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Redação

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 Jornalista/Radialista

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IBATÉ/SP - Um grave acidente, envolvendo uma moto e um caminhão, tirou a vida de um idoso, de 72 anos, na terça-feira (31), na Rodovia Washington Luís (SP-310), entre São Carlos e Ibaté.

A vítima, identificada como Antônio Hilton Lucena, chegou a ser socorrido para a Santa Casa de São Carlos, mas não resistiu aos ferimentos e faleceu horas depois do acidente.

Segundo informações, Antônio pilotava sua moto Honda Twister sentido interior/capital, entre Ibaté e São Carlos, quando foi atingido por um caminhão que atropelou e jogou no canteiro central da rodovia.

O caminhoneiro não parou para socorrer o idoso e empreendeu fuga, acessando a rodovia no sentido contrário para evitar a Polícia Rodoviária, mas foi preso em flagrante, minutos depois, por policiais na região do Chibarro, em Araraquara.

O condutor do caminhão foi qualificado, porém, foi liberado por ordem do delegado de Ibaté que determinou o registro da ocorrência por resolução. O autor responderá por omissão de socorro, fuga do local do acidente e homicídio na direção de veículo automotor.

Na Polícia Civil o caso segue sob investigação.

 

 

Marcelo Bonholi / PORTAL MORADA

NOVA GRANADA/SP - Um idoso de 65 anos morreu em um acidente na Rodovia BR-153, na cidade de Nova Granada, na terça-feira (31).

Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), a vítima invadiu a pista contrária e bateu de frente com um caminhão.

Com o impacto da colisão, o idoso não resistiu aos ferimentos e morreu no local do acidente.

Ainda de acordo com a polícia, o trânsito precisou ser parcialmente interditado para os veículos serem retirados da rodovia.

O caminhoneiro envolvido na batida não ficou ferido.

 

 

REGIÃOSP

IBATÉ/SP - A Prefeitura de Ibaté, através do Departamento Municipal de Fiscalização, está intensificando, fiscalizando e notificando proprietários de terrenos sujos, com mato alto, entre outras irregularidades.

“Estamos fiscalizando e autuando terrenos com mato alto e pedimos para que os responsáveis fiquem atentos e realizem periodicamente a limpeza de suas propriedades, especialmente, neste período de chuvas, fator que propicia o rápido crescimento de mato e, por consequência, o depósito ilegal de entulhos",destaca Marcos Rodolfo, Fiscal de Posturas.  

Segundo o Código de Posturas Municipal (Lei nº 2394/2008 de 17/04/2008), os terrenos vagos deverão ser periodicamente capinados sob responsabilidade do proprietário do imóvel.  

Em casos de irregularidade, a Fiscalização realiza a notificação para que o proprietário execute a limpeza do terreno, no prazo de cinco dias, sujeito a pagar uma multa de 20 UFESP (Unidade Fiscal do Estado de São Paulo), o que corresponde a R$685,20. No caso de reincidência a multa será redobrada, R$1.370,40. "O foco central da ação não é gerar multa, mas sim, mostrar ao proprietário que é muito mais compensatório deixar o terreno limpo do que sujo, e ter uma relação amigável com os vizinhos", explica o Fiscal de Posturas,  Josué Ferreira.

O diretor de Departamento de Fiscalização, Pedro Marques Dea, comenta que no ano de 2022, foram aplicadas 159 multas e registradas 1.455 notificações. "O trabalho de fiscalização nos terrenos em Ibaté continua reforçado e seguirá nos próximos meses. Nossa intenção é orientar os proprietários para que esses terrenos não se tornem criadouros de animais peçonhentos e insetos, como o mosquito Aedes aegypti, por exemplo, transmissor da Dengue, Zika e Chikungunya”, relatou. 

Denúncias de terreno com mato alto ou entulhos e lixo domésticos, descartados de forma ilegal, podem ser feitas ao setor de Fiscalização da Prefeitura através do telefone (16) 3343-9800 - ramal 2081. "Pedimos paciência aos denunciantes, pois de acordo com a Lei, devemos notificar e aguardar o prazo para realização do serviço", finalizou Déa.

Para a FecomercioSP, Bacen poderia iniciar o ciclo de redução da taxa de juros para aquecer a economia brasileira

 

SÃO PAULO/SP - Sem criar surpresas entre os investidores, o Conselho de Política Monetária do Banco Central (Copom) optou por manter a taxa Selic em 13,75% ao ano (a.a.). A decisão foi tomada na primeira reunião de 2023, realizada na quarta-feira (1º).

De acordo com a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP), em dois anos, a taxa saiu de 2% a.a. para os atuais 13,75%. Isso aconteceu por causa da inflação que veio forte nos últimos anos, ocasionada principalmente pela pandemia e pela guerra na Ucrânia. Frente a este cenário, o Banco Central (Bacen), o guardião da moeda e do poder de compra, atento a esta situação, fez seguidas elevações da Selic – até chegar ao patamar atual.

Para a equipe econômica da FecomercioSP, contudo, o ideal seria que o Bacen iniciasse o ciclo de redução da taxa de juros. Este movimento contribuiria para aquecer a atividade econômica e para que as famílias obtivessem crédito, a fim de quitar os compromissos em atraso. O crédito é uma variável fundamental para o estímulo ao consumo dos lares e os investimentos das empresas, com o objetivo de girar a economia mediante a geração de emprego e renda.

A inflação está arrefecendo, embora esteja acima do teto da meta estabelecida pelo banco, de 5%. Os preços mais controlados começam a dar abertura a uma decisão de cortar a Selic.

 

A alta dos juros contribui para a inflação cair? 

Segundo a FecomercioSP, os juros elevados estimulam os investidores a injetar recursos em aplicações financeiras. Consequentemente, isso contribuiu para a diminuição da demanda agregada (investimentos, consumo das famílias, gastos do governo e transações comerciais). 

O dinheiro sai da economia real, produtiva, para ficar “parado” no banco. Desta forma, vale a lei de oferta e demanda: se a procura e os gastos caem, os preços tendem a seguir na mesma direção.

Se, por um lado, a Selic elevada ajuda no controle da inflação – o que é bom sob o ponto de vista da manutenção do poder de compra –, por outro, causa riscos e dificuldades à população e às empresas. 

A FecomercioSP explica que, pela ótica das famílias, o crédito fica mais caro e a inadimplência ganha potencial de expandir. Setores como o de construção civil, eletrodomésticos e veículos, dependentes de financiamento, sofrem mais no ciclo de aumento de juros.

Pela ótica das empresas, todas as modalidades de crédito, como capital de giro e antecipação de duplicatas, ficam mais caras. Assim sendo, necessitam de mais esforço nas vendas e retorno do negócio para quitar o compromisso feito.

No ponto de vista político, a nova equipe econômica precisa mostrar de fato qual será a nova âncora fiscal, uma vez que fazem críticas sobre o atual modelo de teto de gastos. Além disso, o aumento dos custos do governo pode contribuir para a pressão nos preços. Por isso, é compreensível a decisão pela cautela de manter os juros por parte do Copom.

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