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Redação

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 Jornalista/Radialista

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EUA - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que aumentará para 25% as tarifas cobradas sobre carros e caminhões provenientes da União Europeia na próxima semana. A medida pode abalar a economia mundial em um momento delicado.

Trump afirmou em postagem online que a UE "não está cumprindo o acordo comercial", embora não tenha detalhado suas objeções.

Trump e a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, haviam chegado a um acordo sobre um tratado comercial em julho passado. Na ocasião, ficou estabelecida uma tarifa de 15% sobre a maioria dos produtos importados da UE.

Tanto os EUA quanto a UE haviam confirmado anteriormente o compromisso de preservar a estrutura do tratado comercial, conhecido como Acordo de Turnberry, que recebeu esse nome em homenagem ao campo de golfe de Trump na Escócia.

Mas a validade do acordo de 2025 foi colocada em dúvida pela primeira vez depois que a Suprema Corte dos Estados Unidos decidiu, neste ano, que o presidente republicano não tinha autoridade legal para declarar uma emergência econômica e cobrar tarifas sobre produtos da UE.

O acordo inicial previa um teto tarifário de 15% sobre produtos da UE, mas a decisão da Suprema Corte reduziu esse valor para 10%, já que o governo Trump lançou um novo conjunto de impostos de importação com base em outras leis.

 

 

por Estadao Conteudo

INDONÉSIA - Jenny Rahmadi Fitri, que já participou do Puteri Indonésia, um dos concursos de beleza mais importantes do país, acabou presa após ser acusada de se passar por médica e realizar cirurgias plásticas ilegais. Segundo informações divulgadas pelo site Radar Online, ela teria provocado ferimentos graves em pacientes, deixando alguns deles “desfigurados”.

Natural da região de Riau, Fitri não possui formação na área da saúde, mas ainda assim operou por mais de cinco anos à frente da própria clínica, a Arauana Beauty Aesthetic Clinic, sem qualquer autorização legal. Apresentando-se como especialista em procedimentos estéticos, ela atraía clientes oferecendo preços reduzidos e condições vantajosas.

Um dos casos relatados envolve uma paciente que pagou por um facelift, mas enfrentou complicações sérias após o procedimento. A vítima apresentou sangramentos intensos e infecções durante o período de recuperação, necessitando de atendimento médico posterior.

Ade Kuncoro, diretor do departamento de investigação da Polícia de Riau, afirmou: "A vítima teve feridas e inchaço severo, o que exigiu tratamento adicional e cirurgias em várias unidades de saúde em Batam". Apesar de não correr risco de vida, a paciente ficou "permanentemente desfigurada" e possui cicatrizes que impedem o crescimento de cabelo em determinadas áreas da cabeça.

De acordo com as autoridades, pelo menos 15 pessoas foram afetadas, mas esse número pode aumentar conforme o avanço das investigações. Entre as principais queixas registradas estão “trauma psicológico, desfiguração e sequelas permanentes”, indicando a gravidade dos danos causados pelas intervenções realizadas ilegalmente.

 

 

por Notícias ao Minuto Brasil

IRÃ - O chanceler do Irã, Abbas Araghchi, chegou à China para um encontro com seu homólogo, Wang Yi, nesta quarta-feira (6), cerca de uma semana antes de o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, também viajar ao país asiático para um encontro com o líder do regime, Xi Jinping.

A reunião entre os chefes das relações diplomáticas ocorre a convite de Pequim, que vê risco de sua matriz energética ser prejudicada em decorrência da guerra no Irã. A maior parte do petróleo que passa pelo estreito de Hormuz, que se tornou o epicentro da tensão devido ao fechamento pelo país persa, tem como destino a China.

É a primeira visita de Araghchi ao país desde o início do conflito. O Ministério das Relações Exteriores do país persa afirmou que a ida do iraniano ocorre para "dar continuidade a consultas diplomáticas" e conversar sobre as relações bilaterais e internacionais.

Segundo da agência iraniana Isna, Araghchi falou sobre o andamento das negociações com os EUA, e declarou que o país só aceitará "um acordo justo e abrangente". "Faremos todo o possível para proteger nossos direitos e interesses legítimos nas negociações", disse.

Já o chanceler chinês, segundo relato de Pequim, declarou que o fim das hostilidades é "imperativo", e que "apoia o Irã na salvaguarda de sua soberania e segurança nacionais". As autoridades teriam ainda discutido a questão nuclear, com Wang reconhecendo o direito do país persa do desenvolvimento pacífico de energia atômica.

A nota chinesa diz ainda que Araghchi teria afirmado que a reabertura do estreito está próxima de acontecer, uma afirmação que não se repetiu no relato da agência iraniana.

A China tem se colocado como imparcial no conflito, ao passo que condenou em diversas ocasiões as ações conjuntas dos EUA e de Israel contra a soberania iraniana. Pequim se apresenta como ator capaz de auxiliar na desescalada da guerra, afirmando que apoia as negociações entre os envolvidos.

Nesta segunda-feira (6), o secretário do Tesouro americano, Scott Bessent, pediu à China que intensifique seus esforços diplomáticos para que o país persa abra Ormuz à navegação internacional.

Pequim tem grande influência sobre o Irã, uma vez que é um dos poucos países que mantêm relações diplomáticas com Teerã, com ampliação da cooperação política e econômica nos últimos anos. O Irã, por sua vez, é parte estratégica da expansão do programa chinês Cinturão e Rota, visto que está posicionado em uma região que conecta a Ásia a outros países do Oriente Médio e à Europa.

Os movimentos de Washington tentam fazer com que a China também se responsabilize pelas negociações pela reabertura do trecho, sob o argumento de que as refinarias do país ignoram sanções e recebem petróleo iraniano, da dependência do abastecimento da cadeia energética chinesa em relação ao óleo que passa por Ormuz e das trocas entre os regimes.

Como instrumento de pressão, em abril, os EUA impuseram sanções à refinaria independente chinesa Hengli Petrochemical, acusada de comprar petróleo iraniano, ampliando a lista de empresas chinesas sancionadas em decorrência da negociação com os persas.

Em contrapartida, a China utilizou pela primeira vez um instrumento criado para neutralizar imposições que considera violações das leis internacionais ou restrições ao comércio, fazendo com que as empresas não tenham obrigação de cumprir a decisão americana contra as refinarias.

A expectativa é que Wang e Araghchi tenham discutido o fechamento de Hormuz e que o lado chinês tenha feito a consulta para preparar Pequim para a chegada de Trump na próxima semana.

Bessent já havia adiantado que o fechamento do estreito faria parte da mesa de negociação entre Trump e Xi no encontro entre os dois, previsto para 14 e 15 de maio. O americano vai ao país em mais um capítulo da trégua comercial entre China e EUA, iniciada na última reunião entre eles, em outubro, na Coreia do Sul.

 

 

por Folhapress

ESPANHA - Três passageiros foram retirados nesta quarta-feira (6) de um navio de cruzeiro de luxo após um surto de hantavírus a bordo. A embarcação, com cerca de 150 pessoas, permaneceu por dias retida na costa de Cabo Verde enquanto a situação era monitorada por autoridades de saúde.

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), duas das pessoas resgatadas estão em estado grave e seguem para tratamento médico na Europa. Os pacientes são de nacionalidades holandesa, alemã e britânica, e serão encaminhados a unidades hospitalares especializadas.

Até o momento, três mortes já foram confirmadas em decorrência da doença. O navio, operado pela empresa Oceanwide Expeditions, deve seguir viagem com destino às Ilhas Canárias, na Espanha.

Autoridades de saúde identificaram a presença da cepa andina do hantavírus, considerada rara e com possibilidade limitada de transmissão entre humanos. Apesar da gravidade dos casos registrados a bordo, a OMS avalia que o risco de disseminação para a população em geral permanece baixo.

Um outro caso também foi registrado na Suíça, envolvendo um passageiro que já deixou o navio e está em tratamento em Zurique. As autoridades reforçam que, até o momento, não há indicativos de risco ampliado fora do ambiente da embarcação.

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