Jornalista/Radialista
BROTAS/SP - O Acampamento Peraltas, situado em Brotas, a 220 km de São Paulo, preparou uma temporada exclusiva para as férias de julho de 2020. Diferentemente da programação normal, este ano o Peraltas terá somente uma data disponível: de 14 a 19 de julho. As vagas são limitadas porque o Peraltas está trabalhando somente com 50% de ocupação.
Os pacotes de 6 dias custam R$ 2.882 por pessoa, com descontos progressivos para irmãos. O regime de alimentação é sempre completo, sendo cinco refeições diárias. Vale lembrar que podem participar do acampamento crianças e jovens entre 4 a 16 anos.
No valor do pacote também está incluso um ingresso para participar de uma atividade no planetário da Fundação CEU (Centro de Estudos do Universo), seguro saúde, atividades orientadas pela equipe de lazer, oficinas variadas, utilização de toda a infraestrutura do Peraltas, além de transporte SP/Brotas/SP.
Coordenada por uma das melhores equipes de monitoria de São Paulo, a programação deste ano no Peraltas será bastante variada e divertida, sempre privilegiando as atividades ao ar livre. As crianças poderão curtir uma série de gincanas temáticas que envolvem o universo lúdico de Harry Potter, Jumanji, Game of Thrones. Também haverá uma gincana especial na Lagoa Encantada, que é a única piscina com projeção mapeada do Brasil.
Mas não para por aí. Também serão realizadas oficinas de tie dye (tintura personalizadas de camisetas) e lançamento de foguetes recicláveis. Os acampantes ainda poderão curtir atividades como Noite do Oscar, Jantares temáticos, Café da manhã do Pijama, Cinema ao ar livre, Taco, entre muitas outras.
Além das atividades temáticas também serão realizados jogos de cooperação e raciocínio para desenvolver o espírito de equipe, brincadeiras na piscina natural com tirolesa e no parque aquático com toboáguas, desafios no paredão de escaladas, arco e flecha, carveboard (skate para grama e terra), visitas à fazendinha do acampamento com ordenha das vacas, e muito mais.
Prevenção e cuidados com a saúde dos acampantes
É importante lembrar que todas as atividades realizadas no Peraltas seguirão rigorosamente os protocolos de segurança estabelecidos pelo Ministério da Saúde, pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e pela Anvisa.
Todo o rigor de sanitização do Peraltas continua sendo seguido à risca. Mas foram adotadas algumas medidas de intensificação, tais como distanciamento social criterioso, preferência para atividades ao ar livre ou com ampla circulação de ar, aferição de temperatura dos acampantes antes de embarcar, além de monitoramento constante e diário realizado por profissional da saúde.
Conforme o decreto Nº 64.959, de 04 de maio de 2020, é obrigatório o uso de máscara tanto por parte dos monitores e demais colaboradores, quanto dos acampantes. O Peraltas disponibilizará álcool em gel em todas as áreas do acampamento. No check-in, as crianças e jovens serão atendidos somente um por vez para evitar aglomerações.
O objetivo é proporcionar momentos de diversão, alegria e descontração para as crianças e jovens, mas tudo com a maior segurança para os pequenos, que são a razão da existência do Acampamento Peraltas nesses 40 anos de atividade na cidade de Brotas.
Para quem ainda não conhece, o Peraltas possui um parque aquático com cinco piscinas, sendo três climatizadas, dois tobogãs, futebol de sabão, sauna, ginásio com cama elástica, touro mecânico, paredão de escalada, quadras poliesportivas, academia, campos de futebol, paintball, fazendinha com mini zoológico, lago com tirolesa, stand up, slack line, sala de TV, brinquedoteca, e muito mais. No que se refere à segurança, o acampamento possui atendimento médico no local, com enfermeira 24h e ambulatório médico e os participantes são monitorados em período integral.
Para mais informações e reservas, acesse: www.temporada.peraltas.com.br
ARARAQUARA/SP - Uma jovem foi importunada sexualmente por um homem desconhecido, na esquina da Rua Princesa Isabel com a Avenida Antônio Lourenço Correa, na Vila Xavier, na cidade de Araraquara, na tarde desta quarta-feira (17).
A vítima estava dentro do seu veículo, estacionada na Rua Princesa Izabel, aguardando a manicure acabar de atender uma cliente, conforme agendamento, por ser uma pessoa por vez, quando viu o autor vindo pela calçada, e passando direto.
Com medo de ser assaltada, a vítima ficou observando pelo retrovisor, se ninguém estranho se aproximava, quando notou que o autor estava na parede olhando pra dentro do carro e mexendo no bolso esquerdo.
Mesmo com o celular na mão e filmando o autor, ele não se intimidou e continuou se masturbando olhando para a moça sozinha dentro do carro.
A vítima chegou a acionar a polícia, mas o autor já havia fugido.
A vítima enviou as imagens para nossa redação com a intenção de que as mulheres temem cuidado com o autor nas ruas da cidade.
*Por: Marcelo Bonholi / PORTAL MORADA
MUNDO - A China vai manter a ampla liquidez do sistema financeiro na segunda metade do ano à medida que a economia se recupera do coronavírus, mas precisará considerar retirar esse apoio em algum momento, alertou o presidente do banco central do país nesta quinta-feira.
Os comentários sinalizam as preocupações das autoridades de que o estímulo monetário adotado nos últimos meses para ajudar as empresas durante a pandemia possa aumentar os riscos da dívida na segunda maior economia do mundo.
"O apoio financeiro durante o período de resposta à epidemia está sendo escalonado; devemos prestar atenção à 'ressaca' da política monetária", disse o presidente do Banco do Povo da China, Yi Gang, em um fórum financeiro em Xangai.
"Devemos considerar a retirada oportuna das ferramentas de política econômica com antecedência."
Yi disse que os fundamentos econômicos da China permanecem sólidos, seus mercados financeiros estão amplamente estáveis e que o banco central reduziu os custos de financiamento este ano.
*Por: Winni Zhou e Andrew Galbraith / REUTERS
MUNDO - O Facebook e o WhatsApp são as principais plataformas de difusão de conteúdos falsos, segundo o Relatório de Notícias Digitais 2020 do Instituto Reuters, considerado o mais importante estudo mundial sobre jornalismo e novas tecnologias. Entre os ouvidos, 29% manifestaram preocupação com a difusão de desinformação nas redes sociais Facebook, 6% no Youtube e 5% no Twitter. Nos apps de mensagem, o WhatsApp foi o mais citado.
O Facebook foi a rede social mais apontada nas Filipinas (47%), Estados Unidos (35%) e Quênia (29%), entre outros países. No Brasil, o Whatsapp foi mencionado como principal local por onde mensagens falsas são disparadas (35%), enquanto o Facebook é o segundo canal mais citado (24%). O Youtube é objeto de maior preocupação na Coreia do Sul, enquanto o Twitter ocupou essa posição no Japão.
Mais da metade (56%) dos participantes do levantamento se mostrou preocupada como identificar o que é real e o que é falso no consumo de informações. O Brasil foi o país onde esse receio apareceu de forma mais presente (84%), seguido do Quênia (76%) e da África do Sul (72%).
Entre as fontes de desinformação, a mais indicada foram os políticos (40%), especialmente nos Estados Unidos, Brasil e Filipinas. Em seguida vêm ativistas (14%), jornalistas (13%), cidadãos (13%) e governos estrangeiros (10%).
Confiança
Entre os ouvidos, 38% disseram confiar nas notícias, índice quatro pontos percentuais menor do que no ano passado. Essa atitude varia entre países, sendo mais comum na Finlândia e Portugal e menos recorrente em Taiwan, na França e na Coreia do Sul. O Brasil teve desempenho acima da média (51%).
Quando perguntados sobre os conteúdos jornalísticos que consomem, o índice subiu para 46%, ainda abaixo da metade e três pontos percentuais menor do que no ano anterior. Essa avaliação sobre a confiabilidade é menor em mecanismos de busca (32%) e em redes sociais (22%).
Mas 60% relataram preferir notícias mais objetivas (sem uma visão política clara) e 28% preferiram conteúdos com visões políticas claras e que reforçam suas crenças. O Brasil foi o com maior percentual de pessoas que desejam ver notícias de acordo com suas concepções (43%).
Fonte de informação
Os serviços online foram apontados como principal fonte de informação em diversos países, como Argentina (90%), Coreia do Sul (85%), Espanha (83%), Reino Unido (79%), Estados Unidos (73%), Alemanha (69%). Em seguida vêm a TV e o rádio. A mídia impressa perdeu espaço, servindo como meio para se informar em índices que variam de 30% a 16% a depender do país.
O estudo confirmou uma variação desse comportamento conforme a idade. Jovens preferem canais jornalísticos online, enquanto a TV e a mídia impressa são a principal alternativas para a faixa acima dos 55 anos de idade.
Os brasileiros foram os que mais recorrem ao Instagram para se informarem (30%), e também estão entre os que mais utilizam o Twitter para esta finalidade (17%). Mas o Facebook e o Whatsapp ainda são as plataformas dominantes, servindo de alternativa informativa para, respectivamente, 54% e 48% dos entrevistados.
Pandemia
Embora realizado em sua maioria antes da pandemia, o estudo avaliou o consumo de notícias durante esse período. Entre os ouvidos em seis países, 60% consideraram que a mídia ajudou a entender a crise e 65% concordaram que os noticiários explicaram o que os cidadãos poderiam fazer. Dos entrevistados nestas nações, 32% avaliaram que a mídia exagerou no impacto da pandemia.
Para o pesquisador do Instituto Nic Newman, a crise provocada pela pandemia do coronavírus reforçou a necessidade da importância de um jornalismo confiável e correto que possa informar a população. Ao mesmo tempo, ele lembra como a sociedade está suscetível a teorias da conspiração e à desinformação.
“Os jornalistas não controlam o acesso à informação, enquanto o uso de redes sociais e plataformas dão às pessoas acesso a um rol grande de fontes e fatos alternativos, parte dos quais é enganosa ou falsa”, disse.
O estudo
A equipe responsável pelo relatório entrevistou mais de 80 mil pessoas em 40 países de todos os continentes. A maior parte das entrevistas foi coletada antes da pandemia, mas em alguns países, as respostas foram obtidas em abril, já trazendo algum impacto desse novo cenário.
Em nota, o Facebook afirmou que está comprometido com o combate à desinformação. "Em abril colocamos marcações de notícias falsas em cerca de 50 milhões de postagens em todo o mundo, removemos milhares de conteúdos que poderiam levar a danos no mundo real e direcionamos mais de 2 bilhões de pessoas a recursos de autoridades de saúde por meio da Central de Informações sobre a Covid-19. Também estamos ajudando jornalistas e organizações de notícias a se adaptarem às mudanças no mundo digital, assim como comprometemos mais de US$ 400 milhões em todo o mundo para apoiar esse trabalho", acrescentou a empresa.
*Por Jonas Valente – Repórter Agência Brasil
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