Jornalista/Radialista
IBATÉ/SP - A Prefeitura de Ibaté, por meio do Centro de Referência da Assistência Social- CRAS, está notificando por meio de cartas, as famílias que estão em descumprimento das condicionalidades do Programa Bolsa Família - PBF, na área de educação.
A coordenadora do CRAS, Vilma Santos aponta que no último relatório do Programa Bolsa Família consta 143 famílias que estão com o benefício em advertência, no mês de julho de 2023, por motivo de excesso de faltas escolares. “É indispensável que essas famílias se atendam à solicitação, enviada por carta, e compareçam à atividade coletiva, para receberem orientações sobre o respectivo auxílio, a fim de superar tal vulnerabilidade”, disse. “A advertência é o primeiro efeito gradativo que as famílias recebem, neste primeiro efeito as famílias são comunicadas da ocorrência do descumprimento das condicionalidades, caso a situação de faltas escolares excessivas continue, a família evolui para os seguintes efeitos gradativos: Bloqueio, Suspensão e por fim o Cancelamento do benefício”, detalhou a coordenadora do CRAS.
As condicionalidades são compromissos assumidos pelas famílias beneficiárias e o poder público, reforçando o acesso do cidadão aos direitos sociais básicos. “Para receber o Auxílio Brasil, é preciso cumprir requisitos de saúde, como vacinação e acompanhamento nutricional de crianças menores de sete anos e pré-natal de gestantes, e de educação, como taxas mínimas de frequência escolar”, explica Amanda Affonso, coordenadora da Secretaria de Promoção e Bem Estar Social.
O CRAS Cruzado está localizado na rua João Fabiano, 10, no Jardim Encanto do Planalto, em Ibaté, e funciona de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h, com agendamento presencial ou pelo telefone 16 3343-5985.
COLÔMBIA - A construtora anteriormente conhecida como Odebrecht ainda deve ao governo da Colômbia mais de 494 bilhões de pesos (119,6 milhões de dólares) por danos causados por um esquema de corrupção de anos envolvendo políticos de alto escalão, informou a procuradoria-geral do país nesta quinta-feira.
A Odebrecht esteve no centro do maior escândalo de corrupção da América Latina desde que admitiu em 2016 ter subornado autoridades em dezenas de países.
A empresa mudou seu nome em 2020 para Novonor em uma reformulação de marca após o escândalo de corrupção.
Na Colômbia, a empresa pagou cerca de 30 milhões em propinas em troca de contratos de infraestrutura, segundo investigações da procuradoria-geral da Colômbia.
Um relatório do gabinete da procuradoria disse que 19 bilhões de pesos foram recuperados de um total de 514 bilhões de pesos em danos.
A Odebrecht foi premiada com um contrato na Colômbia para a construção de uma rodovia de 528 quilômetros em 2010, um contrato de 1 bilhão de dólares que ganhou com o pagamento de propinas, segundo os promotores.
A Novonor não respondeu de imediato a pedidos de comentário.
Por Luis Jaime Acosta / REUTERS
(Reportagem adicional de Carolina Pulice)
WASHINGTON - Washington Joe Biden não escolheu à toa o lugar onde vai receber o presidente sul-coreano, Yoon Suk-yeol, e o primeiro-ministro japonês, Fumio Kishida, nesta sexta (18).
Oficialmente, Camp David é o retiro de campo dos presidentes americanos, a cerca de 110 km da Casa Branca. Historicamente, é palco dos principais encontros diplomáticos do país foi ali que Egito e Israel selaram um acordo de paz em 1978 sob a mediação de Jimmy Carter.
Desde 2015, porém, o local não recebia nenhuma liderança estrangeira. O encontro é o primeiro na história somente entre os três países, fora de um evento maior como o G20 e a Assembleia-Geral da ONU.
A expectativa é que seja anunciada nesta sexta uma cooperação militar e econômica muito mais forte entre Estados Unidos, Coreia do Sul e Japão. O objetivo é promover uma coordenação estratégica entre os países para fazer frente à Coreia do Norte e à China que já está chamando a iniciativa de "mini-Otan", em referência à aliança militar ocidental, e de um passo dos EUA em direção a uma nova Guerra Fria.
Concretamente, são esperadas medidas como a criação de uma linha direta entre os três países para ser acionada em momentos de crise, exercícios militares conjuntos, fortalecimento das cadeias de produção especialmente de semicondutores e baterias para carros elétricos e o compromisso de repetir a reunião anualmente.
"O fortalecimento do nosso engajamento faz parte dos nossos esforços mais abrangentes para revitalizar, fortalecer e unir as nossas alianças e parcerias e, neste caso, para ajudar a concretizar uma visão compartilhada de um Indo-Pacífico que seja livre e aberto, próspero, seguro, resiliente e conectado", afirmou o secretário de Estado americano, Antony Blinken, durante conversa com jornalistas na terça (15).
Líderes de Japão e Coreia do Sul foram os primeiros a serem recebidos na Casa Branca por Biden e são os principais aliados dos americanos na região. Juntos, eles sediam cerca de cem bases militares e 80 mil soldados dos EUA. No entanto, problemas históricos entre os países asiáticos sempre impediram um alinhamento maior entre os três países, o cenário ideal para Washington.
Por isso, o encontro tem um peso simbólico enorme para Tóquio e Seul, cuja relação é marcada por um forte antagonismo que vem da violenta ocupação da Coreia pelos japoneses de 1910 a 1945.
"O governo Biden busca institucionalizar a cooperação trilateral porque ela oferece uma base mais sólida do que ter que gerenciar alianças bilaterais separadas", afirma Scott Snyder, diretor do programa de política EUA-Coreia do think tank Council on Foreign Relations (CFR), sediado em Washington. "É uma resposta à convergência nas percepções de ameaça por parte de EUA, Japão e Coreia do Sul, reflexo de uma China que busca operar seguindo um conjunto de regras diferente daquele que tem estado em vigor no leste da Ásia por décadas", completa.
Esse temor do poderio chinês, com a crescente tensão em relação à Taiwan, soma-se às ameaças nucleares norte-coreanas e a interesses próprios dos líderes asiáticos para resultar em uma oportunidade única para os americanos fazerem seus aliados sentarem na mesa, avaliam analistas.
Yoon e Kishida são vistos como líderes conservadores, pragmáticos e ansiosos por uma vitória diplomática que lhes renda popularidade. Desde que tomou posse, o sul-coreano vem buscando se aproximar do Japão, e os dois países chegaram a um plano de compensação referente à exploração de trabalho forçado por japoneses durante os anos de ocupação.
Essa tentativa coreana de ganhar espaço na região colocou os chineses em alerta. Em editorial, o jornal Global Times, vinculado ao Partido Comunista Chinês, diz duvidar que as autoridades sul-coreanas "entendam o que as águas turvas em que estão se metendo" significam para o país.
"Se eles estivessem conscientes, não demonstrariam esse nível de entusiasmo e ansiedade ao receberem seu ingresso para a cúpula de Camp David, parecendo uma criança da pré-escola recebendo uma estrelinha do professor. Em vez disso, estariam cheios de um profundo temor e cautela, como se estivessem à beira de um abismo ou pisando em gelo fino", completa o texto.
"Não importa o quanto você tinja seu cabelo de loiro, o quanto você afine seu nariz, você nunca pode se tornar um ocidental", afirmou Wang Yi, principal diplomata da China, em julho, segundo a CNN.
A resposta norte-coreana não foi menos agressiva. Segundo o veículo chinês, o ministro da Defesa da Coreia do Norte, Kang Sun-man, disse que os EUA estão deixando o nordeste da Ásia à beira de uma guerra nuclear.
Do lado japonês, Kishida dá continuidade como presidente a esforços que vem fazendo desde que foi chanceler. Em 2015, ele negociou o acordo sobre as "mulheres de conforto", como eram chamadas as vítimas de prostituição e escravidão sexual durante a ocupação japonesa na Coreia do Sul.
Líderes asiáticos não são os únicos com interesses no acordo. Para Biden, é outro passo em uma política mais dura contra Pequim há duas semanas, Washington anunciou a proibição de investimentos em tecnologias que possam ser usadas com fins militares por determinados países. Entre eles, claro, a China.
Outras iniciativas dos EUA contra Pequim são o Quad, aliança em que Washington se une a Japão, Índia e Austrália, e o Aukus, em conjunto com Reino Unido e Austrália.
por FERNANDA PERRIN / FOLHA DE S.PAULO
SÃO PAULO/SP - Nesta última quinta-feira (17/08), a assessoria de Fausto Silva, mais conhecido como Faustão, informou que o apresentador está internado há 12 dias no Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo. Agora, as informações são de que o veterano de 73 anos terá que passar por uma cirurgia no coração.
Segundo site, Faustão terá que se submeter a procedimento cirúrgico no coração
Hospitalizado desde o dia 5 de agosto deste ano, Faustão está passando por um tratamento de compensação clínica de insuficiência cardíaca. Segundo o “Notícias da TV”, ele foi aconselhado a se internar após um exame de rotina. O boletim médico enviado pelo hospital à imprensa não diz quando o apresentador receberá alta. O portal de notícias, por sua vez, afirma que o veterano passará por uma cirurgia no coração.
Ainda segundo fontes do site, no hospital, Faustão conta com a companhia da esposa, Luciana Cardoso, e dos três filhos. Supostamente, ele tem conversado bastante pelo telefone com amigos e familiares. Além disso, conforme uma pessoa que teria falado com Fausto ontem, ele nem parece que está doente.
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Fausto já tem um histórico de cardiopatia. Em 2018, ele se submeteu a uma angioplastia, para desobstruir uma artéria e receber dois stents.
por Lívia Coutinho / PaiPee
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