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Redação

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 Jornalista/Radialista

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SÃO CARLOS/SP - O prefeito Airton Garcia, acompanhado do chefe de gabinete da Prefeitura, José Pires (Carneirinho), se reuniu na quarta-feira (02/12), em Brasília, com o senador Eduardo Gomes (MDB), líder do governo Jair Bolsonaro no Congresso Nacional.

Na ocasião, o prefeito solicitou ao senador ajuda para a liberação de recursos da União para obras contra enchentes. Na última sexta-feira (26/11), a cidade novamente foi atingida por uma tempestade, com grandes prejuízos, como alagamentos em diversas áreas residenciais e comerciais, incluindo a baixada do mercado municipal, Jardim Bicão, Lagoa Serena e Vila Carmem.

De acordo com o levantamento realizado pela Defesa Civil de São Carlos, a chuva de 138 mm, considerada de extrema intensidade, teve início às 17h30 com finalização às 18h40, acompanhada de granizo e rajadas de ventos isolados, com enxurradas e alagamentos de até 1,70 metros de altura nas regiões mais baixas da cidade. Os prejuízos ultrapassam R$ 43 milhões, contabilizados o setor privado e poder público.

Imediatamente o senador Eduardo Gomes entrou em contato com o ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho, que conversou com o prefeito Airton Garcia por telefone e marcou uma reunião pela internet com a equipe técnica do Ministério, ocasião em que a cidade vai apresentar os danos causados e os recursos necessários para as obras estruturais de combate às enchentes. Em janeiro desse ano, após a tempestade de 167,8 mm em pouco mais de 20 minutos, castigando também várias regiões da cidade, o município solicitou ao Governo Federal R$ 27 milhões, porém em virtude da pandemia, nenhuma verba foi liberada para as obras.

No período da tarde, o prefeito Airton Garcia, acompanhado do deputado federal Júnior Bozzela, foi recebido pelo secretário Nacional de Proteção e Defesa Civil, coronel Alexandre Lucas, que entrou em contato por telefone com o diretor da Defesa Civil de São Carlos, Pedro Caballero e orientou quanto ao registro direto no sistema da instituição do Formulário de Informações de Desastre (FIDE), além de explicar ao Prefeito e ao chefe de gabinete de São Carlos, como são os trâmites no casos de desastres climáticos.

"Estamos passando o chapéu aqui no Governo Federal, vamos insistir, hoje foi somente um primeiro contato e voltaremos a Brasília quantas vezes forem necessárias. Já pedi para a minha equipe verificar em cada pasta da União o que podemos pedir de recursos. Sabemos que não vamos conseguir R$ 600 milhões para executar todas as obras, até porque esse valor é pleito de Governo do Estado e não de município, mas vamos tentar levar o máximo aqui da capital federal para tentar resolver um problema que persisti na cidade", afirma o prefeito de São Carlos.

Airton Garcia também agradeceu o deputado federal Júnior Bozzela pelo apoio que tem dedicado as causas de São Carlos. "Ele intermediou a nossa audiência imediata com o governador João Doria que aconteceu um dia após a enchente e agora está nos ajudando em Brasília. Agradeço essa valorosa ajuda".

Segundo o chefe de gabinete, José Pires (Carneirinho), todas as obras solicitadas estão ligadas a pavimentação e a drenagem. "Algumas obras que pedimos no início do ano, a RUMO se comprometeu a fazer como a passagem inferior da Praça Itália, com 4 pistas e duplicação do viaduto da Estação Ferroviária e da passagem sobre a linha na Vila Morumbi, na região da CDHU, com a construção de passarela para pedestres com três rotatórias. Um investimento total de R$ 50 milhões. Agora vamos enviar novos projetos para drenagens em outras áreas da cidade".

O prefeito solicitou, ainda, ao senador Eduardo Gomes, apoio para que o município seja incluído no novo programa habitacional do governo federal, denominado de Casa Verde e Amarela. O programa é uma reformulação do Minha Casa Minha Vida, com foco na regularização fundiária e na redução da taxa de juros, para aumentar o acesso dos cidadãos ao financiamento da casa própria.

O índice da última semana supera as médias registradas no ápice da pandemia

 

SÃO CARLOS/SP - A média móvel de casos de COVID-19 em São Carlos vem subindo desde o último feriado prolongado, segundo análise feita pelo Serviço de Controle de Infecção Relacionada à Assistência em Saúde (SCIRAS) da Santa Casa.

De 9 de março a 13 de julho, a média móvel de São Carlos foi aumentando paulatinamente até chegar ao índice 30 (o que significa 30 novos casos de COVID-19 registrados, em média, por dia).  De agosto a 26 de outubro, a média móvel oscilou entre 12 e 30. No dia 2 de novembro, o índice caiu para 3 (por conta do feriado prolongado, não foram feitos testes). De lá para cá, a média móvel disparou, chegando a 32 no dia 29 de novembro.

“Os números começaram a subir logo depois do feriado prolongado de Finados e aniversário de São Carlos, provavelmente porque muita gente viajou ou passou a folga em lugares com aglomeração. E a gente sente os reflexos disso agora. Assim como em outras cidades do interior e também na capital paulista, onde já houve aumento das internações. Então, não é hora de relaxar e sim de reforçar as medidas de segurança, como uso de máscara, higiene das mãos e distanciamento social”, explica a infectologista e coordenadora do SCIRAS/Santa Casa, Carolina Toniolo Zenatti.

Na Santa Casa, a taxa de ocupação dos leitos de UTI COVID vinha se mantendo entre 15 e 30% desde 12 de outubro. Mas na última semana, chegou a 51%. De 21 a 28 de outubro, foram registrados 5 óbitos.

Apesar disso, a taxa de letalidade da Santa Casa é 18%. Isso quer dizer que em cada 10 pacientes diagnosticados com COVID-19 que recebem tratamento no hospital, menos de 2 faleceram. O que contribuiu para que São Carlos se tornasse o município com menor número de mortes no Estado, segundo o último levantamento da Comissão de Estudos Epidemiológicos para enfrentamento da Covid-19 da Associação Brasileira de Medicina de Tráfego (Abramet).

“Nós contamos hoje com 14 leitos de UTI e 14 leitos de enfermaria na ALA COVID. Além de 24 leitos que montamos recentemente numa nova ala que, numa eventual necessidade, também podem ser usados. Também contamos com uma equipe altamente capacitada formada por médicos, enfermeiros, fisioterapeutas e nutricionistas, que trabalham incansavelmente para garantir o melhor atendimento aos nossos pacientes. A baixa letalidade é resultado disso”, afirma o gerente médico da Santa Casa, Roberto Muniz Júnior.

Mas o gerente médico da Santa Casa reforça que a população também precisa fazer parte dessa força-tarefa contra a COVID-19. “Temos estrutura e profissionais qualificados, mas é preciso que a população também colabore e faça a sua parte. Diferentemente de outros lugares do país, aqui em São Carlos não faltaram leitos para atendimento. Mas a população também ajudou respeitando as medidas de segurança e de isolamento social. E essa parceria precisa continuar acontecendo”, reforça.

MUNDO - O Japão quer proibir a venda de veículos novos a gasolina ou diesel em 15 anos como parte dos esforços para alcançar a neutralidade de carbono até 2050, informou a imprensa local.

De acordo com o jornal Mainichi, que não cita suas fontes, o governo japonês e as montadoras negociam o projeto, que deve entrar em vigor em meados da década de 2030 e pode ser anunciado na próxima semana.

Em outubro, o primeiro-ministro Yoshihide Suga se comprometeu a que o Japão alcance a neutralidade de carbono até 2050, o que obriga as grandes empresas a preparar estratégias para limitar as emissões de CO2.

O anúncio japonês foi bem recebido por organizações ecológicas e pela ONU, mas Tóquio, ainda muito dependente dos combustíveis fósseis, não revelou detalhes sobe como pretende alcançar a meta.

O país deseja aumentar a proporção de veículos de baixas emissões, tanto híbridos como elétricos, a 50-70% até 2030, contra 40% em 2019.

O estado americano da Califórnia anunciou em setembro que proibirá a venda de carros novo com motor a gasolina ou diesel a partir de 2035.

O Reino Unido estabeleceu como meta proibir as vendas de veículos novos a gasolina e diesel em 2030.

 

 

*Por: AFP

BRASÍLIA/DF - Os representantes de universidades privadas preencheram mais da metade da agenda de encontros com o ministro da Educação, Milton Ribeiro, com dirigentes do ensino superior aos longos dos 4 primeiros meses dele à frente do cargo.

Sua gestão começou em 16 de julho – mas ele ficou afastado quase 10 dias para tratar-se de covid-19– e até 25 de novembro, foram 32 encontros com emissários de empresas de ensino particular e 25 com representantes de universidades públicas. Onze das reuniões envolviam faculdades ligadas a instituições religiosas. Ribeiro é pastor.

Dos 3 ministros que passaram no Ministério da Educação na gestão de Jair Bolsonaro (sem partido), ele é o único que se encontrou com mais representantes de instituições de ensino superior privadas do que públicas. A comparação foi feita com os 4 primeiros meses de gestão de cada ministro.

O aumento de dirigentes de entidades particulares não foi à toa. A pandemia e as propostas de reforma tributária do governo preocupam as entidades, que passaram a se movimentar nos bastidores. O principal destino foi o MEC. Além da pasta, o Ministério da Economia, a Presidência da República e parlamentares também estão sendo procurados.

 

Pautas

Os dirigentes de entidades públicas são contra a reforma tributária.  Se aprovada, eles relatam que aumentará a tributação do ensino superior para até 12% por causa da CBS (Contribuição Social sobre Operações com Bens e Serviços), que deve ser a substituta dos atuais Pis e Cofins. Atualmente pagam, em média, 3,75%.

Segundo o diretor-executivo da Abmes (Associação Brasileira das Mantenedoras do Ensino Superior), Sólon Caldas, essa mudança, caso seja aplicada, irá tornar as mensalidades mais caras.

Outro ponto é o Prouni. A reforma altera a base de cálculo e retira 2 impostos. Atualmente, contam IR, Contribuição Social, PIS e Cofins. Ficarão apenas os 2 primeiros, já que os outros foram unificados e não foram incluídos no cálculo do programa. O temor é que, somado à crise financeira que atingiu o país, o número de alunos caia. A isso, também há a expectativa de perda de alunos, decorrente de eventual aumento nas mensalidades.

Os representantes também pedem a criação do Fies emergencial. Em 2014, foram 730 mil estudantes. Em 2020, apenas 40.000. Com a crise, entidades temem fechar as portas.

Também teve destaque nas reuniões com o ministro o tema das aulas remotas. A portaria 544, que permitiu a modalidade, vence em 31 de dezembro junto ao decreto da calamidade. Foi prorrogada. Mas os reitores pedem mais clareza sobre o processo. Na captação de alunos, relatam, faculdades se dizem rendidas ao não ter como responder sobre como será o procedimento em 2021.

Faculdades e universidades interessadas em abrir as portas ou ampliar cursos têm ido com parlamentares ao encontro de Milton Ribeiro. Em 11 de novembro, Pastor Eurico (Patriotas-PE) encontrou o ministro com pessoas que pretendem abrir uma faculdade.

Por último, pedem que a educação seja transforma numa atividade essencial atividade essencial para poderem continuar funcionando.

“Por que levamos para o MEC? Porque precisamos do apoio dele para convencer o governo que essa reforma tributária é péssima para o setor, que desonera o governo em R$ 225 bilhões”, diz Sólon Caldas, que esteve com o ministro em 28 de agosto.

 

INSTITUIÇÕES RELIGIOSAS

Foram basicamente 2 motivos que levaram ao aumento dos encontros com representantes. A origem de pastor do ministro e o fato de que aquelas que, além de confessionais, são filantrópicas, terão aumento na tributação com a reforma tributária. Hoje, as filantrópicas não pagam PIS e Cofins.

“Com a reforma, terão de pagar 12%”, diz Sólon Caldas.

Para o ex-ministro da Educação Cristovam Buarque, Milton Ribeiro tem comportamento corporativo ao dedicar 20% da sua agenda de encontros a universidades confessionais.

“Acho que é corporativismo de receber a sua turma. Você não é ministro para continuar seu doutorado”, disse ao referir-se à tese de Ribeiro, que aborda o calvinismo na educação brasileira.

 

INSTITUIÇÕES PÚBLICAS

Por outro lado, o presidente do Conif (Conselho Nacional das Instituições da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica), Jadir Pela, disse que não tem conseguido agenda com o ministro. Entre as pautas estaria entender o plano do governo sobre a educação profissional, Orçamento e nomeação de reitores.

Jadir explicou que quando o ministro assumiu houve uma reunião virtual. Naquele momento, foi solicitada uma agenda presencial, mas ainda não obteve retorno.

“Falou na conversa inicial que seria o ministro do diálogo, mas isso não tem acontecido. A impressão é de que as instituições públicas não são prioridade. Estamos jogados à própria sorte”, disse.

O ex-ministro Ricardo Vélez Rodriguez, que teve a maior parte das suas agendas com representantes do ensino privado, contou ao Poder360 que tinha como meta alterar a forma como os reitores são escolhidos nas instituições públicas. Atualmente, a escolha é resultado de uma lista tríplice de funcionários da entidade. Ele queria adotar modelo semelhante ao do ITA, que faz chamada pública para o cargo.

“Procurei os reitores e parlamentares. Foram bastante receptivos. Minha ideia era que as universidades públicas fizessem parte e melhorassem os locais onde estão instaladas. Houve simpatia. Mas pelo jeito o processo parou“, contou ao Poder360.

O MEC foi procurado com mais de 24 horas de antecedência à publicação destas informações para dizer o que a pasta pretende fazer a respeito dos pedidos das entidades privadas. O Poder360 não recebeu resposta.

 

 

*Por: Guilherme Waltenberg / PODER360

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