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Redação

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 Jornalista/Radialista

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SÃO PAULO/SP - Ana Hickmann quebrou o silêncio sobre a sua relação com Adriane Galisteu e deu o que falar. Em um vídeo publicado em seu canal do YouTube, a apresentadora comentou sobre a antiga briga que teve com a comandante de ‘A Fazenda 14’. Vale lembrar que a polêmica começou há dez anos atrás, quando as loiras trocaram farpas e, neste ano, elas tiveram um reencontro durante o ‘Hoje em Dia’, e colocaram um ponto final nos desentendimentos do passado.

“Queria aproveitar para desfazer algumas coisas que foram ditas no ano passado e que não eram verdade. Disseram que eu pedi para não me encontrar com ela ou que ela teria feito esse mesmo pedido. Isso não procede. Algumas pessoas demonstraram, sim, preocupação [com o reencontro delas no ar]. Mas o tempo passou, a gente amadureceu”, disse.

“Eu disse que fazia questão de fazer esse programa, para de uma vez por todas colocar uma pedra nisso. E torcia que também fosse dessa forma do lado dela. Porque não é legal. Preparamos um buquê de flores e a recebi pessoalmente”, completou.

Crise no casamento

No mesmo vídeo publicado em seu canal do Youtube, Ana Hickmann deu mais detalhes sobre o seu casamento com o empresário Alexandre Correa, com quem está junto há mais de vinte anos. No relato, a apresentadora revelou que, no começo do relacionamento, os dois brigavam muito por conta das personalidades.

“Quando nos conhecemos, éramos muito jovens. Eu era muito insegura e ele, pelo fato de ter dez anos a mais, achava que só ele podia ter razão. Aí foi quando a gente começou a brigar mais”, iniciou ela. “Por cada um tentar colocar o seu lado da moeda e às vezes não saber ouvir o outro lado. Um sem paciência e o outro pavio curto… A gente acaba às vezes falando coisas assim”, concluiu a apresentadora. Vale mencionar que Ana Hickmann se casou com Alexandre com apenas 16 anos.

 

 

Por: Camilla Tochetto / METROPOLITANA

WASHINGTON – As vendas de novas moradias para uma única família nos Estados Unidos aumentaram inesperadamente em outubro, dando de ombros para o aumento das taxas de hipoteca e dos preços das casas.

As vendas de casas novas subiram 7,5% no mês passado, para uma taxa anual ajustada sazonalmente de 632.000 unidades, informou o Departamento de Comércio nesta quarta-feira.

O ritmo de vendas de setembro foi revisado para 588.000 unidades, das 603.000 unidades relatadas anteriormente.

Economistas consultados pela Reuters previam que as vendas de casas novas, que respondem por cerca de 10% das vendas de moradias nos Estados Unidos, cairiam para uma taxa de 570.000 unidades.

As vendas de casas novas são voláteis numa comparação mês a mês. Elas caíram 5,8% na comparação anual em outubro.

O mercado imobiliário foi afetado pelo ciclo mais agressivo de aumento da taxa de juros pelo Federal Reserve desde a década de 1980, com o objetivo de conter a inflação alta ao diminuir a demanda na economia.

A taxa fixa de hipoteca de 30 anos ultrapassou 7% em outubro pela primeira vez desde 2002, mostraram dados da agência de financiamento hipotecário Freddie Mac. A média da taxa foi de 6,61% na última semana.

 

 

Reportagem de Lucia Mutikani / REUTERS

CHINA - O presidente chinês, Xi Jinping, disse ao líder norte-coreano Kim Jong Un que Pequim está disposta a trabalhar com Pyongyang pela paz mundial, informou a mídia estatal norte-coreana neste sábado. 

A mensagem de Xi foi enviada dias depois que a Coreia do Norte disparou um míssil balístico intercontinental (ICBM), alertando que responderia às ameaças nucleares dos EUA com suas próprias armas nucleares. 

Xi disse na mensagem que a China está pronta para trabalhar com o Norte pela "paz, estabilidade, desenvolvimento e prosperidade na região e no mundo", informou a agência de notícias oficial da Coreia do Norte KCNA.

O governante chinês afirmou na mensagem que "as mudanças no mundo, nos tempos e na história ocorrem de maneiras sem precedentes", disse a KCNA, segundo a qual a mensagem era uma resposta às felicitações que Kim enviou a Xi pelo congresso do Partido Comunista da China. Nesse congresso, realizado em outubro, Xi foi nomeado para um terceiro mandato presidencial. 

A Coreia do Norte realizou uma série recorde de lançamentos de mísseis nas últimas semanas, levantando temores de que planeja realizar seu sétimo teste nuclear, que seria o primeiro desde 2017. 

Pouco antes do lançamento do ICBM, Xi conversou com o presidente dos EUA, Joe Biden, à margem da cúpula do G20 em Bali, e disse que Pequim não quer uma escalada causada por Pyongyang.

Biden pediu a Xi que use sua influência para conter o belicismo norte-coreano. 

O míssil lançado em 18 de novembro parecia ser o mais novo ICBM da Coreia no Note e é capaz de atingir o território continental dos Estados Unidos. 

A Coreia do Norte enfrenta várias sanções internacionais por seus programas balísticos e nucleares. 

A China é o principal parceiro comercial da Coreia do Norte, respondendo por mais de 90% do comércio do país empobrecido e recluso.

 

 

AFP

BRASÍLIA/DF - Com pedido de vista coletiva acatado, a votação do projeto de lei que flexibiliza regras de aprovação e comercialização de agrotóxicos, marcada para quinta (24) na Comissão de Agricultura (CRA), foi adiada para a próxima terça-feira (29).

O PL 1.459/2022 trata da pesquisa, experimentação, produção, comercialização, importação, exportação, destinação final e fiscalização de agrotóxicos. Desde o início da tramitação na comissão, a matéria é fruto de ampla divergência entre os senadores.

O relator do projeto e presidente do colegiado, senador Acir Gurgacz (PDT-RO), já havia lido seu relatório, mas, após pedidos para ampliação do debate, apresentou novamente seu parecer hoje.

Entre as medidas previstas no substitutivo estão a concentração do poder decisório sobre os agrotóxicos no Ministério da Agricultura e a alteração da nomenclatura agrotóxico, que passaria a ser chamada, na legislação, de pesticida.

O texto prevê ainda a fixação de prazo para a obtenção de registros desse tipo de produto no Brasil — com possibilidade de licenças temporárias quando não cumpridos prazos pelos órgãos competentes — e a suavização da classificação explícita de produtos nocivos à saúde humana e ao meio ambiente.

“Hoje demora-se, em média, oito ou até dez anos para a autorização de um novo princípio ativo. É um tempo muito longo para produtos mais modernos, seguros e eficazes entrarem no mercado. A nova lei prevê um prazo máximo de dois anos para que um novo produto seja analisado”, destacou Gurgacz.

Durante a reunião de quinta, o senador lembrou que estudos da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) indicam que o Brasil ocupa a sétima posição no ranking mundial de usuários de pesticidas, ficando atrás de países como Japão, Coréia do Sul, Alemanha, França, Itália e o Reino Unido.

 

 

*Com informações da Agência Senado.

AGÊNCIA BRASIL

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