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MUNDO - A trading de grãos norte-americana Archer Daniels Midland reportou nesta quinta-feira uma queda de 44,7% no lucro do terceiro trimestre, afetada por custos maiores e por perdas com seguros relacionadas à unidade de serviços agrícolas e oleaginosas (Ag Services & Oilseeds).

A ADM disse que as despesas gerais, administrativas e com vendas avançaram para 636 milhões de dólares, ante 578 milhões de dólares em igual período do ano passado, devido principalmente aos gastos variáveis com remunerações por desempenho, que foram baixos no ano anterior.

Os resultados nos negócios não essenciais da empresa também foram menores, afetados pela queda nos lucros em serviços ao investidor e por perdas com o seguro cativo, incluindo um impacto de 17 milhões de dólares em um acordo fechado pela Ag Services & Oilseeds.

O lucro líquido atribuível à ADM recuou para 225 milhões de dólares, ou 0,40 dólar por ação, nos três meses encerrados em 30 de setembro. No mesmo período do ano passado, havia atingido 407 milhões de dólares, ou 0,72 dólar por ação.

Já a receita da empresa caiu para 15,13 bilhões de dólares, ante 16,73 bilhões de dólares no terceiro trimestre de 2019.

 

 

*Reportagem de Arundhati Sarkar / REUTERS

MUNDO - O grupo IAG anunciou nesta quinta-feira uma queda de 83% do faturamento no terceiro trimestre e um prejuízo operacional de 1,3 bilhão de euros (1,54 bilhão de dólares) devido ao impacto da pandemia no tráfego aéreo

No ano passado, no terceiro trimestre o grupo registrou um lucro operacional de 1,4 bilhão de euros (1,65 bilhão de dólares) no período, antes de gastos excepcionais.

Em seus resultados preliminares, o grupo matriz da British Airways e da Iberia, entre outras companhias aéreas, adverte que devido às novas restrições de viagens pela segunda onda de covid-19 sua capacidade de voo será de apenas 30% no quarto trimestre na comparação com 2019.

 

 

*Por: AFP

MUNDO - Acelerar a recuperação da recessão causada pelo coronavírus pode adicionar US$ 9 trilhões de dólares à renda global até 2025, disse ontem (15) a diretora-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Kristalina Georgieva. De acordo com ela, isso depende de uma forte cooperação internacional, incluindo vacinas.

Em entrevista coletiva após uma reunião do comitê diretor do FMI, Kristalina Georgieva pediu a Estados Unidos e China que mantenham um forte estímulo econômico que possa ajudar a impulsionar a recuperação global.

"Se conseguirmos progredir rapidamente em todos os lugares, poderemos acelerar a recuperação. E podemos adicionar quase US$ 9 trilhões à renda global até 2025, o que, por sua vez, poderia ajudar a diminuir a diferença de renda entre as nações mais ricas e mais pobres", disse a diretora do FMI.

"Precisamos de forte cooperação internacional, e isso é mais urgente hoje para o desenvolvimento e distribuição de vacinas", acrescentou.

O acesso equitativo e econômico a tratamentos e vacinas para a covid-19 em todo o mundo será a chave para evitar uma recuperação econômica que deixe "cicatrizes duradouras", diz comunicado do Comitê de Aconselhamento.

 

Mais participantes

Segundo o comitê, a participação dos credores privados e dos credores bilaterais oficiais no alívio da dívida dos países pobres é essencial. Para Kristalina Georgieva, a participação do setor privado ainda é necessária e continua sendo uma questão pendente.

O G20 (grupo formado pelas principais economias do mundo) aprovou na quarta-feira (14) uma prorrogação de seis meses, até meados de 2021, da Iniciativa de Suspensão do Serviço da Dívida (DSSI, na sigla em inglês), que congela os pagamentos da dívida bilateral oficial, e disse que consideraria uma nova extensão de seis meses em abril. No entanto, credores privados e os de fora do Clube de Paris não estão participando totalmente.

"Estamos decepcionados com a ausência de progresso na participação dos credores privados no DSSI e os encorajamos fortemente a participar em termos comparáveis ​​quando solicitados pelos países elegíveis", disse o comitê, ao mesmo tempo que estimulou "a plena participação dos credores bilaterais oficiais".

 

 

*Por David Lawder e Rodrigo Campos - Repórteres da Reuters

MUNDO - Neste último domingo, o Los Angeles Lakers atropelou o Miami Heat, fechou as Finais da NBA em 4 a 2 e conquistou o 17º título da história da franquia.

Anthony Davis, que chegou neste ano na franquia, conquistou o primeiro título de sua carreira em um ano que ficou marcado pela trágica morte de Kobe Bryant, em janeiro.

Na entrevista ainda na quadra após a conquista, o camisa 3 dos Lakers falou sobre a sensação de vencer em um ano tão emocionante e dedicou o título ao "irmão mais velho" Kobe Bryant.

"Nós não o desapontamos. Desde a tragédia, tudo que queríamos era vencer para ele. E não o desapontamos. Seria ótimo que tivesse sido coma camisa dele, mas não ter acontecido só deixou a gente mais agressivos nos dois lados da quadra e prontos para fechar hoje. Tenho certeza que ele está orgulhoso de nós, Vanessa está orgulhosa de nós, a organização está... Significa muito para nós. Ele foi um irmão mais velho para todos nós e fizemos isso para ele", disse.

O título foi o primeiro da carreira de Anthony Davis e seu companheiro de dupla estelar, LeBron James, falou sobre a sensação de poder fazer parte dessa história.

"Existem alguns anos que você sente que não consegue dar o próximo passo. Eu senti isso por sete anos e que precisava de alguém para me ajudar a dar o próximo passo por isso fui para Miami, para ter a ajuda de Bosh e Wade. Fizemos isso agora pelo Anthony Davis e saber que ele confiou em mim para isso, para mostrar o quão grande ele é, o quão espetacular ele é, é maravilhoso", comentou.

 

 

* Por: ESPN.com.br

MUNDO - O Google retirou a Austrália da lista de países incluídos em parceria que pagará a empresas por conteúdo jornalístico –o Google News Showcase, lançado em 1º de outubro.

A big tech argumenta não ter certeza se o programa seria viável no país por causa de 1 projeto de lei, proposto em 31 de julho, que determina o pagamento a veículos de mídia por conteúdo reproduzido no Google e no Facebook.

A vice-presidente do Google na Austrália, Melanie Silva, disse que o “sistema de arbitragem” proposto no texto é “impraticável”.

“Não nos opomos a 1 código e a 1 sistema para resolver disputas entre as partes. Mas o sistema de arbitragem delineado no projeto é impraticável. Temos preocupações sobre suas condições de pagamento injustas e definições e obrigações pouco claras”, afirmou.

A decisão pode ser revista, segundo Melanie. No texto, a vice-presidente afirma que as condições “podem ser alteradas” para tornar o projeto “justo e viável“.

CONTEXTO

O ministro das Finanças da Austrália, Josh Frydenberg, determinou em abril que Google e Facebook negociassem a porcentagem de remuneração por material de empresas de jornalismo.

Como explicou o articulista Mario Cesar Carvalho em artigo no Poder360, a Austrália quer 1 produto mais profundo de regulamentação. Investigação do governo concluiu que Google e Facebook cometem violações que vão desde a invasão de privacidade ao monopólio.

O que a Austrália defende, em suma:

  • publicidade e usuários comerciais – já que Facebook e Google atuam como agências e também intermediadores de negócios;
  • mídia – objetivo seria esclarecer o que pode ou não nas redes sociais como veículos de comunicação e distribuidores de notícias;
  • relação comercial e monetização de notícias – intenção é gerar renda para jornais e outros meios de comunicação que têm seu material veiculado no Facebook –e que não recebem nada por isto.

GOOGLE NEWS SHOWCASE

O novo acordo da empresa com veículos em vários países (Alemanha, Argentina, Brasil, Canadá e Reino Unido) para pagar por conteúdo jornalístico apresenta cláusula controversa: impede que as companhias de mídia, que aderirem ao projeto, cobrem algum tipo de reparação judicial pelo uso que considerarem indevido de seu material na plataforma da big tech.

É como se jornais impressos ou digitais, revistas ou qualquer veículo jornalístico renunciassem ao direito de cobrar do Google por alguma irregularidade cometida com uso impróprio de conteúdo. A empresa de jornalismo que buscar alguma reparação judicial terá seu contrato com o Google imediatamente rompido –o que pode tornar muitos negócios de comunicação ainda mais dependentes dos serviços da big tech.

A controvérsia foi apontada de maneira bem direta e crítica numa nota do Conselho Europeu de Publishers, publicada em 1º de outubro de 2020.

A crítica que os europeus fazem é sobre a tentativa do Google de se antecipar a legislações nacionais que estão em fase de implantação e que pretendem impor à big tech pagamentos muito mais pesados pelo uso de conteúdo jornalístico de terceiros.

 

 

*Por: PODER360

MUNDO - Eleitores suíços rejeitaram por maioria esmagadora, nesse domingo (27), a tentativa de um partido de direita de eliminar o pacto que permite a livre movimentação de cidadãos da União Europeia (UE), optando por estabilidade em meio à incerteza econômica causada pela pandemia do novo coronavírus.

O Partido do Povo Suíço (SVP) havia forçado um referendo sobre o pacto da UE, em uma tentativa de limitar a imigração para o país, onde um quarto da população é de estrangeiros. A medida perdeu, como esperado, por 62% a 38%.

“O pacto bilateral é correto para a Suíça e para a União Europeia. O povo suíço confirmou o pacto novamente”, afirmou a Ministra da Justiça, Karin Keller-Sutter, a repórteres, em Berna.

“É um grande dia para as relações entre a União Europeia e a Suíça”, afirmou o presidente do Conselho Europeu, Charles Michel, no Twitter. “O povo suíço falou e enviou uma mensagem clara: juntos, temos um grande futuro”.

O SVP, maior partido do Parlamento suíço, há tempos pressiona para recuperar o controle sobre a imigração, ecoando alguns argumentos de políticos pró-Brexit utilizados antes da saída do Reino Unido da União Europeia. Eles venceram um referendo de 2014 sobre o assunto, mas apenas para ver o Parlamento minar sua implementação.

Adversários afirmaram que o plano teria diminuído as oportunidades de negócios para trabalhadores qualificados e prejudicariam acordos que reforçam o acesso da Suíça, que não é membro da UE, ao crucial mercado único do bloco.

Por volta de dois terços dos 2,1 milhões de estrangeiros vivendo na Suíça em 2019 são cidadãos da UE ou da Islândia, Noruega e Liechtenstein, que ao lado da Suíça são membros da Associação de Livre Comércio Europeia (Efta, a sigla em inglês). Mais de 450 mil suíços vivem na União Europeia.

Os eleitores também bloquearam a tentativa de facilitar a caça a lobos, considerados uma ameaça ao gado. Eles ainda aprovaram, com pequena margem, os planos do governo de comprar novos jatos de guerra por até 6 bilhões de francos suíços (US$ 6,46 bilhões).

 

 

*Por Michael Shields - Repórter da Reuters

MUNDO - O desemprego continuará a aumentar na zona do euro e há pouco espaço de alta na demanda por bens de consumo mesmo que a economia se recupere da recessão sem precedentes, disse o Banco Central Europeu em boletim econômico nesta quinta-feira (24).

O desemprego vai aumentar já que a taxa atual não captura totalmente o impacto da pandemia de coronavírus e os dados são impactados por esquemas de subsídio ao emprego, disse o BCE em um boletim que reflete amplamente as projeções econômicas e decisões de política monetária do BCE de 10 de setembro.

“Olhando à frente, há poucos sinais de dinamismo na demanda por bens de consumo”, disse o BCE. “Embora a queda na renda das famílias tenha sido limitada, a taxa de poupança deve ter subido com força.”

O banco também repetiu sua antiga postura de que está pronto para ajustar todos os seus instrumentos conforme necessário para elevar a inflação.

 

 

*Reportagem de Balazs Koranyi / REUTERS

MUNDO - Forças de segurança bielorrussas detiveram dispararam jatos de água para dispersar manifestantes, que foram aos milhares às ruas da capital Minsk para protestar contra a apressada posse do veterano presidente Alexander Lukashenko nessa quarta-feira (23)

Ignorando as exigências pelo fim de seu governo, que já dura 26 anos, Lukashenko foi empossado para cumprir o sexto mandato após uma eleição considerada fraudulenta pela oposição e por governos de vários países.

A cerimônia normalmente seria anunciada e divulgada como uma importante ocasião de Estado, mas foi conduzida sem avisos, após Lukashenko reivindicar uma vitória por esmagadora maioria na eleição do último dia 9 de agosto.

A oposição na ex-república soviética, que promove mais de seis semanas de protestos populares pedindo a renúncia do presidente, denunciou a posse como ilegítima.

"Sua posse secreta é uma tentativa de tomar o poder", diz Sviatlana Tsikhanouskaya, principal adversária de Lukashenko, que deixou o país exilada após as eleições.

Os Estados Unidos e a União Europeia estão estabelecendo sanções contra autoridades envolvidas no processo eleitoral e na repressão aos manifestantes, conduzida pelas forças de segurança.

 

 

*Por Andrei Makhovsky - Repórter da Reuters

MUNDO - A Companhia Nacional de Petróleo líbia (NOC, na sigla em inglês) anunciou no sábado a retomada da produção e exportação de petróleo bruto na Líbia em locais "seguros".

A notícia chega um dia depois de o marechal que controla o leste do país, Khalifa Haftar, anunciar a suspensão, sob condições, do bloqueio de oito meses imposto por suas forças, mas a NOC exigiu a saída dos grupos armados antes de retomar a produção.

"Os operadores foram instruídos a retomarem [...] a produção e as exportações dos campos e dos terminais seguros", explicou a NOC em seu site.

A companhia anunciou também a suspensão da "força maior em portos e campos petrolíferos seguros", mas esta será mantida onde "se verificar a presença de elementos dos grupos (de mercenários russos) Wagner e de grupos armados", sem citar o nomes dos locais em questão.

O "caso de força maior", apontado em circunstâncias excepcionais, permite à companhia eximir-se de sua responsabilidade caso os contratos de entrega de petróleo não sejam respeitados.

A Líbia, que tem as reservas de petróleo mais abundantes da África, está às voltas com um conflito entre duas potências rivais: o Governo da União Nacional (GNA) com sede em Trípoli e o marechal Khalifa Haftar, que domina o leste e uma parte do sul.

O marechal Haftar controla os principais locais de petróleo onde suas forças bloquearam todas as atividades desde janeiro, denunciando uma distribuição desigual de renda entre o oeste e o leste.

O bloqueio causou prejuízos de mais de 9,8 bilhões de dólares, segundo dados da NOC.

 

 

*Por: AFP

MUNDO - O sueco Mondo Duplantis fez história na tarde desta quinta-feira (17) ao estabelecer um novo recorde mundial para a prova de salto com vara disputada ao ar livre, com a marca de 6,15 metros. O feito foi alcançado durante a etapa de Roma (Itália) da Diamond League de atletismo.

Com a marca obtida nesta quinta, o jovem sueco, de apenas 20 anos, quebrou a marca de provas realizadas ao ar livre, de 6,14 metros, estabelecida pelo ucraniano Sergey Bubka no dia 31 de julho de 1994.

Duplantis já tinha o recorde geral em provas de salto com vara, de 6,18 metros, obtida em fevereiro deste ano na Escócia em uma prova realizada em uma instalação fechada.

Desta forma, o sueco possui tanto o recorde de provas indoor como outdoor, encerrando uma polêmica que cercava a modalidade. “Queria ser o melhor do mundo ao ar livre com 6,15 metros, para que não houvesse mais confusão. Agora tenho os melhores saltos indoor e outdoor”, declarou Duplantis.

 

 

 

*Por Agência Brasil

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