridades, desencadeando uma apuração mais profunda. Chamado para depor, ele afirmou acreditar que a neta havia sido afogada propositalmente. A partir daí, a polícia ligou o caso às mortes anteriores e passou a investigar possíveis conexões.
Durante o interrogatório, Poonam admitiu ter seguido Vidhi até o terraço do prédio durante o casamento. De acordo com a polícia, ela colocou a criança em uma banheira plástica cheia de água e a afogou antes de trancar a porta e retornar à festa. Os investigadores disseram que a suspeita “se irritava com meninas bonitas”.
A polícia publicou no X um vídeo que mostra Poonam chegando ao tribunal com o rosto coberto por um lenço vermelho, deixando à mostra apenas os olhos. As autoridades afirmam que ela apresenta sinais de psicopatia, mas continuará sob custódia judicial enquanto a investigação prossegue.
por Notícias ao Minuto
Balanço da Operação Dia da Consciência Negra segue tendência positiva de ausência de vítimas fatais verificada também no último feriado
ITIRAPINA/SP - Pelo segundo feriado consecutivo, a Eixo SP não registrou mortes nas 12 rodovias administradas pela Concessionária. A Operação foi encerrada no fim da manhã desta segunda-feira (24) sem nenhum acidente fatal no balanço. No último feriado prolongado, o de Corpus Christi, em junho, também não foram registradas mortes em todo o trecho.
A Operação Dia da Consciência Negra da Eixo SP teve início na quarta-feira e seguiu até a manhã desta segunda. Equipes da Concessionária atenderam 1.749 chamados dos usuários em todo o trecho de 1.221 km da concessão. Entre os serviços mais requisitados estão o socorro mecânico, com 588 atendimentos; inspeção de tráfego, com 576 solicitações; serviço de guincho, com 425 deslocamentos; e o atendimento pré-hospitalar, com 151 ocorrências. Durante o período, foram registrados 68 acidentes, que resultaram em 36 feridos.
A movimentação de veículos ficou acima do esperado. Foram mais de 1,2 milhão durante toda a Operação, cerca de 130 mil veículos a mais do que a previsão inicial.
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