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Redação

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 Jornalista/Radialista

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SÃO CARLOS/SP - O COPOM da Polícia Militar recebeu denúncia de que na Rua Augusto Spaziani, no Bairro Cidade Aracy, um jovem realizava tráfico de drogas. Diante da informação a Força Tática foi averiguar.

Ao chegar ao endereço informado a mãe autorizou a entrada da equipe na residência e no quarto do denunciado. No quarto foi encontrado R$ 2196,95 em dinheiro, 53 pedras de crack, 19 invólucros de maconha e 29 microtubos de cocaína. A mãe tentou contato com filho, mas sem sucesso.

Diante dos fatos o casal foi conduzido ao Plantão Policial, onde foram ouvidos pelo delegado e liberados logo em seguida. O material encontrado foi apreendido.

Pesquisadores do Brasil, China e EUA colaboram na investigação que pode levar a aplicações em fármacos e vacinas, dentre outras

 

SÃO CARLOS/SP - Geometrias análogas à forma de um ouriço - uma esfera coberta de espinhos - são bastante comuns na Natureza, em organismos que vão de algas e vírus (inclusive o SARS-CoV-2, causador da Covid-19) a plantas. No entanto, embora a biologia seja uma profícua geradora dessas estruturas complexas, processos de síntese nos laboratórios humanos enfrentam grandes obstáculos para reproduzi-las, devido à dificuldade de controlar o processo de montagem dessas estruturas maiores a partir de "blocos de construção" menos complexos.
Um artigo publicado hoje na Science (na seção "First Release", que disponibiliza online artigos selecionados antes da publicação da edição completa do periódico) dá passos importantes na direção não só de obtenção dessas partículas, mas também na compreensão das leis físicas que governam a sua montagem - em sistemas biológicos e artificiais - e no estabelecimento de métodos para medir sua complexidade. O trabalho é resultado da colaboração entre pesquisadores do Brasil, Estados Unidos e China.
André Farias de Moura, docente do Departamento de Química (DQ) da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) que coordenou a etapa de modelagem computacional da pesquisa, conta que a história do artigo começa há quase dois anos, quando pesquisadores sob a orientação de Nicholas A. Kotov, um dos autores do trabalho, professor da Universidade de Michigan, nos Estados Unidos, obtiveram nanoestruturas com características muito particulares. "Eles obtiveram nanoestruturas de sais de ouro e aminoácidos com alta complexidade e com forma e tamanho controlados. No entanto, o resultado esperado era a obtenção de aglomerados de baixa complexidade. Por isso, e pelo tipo de complexidade obtido ser semelhante àquele observado em vários organismos microscópicos, o resultado chamou nossa atenção", relata.
O grupo partiu então para testes com diferentes parâmetros de síntese experimental das mesmas nanoestruturas e, a partir da complementação do estudo com a modelagem computacional, verificou que geometrias complexas resultavam da disputa entre diferentes leis físicas atuando no processo de montagem, que compreendem interações eletrostáticas, elásticas e supramoleculares. No caso das interações eletrostáticas, por exemplo, a variável relevante eram as cargas elétricas de cada "bloco de construção". Se forças atrativas dominassem o processo, as partículas colapsavam umas com as outras; mas, se as cargas fossem repulsivas, estruturas mais interessantes começavam a emergir.
Os pesquisadores também verificaram que as estruturas mais complexas demandavam uma outra propriedade, relacionada à quiralidade, que tem vínculo com a forma das partículas.
O modo mais comum de descrever a quiralidade é por analogia com as nossas mãos: a esquerda é uma imagem especular da direita, sendo impossível a sobreposição exata das duas. Algumas partículas e moléculas apresentam quiralidade e, quando em ambiente também quiral - como são todos os sistemas biológicos -, suas versões "direita" e "esquerda" têm propriedades distintas.
No caso da pesquisa com as nanoestruturas de ouro, os "blocos de construção" usados foram fitas bidimensionais, folhas muito finas, com espessura de 1,2 nanômetro, mas compridas, com mais de um micrômetro de extensão, recobertas com aminoácidos quirais, conhecidos como cisteínas. A quiralidade se manifestou na forma da torção dessas fitas em um sentido bem definido - para a esquerda ou para a direita, conforme o aminoácido presente fosse preponderantemente L-cisteína ou D-cisteína. 
No processo de construção, as fitas torcidas seguiram um caminho único e não aleatório de agregação, levando a micropartículas com forma, quiralidade e tamanho bem definidos, com características semelhantes aos tais "espinhos". "Ou seja, nas etapas iniciais, nós fomos capazes de codificar uma informação quiral, e esta informação teve impacto ao longo de todo o processo de construção", explica o pesquisador da UFSCar.
Os resultados da pesquisa têm uma primeira importância básica que é contribuírem para a compreensão de como a complexidade emergiu no processo de evolução da vida na Terra. No entanto, o conhecimento produzido também deve ter relevância crescente no desenvolvimento de materiais funcionais com interações sob medida com sistemas biológicos.
"Se o alvo são estruturas complexas dentro de um ser ainda mais complexo, como o ser humano, então precisamos ser capazes de construir estruturas com complexidade comparável e cuja função possa ser ajustada para inativar um patógeno sem nos causar danos", registra Moura. Dentre as pesquisas já em andamento nesta direção, estão estudos relacionados à inativação de vírus e à ampliação da resposta imune de um organismo contra um vírus específico.
A pesquisa, no Brasil, foi realizada no âmbito do Centro de Desenvolvimento de Materiais Funcionais (CDMF), um Centro de Pesquisa, Inovação e Difusão (Cepid) financiado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp).
Além de Moura, também participaram os brasileiros Kalil Bernardino, seu ex-aluno, hoje realizando estágio de pós-doutorado no Instituto de Química da Universidade de São Paulo (USP); Weverson R. Gomes, Asdrubal Lozada-Blanco e Felippe M. Colombari, doutores pelo Programa de Pós-Graduação em Química (PPGQ) da UFSCar, hoje realizando estágios de pós-doutorado na própria UFSCar - os dois primeiros - e no Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM); e Sérgio Ricardo Muniz, docente do Instituto de Física de São Carlos da USP e pesquisador do Centro de Pesquisas de Ótica e Fotônica (Cepof), também um Cepid da Fapesp. O financiamento no País teve recursos também do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes).
O artigo intitulado "Emergence of Complexity in Hierarchically Organized Chiral Particles" está disponível no site da Science (via https://bit.ly/39VoyCc).

SÃO CARLOS/SP - Neste último sábado, 11, a Guarda Municipal apreendeu um veículo Corsa na cor azul, na região do CDHU, em São Carlos.

Os GMs ao consultar a placa dianteira não bateu com as características do veículo, pois a placa constava sendo de uma Fiorino na cor branca. Já a placa traseira ao ser consultada era do Corsa.

Diante dos fatos os dois ocupantes foram conduzidos ao Plantão Policial, ficando a disposição da autoridade policial.

O veículo foi recolhido ao pátio municipal.

SÃO PAULO/SP - Apoiadores do presidente Jair Bolsonaro promoveram uma carretada pelas ruas de São Paulo na tarde deste último sábado (11). Munidos de bandeiras e carros de som, os manifestantes expressaram apoio à atuação do presidente no combate à pandemia de covid-19.

Os principais alvos dos protestos foram o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), e as emissoras Globo e Bandeirantes. Do alto da caçamba de uma caminhonete, 1 dos manifestantes defendeu boicote às emissoras e também aos seus anunciantes.

Doria, que antagoniza com Bolsonaro em relação às ações de combate ao coronavírus (o governador defende o distanciamento social amplo, enquanto o presidente defende isolamento apenas às pessoas do grupo de risco), teve o impeachment pedido por manifestantes.

Epicentro da covid-19, a China também foi criticada pelos manifestantes, que acusaram o governo do país asiático de financiar Globo e Bandeirantes.

Eis abaixo 1 vídeo da manifestação (1min16seg):

https://www.youtube.com/watch?v=XZreCZlyW4U&feature=emb_title

Com camisas verde-amarelo e bandeiras do Brasil, os manifestantes pararam a carreata em frente ao complexo do Ibirapuera, onde o 3º hospital de campanha de São Paulo está sendo instalado. Os outros 2 estão no estádio do Pacaembu e no Pavilhão do Anhembi.

Caminhoneiros estacionaram seus veículos e juntaram-se ao coro de “Fora, Doria” também em frente à Alesp (Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo), também na região do Ibirapuera.

https://www.youtube.com/watch?v=6V6K5QOB1RU&feature=emb_title

Cerca de 200 pessoas seguiram para a sede da TV Globo, na zona sul da capital, onde o protesto continuou. Depois, o grupo foi para a sede da Fiesp (Federação das Indústrias de São Paulo), na avenida Paulista, região central da cidade.

Em nota, o Governo do Estado de São Paulo disse que “respeita o direito à livre expressão de todos que desejam participar de manifestações no Estado“.

 

*Por: PODER 360

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