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Redação

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 Jornalista/Radialista

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Investimentos estão presentes desde a educação municipal até a segurança pública. PrefeitoMarcelo Pecchio apresenta avanços tecnológicos no Fórum de Cidades Digitais e Inteligentes da região

 

QUATÁ/SP - A Prefeitura de Quatá tem promovido a inovação nos serviços públicos através da adoção de tecnologias da informação em áreas estratégicas da gestão municipal. A cidade passou a utilizar, entre outras ações, TVs interativas, softwares de aprendizagem e aulas de robótica.

Segundo o Prefeito de Quatá e Presidente do Consórcio Intermunicipal do Vale Paranapanema (CIVAP), Marcelo Pecchio, a adoção horizontal das inovações na área da educação se deram pela necessidade de impulsionar o aprendizado nas escolas do município. “Apenas os livros não conseguem mais prender a atenção das nossas crianças. As aulas de robótica e telas interativas, além de facilitar a aprendizagem de alunos com necessidades especiais, torna os conteúdos mais interessantes e atrativos”, destaca o gestor. “Com as aulas de robótica, os jovens colocam a mão na massa e são instigados a desenvolver o raciocínio e o pensamento crítico voltado para a solução de problemas”, completa.

Marcelo Pecchio é um dos palestrantes confirmados no Fórum de Cidades Digitais e Inteligentes que irá debater inovações nos municípios do Centro-Oeste Paulista, no próximo dia 3 de abril, em Assis.

O uso da tecnologia no município de Quatá não está restrito à educação pública. Para a garantia da segurança em vias públicas e fiscalização do trânsito, a Prefeitura instalou mais de 600 câmeras em toda cidade, além de uma Central de Monitoramento e a adoção do botão de pânico nas escolas e creches. “Cidades inteligentes são aquelas que também investem em tecnologias para a segurança pública. Essas ações tornam o trabalho dos nossos agentes mais ágil e assertivo. Hoje, Quatá está entre as 50 cidades do Estado de São Paulo com maior eficiência pública”, frisa o prefeito. 

As inovações do município de Quatá integram apenas uma das muitas novidades que serão apresentadas no Fórum de Cidades Digitais e Inteligentes da Região de Assis. O evento, promovido pela Rede Cidade Digital (RCD) em parceria com a Prefeitura de Assis, será realizado no Anfiteatro da Fundação Educacional do Município de Assis (FEMA). O objetivo é reunir prefeitos, gestores e servidores para tratar da implantação de cidades inteligentes, que utilizam a tecnologia e fomentam a inovação nos serviços públicos. As inscrições para são gratuitas para servidores públicos, vereadores, entidades e universidades e devem ser feitas pelo sympla.com.br/rcd. As vagas são limitadas.

Além de políticas públicas e modelos implantados nos municípios, no encontro os gestores terão acesso às soluções desenvolvidas pela 1Doc, iFractal, Verkom e o Portal de Compras Públicas. O evento tem apoio institucional do Consórcio Intermunicipal do Vale Paranapanema (CIVAP), da Associação dos Municípios de Pequeno Porte do Estado de São Paulo (AMPPESP) e da FEMA. 

Serviço:

Fórum de Cidades Digitais e Inteligentes da Região de Assis
3 de abril de 2024 – Assis
Local:  Anfiteatro da FEMA (Fundação Educacional do Município de Assis) - Bloco B
Endereço: Av. Getúlio Vargas, 1200 - Bloco B - Vila Nova Santana - Assis (SP)
Início: 08h (Horário Local)
Inscrições gratuitas para servidores públicos: sympla.com.br/rcd
 

 

Autor: Evelin Moreira

Fonte: Rede Cidade Digital

Pesquisa da Acirp mostra queda dos preços em 4 das 5 regiões da cidade

 

RIBEIRÃO PRETO/SP - Após quatro altas consecutivas, o valor da cesta básica em Ribeirão Preto teve seu primeiro recuo. De acordo com pesquisa mensal de preços da Associação Comercial e Industrial (Acirp), o kit básico de alimentos custou em média R$ 679,00 em março, uma redução de 3,34% em relação ao mês anterior. 
O levantamento feito pelo Instituto de Economia Maurílio Biagi (IEMB) da Acirp aponta queda em quatro das cinco regiões do município. Os preços foram levantados no dia 15 de março em 11 supermercados/ hipermercados e quatro panificadoras distribuídos pela cidade. 
A cesta mais barata e com maior deflação foi encontrada na zona Norte a R$ 567,38, uma diminuição de 11,85% no comparativo com o que foi registrado em fevereiro. 
No Centro, que teve a cesta mais cara nos meses de janeiro e fevereiro, os preços baixaram 8,34%, ficando em R$ 707,22 neste mês de março. 
Na região Oeste o custo foi de R$ 648,61 (-2,26%) e na Leste, de R$ 736,89 (-0,56%). A Zona Sul, embora não tenha tido a cesta mais cara (R$ 720,38), foi a única a apresentar alta (+0,94%).  
“Este mês, a deflação foi puxada pela queda nos preços de produtos que tiveram excesso de oferta em 2023, como a soja e produtos derivados da pecuária bovina. Apesar disso, chama atenção ainda o crescimento no preço de produtos in natura, como frutas e legumes, reflexo dos impactos do El Niño sobre a produção agrícola”, aponta Lucas Ribeiro, analista do IEMB Acirp. 
Em março, as carnes corresponderam a 34,2% do orçamento total, seguidas pelas de frutas e legumes (31,7%), farináceos (19,78%), laticínios (6,16%), leguminosas (4,98%), cereais (2,48%) e óleos (0,71%) 
Em relação ao poder de compra, a cesta básica compromete o equivalente a 52% dos rendimentos do trabalhador assalariado, considerando a remuneração de um salário mínimo (R$1.412,00) e uma renda liquida de R$1.305,82 (deduzidos 7,52% da contribuição para a Previdência Social). 
Considerando uma carga horária mensal de 220 horas, esse indivíduo precisou trabalhar 114,4 horas para adquirir sua cesta, 3,95 horas a menos que em fevereiro.   

Vai e vem dos preços 
O item com maior impacto no preço final da cesta básica em Ribeirão Preto foi a margarina com sal (-13,95%). A batata inglesa também teve uma redução importante (-11,59%). A queda do valor da carne alcatra é outro destaque (-6,04%). 
Na outra ponta, o tomate italiano subiu 18,46%, impedindo uma deflação maior na cesta de março.   

Dados do estudo  
Os 13 itens avaliados mensalmente pela Acirp são os mesmos considerados pela cesta descrita no Decreto-Lei nº 399/1938, que define um conjunto de alimentos que seria suficiente para o sustento e bem-estar de um trabalhador em idade adulta.  
A cesta inclui carne bovina (6 kg de alcatra), leite longa vida (7,5 litros), feijão carioca (4,5 kg), arroz branco tipo 1 (3 kg), farinha de trigo (1,5 kg), batata inglesa (6 kg), tomate italiano (9 kg), pão francês (6 kg), café em pó (0,6 kg), banana nanica (90 unidades), óleo de soja (0,8 litro), açúcar cristal (3 kg) e margarina (0,75 kg).   
Os locais de compra são determinados com base na Pesquisa de Orçamento Familiar (POF) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) de 2017-2018. O pão francês é o único item cotado também em padarias, uma vez que 60% dos ribeirão-pretanos preferem comprá-lo nestes estabelecimentos.  
 
IEMB  
O Instituto de Economia Maurílio Biagi (IEMB) integra o Departamento de Relações Institucionais da Acirp, entidade que em 2024 completa 120 anos de atuação em Ribeirão Preto. Foi criado em 1954 com objetivo de gerar dados socioeconômicos para orientação na gestão de empresas e da cidade. As medições do Índice Mensal da Cesta Básica do IEMB-Acirp têm sido aferidas desde maio de 2023.  

RIBEIRÃO BONITO/SP - O Sicoob Crediacisc, cooperativa de crédito mútuo de São Carlos e região, vai converter o escritório de negócios que mantém em Ribeirão Bonito em Ponto de Atendimento, ampliando os serviços financeiros que já oferece ao município.

A ampliação entrará em funcionamento nos próximos dias e marca mais um compromisso da atual gestão da cooperativa de crédito (2020-2024) liderada pela empresária Lídia Maria Mendes Lima, presidente do Conselho de Administração.

O Sicoob Crediacisc, cooperativa fundada em 2005 em São Carlos, ampliou sua atuação principalmente a partir de 2020 quando se tornou de livre admissão, permitindo que qualquer pessoa física ou jurídica se associe. “Nesta gestão nós fizemos um plano de expansão para ampliar nossa atuação”, explica Lídia.

Além de três unidades em São Carlos – Centro, Vila Prado e Santa Felícia –, o Sicoob Crediacisc tem um ponto de atendimento em Dourado e um escritório de negócios em Ribeirão Bonito desde 2022.

“Vamos seguir nosso plano de expansão, até o final deste semestre implantaremos um escritório de negócios em Itirapina”, explica Lídia Maria. De acordo com a presidente, essas iniciativas reforçam o compromisso assumido com os cooperados e também com a comunidade de São Carlos e região. “Queremos possibilitar que o cooperativismo de crédito possa estar acessível a todos os interessados”, salientou.

Para a presidente do Sicoob Crediacisc, existem muitos motivos para celebrar o fim desta atual gestão. "Enfrentamos uma pandemia, conseguimos executar nosso planejamento, tivemos um 2023 bastante intenso, com muitos serviços e a distribuição de meio milhão de reais no final do ano para os nossos cooperados”, relembra.

El Niño afeta produção agrícola na Europa e no Brasil, elevando preços de produtos como azeite e batata

 

SÃO PAULO/SP - Produtos e ingredientes comuns da Páscoa — como peixe ou arroz, por exemplo — estarão mais caros em 2024. Dados da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP), com base no Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), do IBGE, mostram que, juntos, esses itens subiram 17,7% [tabela 1] entre a data no ano passado e agora. Na perspectiva da Federação, impactos climáticos são determinantes nesse fenômeno. O aumento em 2024 é, aliás, maior do que o observado na última Páscoa, quando os mesmos produtos aumentaram 12%.
 

[TABELA 1]

VARIAÇÕES DOS PREÇOS DOS PRODUTOS DA PÁSCOA

12 MESES
Fonte: FecomercioSP

 

 

O exemplo mais evidente é o azeite, que está 42,8% mais custoso na RMSP do que há um ano. Isso se explica pelas condições climáticas adversas que prejudicaram a colheita nos países produtores da Europa nos últimos meses. No Brasil, o fenômeno El Niño também atrapalhou a produção de itens como batata-inglesa, tomate e alho. A consequência é a elevação de preços em 34,7%, 17,5% e 9%, respectivamente. 

O pescado, por sua vez, parte essencial do almoço de Páscoa, subiu 5,2%, enquanto os chocolates em barra e em pó, ao contrário, apontaram quedas relativas em comparação a 2023, considerando que a inflação do período foi de 4,5%. “Ainda que mais gente esteja empregada, e a renda tenha subido, a pressão dos alimentos tende a dificultar um pouco mais a compra dos ingredientes para os eventos relacionados à data, ou mesmo para o tradicional ovo de chocolate”, pontua Guilherme Dietze, assessor econômico da FecomercioSP. 

É importante salientar que o estudo não capta a variação de preços dos ovos de chocolate em específico, já que, por ser uma produção sazonal e diferenciada, o produto não entra na catalogação feita pelo IBGE. Da mesma forma, é fundamental ressaltar que a comparação entre os preços dos ovos e dos outros formatos do produto (como em barra) é indevida, porque são alimentos com estruturas de produção diferentes. 

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