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Redação

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 Jornalista/Radialista

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SÃO PAULO/SP - Após seu desligamento do SBT em 2017, Moacyr Franco revelou recentemente em um podcast que ficou magoado com Silvio Santos, apesar de amá-lo. O ator de 87 anos de idade tem uma vasta obra na música, TV e cinema mas teve seu contrato encerrado devido ao controle de gastos da emissora com quase 10 anos de empresa.

Moacyr argumentou que tentou renegociar o seu salário, que na época era de R$ 50 mil reais por mês para um valor simbólico de apenas R$ 500 reais, ou mesmo trabalhando de graça de modo a permanecer como funcionário da emissora. No entanto, o acordo foi rejeitado pela diretoria do SBT e Moacyr teve seu desligamento efetivado.

“Eu fiquei chateado com o Silvio porque ele poderia ter interferido… Eu estava no auge na ‘Praça’… Eles me chamaram ‘olha, Moacyr, estamos com uma contenção de despesas, infelizmente vamos despedir você’. Confesso que fiquei paralisado, falei ‘tá bom’”, declarou Moacyr.

Apesar de continuar atuando em produções como “Ilha de Ferro” e “Segunda Chamada” no Globoplay, Moacyr revela que gostaria de um emprego fixo. Moacyr também relatou que a filha de Silvio Santos, Daniela Beyruti, o chamou para uma reunião, mas não saiu nenhuma proposta concreta. “Eu preciso de um emprego, ganhar um salário, estou batalhando por isso” contou Moacyr.

 

 

Gabriel / JETSS

BRASÍLIA/DF - Um total de 46.093 chaves Pix de clientes da Fidúcia Sociedade de Crédito ao Microempreendedor e à Empresa de Pequeno Porte Limitada (Fidúcia) tiveram dados cadastrais vazados.

A informação foi divulgada na segunda-feira (18) pelo Banco Central (BC). Esse foi o sexto vazamento de dados desde o lançamento do sistema instantâneo de pagamentos, em novembro de 2020.

Segundo o BC, o vazamento ocorreu por causa de falhas pontuais em sistemas da instituição de pagamento. A exposição, informou o BC, ocorreu em dados cadastrais, que não afetam a movimentação de dinheiro. Dados protegidos pelo sigilo bancário, como saldos, senhas e extratos, não foram expostos.

Embora o caso não precisasse ser comunicado por causa do baixo impacto potencial para os clientes, a autarquia esclareceu que decidiu divulgar o incidente em nome do “compromisso com a transparência”.

As pessoas que tiveram seus dados cadastrais obtidos a partir do incidente serão notificadas exclusivamente por meio do aplicativo ou pelo internet banking de sua instituição de relacionamento. O Banco Central ressaltou que esses serão os únicos meios de aviso para a exposição das chaves Pix e pediu para os clientes desconsiderarem comunicações como chamadas telefônicas, SMS e avisos por aplicativos de mensagens e por e-mail.

A exposição de dados não significa necessariamente que todas as informações tenham vazado, mas que ficaram visíveis para terceiros durante algum tempo e podem ter sido capturadas. O BC informou que o caso será investigado e que sanções poderão ser aplicadas. A legislação prevê multa, suspensão ou até exclusão do sistema do Pix, dependendo da gravidade do caso.

Histórico

Esse foi o sexto incidente de vazamentos de dados do Pix desde a criação do sistema, em novembro de 2020. Em agosto de 2021, ocorreu o vazamento de dados 414,5 mil chaves Pix por número telefônico do Banco do Estado de Sergipe (Banese). Inicialmente, o BC tinha divulgado que o vazamento no Banese tinha atingido 395 mil chaves, mas o número foi revisado mais tarde.

Em janeiro de 2022, foi a vez de 160,1 mil clientes da Acesso Soluções de Pagamento terem informações vazadas. No mês seguinte, 2,1 mil clientes da Logbank pagamentos também tiveram dados expostos.

Em setembro de 2022, dados de 137,3 mil chaves Pix da Abastece Ai Clube Automobilista Payment Ltda. (Abastece Aí) foram vazados. O caso mais recente ocorreu em setembro do ano passado, quando 238 chaves Pix da Phi Pagamentos foram expostas.

Em todos os casos, foram vazadas informações cadastrais, sem a exposição de senhas e de saldos bancários. Por determinação da Lei Geral de Proteção de Dados, a autoridade monetária mantém uma página em que os cidadãos podem acompanhar incidentes relacionados com a chave Pix ou demais dados pessoais em poder do BC.

Matéria alterada às 13h25 do dia 19/03 para corrigir informação no quinto parágrafo. Diferentemente do informado, a empresa Phi Pagamentos não tem qualquer relação com o vazamento comunicado na segunda-feira (18) pelo Banco Central.

 

 

Por Wellton Máximo – Repórter da Agência Brasil

SÃO PAULO/SP - A Suprema Corte da Suíça autorizou a repatriação para o Brasil de US$ 16,3 milhões, cerca de R$ 82 milhões, bloqueados em contas ligadas ao ex-prefeito Paulo Maluf, que administrou São Paulo entre 1993 e 1996. A informação foi divulgada pelo Ministério Público Federal (MPF) e pela Advocacia-Geral da União (AGU).

O Departamento de Recuperação de Ativos e Cooperação Jurídica Internacional (DRCI), órgão vinculado ao Ministério da Justiça, pediu a repatriação do dinheiro depois que o ex-prefeito foi condenado no Brasil, pelo Supremo Tribunal Federal (STF), a sete anos de prisão por lavagem de dinheiro.

Os valores depositados nas contas na Suíça seriam fruto de um esquema de propinas na prefeitura, segundo a investigação.

A decisão que autorizou a remessa do dinheiro foi tomada no dia 2 de fevereiro. "As autoridades brasileiras fundamentaram o pedido de repatriação dos valores com base no julgamento do STF, enfatizando que houve análise exaustiva de provas no processo criminal", informaram MPF e AGU.

O Ministério Público Federal e o Ministério Público de São Paulo trabalham há dez anos, desde 2014, para garantir a repatriação do dinheiro. A Advocacia-Geral da União entrou no caso em 2022. Não há mais possibilidade de recurso, ou seja, a decisão da Justiça da Suíça é definitiva.

O Estadão entrou em contato com a AGU e com o MPF para saber se o destino do dinheiro já foi definido e ainda aguardava uma resposta até a publicação deste texto. O espaço está aberto a manifestações.

 

 

POR ESTADAO CONTEUDO

INGLATERRA - A taxa de inflação global para os bens que saem das fábricas no Reino Unido registou um aumento mensal de 0,3% em Fevereiro, informou o Gabinete de Estatísticas Nacionais (ONS) do país no seu relatório publicado na quarta-feira. Na comparação com o mesmo mês de 2023, o número avançou 0,4%.

Enquanto isso, os preços dos insumos ao produtor caíram 0,4% em termos mensais e 2,7% em termos anuais.

O maior contributo para o aumento dos preços na produção veio dos produtos petrolíferos e de outros produtos, que registaram aumentos anuais de 1,64% e 1,15%, respectivamente. Enquanto isso, os preços dos produtos químicos foram os que mais puxaram para baixo os preços dos insumos, caindo 7,4% em relação a fevereiro de 2023.

 

 

Repórter ADVFN

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