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CHINA - A China se encontra desenvolvendo novas restrições para bots de conversação de Inteligência Artificial de forma a limitar a capacidade desta tecnologia de influenciar as emoções dos seres humanos que interagem com ela.

Segundo a CNBC, a proposta que está sendo elaborada pela Administração do Ciberespaço poderá exigir que os menores sejam obrigados a obter a permissão dos responsáveis para interagir com estes bots de conversação de Inteligência Artificial.

Mais ainda, a proposta poderá ainda impedir que estas ferramentas de Inteligência Artificial gerem conteúdo violento, obsceno ou de jogos de azar ou que tenham conversas sobre suicídio ou outros tópicos que possam prejudicar a saúde mental dos usuários.

A proposta ainda se encontra sendo trabalhada mas, como nota a publicação, já é considerada por muitos especialistas como os primeiros meios para controlar o impacto de ferramentas de Inteligência Artificial nos seres humanos.

Sendo aprovada, a proposta deverá aplicar-se a todos os bots de conversação e ferramentas de Inteligência Artificial que “simulam uma personalidade humana e interagem com os utilizadores de forma emocional através de texto, imagens, áudio ou vídeo” que estejam disponíveis na China.

 

 

© Shutterstock

CHINA - A percepção ocidental de que a indústria chinesa ainda funciona em galpões superlotados, com trabalhadores cumprindo longas jornadas em condições precárias, já não corresponde à realidade do maior polo fabril do planeta. A China, que por décadas carregou o título de “fábrica do mundo”, vive agora uma transformação profunda, marcada pela expansão de um parque industrial altamente tecnológico.

Segundo dados do Ministério da Indústria e Tecnologia da Informação (MIIT), o país já soma aproximadamente 30 mil fábricas inteligentes, ambientes produtivos totalmente integrados a sistemas avançados de robótica, big data, internet das coisas (IoT) e inteligência artificial (IA). O modelo faz parte da estratégia governamental conhecida como “segunda modernização da China”, que busca elevar a produtividade, reduzir custos, aumentar a precisão dos processos e fortalecer a competitividade internacional da indústria.

Nessas novas plantas, sensores espalhados por linhas de produção se comunicam com algoritmos de IA capazes de prever falhas, ajustar operações em tempo real e até reorganizar fluxos de trabalho sem intervenção humana. Braços robóticos executam tarefas repetitivas com precisão milimétrica, enquanto softwares analisam milhões de dados por minuto, garantindo eficiência energética e menor desperdício de materiais.

A transição representa não apenas uma evolução tecnológica, mas também uma mudança na posição estratégica da China no cenário industrial global. Ao investir em fábricas inteligentes em larga escala, o país busca deixar para trás a imagem de mero fornecedor de produtos baratos para assumir um papel central na inovação produtiva mundial.

Para analistas, essa transformação deve impactar diretamente cadeias globais de suprimento, pressionando outros países a acelerarem sua própria digitalização industrial. E ao contrário das antigas linhas de montagem, a nova geração de plantas chinesas opera com alto nível de automação, exigindo mão de obra mais qualificada e reduzindo a dependência de processos manuais intensivos.

A China, portanto, não apenas revisa sua própria história industrial, mas redefine o futuro da manufatura mundial.

EUA - O Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR, na sigla em inglês) publicou no Federal Register, o diário oficial americano, a decisão de estender novamente, de 31 de agosto para 29 de novembro, certas exclusões tarifárias concedidas a produtos chineses no âmbito da investigação da Seção 301, conjunto de medidas criadas para pressionar a China em disputas sobre transferência de tecnologia e direitos de propriedade intelectual.

Em junho, foram prorrogadas 178 exclusões até 31 de agosto de 2025 e, agora, o órgão determinou uma prorrogação adicional de 90 dias. De acordo com o texto, "o USTR determinou que uma nova extensão adicional de 90 dias (até 29 de novembro) é apropriada".

O documento especifica ainda que a alteração passa a valer a partir de segunda-feira.

 

 

por Estadao Conteudo

EUA - China diz que o TikTok nos EUA, que vai ser controlado por investidores do país, vai contar com licenciamento de algoritmo chinês da ByteDance, a empresa controladora da rede social.

Na segunda-feira (15), EUA disseram ter um acordo com a China para o TikTok ser controlado por investidores locais. O presidente Donald Trump comentou sobre o acordo, e o secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, afirmou que houve consenso para que o TikTok tenha um proprietário dos EUA.

Nesta terça-feira (16), a China informou que algoritmo chinês será licenciado para a operação do TikTok nos EUA. Wang Jingtao, subdiretor do regulador de cibersegurança da China, afirmou que a ByteDance licenciará propriedade intelectual e "operação de segurança de dados e conteúdos dos usuários dos EUA do TikTok".

Novos detalhes sobre negociação devem ser anunciados até sexta-feira. Na ocasião, Donald Trump e Xi Jinping vão se encontrar. Espera-se ter maior detalhamento sobre como será configurada essa empresa dos EUA que comandará a operação local do TikTok.

ENTENDENDO A DISPUTA ENTRE EUA E CHINA SOBRE O TIKTOK

Lei aprovada em 2024 estabelece o banimento de redes sociais controladas por adversários políticos. Os EUA acusam o TikTok de sofrer influência do governo chinês, que é considerado um adversário político.

Como resultado, o TikTok deve ser vendido para uma empresa dos EUA para continuar a operar no país. Data inicial do banimento era 19 de janeiro de 2025, porém o presidente Donald Trump tem assinado permissões temporárias até o negócio ser concluído.

Operação depende de aprovação da ByteDance e do governo da China. Até então, autoridades chinesas se negavam vender a operação dos EUA para empresários do país. Negociação dura meses, mas a rodada mais recente ocorreu na Espanha, durante encontro entre Scott Bessent, do lado norte-americano, e o vice-primeiro-ministro He Lifeng, do lado chinês.

Apesar do consenso entre as partes sobre o TikTok, EUA e China mantêm tensão comercial. O mandatário dos EUA aplicou tarifas ao país asiático e em agosto decidiram adiar por 90 dias a entrada em vigor de novas taxas, estendendo a trégua comercial até 10 de novembro.

 

 

UOL/FOLHAPRESS

CHINA - Em 2026 deve entrar em operação comercial na China o CR450, trem desenvolvido para alcançar 450 km/h de velocidade máxima e 400 km/h de média.

Foi o que informou Wang Lei, projetista-chefe da CRRC Changchun, uma das divisões da CRRC, a maior fabricante no mundo, em meio à exposição dos veículos durante o congresso mundial do setor, semana passada em Pequim.

São dois protótipos, CR450AF e CR450BF, de subsidiárias diferentes da estatal chinesa. Seu desenvolvimento começou há sete anos, para atualizar e inovar sobre os atuais CR400, que têm 400 km/h de velocidade máxima e 350 km/h de média.

Wang calcula que uma viagem entre Pequim e Xangai, a principal linha no país, passará a demorar pouco mais de três horas, contra as atuais quatro horas e 18 minutos, naquela com menos paradas.

O novo trem não requer troca dos trilhos atuais. Em números do final do ano passado, a rede de ferrovias de alta velocidade alcançou 48 mil quilômetros na China, 70% do total mundial. A projeção é chegar a 50 mil quilômetros no final deste ano. Só nos últimos cinco anos, foram acrescentados mais de 10 mil.

Entre outros avanços citados por Li Yongheng, diretor de tecnologia de equipamentos do Ministério da Ciência e Tecnologia da Informação, a segurança estrutural do CR450 é maior e a distância de frenagem é menor em alta velocidade.

Houve diminuição de cerca de 10% no peso do trem e de 20% no consumo de energia. O ruído interno foi mantido no nível do CR400, apesar da velocidade média maior, com redesenho estrutural dos vagões e materiais de redução de barulho.

Na apresentação, os protótipos haviam acabado de encerrar seis meses de testes em linhas de Pequim e Wuyi. Agora partem para nova temporada, em que devem completar 600 mil quilômetros cada um.

TRENS QUE 'VOAM' ATRAEM A ATENÇÃO

Na exposição, outros dois protótipos chineses disputaram os cliques das câmeras com o CR450AF e o CR450BF. Sem prazo para entrar em operação e ainda sem nome, eles não estavam nem sequer em trilhos, mas suspensos em plataformas, isolados.

São maglev, trens de levitação magnética, que exigem infraestrutura própria e que, no caso dos protótipos da CRRC, teriam alcançado velocidade máxima de 600 km/h –superior à velocidade de decolagem de jatos comerciais.

Segundo Shao Nan, engenheiro sênior da CRRC Changchun, eles vão ocupar o nicho de mercado entre os trens de alta velocidade e a aviação comercial, conectando cidades separadas por até 2.000 quilômetros. Entre Pequim e Xangai, seriam duas horas e meia.

Shao não deu prazo para a entrada em operação. O modelo não deve ser confundido com os trens maglev hoje em uso demonstrativo no país, inclusive com linha em Pequim, de velocidade menor. Nem com o maglev "hyperloop", de projetados 1.000 km/h, ainda mais distante.

A rede chinesa de trens de alta velocidade e seus novos modelos foram apresentados no congresso mundial do setor como trunfos na estratégia do país para os vizinhos e outros clientes pelo mundo.

Os destaques estrangeiros foram autoridades de Uzbequistão e Quirguistão, na Ásia Central, Indonésia e Laos, no Sudeste Asiático, Mongólia e Arábia Saudita. Embora o Brasil já tenha projetado uma linha de trem-bala entre São Paulo e Rio, o país não foi citado no evento.

Pela parte chinesa, o vice-primeiro-ministro Zhang Guoqing abriu o congresso enfatizando "o fortalecimento da cooperação", prometendo "compartilhar os avanços" e "posicionar as ferrovias de alta velocidade como infraestrutura chave na construção da Iniciativa Cinturão e Rota".

Chamou a atenção o protagonismo do Banco de Exportação e Importação da China (Cexim). Seu executivo-chefe de risco, que concentra a aprovação de projetos da Iniciativa, destacou o financiamento de 4.000 quilômetros de ferrovias de velocidade comum fora da China –da Hungria, na União Europeia, a Bangladesh, no Sul da Ásia, e o Quênia, na África.

 

 

FOLHAPRESS

CHINA - O tufão Wipha atingiu no domingo (20) a cidade de Taishan, na província de Guangdong, no sudeste da China, provocando a evacuação de 669.162 pessoas e a adoção de medidas emergenciais em diversas regiões. Entre as ações preventivas estão a suspensão de aulas, paralisação do transporte público e fechamento de atividades econômicas.

Segundo o Centro Meteorológico Nacional da China, Wipha é o sexto tufão registrado no país em 2025. Ele chegou à costa de Guangdong por volta das 17h50 (horário local), com ventos de até 33 metros por segundo (cerca de 119 km/h). Após tocar o solo, perdeu força e foi reclassificado como tempestade tropical severa, conforme informou a emissora estatal CCTV.

Cidades como Zhuhai, Yangjiang, Jiangmen e Maoming, além de 15 vilarejos da região, ativaram o nível máximo de alerta de emergência. Em Zhuhai e Yangjiang, escolas, comércios e transportes foram totalmente suspensos desde a manhã de domingo.

A passagem do tufão também impactou as linhas ferroviárias, levando ao cancelamento de diversos trajetos entre domingo e segunda-feira.

Em Hong Kong, foi emitido o alerta de tempestade mais alto, após ventos superiores a 167 km/h. As fortes chuvas causaram ao menos 30 feridos e levaram ao cancelamento de mais de 200 voos, segundo o jornal South China Morning Post.

Já em Macau, as autoridades acionaram o sinal 10 — o nível mais elevado de alerta para tempestades tropicais — no momento em que o Wipha estava a cerca de 60 km do território.

De acordo com as previsões meteorológicas, o tufão deverá seguir ao longo da costa oeste de Guangdong rumo ao Golfo de Beibu e poderá atingir a costa nordeste do Vietnã ainda nesta semana. Especialistas ouvidos pelo jornal estatal Global Times alertam para a possibilidade de o fenômeno tocar o solo chinês novamente, trazendo risco de ventos fortes e chuvas intensas.

Este é o sexto tufão da temporada na Ásia. No início de julho, o tufão Danas já havia causado estragos na província de Zhejiang, também na China, após deixar pelo menos dois mortos e centenas de feridos em Taiwan.

 

 

por Notícias ao Minuto

PEQUIM - Mao Ning, porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, afirmou na sexta-feira (11), em relação ao anúncio de uma sobretaxa de 50% sobre produtos brasileiros pelos Estados Unidos, que "tarifas não devem se tornar ferramentas de coerção, intimidação ou interferência nos assuntos internos de outros países".

O presidente Donald Trump fez a ameaça em carta, alegando "ataques insidiosos do Brasil às eleições livres e aos direitos fundamentais de liberdade de expressão dos americanos" e supostos déficits comerciais dos EUA na relação com o Brasil.

Mao acrescentou, em sua curta resposta durante a entrevista coletiva diária da chancelaria, que "a igualdade soberana e a não interferência em assuntos internos são princípios importantes da Carta das Nações Unidas e também normas básicas das relações internacionais".

No início da semana, durante a cúpula do grupo Brics no Brasil, a porta-voz já havia reagido a outra ameaça de Trump, de aplicar uma sobretarifa de 10% sobre os produtos de "qualquer país que se alinhe às políticas antiamericanas dos Brics".

Ela disse então que o grupo visa a cooperação entre emergentes e "não tem nenhum país como alvo". Voltou a argumentar que, "no que diz respeito à imposição de tarifas, a China declarou repetidamente sua posição de que não há vencedores em guerras comerciais e tarifárias e o protecionismo não leva a lugar nenhum".

Segundo relatos também divulgados nesta sexta pela chancelaria em Pequim, o ministro das Relações Exteriores, Wang Yi, criticou as tarifas americanas em encontros bilaterais durante uma reunião da Asean (Associações das Nações do Sudeste Asiático) em Kuala Lampur, capital da Malásia.

Ao chanceler do Camboja, sobretaxado em 36% por Trump, afirmou que "os EUA impõem altas tarifas ao Camboja e aos países do Sudeste Asiático na tentativa de privar todas as partes de seu direito legítimo ao desenvolvimento", inclusive a China, alvo indireto das pressões americanas.

Acrescentou acreditar que os países da região "têm capacidade de lidar com a situação, manter suas posições de princípio e salvaguardar seus próprios interesses e os interesses comuns de todas as partes", também referência à China.

Ainda nesta sexta, Wang Yi encontrou-se em Kuala Lampur com o secretário de Estado americano, Marco Rubio.

 

 

 por Folhapress

INGLATERRA - Um veículo de comunicação britânico analisou os 100 vídeos mais populares com dicas sobre saúde mental na rede social TikTok e concluiu que mais da metade deles contém informações incorretas.

Das 100 postagens identificadas com a hashtag #mentalhealthtips, 52 foram consideradas imprecisas ou até perigosas por um painel formado por psicólogos, psiquiatras e acadêmicos. A análise apontou a propagação de desinformação sobre ansiedade, depressão, traumas e outros transtornos mentais.

Os especialistas também alertaram para o uso de termos terapêuticos fora de contexto, a simplificação excessiva de problemas complexos e a promoção de suplementos sem aprovação ou tratamentos sem embasamento científico.

Uma psicóloga entrevistada pelo jornal britânico afirmou que muitos vídeos criam a falsa ideia de que o tratamento de traumas é rápido e serve para todos, quando na verdade é necessário um atendimento personalizado feito por profissionais qualificados.

 
Resposta do TikTok

Em resposta à investigação, o TikTok declarou que a plataforma é um espaço voltado para a expressão pessoal e o compartilhamento de experiências autênticas, e afirmou que 98% do conteúdo prejudicial à saúde mental é removido antes mesmo de ser denunciado.

A empresa também lembrou que colabora com a Organização Mundial da Saúde (OMS) para fornecer informações confiáveis e redirecionar os usuários para fontes seguras.

 
TikTok removeu conteúdos da tendência "SkinnyTok"

Recentemente, o TikTok também removeu mais de meio milhão de conteúdos associados à hashtag #SkinnyTok em todo o mundo, por promoverem conteúdo extremo e prejudicial à saúde, especialmente relacionado à perda de peso.

Essa tendência chegou a reunir mais de meio milhão de publicações, muitas das quais incentivavam a perda de peso com mensagens de culpa e padrões corporais tóxicos. O impacto foi tão significativo que reguladores europeus alertaram para os riscos que isso representa à saúde mental dos jovens usuários da plataforma.

 

 

por Notícias ao Minuto Brasil

CHINA - O vídeo de um caminhão pendurado na beira de um viaduto que desabou na província de Guizhou, na China, está circulando nas redes sociais. Nas imagens, é possível ver que o motorista estava na cabine do veículo quando a ponte caiu.

Viaduto cedeu após fortes chuvas causadas pela intensificação da monção de verão no Leste Asiático. O acidente aconteceu na estrada entre Congjiang e Rongjiang, onde o motorista foi resgatado e a carreta, retirada.

Pilares de concreto da ponte não resistiram à pressão da água. Segundo a Reuters, o solo encharcado e o volume recorde de água causaram o desabamento parcial.

Enchentes deixaram milhares de pessoas em situação de risco. Nos últimos dias, a chuva deixou as áreas urbanas completamente alagadas.

Moradores das áreas ribeirinhas foram orientados a buscar refúgio em regiões mais altas. Equipes de resgate atuam para reduzir os danos.

Especialistas associam essas tempestades ao aquecimento global. Eventos extremos como esses estão se tornando mais comuns no país.

Meteorologistas chineses preveem mais chuvas intensas nos próximos dias. A Organização Meteorológica Mundial alertou que a Ásia está esquentando quase duas vezes mais rápido que a média global, o que eleva o risco de desastres naturais.

 

 

FOLHAPRESS

EUA - Na quinta-feira (24), o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afurmou que houve uma reunião entre os norte-americanos e a China. Após perder a 'guerrar' ao impor tarifas aos chineses, que retaliaram, Trump decidiu amenizar o tom de ameaças e passou a falar de um acordo comercial "justo" com a China.

No entanto, de acordo com a 'Reuters', dois ministérios chineses negaram que Pequim esteja em negociações com Washington sobre tarifas. "São informações falsas", afirmou o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, Guo Jiakun, sobre americanos citarem possíveis negociações comerciais. "China e Estados Unidos não se consultaram nem negociaram sobre a questão tarifária, menos ainda alcançaram um acordo".

Nesta quarta, o jornal The Wall Street Journal antecipou que Trump estava considerando cortar unilateralmente as tarifas sobre a China. O jornal publicou que o presidente avalia reduzir para de 50% a 60% as tarifas sobre produtos chineses, no momento em pelo menos 145%.

As tensões comerciais entre as duas maiores economias do mundo dispararam após o aumento das tarifas às importações procedentes da China este ano, com 145% adicionais sobre muitos produtos devido a práticas que Washington considera injustas, entre outros problemas. A China reagiu com novas tarifas alfandegárias de 125% sobre os produtos americanos.

No começo de abril Donald Trump impôs tarifas alfandegárias a todos os parceiros comerciais dos Estados Unidos, particularmente da Europa e da Ásia, provocando uma tempestade nos mercados mundiais. Uma semana depois, reduziu-as para o mínimo universal de 10%, exceto para a China.

 

 

POR RAFAEL DAMAS

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