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IBATÉ/SP - A Prefeitura de Ibaté, por meio da Secretaria Municipal de Obras, está promovendo ações de implantação e adequação da acessibilidade nas escolas municipais, garantindo espaços mais seguros, inclusivos e acolhedores para toda a comunidade escolar.

Entre as melhorias realizadas estão a construção de rampas de acesso, instalação de corrimãos, adequação de banheiros acessíveis, melhorias na circulação interna, eliminação de barreiras arquitetônicas e adaptações nas entradas e áreas comuns das unidades escolares.

As intervenções têm como objetivo proporcionar mais autonomia, segurança e dignidade aos alunos, profissionais da educação e demais usuários dos espaços públicos.

“Estamos trabalhando para que nossas escolas sejam cada vez mais acessíveis, seguras e acolhedoras, garantindo que todos tenham os mesmos direitos e oportunidades”, destacou o prefeito Ronaldo Venturi.

Com a adequação das estruturas, a Prefeitura reforça o compromisso com uma educação cada vez mais inclusiva e com a garantia de que todos possam ter acesso às escolas municipais com conforto, segurança e igualdade.

SÃO CARLOS/SP - A Prefeitura de São Carlos, por meio da Secretaria Municipal de Justiça, abriu um pregão eletrônico para escolher a empresa que vai cuidar da limpeza e da segurança de portaria das escolas municipais pelo próximo ano, podendo o contrato se estender por até 10 anos. O valor máximo previsto pelo contrato é de R$ 36.075.761,20.

A disputa entre as empresas interessadas está marcada para o dia 14 de setembro, às 9h30, e vai acontecer pela internet, por meio do sistema do Banco do Brasil.

Quem vencer vai ficar responsável por um pacote bem completo de serviços dentro das escolas: limpeza e desinfecção de salas e banheiros, cuidado com jardins e áreas verdes, controle de pragas urbanas como baratas, cupins e pombos, além do controle de quem entra e sai pelas portarias, profissional conhecido como controlador de acesso. Em algumas unidades que têm piscina, a empresa também vai cuidar da limpeza e do tratamento da água.

O edital prevê a limpeza das escolas: cerca de R$ 1,35 milhão por mês, com 133 pessoas trabalhando na função e mais três supervisores; controle de acesso (portarias): cerca de R$ 534 mil por mês, somando os postos diurnos e noturnos; controle de pragas urbanas: cerca de R$ 485 mil por mês, cobrindo 226 prédios; manutenção de áreas verdes: cerca de R$ 585 mil por mês, envolvendo 146 prédios e limpeza de piscinas: cerca de R$ 47,5 mil por mês, em 12 piscinas.

Para poder participar da disputa, as empresas precisam comprovar que já prestaram serviços parecidos antes, em tamanho compatível com o que a Prefeitura está pedindo. Também é exigido que a empresa esteja em boa situação financeira.

Cooperativas de trabalho não podem participar dessa licitação. A restrição existe porque a Justiça do Trabalho firmou um acordo com o município proibindo esse tipo de contratação para serviços que envolvem mão de obra terceirizada, como é o caso.

Depois de definida a vencedora, o contrato deve durar inicialmente um ano, podendo ser renovado até completar cinco anos, prorrogável por mais 5 conforme prevê a lei de licitações. O edital completo está disponível no site da Prefeitura e também na plataforma de licitações do Banco do Brasil.

Segundo o secretário de Educação, Roselei Françoso, o objetivo é “garantir que os alunos e profissionais da rede municipal tenham ambientes seguros e bem cuidados. Essa licitação é fundamental para assegurar a manutenção adequada das escolas e oferecer condições de estudo, trabalho de qualidade e segurança aos pais, alunos e professores, demanda recorrente e legítima da comunidade”. 

“Estamos estruturando uma contratação ampla para garantir que nossas escolas permaneçam conservadas e seguras. Nosso compromisso é oferecer escolas cada vez melhores, com ambientes adequados para ensinar e aprender, mas também com segurança e qualidade. Estamos fazendo isso com planejamento, responsabilidade e respeito ao dinheiro público, buscando eficiência e bons resultados. Cuidar das nossas escolas é cuidar das nossas crianças e investir no futuro de São Carlos”, finaliza o prefeito Netto Donato.

SÃO CARLOS/SP - As escolas municipais de São Carlos registraram avanço acima da média nacional no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb). Enquanto o Ministério da Educação (MEC) anunciou que o Ideb nacional atingiu os maiores índices da série histórica, 6,3 nos anos iniciais, 5,3 nos anos finais e 4,5 no ensino médio, as Escolas Municipais de Educação Básica (EMEBs) da cidade apresentaram resultados ainda mais expressivos.

A média geral do Ideb municipal passou de 6,18, em 2023, para 6,59, em 2025, superando o ritmo de crescimento observado em nível nacional.

Entre as unidades com melhor desempenho, a EMEB Profª Maria Ermantina Carvalho Tarpani e a EMEB Dalila Galli alcançaram índices acima de 7, com crescimento de 0,74 ponto cada. A EMEB Doutor Alcyir Afonso Leopoldino também teve avanço expressivo, de 0,55 ponto. A maioria das escolas manteve trajetória positiva — a exceção foi a EMEB Prof. Ulysses Ferreira Picolo, que registrou queda de 0,24 ponto. 

Segundo a chefe de Seção de Desenvolvimento Pedagógico, Curricular e Avaliação Escolar da Secretaria Municipal de Educação, Keity Lúcia de Godoy, o índice referente aos anos iniciais — correspondente aos alunos do 5º ano avaliados — passou de 6,2, em 2023, para 6,5, em 2025, superando tanto a média histórica do município quanto a meta nacional. “Nós ficamos muito felizes porque tivemos grandes avanços. A média esperada, a meta nacional, era de 6 pontos. O Brasil alcançou 6,3 pontos, enquanto nós alcançamos 6,5, ficando acima dessa média”, afirmou.

De acordo com Keity, o resultado é fruto de um trabalho conjunto entre professores, coordenadores e diretores, dentro da adesão ao Programa Alfabetiza Juntos, do Governo do Estado de São Paulo, vinculado ao Compromisso Nacional Criança Alfabetizada. “Dentro desse programa, existem várias iniciativas, como a formação de professores e a realização de simulados e avaliações, que nos ajudam a fazer um mapeamento de toda a situação das turmas da rede de ensino, permitindo que possamos realizar intervenções pedagógicas com base nesse diagnóstico”, explicou.

A partir desse mapeamento, a Secretaria identifica as defasagens de aprendizagem em cada turma e direciona ações específicas de recomposição, além de reuniões com coordenadores pedagógicos para definir estratégias de avanço nas habilidades ainda deficitárias. “O que nos resta é parabenizar o trabalho de toda a equipe da nossa rede: professores, coordenadores e diretores que se empenharam. Esse resultado é o reflexo de todo o trabalho e dedicação realizados ao longo do ano de 2025”, destacou.

Em nível nacional, o número de municípios com Ideb abaixo de 4,9 caiu de 1.097, em 2023, para 442, em 2025. Nesse cenário, São Carlos aparece à frente da curva, com diversas escolas já superando a marca de 7 pontos — patamar considerado de excelência pelo indicador. 

Os dados também refletem consistência no fluxo escolar: a taxa se manteve próxima de 1 na quase totalidade das unidades, o que indica baixos índices de evasão.

Segundo o secretário municipal de Educação, Roselei Françoso, os resultados reforçam a importância de manter a Educação como prioridade da gestão municipal. “Esse avanço é reflexo da valorização que temos dado à Educação em São Carlos. É um trabalho que envolve todos os agentes da Secretaria — professores, coordenadores, diretores e equipe técnica — em torno de um mesmo objetivo: garantir que nossos alunos aprendam cada vez mais. Vamos continuar concentrando esforços para que esses índices sigam avançando”, afirmou.

Confira os resultados por escola (números de 2023 e 2025)

EMEB Profª Maria Ermantina Carvalho Tarpani: 6,3 → 7,04 (+0,74)
EMEB Dalila Galli: 6,5 → 7,24 (+0,74)
EMEB Doutor Alcyir Afonso Leopoldino: 6,7 → 7,25 (+0,55)
EMEB Angelina Dagnone de Melo: 6,8 → 7,21 (+0,41)
EMEB Antonio Stella Moruzzi : 6,6 → 7,05 (+0,45)
EMEB Afonso Fioca Vitali (Caic): 5,6 → 6,1 (+0,5)
EMEB Prof. Ulysses Ferreira Picolo: 5,5 → 5,26 (-0,24)

SÃO PAULO/SP - O debate sobre os impactos das tecnologias digitais na saúde mental dos estudantes já faz parte da agenda de oito em cada dez escolas brasileiras. A proporção de instituições de ensino fundamental e médio, públicas e privadas, que discutiram o tema em 2025, cresceu 18 pontos percentuais na comparação com 2024, passando de 62% para 80%.

Os resultados constam na pesquisa TIC Educação 2025, lançada nesta terça-feira (4) e realizada pelo Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (Cetic.br) do Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br), entidade ligada ao Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br)

A coleta de dados foi feita por telefone em escolas públicas e particulares, de áreas urbanas e rurais, totalizando 2.404 entrevistas com gestores.

Segundo o Cetic.br, a pesquisa mostra que os debates sobre questões relacionadas aos efeitos das tecnologias digitais no desenvolvimento dos alunos e à adoção crítica desses recursos estão mais presentes nas escolas do país.

Em 2025, 75% dos gestores se reuniram com pais, mães e responsáveis para tratar do uso de tecnologias digitais no ambiente escolar, ante 60% no ano anterior. E 86% conversaram com professores e outros profissionais da instituição sobre o mesmo assunto, em 2024 a proporção era 68%. 

Outros temas que passaram a ocupar mais espaço nas pautas das reuniões são o uso seguro, crítico e responsável das tecnologias digitais - de 56% em 2024 para 75% em 2025 - e a inclusão da educação midiática no currículo escolar, de 46% para 67%.

Obstáculos

Segundo o levantamento, 65% das instituições de ensino desenvolvem alguma ação voltada aos estudantes nessa área. No entanto, a presença dessas ações é desigual, ocorrendo com maior prevalência nas escolas urbanas (72%) e entre aquelas que disponibilizam computadores e acesso à internet para uso dos alunos em atividades educacionais (75%).

Entre as que realizam essas iniciativas, 75% dos gestores apontam a baixa participação das famílias e dos responsáveis como um dos principais obstáculos, seguida pela falta de materiais e recursos educacionais de apoio (64%).

Entre as que não realizam atividades desse tipo, a principal dificuldade é a falta de materiais e recursos de apoio (77%), seguida pela baixa participação das famílias (66%) e pela qualidade dos computadores e do acesso à Internet da escola (65%).

"Os dados mostram a necessidade de um olhar atento às desigualdades estruturais, que podem se configurar em desafios à garantia de maior equidade na oferta da educação digital, conforme prevê normativas importantes, como o Plano Nacional de Educação", avalia Daniela Costa, coordenadora da pesquisa TIC Educação. 

Ela acrescenta que "a integração entre escolas e famílias é outro aspecto essencial para a disseminação da educação digital”. 

“Para que possam apoiar as famílias de maneira eficaz, as escolas precisam de suporte adequado e políticas públicas estruturadas", defende. 

Em 49% das escolas, os responsáveis buscaram a direção ou profissionais pedagógicos para obter orientações sobre como mediar o consumo digital de crianças e adolescentes. Do outro lado, 48% das escolas ofereceram palestras com especialistas em bem-estar e saúde mental para as famílias, e 46% distribuíram guias e materiais de orientação sobre hábitos saudáveis de uso de recursos digitais.

“Construir uma educação digital plena e segura é um desafio estratégico para o país e que precisa ser compartilhado entre os diferentes atores sociais. A escola tem um papel importante e crescente, mas também as famílias e o Estado. Precisamos aprimorar políticas públicas e estabelecer regras para a atuação de plataformas digitais”, analisa Renata Mielli, coordenadora do CGI.br.

Ela ressalta que regulação e políticas públicas são elementos cruciais para a proteção de crianças e jovens, como aponta o ECA Digital

"As famílias e os educadores precisam de apoio para compreender a complexidade de temas imateriais, como o funcionamento de algoritmos e sistemas de Inteligência Artificial, para que possamos, coletivamente, proteger crianças e adolescentes contra os riscos e abusos no ambiente virtual", disse.

Uso de celulares 

Segundo o estudo, 51% dos gestores afirmam que os alunos não podem levar o telefone celular pessoal para o ambiente escolar. O resultado variou conforme o perfil da instituição, sendo mais restritiva naquelas com turmas até os anos iniciais (69%) do que nas com ensino médio (31%).

Em 40% das escolas, os alunos estão autorizados a levar o celular pessoal, mas as regras de armazenamento variam entre as instituições. Em 24%, os dispositivos devem ser guardados em bolsos ou acessórios de uso individual, como mochila ou estojo e, em 16%, em locais disponibilizados pelas escolas, como caixas, armários ou outros espaços.

Ao considerar a parcela de escolas que consentem que os alunos levem o celular, 66% permitem o uso do celular pessoal em atividades pedagógicas, proporção que aumenta em contextos que enfrentam maiores barreiras de conectividade e de acesso a computadores. O uso pedagógico do dispositivo sobe para 76% na Região Norte, 76% na Região Nordeste e 75% em áreas rurais.

Inteligência artificial

É a primeira TIC Educação que mapeou o uso de ferramentas de inteligência artificial (IA) generativa por gestores escolares. A pesquisa indicou que 53% deles já utilizam esses sistemas em atividades de gestão pedagógica, administrativa ou financeira.

No entanto, apenas 22% dos gestores informaram que a escola possuía um guia de orientações sobre o uso de tais recursos no ensino, na aprendizagem ou na gestão (19% entre as escolas municipais, 25% entre as estaduais e 25% entre as particulares).

Entre as principais finalidades do uso de IA pelos gestores estão a criação de conteúdos visuais ou de comunicação (83%), elaboração de convites e comunicados (80%) e tradução, revisão ou resumo de textos (71%).

Em 37% das escolas, o uso de IA pelos estudantes em tarefas educacionais é permitida. A proporção chega a 47% na rede estadual e a 52% naquelas com turmas até o ensino médio.

 

 

AGÊNCIA BRASIL

Iniciativa fortalece a rede de proteção à infância e promove ações educativas para prevenção do abuso e da exploração sexual de crianças e adolescentes

 

SÃO CARLOS/SP - A Prefeitura de São Carlos, por meio da Secretaria Municipal Especial de Infância e Juventude, iniciou nesta terça-feira (28/7), em parceria com a Diretoria Regional de Ensino, as oficinas do Programa Faça Bonito nas escolas estaduais do município. A iniciativa integra as ações de prevenção, conscientização e fortalecimento da rede de proteção às crianças e aos adolescentes.

O lançamento das atividades foi realizado na Escola Estadual Antonio Adolfo Lobbe e contou com a presença do secretário municipal de Infância e Juventude, professor Emerson Leandro de Morais, da dirigente regional de Ensino, professora Débora Gonzalez Costa Blanco, além da equipe responsável pelo programa.

Desenvolvido de forma articulada com a rede de proteção, o Programa Faça Bonito promove ações educativas voltadas à garantia dos direitos da infância e da adolescência, com foco na prevenção e no enfrentamento ao abuso e à exploração sexual de crianças e adolescentes.

Durante a abertura das oficinas, o secretário Emerson Leandro de Morais destacou a importância da parceria com a instituição Nosso Lar e ressaltou o caráter pedagógico das atividades, que estão alinhadas às políticas públicas de proteção da infância.

"Nosso compromisso é garantir que crianças e adolescentes, tanto das redes municipal quanto estadual de ensino, tenham seus direitos plenamente assegurados. A prevenção e a informação são ferramentas essenciais para fortalecer essa proteção", afirmou o secretário.

A dirigente regional de Ensino, Débora Gonzalez Costa Blanco, ressaltou que a integração entre Estado e Município amplia o alcance das políticas públicas voltadas à infância e fortalece o trabalho desenvolvido nas unidades escolares.

A direção da Escola Estadual Antonio Adolfo Lobbe também destacou a importância da iniciativa e agradeceu a escolha da unidade para o início das oficinas, reafirmando o compromisso da comunidade escolar com a promoção de um ambiente seguro, acolhedor e voltado ao desenvolvimento integral dos estudantes.

As oficinas do Programa Faça Bonito serão realizadas em outras escolas estaduais de São Carlos, ampliando as ações de conscientização e fortalecendo a rede de proteção às crianças e aos adolescentes no município.

SÃO CARLOS/SP - Com o início do segundo semestre letivo, muitas famílias se preparam para adquirir materiais escolares, mochilas e estojos. Para evitar gastos excessivos e garantir segurança nas compras, o Procon São Carlos orienta os consumidores a planejarem suas aquisições e compararem preços antes de fechar negócio.

O órgão recomenda que o primeiro passo seja avaliar os itens já utilizados no semestre anterior. Cadernos, pastas, lápis e canetas em bom estado podem ser reaproveitados, ajudando na economia doméstica e reduzindo o consumo desnecessário.

Outro ponto essencial é a pesquisa de preços em diferentes estabelecimentos, físicos e virtuais, já que a variação pode ser significativa. O consumidor deve sempre exigir e guardar a nota fiscal, documento indispensável para trocas, garantias ou eventuais reclamações.

Nas compras online, a atenção deve ser redobrada: é importante verificar a reputação do fornecedor, conferir informações sobre o produto, prazos de entrega e políticas de devolução. O Procon São Carlos alerta que as compras devem ser feitas apenas em sites confiáveis, que disponibilizem dados de identificação como CNPJ e endereço.

Planejamento e reaproveitamento são aliados do consumidor. Essas atitudes simples contribuem para reduzir despesas e tornam a compra mais consciente neste período de retomada das aulas.

Em caso de dúvidas ou problemas nas relações de consumo, o Procon São Carlos está disponível para orientar e defender os direitos dos consumidores. A unidade fica na rua Rui Barbosa, 1.190, e o WhastApp é o (16) 3419 4510.

SÃO CARLOS/SP - O distrito de Santa Eudóxia está prestes a ganhar um importante reforço na área da educação infantil com a construção do Centro Municipal de Educação Infantil (CEMEI) Dionísio da Silva. A obra representa um investimento de mais de R$ 3,1 milhões. A construtora responsável pela obra é a HS Lopes e a previsão é que a obra seja concluída em dezembro.

O projeto segue o padrão das escolas de Ensino Infantil Tipo 2 e foi cuidadosamente planejado para atender crianças de 0 a 3 anos. A estrutura é composta por dois blocos distintos, interligados por circulação coberta e integrados a um pátio central. O Bloco A concentra os ambientes destinados aos bebês de até 11 meses, incluindo salas de atividades, solário, lactário, fraldários e setores de apoio como lavanderia, rouparia e cozinha equipada. Já o Bloco B foi projetado para crianças de 1 a 3 anos, com salas de atividades específicas para cada faixa etária, sanitários adaptados, solários e sala multiuso.

Além dos blocos, o CEMEI contará com um pátio coberto que funciona como refeitório e espaço de integração, promovendo convivência entre diferentes faixas etárias. Na área externa, há playground, jardins e estacionamento, compondo um ambiente seguro e acolhedor. 

“Hoje, o CEMEI Dionísio da Silva atende 90 crianças, mas existe a possibilidade, com a ampliação, de atender a 150 crianças”, disse o secretário de Educação, Roselei Françoso. 

O prédio atual do CEMEI, inaugurado em 1986, será desativado e passará a abrigar um centro de fisioterapia voltado ao atendimento da população idosa de Santa Eudóxia, ampliando a oferta de serviços públicos na região.

SÃO CARLOS/SP - A Prefeitura de São Carlos, por meio da Secretaria de Educação, iniciou nesta segunda-feira (06/07), a entrega dos 16 mil kits do programa “Merenda o Ano Todo”, que prevê a distribuição de cestas básicas para os alunos da rede municipal de ensino durante o recesso escolar de julho. As férias na rede municipal de ensino ocorrem de 13 a 21 de julho.

O vice-prefeito e secretário de Educação, Roselei Françoso, acompanhou a entrega dos kits/cestas por parte da empresa Jade AZ Comercial de Alimentos, responsável pelo fornecimento das cestas. Ela foi a vencedora do pregão eletrônico promovido pelo Consórcio Intermunicipal da Região Central do Estado de São Paulo.

“Queremos garantir que todos os estudantes tenham acesso a uma boa alimentação, com alimentos nutritivos e de qualidade durante esses 9 dias de férias escolares”, afirmou o vice-prefeito.

Cada cesta contém alimentos essenciais para o consumo familiar, como arroz, feijão, óleo de soja, macarrão, molho de tomate, leite integral, bolachas, entre outros itens. Com a entrega diretamente nas escolas uma semana antes do início das férias, as diretoras terão tempo hábil para fazer a entrega aos pais ou responsáveis.

O prefeito Netto Donato destacou que a distribuição das cestas reforça o compromisso da administração municipal com a segurança alimentar e o desenvolvimento dos estudantes.

“Com a entrega das cestas, asseguramos que muitas famílias tenham condições de manter a alimentação dos estudantes durante as férias. A escola vai além do ensino: é um importante ponto de apoio para a comunidade e fortalece a integração das políticas públicas de educação e assistência social".

Nos Centros Municipais de Educação Infantil (CEMEIs) Prof. Nilson Aparecido Gonçalves e Carminda Nogueira de Castro Ferreira e nas Escolas Municipais de Educação Básica (EMEBs) Arthur Natalino Deriggi, Afonso Fioca Vitali (CAIC) e Dalila Galli os kits merenda começam ser entregues as famílias nessa terça-feira, dia 7 de julho, durante a entrada e saída dos alunos. As demais unidades escolares farão a entrega até quarta-feira, dia 8.

SÃO CARLOS/SP - A Prefeitura de São Carlos, por meio da Secretaria de Educação, lançou oficialmente o programa “Merenda o Ano Todo”, que prevê a distribuição de 16 mil cestas básicas para os alunos da rede municipal de ensino durante o recesso escolar de julho. A iniciativa busca assegurar que os estudantes, especialmente os de famílias em situação de vulnerabilidade, tenham acesso a alimentos de qualidade mesmo fora do período letivo. A empresa Jade AZ Comercial de Alimentos será a responsável pelo fornecimento das cestas. Ela foi a vencedora do pregão eletrônico promovido pelo Consórcio Intermunicipal da Região Central do Estado de São Paulo.

Cada cesta contém alimentos essenciais para o consumo familiar, como arroz, feijão, óleo de soja, macarrão, molho de tomate, leite integral, entre outros itens. A logística prevê entrega diretamente nas escolas municipais, garantindo que cada aluno receba uma unidade antes do início do recesso.

O secretário municipal de Educação, Roselei Françoso, destacou a relevância da ação. “A merenda escolar é um complemento fundamental para milhares de famílias. Com o programa Merenda o Ano Todo, garantimos que nossos alunos não fiquem desassistidos durante as férias. É uma política pública que fortalece a dignidade e assegura que a escola continue sendo um espaço de cuidado e proteção, mesmo fora do período letivo”.

O prefeito de São Carlos, Netto Donato, ressaltou o caráter social e estratégico da iniciativa. “Este programa é um marco na nossa gestão. Estamos garantindo que cada criança matriculada na rede municipal tenha acesso a alimentos de qualidade, mesmo fora da sala de aula. É um investimento direto na saúde, na educação e no futuro dos nossos estudantes, além de uma demonstração clara de que a esta gestão está comprometida com a proteção social e o bem-estar da população”, comentou.

Netto Donato complementou: “Com a distribuição das cestas, a Prefeitura busca reduzir os riscos de insegurança alimentar durante o recesso escolar, assegurando que os estudantes e suas famílias tenham condições mínimas de alimentação. A escola é o ponto de apoio comunitário, que amplia o alcance das políticas públicas educacionais e sociais”.

SÃO CARLOS/SP - A Prefeitura de São Carlos, por meio da Secretaria de Educação, abriu inscrições para o Processo Seletivo Simplificado destinado à contratação de Diretores de Escola e Coordenadores Pedagógicos por prazo determinado. O edital foi publicado no Diário Oficial da última sexta-feira (26/06), e as inscrições acontecem até o dia 3 de julho, exclusivamente pela internet, no portal oficial do município.

Os cargos têm jornada de 40 horas semanais, com vencimentos de R$ 9.405,00 para Diretor de Escola e R$ 7.843,00 para Coordenador Pedagógico. Entre os requisitos, destacam-se a comprovação de experiência mínima de seis anos na educação básica e formação superior em pedagogia ou áreas correlatas. A seleção será feita por análise de títulos, com pontuação para especialização, mestrado e doutorado na área de educação.

O edital também prevê cotas para pessoas com deficiência e para candidatos que se autodeclararem negros (pretos ou pardos), seguindo a legislação vigente. O resultado final está programado para ser divulgado em 22 de agosto de 2026.

O secretário municipal de Educação, Roselei Françoso, destacou a importância da medida. “Este processo seletivo garante que nossas escolas tenham gestores qualificados e preparados para enfrentar os desafios da educação. Queremos fortalecer a gestão democrática e assegurar que cada unidade escolar esteja alinhada às diretrizes pedagógicas do município”.

Roselei Françoso ressalta que o processo seletivo tem caráter temporário, já que a Secretaria de Educação está empenhada na abertura de um novo concurso público. O objetivo, segundo ele, é garantir a contratação de diretores efetivos para integrar de forma permanente o quadro de servidores da administração municipal.

A contratação será feita pelo regime da CLT, com validade durante o ano letivo de 2026. Os profissionais selecionados deverão apresentar documentação completa, incluindo carteira profissional digital, comprovantes de vacinação, entre outros documentos especificados em edital.

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