Jornalista/Radialista
SANTOS/SP - A dupla Maiara e Maraisa está pronta para comandar seu primeiro evento em alto mar, a bordo do MSC Preziosa, em parceria com a PromoAção, maior produtora de cruzeiros temáticos do mundo. Serão três dias de festa dentro do transatlântico que sairá de Santos com destino a Angra dos Reis e Búzios.
Para fazer parte desse festival inédito, a dupla contará com a participação de alguns nomes como Ana Castela, Simone Mendes, João Gomes, Dennis DJ, Mari Fernandez, Edson e Hudson e Murillo Huff. Além disso, o projeto que acontece de 8 a 11 de março, também irá comemorar o ‘Dia Internacional da Mulher’ em grande estilo. “É uma fase intensa de trabalho na nossa carreira, somos gratas a cada novo passo nosso e o navio é mais um. Eu e Maiara queremos realmente viver essa experiência, não só em cima do palco. Vocês podem se preparar que vamos bagunçar nessa viagem, vai ser lindo!”, declarou Maraisa.
Com open food, muita música, entretenimento de primeira linha, ambientes luxuosos e muito mais, o “Maiara e Maraisa em Alto Mar” terá festas temáticas em todas as noites. No dia 8, o público receberá um abadá personalizado para vestir na primeira festa. No dia 9, a “Festa Junina” agitará o MSC Preziosa e, para fechar com chave de ouro, no dia 10 os fãs poderão preparar seu melhor look country para curtir a “Country Night” que terá a apresentação de grandes sertanejos.
“Nem nos nossos maiores sonhos imaginávamos comandar um navio. Estamos empolgadas para passar estes dias ao lado dos nossos fãs e amigos”, contou Maiara. O cruzeiro das irmãs mais amadas do Brasil é uma parceria com a empresa PromoAção e as últimas cabines estão disponíveis em www.maiaraemaraisaemaltomar.
SÃO CARLOS/SP - Vamos te ensinar a preparar uma deliciosa escabeche de abobrinha, ideal para acompanhar suas refeições, ou ser servida como petisco no churrasco. Venha para o nosso passo a passo aprender essa deliciosa receita do canal Divinas Receitas.
Como fazer receita de escabeche de abobrinha
Para preparar esta deliciosa receita de escabeche de abobrinha, comece cortando as abobrinhas em rodelas de espessura média. Em uma panela grande, aqueça o azeite em fogo médio. Refogue a cebola e o alho até ficarem macios e levemente dourados. Em seguida, retire-os da panela. Adicione as rodelas de abobrinha à mesma panela e refogue por alguns minutos, até que estejam levemente douradas. Para montar o escabeche, comece colocando uma camada de abobrinha no recipiente. Polvilhe com sal e adicione uma camada de cebola, azeitonas, orégano e cheiro-verde. Em seguida, adicione outra camada de abobrinha e repita o processo com uma camada de cebola dourada, finalizando com alho frito por cima. Regue com um pouco de azeite e sua deliciosa escabeche de abobrinha estará pronta para ser servida.
Ingredientes da receita de Escabeche de abobrinha
Modo de preparo
André Holmo / RECEITA TODA HORA
Programa será exibido de segunda a sexta-feira, às 16h
BRASÍLIA/DF - A TV Brasil traz de volta um clássico da televisão brasileira: o Sem Censura retorna à grade da emissora pública no dia 26 de fevereiro. A atração será comandada pela apresentadora Cissa Guimarães. Com novos quadros, debatedores, entrevistas e atrações musicais, o programa volta à programação de segunda a sexta-feira, ao vivo, das 16h às 18h.
Mesmo em novo formato, o Sem Censura continua com pontos clássicos do programa, como a bancada redonda com a apresentadora ao centro, mas de forma repaginada. A trilha sonora que marcou as tardes da televisão brasileira ganha um ritmo mais popular. A identidade visual também foi reformulada, com elementos mais jovens e conectados ao universo digital.
“Estou muito animada e com frio na barriga para essa estreia. A TV Brasil e a EBC são do povo brasileiro. Isso me dá uma responsabilidade e, também, uma alegria muito grande de fazer parte da retomada do Sem Censura”, diz Cissa.
Atriz e apresentadora, Cissa é uma das personalidades mais carismáticas da televisão brasileira. Ela traz a experiência dos seus 66 anos de vida, muitos deles dedicados ao teatro e à televisão, para dar nova cara ao programa. Iniciou sua carreira no teatro, em 1977, e integrou o elenco de mais de vinte novelas na TV Globo. Na emissora, apresentou o programa de variedades Vídeo Show e o É de Casa.
“É uma alegria e uma honra ter a Cissa Guimarães na retomada desse programa icônico da TV brasileira. Vamos ter de volta pluralidade de ideias, de pessoas, de sotaques e de culturas no Sem Censura, levando entretenimento e também conteúdo de qualidade para o público”, aponta a Diretora de Conteúdo e Programação da EBC, Antonia Pellegrino.
O diretor-presidente da Empresa Brasil Comunicação (EBC), Jean Lima, destaca que a volta do Sem Censura sob o comando de Cissa Guimarães tem potencial de atrair um novo público para a emissora. “É um marco importante no esforço de melhoria da nossa programação e reconstrução da TV Brasil”, afirmou.
Debatedores e mais cultura
O novo Sem Censura traz de volta a presença dos debatedores fixos, que se revezarão a cada episódio. Estarão junto de Cissa Guimarães a comediante Dadá Coelho; o diretor de cinema e teatro, Rodrigo França; e a jornalista cultural e radialista, Fabiane Pereira. Eles se revezam na atração com outros nomes que já são da emissora. Dentre eles, a jornalista e apresentadora Katy Navarro, que já comandou o Sem Censura em outras temporadas; a cantora, jornalista e também apresentadora de atrações musicais da TV Brasil, Bia Aparecida; e o jornalista e influenciador digital, Murilo Ribeiro, o Muka.
Com direção geral de Bruno Barros, que também já esteve no comando do programa em outras temporadas, o Sem Censura volta a ser um espaço de divulgação da produção cultural brasileira e referência para novos artistas. Todas as sextas-feiras, contará com atrações musicais que se apresentarão fazendo um tributo a outros artistas – o primeiro deles será uma homenagem a Gal Costa. A direção artística do programa é de Leila Maia.
O Sem Censura terá exibição simultânea pelo Youtube da emissora (youtube.com/tvbrasil ) e pelo aplicativo da TV Brasil. O app pode ser baixado gratuitamente e está disponível para Android e iOS. Assista também pela WebTV: https://tvbrasil.ebc.com.br/
Sobre o programa
O Sem Censura faz parte da programação da TV Brasil desde 1985, quando estreou com Tetê Muniz como apresentadora - mas ficou mais conhecido com o rosto de Leda Nagle na bancada, que apresentou o programa de 1996 a 2016. O Sem Censura promovia debates políticos e era diário, passando a ser semanal desde 2021, e retorna repaginado em 2024 com a apresentação de Cissa Guimarães.
Serviço
Sem Censura
A partir de 26 de fevereiro, de segunda a sexta-feira, na TV Brasil
Das 16h às 18h
JERUSALÉM - O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, apresentou um plano de "dia seguinte" para Gaza, sua primeira proposta oficial para o fim da guerra no território palestino comandado pelo Hamas.
De acordo com o documento, apresentado aos membros do gabinete de segurança de Israel na quinta-feira e visto pela Reuters na sexta-feira, Israel manteria o controle de segurança sobre todas as terras a oeste da Jordânia, incluindo a Cisjordânia ocupada e Gaza -- territórios onde os palestinos querem criar um Estado independente.
Nas metas de longo prazo listadas, Netanyahu rejeita o "reconhecimento unilateral" de um Estado palestino. Ele diz que um acordo com os palestinos só será alcançado por meio de negociações diretas entre os dois lados -- mas não mencionou quem representaria o lado palestino.
Em Gaza, Netanyahu descreve a desmilitarização e a desradicalização como metas a serem alcançadas em médio prazo. Ele não detalha quando esse estágio intermediário começaria ou quanto tempo duraria. Mas ele condiciona a reabilitação da Faixa de Gaza, grande parte da qual foi destruída pela ofensiva de Israel, à sua completa desmilitarização.
Netanyahu propõe que Israel esteja presente na fronteira entre Gaza e Egito, no sul do enclave, e coopere com o Egito e os Estados Unidos nessa área para impedir tentativas de contrabando, inclusive na passagem de Rafah.
Para substituir o domínio do Hamas em Gaza e, ao mesmo tempo, manter a ordem pública, Netanyahu sugere trabalhar com representantes locais "que não sejam afiliados a países ou grupos terroristas e que não sejam apoiados financeiramente por eles".
Ele pede o fechamento da agência da Organização das Nações Unidas (ONU) para os refugiados palestinos, a UNRWA, e sua substituição por outros grupos de ajuda internacional.
"O documento de princípios do primeiro-ministro reflete o amplo consenso público em relação aos objetivos da guerra e à substituição do governo do Hamas em Gaza por uma alternativa civil", disse uma declaração do gabinete do primeiro-ministro.
O documento foi distribuído aos membros do gabinete de segurança para iniciar uma discussão sobre o assunto.
A guerra foi desencadeada por um ataque liderado pelo Hamas no sul de Israel em 7 de outubro, no qual 1.200 pessoas foram mortas e 253 foram feitas reféns, de acordo com dados das autoridades israelenses.
Jurando destruir o Hamas, Israel respondeu com um ataque aéreo e terrestre à Gaza que matou mais de 29.400 pessoas, de acordo com as autoridades de saúde palestinas. A ofensiva deslocou a maior parte da população do território e causou fome e doenças generalizadas.
O porta-voz do presidente da Autoridade Palestina, Mahmoud Abbas, Nabil Abu Rudeineh, disse à Reuters que a proposta de Netanyahu estava fadada ao fracasso, assim como qualquer plano israelense para mudar as realidades geográficas e demográficas de Gaza.
"Se o mundo está genuinamente interessado em ter segurança e estabilidade na região, ele deve acabar com a ocupação israelense das terras palestinas e reconhecer um Estado palestino independente com Jerusalém como sua capital", disse ele.
A guerra em Gaza reavivou os apelos internacionais -- incluindo o principal apoiador de Israel, os Estados Unidos -- para a chamada solução de dois Estados como o objetivo final para resolver o conflito israelense-palestino que já dura décadas. No entanto, vários políticos israelenses de alto escalão se opõem a isso.
A solução de dois Estados é, há muito tempo, uma política ocidental fundamental na região, mas houve pouco progresso na obtenção da condição de Estado palestino desde a assinatura dos Acordos de Oslo no início da década de 1990.
Reportagem de Henriette Chacar e Ali Sawafta / REUTERS
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