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Evento aconteceu nesta quarta-feira (23), no Senac, em uma iniciativa da Comissão Municipal de Emprego (CME) de São Carlos

SÃO CARLOS/SP - Em uma iniciativa da Comissão Municipal de Emprego (CME) de São Carlos, com apoio do Senac, da Gerência Regional do Trabalho e realização da Prefeitura Municipal, por meio da Secretaria de Trabalho, Emprego e Renda, foi realizado nesta quarta-feira (23), no Auditório do Senac São Carlos, o  Fórum de Empregabilidade de São Carlos 2019.

O evento contou com palestras ministradas pelo Gerente Regional do Sebrae-SP, Elton Yokomizo;  pelo Professor  do Departamento de Engenharia de Produção da UFSCar, Luiz Fernando de Oriani e Paulillo e pelo psicólogo Luis Enrique Paulino Carmelo, além de debate com mediação da Dra. Consuelo Generoso Coelho de Lima, da Gerência Regional do Trabalho.

Para o presidente da CME e do Sindicato do Comércio Varejista de São Carlos e Região, Paulo Roberto Gullo, as informações e reflexões sobre a empregabilidade durante o Fórum foram muito ricas. “Certamente todos nós saímos desse fórum com muitas ideias e prontos para agir. Crescemos muito!”

Paulo Gullo lembrou que quando assumiu a presidência da CME de São Carlos, em janeiro desde ano, sua proposta era trabalhar efetivamente para geração de emprego.

“Com o apoio de todos os membros da Comissão, do Secretário Municipal de Emprego e Renda, Walcinyr Bragatto e do Senac São Carlos, por meio de sua gerente  Maria Júlia Valdo Mascaro,  estamos conseguindo isso!”

Em junho a CME realizou, no Paço Municipal, uma Mesa Redonda sobre Aprendizagem com a presença de representantes do poder público, entidades e empresas da região e agora realizou esse Fórum de Empregabilidade.

“A Comissão está atuante. Um ano como presidente da CME está passando rápido, mas espero estar contribuindo para que esse órgão continue trabalhando firme em favor da nossa sociedade e de nossa economia”, concluiu.

Durante o Fórum foi servido um café da manhã produzido pelos alunos do curso técnico em cozinha e curso técnico em confeitaria do Senac São Carlos.

BRASÍLIA/DF - O ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), foi o segundo a votar, hoje (23), para que seja mantido o entendimento da Corte que autoriza a prisão após a condenação em segunda instância da Justiça.

Fachin sustentou que o princípio de presunção da inocência, previsto na Constituição, em nada é prejudicado se o cumprimento de pena começar após a condenação em segundo grau, e que a jurisprudência internacional confirma ser o duplo grau de jurisdição suficiente para a garantia de um julgamento justo e de uma Justiça eficaz.

“É inviável sustentar que toda e qualquer prisão só pode ter seu cumprimento iniciado quando o último recurso da última corte constitucional for examinado”, disse Fachin.

O julgamento sobre o assunto foi retomado nesta quarta-feira (23) após ter sido iniciado na semana passada com as sustentações orais dos advogados interessados na causa. Até o momento, além de Fachin, o ministro Alexandre de Moraes também votou a favor da prisão em segunda instância.

Ambos divergiram do relator do caso, ministro Marco Aurélio Mello, que na manhã desta quarta-feira confirmou seu entendimento de que a prisão só seria possível após o trânsito em julgado, quando não é mais possível recorrer ao Superior Tribunal de Justiça ou ao próprio Supremo.

Sendo assim, não há surpresas até o momento, uma vez que os três ministros que já votaram confirmaram posições externadas em julgamentos anteriores. Após breve intervalo regimental, o julgamento deve ser retomado ainda nesta quarta-feira com o voto do ministro Luís Roberto Barroso.

Entenda

O entendimento atual do Supremo permite a prisão após condenação em segunda instância, mesmo que ainda seja possível recorrer a instâncias superiores.

Três ações declaratórias de constitucionalidade (ADCs) – abertas pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e pelos partidos PCdoB e antigo PEN, atual Patriota – buscam mudar tal entendimento, para que o cumprimento de pena somente seja permitido após o trânsito em julgado, quando não há mais possibilidade de recursos no Superior Tribunal de Justiça (STJ) ou no próprio Supremo.

A questão divide a Corte, onde foi discutida ao menos quatro vezes desde 2016. Naquele ano, o plenário decidiu em caráter liminar (provisório), por 6 votos a 5, nas próprias ADCs hoje julgadas no mérito, que a prisão em segunda instância poderia ocorrer. De 2009 a 2016, entretanto, prevaleceu o entendimento contrário, no sentido de que a sentença só poderia ser executada após o Supremo julgar os últimos recursos.

Segundo o Conselho Nacional de Justiça (CNJ), uma nova mudança de entendimento em favor do trânsito em julgado pode ter impacto na situação de cerca de 4,9 mil presos que tiveram mandado de prisão expedido pela segunda instância.

Entre os possíveis beneficiados, estão condenados na Operação Lava Jato, incluindo o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, preso desde 7 de abril do ano passado na Superintendência da Polícia Federal em Curitiba, após ter sua condenação por corrupção e lavagem de dinheiro confirmada pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4), no caso do tríplex do Guarujá (SP).

 

*Por: Felipe Pontes - Repórter da Agência Brasil

SÃO CARLOS/SP - Quem nunca perdeu um amigo ou conhece alguém que perdeu? Quem sempre se lembra daquele parente querido em datas significativas? São perguntas feitas para nos trazer a reflexão de que todos nós imaginamos ou já sentimos a dor de perder alguém que amamos, e que mesmo assim, falar de morte não se torna um tema fácil.

A evolução das tecnologias médicas segueao trazer novas técnicas e ferramentas para prolongar a vida, nos desafiamos a suprir os sinais de envelhecimento, a conhecer hábitos saudáveis, terapias, procedimentos; com isso, podemos nos colocar a refletir no quanto fugimos da morte e a tememos. O medo da morte e o processo de luto podem variar bastante, por exemplo, a forma como esses processos são interpretados tem grande influência; o processo de luto pode ser desde uma forma de homenagear, de demonstrar a falta que a pessoa faria, à até mesmo tornar-se um episódio tão dolorido ao ponto do indivíduo ser incapaz de voltar a reorganizar e viver sua vida plenamente em contextos sociais e familiar. Se a morte acontece por um motivo crônico e algo esperado, geralmente, tem-se a aceitação mais facilmente, porém, quando a morte ocorre de forma trágica e repentina, tende a causar inúmeras alterações na vida de uma pessoa, acarretando, muitas vezes, prejuízos e alterações, principalmente, nos funcionamentos emocionais e cognitivos.

Lidar com a finitude humana ainda é um tabu. Todos nós partiremos e todos nós veremos tal dor acontecer, porém acolher o luto e a dor de deixar “a pessoa partir” é necessário, e a psicologia oferece suporte e estratégias para que esse processo natural seja feito da melhor forma possível.

 

*Por: Murilo Aguiar de Carvalho, Psicólogo - Supera Reabilitação

Assista a entrevista

https://www.facebook.com/radiosancawebtv/videos/409162989753054/

SÃO PAULO/SP - Após protagonizar uma polêmica, MC Gui teve o nome cortado da lista de atrações do “Baile do Poderoso” que acontecerá em São Paulo, no próximo fim de semana.

Segundo a colunista Keila Jimenez, a organização do evento teme pela repercussão negativa e não quer ser associada ao cantor. Outros artistas também estão evitando contato com ele.

O festival receberá Marília Mendonça como a principal atração. Além da sertaneja, estão confirmados nomes como MC Livinho, Don Juan, Hariel, Gaab, Davi, Kevin, Mirella, Zé Neto e Cristiano.

MC Gui, para quem não ficou sabendo, viralizou um vídeo na internet onde apareceu debochando de uma menina em um dos parques da Disney, nos Estados Unidos. Boatos dão conta de que a garota sofre de câncer.

 

*Por: LUCAS BRANDÃO / FAMOSIDADES

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