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Redação

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 Jornalista/Radialista

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BRASÍLIA/DF - Começa hoje (26) a veiculação da propaganda partidária gratuita em emissoras de rádio e televisão. A veiculação, em âmbito nacional, será das 19h30 às 22h30, às terças-feiras, às quintas-feiras e aos sábados, por iniciativa e sob a responsabilidade dos partidos.

Segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o PSOL será o primeiro partido político a veicular propaganda. Nos dias 1º e 10 de março, serão difundidas as propagandas do PDT e do MDB, respectivamente. A íntegra do calendário está disponível no site do TSE.

A divisão do tempo de cada partido foi feita de acordo com o desempenho das siglas nas eleições de 2018. Ao todo, serão 305 minutos de propaganda divididos entre 23 partidos. Legendas como o PT, MDB, PL e PSDB terão acesso ao maior tempo de exposição: 20 minutos e 40 inserções para cada partido.

Os partidos que elegeram mais de 20 deputados federais terão direito a 20 minutos semestrais para inserções de 30 segundos nas redes nacionais e de igual tempo nas estaduais. Para essa veiculação, no entanto, é necessária a solicitação formal dos partidos.

Inserções

Já as siglas que têm entre dez e 20 deputados eleitos poderão utilizar dez minutos por semestre para inserções de 30 segundos, tanto nas emissoras nacionais quanto nas estaduais. Bancadas compostas por até nove parlamentares terão cinco minutos semestrais para a exibição federal e estadual do conteúdo partidário.

Nessas eleições, segundo norma estabelecida pelo tribunal, ao menos 30% do tempo devem ser destinados à participação feminina na política. As transmissões vão ocorrer em bloco, por meio de inserções de 30 segundos, no intervalo da programação das emissoras.

Será permitida a veiculação de, no máximo, três inserções nas duas primeiras horas e de até quatro na última hora de exibição. Além disso, poderão ser reproduzidas até dez inserções de 30 segundos por dia para cada rede.

É vedada, entretanto, a divulgação de inserções sequenciais, devendo ser observado o intervalo mínimo de dez minutos entre cada uma delas.

Propaganda partidária

A propaganda partidária é exibida no primeiro e no segundo semestre dos anos não eleitorais e apenas no primeiro semestre dos anos em que houver eleição. Esse tipo de propaganda tem por finalidade incentivar filiações partidárias, esclarecer o papel das agremiações e promover participação política e filiações.

Para tanto, difunde mensagens sobre a execução do programa da legenda, bem como divulga as atividades congressuais do partido e a posição em relação a temas políticos e ações da sociedade civil.

Já a propaganda eleitoral, que tem como objetivo a conquista de votos, começará a ser veiculada em agosto, também em âmbito nacional. No caso dela, não há necessidade de solicitação formal para a veiculação do horário eleitoral gratuito.

Após o pedido de registro das candidaturas, que termina em 15 de agosto, será possível definir o tempo a que cada partido, coligação majoritária e federação terá direito. A definição é feita pelo TSE até o dia 21 de agosto.

Com a utilização de recursos publicitários, as peças serão exibidas – em âmbito nacional - nas campanhas para presidente e vice-presidente da República, e estadual quando os cargos em disputa são para senador, governador, deputado federal, deputado estadual e deputado distrital.

A distribuição do tempo de propaganda entre as candidaturas registradas é de competência das legendas, federações e coligações. As siglas devem respeitar os percentuais destinados às candidaturas femininas (mínimo de 30%) e de pessoas negras (definidos a cada eleição).

Proibições

Está proibida a divulgação de propaganda de candidatos a cargos eletivos e a defesa de interesses pessoais ou de outros partidos, bem como a utilização de imagens ou de cenas incorretas ou incompletas, de efeitos ou de quaisquer outros recursos que distorçam ou falseiem os fatos ou a sua comunicação.

O TSE também proibiu a utilização de matérias que possam ser comprovadas como falsas ou a prática de atos que resultem em qualquer tipo de preconceito racial, de gênero ou de local de origem, além de qualquer prática de atos que incitem a violência.

Além disso, é vedada a veiculação de propaganda com o objetivo de degradar ou ridicularizar candidatas e candidatos, assim como a divulgação ou compartilhamento de fatos sabidamente inverídicos ou gravemente descontextualizados que atinjam a integridade do processo eleitoral.

Segundo o TSE, eventuais mentiras espalhadas intencionalmente para prejudicar os processos de votação, de apuração e totalização de votos poderão ser punidas com base em responsabilidade penal, abuso de poder e uso indevido dos meios de comunicação.

 

 

Por Pedro Peduzzi - Repórter da Agência Brasil 

SÃO PAULO/SP - Começou a contagem regressiva para o início da primeira divisão (A1) do Campeonato Brasileiro Feminino. O jogo de abertura será na próxima sexta-feira (4), entre Palmeiras (vice-campeão de 2021) e Atlético-MG (finalista da Série A2), no Allianz Parque, em São Paulo, às 21h (horário de Brasília). 

As Brabas do Corinthians, atuais campeãs e líderes do ranking nacional, entram em campo no dia seguinte, às 14h, contra o Red Bull, no Parque São Jorge, também na capital paulista. A temporada de 2022 começou bem para a equipe do Timão, que levantou a taça da Supercopa do Brasil no último dia 13. No ano passado, além do Brasileirão, as Brabas faturaram o Paulista e a Libertadores da América.

A primeira fase da competição irá até 7 de agosto, conforme tabela divulgada pela CBF, nesta quinta (25), com datas, horários e locais das oito primeiras rodadas.

Jogos da primeira rodada do Brasileiro A1

04/03 - 21h - Palmeiras x Atlético-MG - Allianz Parque, São Paulo

05/03 - 14h - Corinthians x Red Bull - Parque São Jorge, São Paulo 

05/03 - 15h - São José x Avaí - Martins Pereira, São José dos Campos (SP)

05/03 - 16h - Internacional x Cresspom - SESC Campestre, Porto Alegre

06/03 - 15h - Real Brasília x Santos - Defelê, Brasília

06/03 - 15h - Cruzeiro x Grêmio - SESC Alterosas, Belo Horizonte

06/03 - 18h - Ferroviária x Esmac - Fonte Luminosa, Araraquara  (SP

07/03 - 20h - Flamengo x São Paulo - Luso Brasileiro, Rio de Janeiro)

 

 

AGÊNCIA BRASIL

ACAPULCO - Rafael Nadal venceu o russo Daniil Medvedev nas semifinais do ATP de Acapulco na madrugada deste sábado e garantiu sua vaga na decisão. O tenista espanhol venceu por 2 sets a 0, com parciais de 6/3 e 6/3, e chegou à sua 14ª vitória consecutiva em 2022 - o melhor início de toda a carreira do atleta.

O duelo também marcou o reencontro dos atletas após a eletrizante final do Australian Open, vencida por Nadal após mais de 5h de partida, no dia 31 de janeiro deste ano.

Durante o primeiro set, o espanhol mostrou-se bastante consistente e aproveitou uma quebra no quarto game para vencer por 6 sets a 3. O primeiro game do segundo set, com saque de Medvedev, foi quebrado por Nadal e já dava indícios do que estava por vir. O espanhol, que demonstrava bastante segurança durante todo a partida, levou a vantagem construída no primeiro game por todo o set. O espanhol ainda conseguiu salvar 11 break-points - sete apenas no quinto game - e chegou ao 6/3 com duas horas de partida.

Com o resultado, Nadal enfrentará o britânico Cameron Norrie na decisão. O duelo está marcado já para este sábado, às 21h.

 

Norrie desbanca Tsitsipas

Na outra chave, Cameron Norrie teve grande atuação e venceu o grego Stefanos Tsitsipas por 2 sets a 0 (duplo 6/4) no fim da noite desta sexta-feira. O britânico foi bastante efetivo no saque durante o primeiro set, com 92% de eficiência nos primeiros serviços na quadra. Dos 22 lances, conquistou o ponto em 18 - e venceu por 6 sets a 4. O segundo set também foi bastante disputado, mas Norrie se manteve preciso e se aproveitou dos raros erros cometidos pelo adversário para vencer novamente por 6 sets a 4.

Essa foi a segunda vitória do canhoto de 26 anos sobre Tsitsipas em três encontros entre os tenistas. Contra Nadal, por outro lado, Norrie perdeu todas as três partidas que disputou e precisará se superar ainda mais para conquistar o troféu no México.

 

 

Por Redação do ge

EUA - As quedas dos índices S&P 500 e Nasdaq causadas pela guerra entre Rússia e Ucrânia têm levado gestores de investimentos a alertar seus clientes de que as perdas podem aumentar se a situação se agravar. Muitos, porém, ainda estão convencidos de que a pressão será de curta duração – pelo menos é o que a história indica.

A ação militar da Rússia contra a Ucrânia “intensificou a pressão” sobre as bolsas e “exacerbou significativamente” o ambiente cauteloso que abalou os mercados este ano, disse Dan Ives, analista da Wedbush, na quinta-feira (24), quando o Nasdaq operou 20% abaixo do seu recorde de novembro.

A “reação imediata é sempre muito assustadora”, mas choques geopolíticos no mercado “não são motivo para entrar em pânico”, disse Ives. Ele acrescentou que, desde 2000, quedas semelhantes têm apresentado uma boa oportunidade de compra para ações de tecnologia, como Microsoft, Apple e Adobe – um posicionamento que foi compartilhado pelos analistas do Bank of America no início desta semana.

Outros concordam. Embora um grande conflito entre a Rússia e a Ucrânia possa ser “devastador”, as ações provavelmente serão capazes de resistir às tensões geopolíticas, diz o estrategista-chefe de mercado da LPL Financial, Ryan Detrick, observando que as ações normalmente se recuperam dentro de algumas semanas.

Após os ataques terroristas de 11 de setembro de 2001, o S&P 500 recuou quase 12% ao longo de 11 dias, mas recuperou as perdas após um mês.

Choques semelhantes também resultaram em liquidações de curta duração. O S&P caiu quase 7% em um único dia após a crise dos mísseis cubanos em 1962, mas recuperou as perdas em quatro dias. E embora tenha caído 4% após rebeldes militares atacarem uma das principais refinarias da Aramco em 2019, o índice voltou ao patamar anterior 41 dias depois.

O maior choque geopolítico para os mercados norte-americanos aconteceu quando o Japão atacou Pearl Harbor, em dezembro de 1941, e empurrou os EUA para a Segunda Guerra Mundial. O S&P caiu 19,8% no acumulado de seis meses após o ataque e se recuperou em 307 dias, mas o conflito se arrastou por quatro anos.

“A geopolítica historicamente agita os mercados, e as ações provavelmente estarão no limite nas próximas semanas”, disse Lindsey Bell, estrategista-chefe de mercados da Ally Invest, em comentários na quinta-feira. “A boa notícia é que o impacto tende a ser de curta duração, de um a três meses. Historicamente, 12 meses após um evento como esse, as bolsas tendem a subir.”

 

Pano de fundo

O presidente russo, Vladimir Putin, ordenou uma “operação militar especial” na Ucrânia na quinta-feira, em um anúncio assustador que foi imediatamente seguido por relatos de explosões em toda a Ucrânia. Pelo menos 40 pessoas foram mortas e dezenas ficaram feridas, segundo autoridades ucranianas.

Os futuros do mercado de ações caíram imediatamente com as notícias, enquanto os três principais índices de Wall Street abriram com perdas de 2%.

Com o Federal Reserve diminuindo os estímulos monetários da pandemia que levaram as ações a máximas históricas, a sensibilidade do mercado ao choque geopolítico aumentou, segundo o analista Adam Crisaffuli, da Vital Knowledge Media.

“A história oferece pistas, mas certamente não dá garantias do que provavelmente acontecerá”, diz Sam Stovall, da CFRA Research, apontando que, em 83% das vezes, os mercados se recuperaram após 60 dias. “Se as bolsas mostrarem sinais de recuperação nos próximos dias e semanas, a correção já pode ter terminado. Se não, o pior ainda está por vir… Não temos como saber se isso resultaria em um novo período de perdas.”

 

 

Jonathan Ponciano e Sergei Klebnikov / FORBES

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