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Redação

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 Jornalista/Radialista

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SÃO CARLOS/SP - A presidente do Fundo Social de Solidariedade (FSS) de São Carlos, Herica Ricci Donato, iniciou a entrega das 1.000 cestas básicas recebidas do Governo do Estado de São Paulo. Os alimentos foram destinados ao município no último dia 26 de março, após reunião com a presidente do Fundo Social paulista, Cristiane Freitas, no Palácio dos Bandeirantes.

Nesta quinta-feira (03/04), Herica Donato entregou pessoalmente 60 cestas básicas ao Projeto Madre Cabrini, que atende 130 crianças e adolescentes, de 6 a 15 anos, em situação de vulnerabilidade social no Jardim Gonzaga e região. A entidade oferece apoio educacional, alimentação, assistência social, além de atividades culturais e recreativas no contraturno escolar.

De acordo com Herica Donato, o Fundo Social trabalha com um fluxo contínuo de doações. “Nosso objetivo não é acumular, mas distribuir o mais rápido possível para as entidades que necessitam. Assim que recebemos os pedidos por meio de ofícios, organizamos a entrega”, explicou.

As distribuições são realizadas pela própria equipe do FSS. “Nós mesmos organizamos o transporte e a entrega. Hoje, no Projeto Madre Cabrini, as crianças até prepararam uma apresentação musical para a nossa equipe”, destacou a diretora do Fundo Social, Eucimara Jorge Pott.

As cestas básicas são distribuídas conforme a demanda de cada instituição. “A quantidade destinada a cada entidade é calculada com base no número de crianças e adolescentes atendidos. As entidades enviam um ofício e, a partir disso, fazemos a entrega de acordo com a necessidade”, acrescentou Herica Ricci Donato.

Segundo a coordenadora do projeto, Madalena de Fátima Amstalden, a doação é essencial para as famílias assistidas. “Atendemos um público prioritário, formado por famílias em extrema vulnerabilidade social. Essas cestas fazem muita diferença para elas”, destacou.

O Projeto Madre Cabrini oferece atividades multidisciplinares, incluindo musicalização, literatura, esportes, teatro, dança e inclusão digital. As crianças frequentam a entidade em horários alternativos à escola: pela manhã, almoçam no projeto antes de irem para a aula; já as que estudam no período matutino chegam para almoçar e permanecem nas atividades até o final da tarde.

A coordenadora também ressaltou a importância da parceria com o Fundo Social e elogiou a atuação da nova presidente da entidade, Herica Ricci Donato. “Esse apoio é fantástico. Essa iniciativa fortalece ainda mais o trabalho que realizamos e auxilia diretamente as famílias que mais precisam”, afirmou.

Além das cestas básicas, o Fundo Social também está arrecadando ovos de Páscoa para distribuir às crianças atendidas por entidades assistenciais. A meta é alcançar de 3 a 5 mil ovos, mas, até o momento, foram arrecadadas cerca de 1.500 unidades.

Empresas e moradores que desejarem contribuir podem fazer doações diretamente no Paço Municipal ou em pontos de coleta distribuídos em condomínios verticais e horizontais da cidade. “Também buscamos doações maiores em locais indicados. Quem quiser ajudar pode entrar em contato pelo telefone (16) 3372-0865”, reforçou Herica Ricci Donato.

Rodrigo Bocardi, 49, voltou a falar de trabalho em suas redes sociais.

 

SÃO PAULO/SP - O jornalista desfrutou de um breve período sabático após deixar a emissora e anunciou que já está de volta ao batente. "Peguei esses últimos dias para descansar, dormir até acordar... Mas agora está na hora de trabalhar, hein? E o que fazer? Ir para o estúdio, desse assim?", falou ele, em um vídeo publicado no Instagram, mostrando que se encontrava em um estúdio.

Na sequência, Bocardi convidou seus seguidores a darem sugestões do que gostariam de vê-lo fazendo de agora em diante. "Apresentar um jornal? Um programa de entrevistas? Um programa de entretenimento, para dar muita risada? Ou nada disso na televisão? Fazer um canal na internet? O que fazer, hein? Vocês vão ter que me ajudar. Escolhe aí e me ajuda! O Bocardi tá na praça!"

Rodrigo Bocardi foi demitido pela Globo no fim do mês de janeiro, após 25 anos de serviços prestados à casa. A emissora não revelou o motivo concreto da dispensa, limitando-se apenas a confirmar que a demissão foi "por justa causa" e que ele teria descumprido "normas éticas" do departamento de jornalismo da empresa.

BRASÍLIA/DF - O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), está segurando a pressão de deputados bolsonaristas para pautar o projeto de lei que propõe anistia aos presos nos atos golpistas de 8 de janeiro.

Líderes partidários aliados de Motta, apesar de terem maioria em suas bancadas para apoiar a proposta, compartilham do entendimento de que não é o momento político para discuti-la. Eles dizem que é preciso apoiar o presidente da Casa e dividir com ele essa pressão.

E, sobretudo, não concordam com a análise da proposta feita diretamente em plenário, via requerimento de urgência. Por isso, as assinaturas para o requerimento estão sendo coletadas pelo PL no varejo - deputado por deputado. Se os líderes assinassem, já estariam representando suas bancadas, e o processo seria mais ágil.

O partido de Jair Bolsonaro (PL) apresentou a jornalistas uma lista com 156 assinaturas -só a bancada do PL tem 92 deputados. De acordo com aliados de Motta, ele conseguirá segurar a pressão até que o PL consiga todos os 257 apoios necessários.

Com isso, o presidente da Casa ganha tempo, e se fortalece a hipótese entre lideranças e deputados de centro de analisar o texto em uma comissão especial, cuja tramitação é mais lenta e foi anunciada por Arthur Lira (PP-AL) ano passado, mas jamais instalada.

O PL, que anunciou nesta semana obstrução de votações enquanto Motta não se decidir sobre a anistia, disse nesta quinta-feira (3) que seguirá com a medida, de forma "responsável".

"A nossa obstrução não é irresponsável com a Casa, por isso estamos botando lentamente as matérias de importância para o país", disse o líder Sóstenes Cavalcante (RJ).

"Queremos dizer que a gente já tem a maioria consolidada. É só uma questão de prazo. Lógico que para nós essa semana é uma angústia, porque, para quem está preso, um minuto não são 60 segundos, e sim uma eternidade. Nós vamos continuar entrincheirados aqui no Parlamento", completou.

A obstrução consiste na utilização de manobras regimentais para atrasar ou evitar deliberações no Congresso. Na prática, o PL conseguiu evitar sessões de comissões e reduzir o ritmo de deliberações no plenário mais lento, mas não teve força para impedir a votação dos temas relevantes da semana.

A Casa aprovou o projeto de lei da reciprocidade na terça-feira (2), inclusive com voto do partido de Bolsonaro, após já haver maioria para aprová-lo. A medida, que teve apoio de ruralistas e governistas, permite retaliação comercial às sanções do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

As comissões também estão votando e aprovando nesta quinta-feira (3) as listagens da emendas de comissão, uma demanda do ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Flávio Dino para aumentar a transparência e rastreabilidade. A publicidade das listas faz parte do acordo para a liberação das emendas que estavam represadas.

O PL também votará nas comissões para aprová-las. "Lógico que há contragosto, a gente gostaria de obstruir ali, mas analisamos que isso poderia ser o famoso tiro no pé nosso e perder votos para a anistia porque os deputados teriam suas emendas não pagas", disse Sóstenes.

Além disso, o líder afirmou que também fará as indicações de membros do partido para as comissões especiais que serão instaladas a partir desta quinta. Mas, segundo ele, deixarão para indicar os deputados só depois de os outros partidos já terem indicado os seus.

Ocorrerá assim com a comissão especial que analisa o projeto de lei que amplia a isenção do Imposto de Renda, apresentou uma nova proposta de compensação para isentar quem ganha até R$ 5.000 por mês.

 

 

FOLHAPRESS

BRASÍLIA/DF - O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou o decreto de antecipação do 13º de aposentados e pensionista do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), como feito em outros anos. A primeira parcela será paga em abril e a segunda, em maio.

Lula ainda firmou o decreto que regulamenta as mudanças no Fundo Social, que destina R$ 18 bilhões para o programa Minha Casa, Minha Vida.

O presidente também voltou a prometer a ampliação do Minha Casa, Minha Vida para a classe média e anunciou a implementação da TV 3.0, sistema integrado de televisão aberta e internet.

Lula participou do evento intitulado O Brasil dando a volta por cima, que, segundo ele, foi “um breve balanço daquilo que fomos capazes de realizar em apenas dois anos”. A solenidade ocorreu no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, em Brasília, com a presença de ministros, parlamentares e representantes de movimentos sociais.

Balanço

“Ao longo de 2023 e 2024, o governo federal se dedicou à reconstrução de políticas que, além de recuperar a economia, alcançaram resultados importantes na redução da fome e da pobreza, no acesso ao trabalho e em áreas como educação, saúde, infraestrutura e relações exteriores”, destacou a Presidência.

Entre os números apresentados estão:

Economia - O Brasil voltou para o ranking das dez economias do mundo. Nos últimos dois anos, o país cresceu duas vezes mais que a média registrada entre 2019 e 2022. O Produto Interno Bruto (PIB – soma dos bens e serviços produzidos) foi de 3,2% em 2023 e de 3,4% em 2024.

Empregabilidade - O Brasil registrou em 2024 a menor taxa de desemprego dos últimos 12 anos, de 6,6%, “situação de quase pleno emprego”, disse a Presidência. Em 2021, o indicador havia chegado a 14,9%, o maior da série histórica. Desde 2023, mais de 3,2 milhões de empregos formais foram gerados. O salário mínimo também foi reajustado acima da inflação.

Comércio internacional – Nos últimos dois anos, o presidente manteve reuniões com líderes de 67 países. Mais de 340 mercados foram abertos para produtos do agronegócio e a inserção comercial brasileira foi ampliada, em acordos com China, União Europeia e Oriente Médio. Em 2025, o país sedia a Cúpula do Brics, a 30ª Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas (COP30) e assume a presidência do Mercosul.

Combate à fome - “O Brasil retomou múltiplas políticas para nutrição e combate à fome e tornou-se uma das nações que mais reduziram a insegurança alimentar no período”, diz. Relatório das Nações Unidas apontou que a insegurança alimentar severa caiu 85% no Brasil em 2023. Em números absolutos, 14,7 milhões deixaram de passar fome no país. A insegurança alimentar severa, que afligia 17,2 milhões de brasileiros em 2022, caiu para 2,5 milhões. Nesse sentido, o programa Bolsa Família protege mais de 20 milhões de famílias todo mês, com repasse mínimo de R$ 600.

Mais Médicos - Para ampliar o acesso ao atendimento em saúde, o Mais Médicos dobrou o número de vagas. São mais de 26 mil profissionais atuando, após o programa ter sido reduzido a 13 mil. Hoje, eles chegam a 4,5 mil municípios e cobrem uma região com 64 milhões de brasileiros. 

Farmácia Popular - O Farmácia Popular, hoje, oferece 41 medicamentos de forma gratuita, incluindo fraldas geriátricas. 

Cirurgias no SUS - Houve recorde de cirurgias eletivas no SUS, com mais de 14 milhões de procedimentos em 2024, alta de 37% em relação a 2022. 

Ambulâncias – O Ministério da Saúde aumentou em cinco vezes a entrega de ambulâncias do Samu. Entre 2019 e 2022, 366 foram distribuídas. Nos últimos dois anos, o número subiu para 2.067.

Vacinação – “Após superar um período de negacionismo, o Brasil saiu da lista de países com mais crianças não vacinadas no mundo, segundo o Unicef”, diz o governo. A cobertura vacinal aumentou consideravelmente para 15 das 16 vacinas infantis.

Pé-de-meia – O programa Pé-de-Meia é um dos destaques no estímulo à educação. Criado para garantir a permanência de estudantes do ensino médio em sala, o incentivo financeiro já chega a 4 milhões de jovens. O programa transfere até R$ 9,2 mil por alunos durante os três anos do ensino médio.

Escola integral – “Mais tempo na escola, atividades esportivas, culturais e científicas, além de tranquilidade para os pais trabalharem”. É essa a perspectiva do governo para o ensino em tempo integral, que chegou a mais de 1 milhão de estudantes, o equivalente a 33 mil salas de aula. 

Ensino superior - O governo federal anunciou 10 novos campi de universidades, 400 obras em universidades e hospitais universitários pelo Novo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e 102 novos institutos federais de educação. As bolsas de estudo da pós-graduação também foram reajustadas depois de 10 anos. 

Nova indústria - Criado para fomentar o desenvolvimento produtivo, o programa Nova Indústria Brasil estimula o setor. A indústria cresceu 3,3% em 2024 e foi um dos destaques para puxar o PIB de 3,4% do Brasil. O setor sozinho gerou quase 200 mil empregos formais no ano. 

Novo PAC — Desenvolvido pelo governo federal a partir de prioridades de estados e municípios, o Novo PAC envolve mais de 20 mil obras e ações. Os investimentos superam R$ 1,8 trilhão para acelerar o crescimento do Brasil. 

Habitação – O Minha Casa, Minha Vida foi modernizado e ampliado, com a contratação de mais de 1,2 milhão de moradias em dois anos. 

Agronegócio — O Brasil tem o maior volume de investimentos da história do agronegócio, superando R$ 765 bilhões de crédito para a produção agropecuária pelo Plano Safra. 

Servidores - O Concurso Público Nacional Unificado atraiu mais de 2 milhões de candidatos para 6.640 vagas na administração pública. O formato inclusivo, com provas em todas as unidades da federação, será adotado novamente em 2025.

Imposto de renda - O governo federal isentou do Imposto de Renda (IR) 10 milhões de pessoas com renda de até dois salários mínimos. Além disso, já foi enviado ao Congresso o projeto que concede isenção para quem ganha até R$ 5 mil por mês e desconto progressivo até R$ 7 mil, o que deve tirar outros 10 milhões de brasileiros do IR a partir de 2026. 

Turismo – O Brasil teve recorde de 6,7 milhões de turistas estrangeiros em 2024. O número é maior do que os registrados em 2014, ano de Copa do Mundo no país, e 2016, quando foram realizados os Jogos Olímpicos no Rio de Janeiro.

Queda no desmatamento – A Amazônia atingiu a menor taxa de desmatamento da década em 2024, com a maior redução em 10 anos: 46% de queda em relação a 2022. No Cerrado, a redução de 25,7% em 2024 foi a primeira em cinco anos. 

Cultura - A Lei Paulo Gustavo e a Política Nacional Aldir Blanc garantiram R$ 6,86 bilhões em investimentos para o setor cultural. Na Lei Rouanet, houve a nacionalização dos investimentos, com novas linhas especiais alcançando territórios e comunidades que, historicamente, não eram beneficiados. Só em 2024, foram R$ 3 bilhões de recursos, mais de 14 mil projetos aprovados e mais de 5,6 mil empresas patrocinadoras.

 

 

AGÊNCIA BRASIL

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