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Redação

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 Jornalista/Radialista

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SÃO CARLOS/SP - O vereador Bruno Zancheta, acompanhado do secretário de Governo, do Secretário de Obras Públicas, do Presidente do SAAE e do Chefe de Gabinete da autarquia,  esteve na última terça-feira (28), no Condomínio Leila, no Varjão, acompanhando o início das obras de guias, sarjetas, drenagem e pavimentação que serão realizadas nas primeiras vias.

Bruno Zancheta pontuou: “Esse é um sonho de todos que residem ou têm suas chácaras nessa região. Fui procurado, logo no início de meu mandato e me comprometi com os moradores que faríamos todos os tipos de encaminhamentos necessários para que esse trabalho acontecesse e começássemos a sonhar juntos. Vencemos!”.

O município de São Carlos foi contemplado com recursos estaduais, através do programa “São Paulo Nossa Rua”, na ordem de R$ 16 milhões de reais e desse montante, que será executado em lotes, o Varjão foi contemplado no primeiro lote, com a empresa vencedora do processo licitatório, Bandeirantes, com a realização das primeiras vias de acesso ao bairro.

“Quero destacar o trabalho do secretário de Governo Netto Donato, do secretário de Obras Públicas, João Muller, do presidente do SAAE, Mariel Olmo e do chefe de gabinete da autarquia, José Augusto Santana, pessoas que tornaram essa obra possível e viável. Gratidão também ao ex-governador Rodrigo Garcia e ao governador Tarcísio de Freitas pela liberação do recurso e pelo olhar clínico com nosso município. Quando unimos forças, as coisas acontecem e quem ganha com isso, é a população", finalizou Bruno Zancheta.

Entrevistados falaram sobre vestibular indígena, conquistas e demandas na Universidade e atuação no mercado de trabalho

 

SÃO CARLOS/SP - A UFSCar lançou no último dia 28 de novembro, o minidocumentário "Presença Indígena na UFSCar - 15 anos de história". O objetivo é mostrar, em cenas e depoimentos, um pouco da trajetória dos estudantes indígenas nos quatro campi da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) - São Carlos, Araras, Sorocaba e Lagoa do Sino. 
Thaís Palomino, Coordenadora de Acompanhamento Acadêmico e Pedagógico para Estudantes (CAAPE) da Pró-Reitoria de Graduação (ProGrad) da UFSCar, é uma das entrevistadas do programa. Ela conta como teve início o vestibular indígena na UFSCar, aprovado em 2007, e como foi a mudança das provas - que antes eram realizadas em São Carlos e, atualmente, são descentralizadas, para atender uma demanda dos próprios povos indígenas. 
Ela também falou dos alunos que se formaram na UFSCar e atuam em diversas áreas. "Hoje temos 73 profissionais formados na UFSCar e nos quatro cantos do Brasil. Eles são de 21 cursos diferentes, cidades diferentes, áreas diferentes", elenca. Um deles é Edinaldo dos Santos Rodrigues, estudante egresso do curso de graduação em Psicologia. "Atualmente eu faço parte de uma organização que é a Articulação Brasileira de Indígenas Psicólogos(as), na qual reunimos psicólogos para pensar uma Psicologia que realmente respeite as especificidades indígenas e que tenha cuidado ao se aproximar dessas questões para não ser uma área de conhecimento invasiva. Então, pensar uma Psicologia hoje pintada a jenipapo e urucum é fundamental para a gente atuar nos territórios indígenas", explica Rodrigues.
E foi seguindo esse pensamento que os estudantes indígenas criaram, dentro da UFSCar, o Centro de Culturas Indígenas (CCI), "com o intuito também da gente se juntar, já que estamos em um ambiente diferente, com cultura diferente, e também para tratar questões de demandas dentro da Universidade", relata, na produção audiovisual, Vanessa Na’naio, estudante do curso de graduação em Terapia Ocupacional da UFSCar, e uma das representantes do CCI. Ela também falou sobre as demandas e conquistas dos estudantes indígenas ao longo desse tempo e de sua própria vivência como estudante na UFSCar. "Eu, particularmente, sempre quis fazer uma graduação e continuar os estudos porque o meu pai sempre me incentivou. Então, para eu sair da minha comunidade, da minha cidade, de um lugar muito distante, que é o Amazonas, é desafiador. A gente tem um pouquinho de medo", conta a estudante. 
Confira o minidocumentário "Presença Indígena na UFSCar - 15 anos de história" no canal oficial da UFSCar no YouTube (www.youtube.com/@UFSCarOficial). Saiba mais também nas redes sociais da UFSCar (@ufscaroficial).

ARARAQUARA/SP - A Escola Técnica Estadual (Etec) Profª Anna de Oliveira Ferraz, de Araraquara, promove uma ação de cadastro de doadores de medula óssea nesta quinta-feira (30), entre 9h30 e 14h.

Todos os estudantes do curso técnico de Enfermagem estão à frente da campanha, em parceria com a prefeitura, o Registro Brasileiro de Doadores Voluntários de Medula Óssea (Redome), o Hemocentro da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (USP) – responsável pelo transporte e tipagem HLA das amostras colhidas – e a Universidade Paulista (Unip), que cederá o espaço para a ação.

Idade menor para os doadores

É a terceira vez que a Etec de Araraquara se engaja nessa mobilização. É a primeira vez, no entanto, que a unidade participa com a nova norma do Ministério da Saúde em vigor, que limita em até 35 anos a idade para quem pretende fazer o cadastro. A portaria nº 685, de 16 de julho de 2021, estabelece que os doadores tenham entre 18 e 35 anos. O limite anterior era de 54 anos. A medida, embora restrinja o número de doadores, garante a eficácia do transplante, já que o receptor de uma medula mais jovem tem maior possibilidade de obter uma boa resposta do organismo.

Se esse movimento é importante para os pacientes, também é benéfico para os alunos. “Trata-se de uma atividade extraclasse integradora em que os alunos adquirem conhecimento, desenvolvem habilidades e valores importantes, como cooperação e filantropia”, explica Célio Tiago Marcato, diretor da unidade.

Quem precisa de doação e quem pode doar

O transplante de medula óssea, um dos pouquíssimos tipos de doação que se pode fazer em vida, beneficia pacientes com leucemia e cerca de outras 80 doenças. Quando o paciente não encontra um doador compatível na própria família, tem como opção recorrer ao banco do Redome.

Além de ter entre 18 e 35 anos, os candidatos ao cadastro não podem ter ou ter tido câncer ou outras doenças – confira aqui.

É preciso estar em boas condições de saúde, levar um documento oficial com foto e preencher um cadastro básico. Depois disso, uma quantidade mínima de sangue é coletada: apenas 10 mililitros. Caso haja um paciente compatível, o doador é consultado antes de se decidir sobre a doação.

Trecho administrado pela Eixo SP foi um dos destaques do levantamento realizado pela CNT; SP 191 ficou em 8ª lugar no ranking

 

ITIRAPINA/SP - O trecho da SP 225 - Rodovia Comandante João Ribeiro de Barros/Engenheiro Paulo Nilo Romano, entre Bauru e Itirapina, é considerado o terceiro melhor corredor rodoviário do País. A classificação foi divulgada nesta quarta-feira (29) pela Confederação Nacional de Transportes (CNT). O resultado faz parte da Pesquisa CNT de Rodovias 2023, considerado o maior levantamento sobre infraestrutura rodoviária no Brasil. A extensão de 142 quilômetros recebeu as notas "ótimo" e "bom" nos quesitos pavimento, sinalização e geometria da via.

Além da SP 225, outra rodovia administrada pela Eixo SP, a SP 191 - Rodovia Irineu Penteado, no trecho entre Rio Claro e São Pedro, também ficou entre as oito melhores do País no ranking geral. O pavimento e a sinalização da rodovia, neste trecho, foram considerados "ótimos" pela pesquisa. E a geometria da via recebeu classificação como "boa". O levantamento completo da CNT analisou 11.502 quilômetros da malha rodoviária brasileira.

No quesito sinalização, o trecho de 1.221 quilômetros administrados pela Eixo SP foi muito bem avaliado na pesquisa. Cerca de 80% do trecho foi classificado como "ótimo" nesse item. Em termos de pavimento, a Concessionária também teve ótimas avaliações em outros trechos além da SP 225 e SP 191. É o caso da SP 294 - Rodovia Comandante João Ribeiro de Barros, entre Bauru e Marília; a SP 293 - Rodovia Lourenço Lozano, entre Duartina e Cabrália Paulista; e a SP 425 - Rodovia Assis Chateaubriand, no trecho entre Martinópolis e Presidente Prudente.

Além desses trechos, a Eixo SP deve entregar, em breve, outros com pavimento de primeira qualidade aos seus usuários. Esse é o objetivo da Concessionária com o Programa de Revitalização do Pavimento que está em andamento em diversas rodovias, como a SP 310 - Rodovia Washington Luís, nos 74 quilômetros entre São Carlos e Cordeirópolis, e com as obras de duplicação da SP 294 entre Marília e Oriente, previstas para serem finalizadas em meados do próximo ano.

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