SÃO CARLOS/SP - As escolas municipais de São Carlos registraram avanço acima da média nacional no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb). Enquanto o Ministério da Educação (MEC) anunciou que o Ideb nacional atingiu os maiores índices da série histórica, 6,3 nos anos iniciais, 5,3 nos anos finais e 4,5 no ensino médio, as Escolas Municipais de Educação Básica (EMEBs) da cidade apresentaram resultados ainda mais expressivos.
A média geral do Ideb municipal passou de 6,18, em 2023, para 6,59, em 2025, superando o ritmo de crescimento observado em nível nacional.
Entre as unidades com melhor desempenho, a EMEB Profª Maria Ermantina Carvalho Tarpani e a EMEB Dalila Galli alcançaram índices acima de 7, com crescimento de 0,74 ponto cada. A EMEB Doutor Alcyir Afonso Leopoldino também teve avanço expressivo, de 0,55 ponto. A maioria das escolas manteve trajetória positiva — a exceção foi a EMEB Prof. Ulysses Ferreira Picolo, que registrou queda de 0,24 ponto.
Segundo a chefe de Seção de Desenvolvimento Pedagógico, Curricular e Avaliação Escolar da Secretaria Municipal de Educação, Keity Lúcia de Godoy, o índice referente aos anos iniciais — correspondente aos alunos do 5º ano avaliados — passou de 6,2, em 2023, para 6,5, em 2025, superando tanto a média histórica do município quanto a meta nacional. “Nós ficamos muito felizes porque tivemos grandes avanços. A média esperada, a meta nacional, era de 6 pontos. O Brasil alcançou 6,3 pontos, enquanto nós alcançamos 6,5, ficando acima dessa média”, afirmou.
De acordo com Keity, o resultado é fruto de um trabalho conjunto entre professores, coordenadores e diretores, dentro da adesão ao Programa Alfabetiza Juntos, do Governo do Estado de São Paulo, vinculado ao Compromisso Nacional Criança Alfabetizada. “Dentro desse programa, existem várias iniciativas, como a formação de professores e a realização de simulados e avaliações, que nos ajudam a fazer um mapeamento de toda a situação das turmas da rede de ensino, permitindo que possamos realizar intervenções pedagógicas com base nesse diagnóstico”, explicou.
A partir desse mapeamento, a Secretaria identifica as defasagens de aprendizagem em cada turma e direciona ações específicas de recomposição, além de reuniões com coordenadores pedagógicos para definir estratégias de avanço nas habilidades ainda deficitárias. “O que nos resta é parabenizar o trabalho de toda a equipe da nossa rede: professores, coordenadores e diretores que se empenharam. Esse resultado é o reflexo de todo o trabalho e dedicação realizados ao longo do ano de 2025”, destacou.
Em nível nacional, o número de municípios com Ideb abaixo de 4,9 caiu de 1.097, em 2023, para 442, em 2025. Nesse cenário, São Carlos aparece à frente da curva, com diversas escolas já superando a marca de 7 pontos — patamar considerado de excelência pelo indicador.
Os dados também refletem consistência no fluxo escolar: a taxa se manteve próxima de 1 na quase totalidade das unidades, o que indica baixos índices de evasão.
Segundo o secretário municipal de Educação, Roselei Françoso, os resultados reforçam a importância de manter a Educação como prioridade da gestão municipal. “Esse avanço é reflexo da valorização que temos dado à Educação em São Carlos. É um trabalho que envolve todos os agentes da Secretaria — professores, coordenadores, diretores e equipe técnica — em torno de um mesmo objetivo: garantir que nossos alunos aprendam cada vez mais. Vamos continuar concentrando esforços para que esses índices sigam avançando”, afirmou.
Confira os resultados por escola (números de 2023 e 2025)
EMEB Profª Maria Ermantina Carvalho Tarpani: 6,3 → 7,04 (+0,74)
EMEB Dalila Galli: 6,5 → 7,24 (+0,74)
EMEB Doutor Alcyir Afonso Leopoldino: 6,7 → 7,25 (+0,55)
EMEB Angelina Dagnone de Melo: 6,8 → 7,21 (+0,41)
EMEB Antonio Stella Moruzzi : 6,6 → 7,05 (+0,45)
EMEB Afonso Fioca Vitali (Caic): 5,6 → 6,1 (+0,5)
EMEB Prof. Ulysses Ferreira Picolo: 5,5 → 5,26 (-0,24)
SÃO PAULO/SP - O debate sobre os impactos das tecnologias digitais na saúde mental dos estudantes já faz parte da agenda de oito em cada dez escolas brasileiras. A proporção de instituições de ensino fundamental e médio, públicas e privadas, que discutiram o tema em 2025, cresceu 18 pontos percentuais na comparação com 2024, passando de 62% para 80%.

Os resultados constam na pesquisa TIC Educação 2025, lançada nesta terça-feira (4) e realizada pelo Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (Cetic.br) do Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br), entidade ligada ao Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br).
A coleta de dados foi feita por telefone em escolas públicas e particulares, de áreas urbanas e rurais, totalizando 2.404 entrevistas com gestores.
Segundo o Cetic.br, a pesquisa mostra que os debates sobre questões relacionadas aos efeitos das tecnologias digitais no desenvolvimento dos alunos e à adoção crítica desses recursos estão mais presentes nas escolas do país.
Em 2025, 75% dos gestores se reuniram com pais, mães e responsáveis para tratar do uso de tecnologias digitais no ambiente escolar, ante 60% no ano anterior. E 86% conversaram com professores e outros profissionais da instituição sobre o mesmo assunto, em 2024 a proporção era 68%.
Outros temas que passaram a ocupar mais espaço nas pautas das reuniões são o uso seguro, crítico e responsável das tecnologias digitais - de 56% em 2024 para 75% em 2025 - e a inclusão da educação midiática no currículo escolar, de 46% para 67%.
Segundo o levantamento, 65% das instituições de ensino desenvolvem alguma ação voltada aos estudantes nessa área. No entanto, a presença dessas ações é desigual, ocorrendo com maior prevalência nas escolas urbanas (72%) e entre aquelas que disponibilizam computadores e acesso à internet para uso dos alunos em atividades educacionais (75%).
Entre as que realizam essas iniciativas, 75% dos gestores apontam a baixa participação das famílias e dos responsáveis como um dos principais obstáculos, seguida pela falta de materiais e recursos educacionais de apoio (64%).
Entre as que não realizam atividades desse tipo, a principal dificuldade é a falta de materiais e recursos de apoio (77%), seguida pela baixa participação das famílias (66%) e pela qualidade dos computadores e do acesso à Internet da escola (65%).
"Os dados mostram a necessidade de um olhar atento às desigualdades estruturais, que podem se configurar em desafios à garantia de maior equidade na oferta da educação digital, conforme prevê normativas importantes, como o Plano Nacional de Educação", avalia Daniela Costa, coordenadora da pesquisa TIC Educação.
Ela acrescenta que "a integração entre escolas e famílias é outro aspecto essencial para a disseminação da educação digital”.
“Para que possam apoiar as famílias de maneira eficaz, as escolas precisam de suporte adequado e políticas públicas estruturadas", defende.
Em 49% das escolas, os responsáveis buscaram a direção ou profissionais pedagógicos para obter orientações sobre como mediar o consumo digital de crianças e adolescentes. Do outro lado, 48% das escolas ofereceram palestras com especialistas em bem-estar e saúde mental para as famílias, e 46% distribuíram guias e materiais de orientação sobre hábitos saudáveis de uso de recursos digitais.
“Construir uma educação digital plena e segura é um desafio estratégico para o país e que precisa ser compartilhado entre os diferentes atores sociais. A escola tem um papel importante e crescente, mas também as famílias e o Estado. Precisamos aprimorar políticas públicas e estabelecer regras para a atuação de plataformas digitais”, analisa Renata Mielli, coordenadora do CGI.br.
Ela ressalta que regulação e políticas públicas são elementos cruciais para a proteção de crianças e jovens, como aponta o ECA Digital.
"As famílias e os educadores precisam de apoio para compreender a complexidade de temas imateriais, como o funcionamento de algoritmos e sistemas de Inteligência Artificial, para que possamos, coletivamente, proteger crianças e adolescentes contra os riscos e abusos no ambiente virtual", disse.
Segundo o estudo, 51% dos gestores afirmam que os alunos não podem levar o telefone celular pessoal para o ambiente escolar. O resultado variou conforme o perfil da instituição, sendo mais restritiva naquelas com turmas até os anos iniciais (69%) do que nas com ensino médio (31%).
Em 40% das escolas, os alunos estão autorizados a levar o celular pessoal, mas as regras de armazenamento variam entre as instituições. Em 24%, os dispositivos devem ser guardados em bolsos ou acessórios de uso individual, como mochila ou estojo e, em 16%, em locais disponibilizados pelas escolas, como caixas, armários ou outros espaços.
Ao considerar a parcela de escolas que consentem que os alunos levem o celular, 66% permitem o uso do celular pessoal em atividades pedagógicas, proporção que aumenta em contextos que enfrentam maiores barreiras de conectividade e de acesso a computadores. O uso pedagógico do dispositivo sobe para 76% na Região Norte, 76% na Região Nordeste e 75% em áreas rurais.
É a primeira TIC Educação que mapeou o uso de ferramentas de inteligência artificial (IA) generativa por gestores escolares. A pesquisa indicou que 53% deles já utilizam esses sistemas em atividades de gestão pedagógica, administrativa ou financeira.
No entanto, apenas 22% dos gestores informaram que a escola possuía um guia de orientações sobre o uso de tais recursos no ensino, na aprendizagem ou na gestão (19% entre as escolas municipais, 25% entre as estaduais e 25% entre as particulares).
Entre as principais finalidades do uso de IA pelos gestores estão a criação de conteúdos visuais ou de comunicação (83%), elaboração de convites e comunicados (80%) e tradução, revisão ou resumo de textos (71%).
Em 37% das escolas, o uso de IA pelos estudantes em tarefas educacionais é permitida. A proporção chega a 47% na rede estadual e a 52% naquelas com turmas até o ensino médio.
AGÊNCIA BRASIL
Iniciativa fortalece a rede de proteção à infância e promove ações educativas para prevenção do abuso e da exploração sexual de crianças e adolescentes
SÃO CARLOS/SP - A Prefeitura de São Carlos, por meio da Secretaria Municipal Especial de Infância e Juventude, iniciou nesta terça-feira (28/7), em parceria com a Diretoria Regional de Ensino, as oficinas do Programa Faça Bonito nas escolas estaduais do município. A iniciativa integra as ações de prevenção, conscientização e fortalecimento da rede de proteção às crianças e aos adolescentes.
O lançamento das atividades foi realizado na Escola Estadual Antonio Adolfo Lobbe e contou com a presença do secretário municipal de Infância e Juventude, professor Emerson Leandro de Morais, da dirigente regional de Ensino, professora Débora Gonzalez Costa Blanco, além da equipe responsável pelo programa.
Desenvolvido de forma articulada com a rede de proteção, o Programa Faça Bonito promove ações educativas voltadas à garantia dos direitos da infância e da adolescência, com foco na prevenção e no enfrentamento ao abuso e à exploração sexual de crianças e adolescentes.
Durante a abertura das oficinas, o secretário Emerson Leandro de Morais destacou a importância da parceria com a instituição Nosso Lar e ressaltou o caráter pedagógico das atividades, que estão alinhadas às políticas públicas de proteção da infância.
"Nosso compromisso é garantir que crianças e adolescentes, tanto das redes municipal quanto estadual de ensino, tenham seus direitos plenamente assegurados. A prevenção e a informação são ferramentas essenciais para fortalecer essa proteção", afirmou o secretário.
A dirigente regional de Ensino, Débora Gonzalez Costa Blanco, ressaltou que a integração entre Estado e Município amplia o alcance das políticas públicas voltadas à infância e fortalece o trabalho desenvolvido nas unidades escolares.
A direção da Escola Estadual Antonio Adolfo Lobbe também destacou a importância da iniciativa e agradeceu a escolha da unidade para o início das oficinas, reafirmando o compromisso da comunidade escolar com a promoção de um ambiente seguro, acolhedor e voltado ao desenvolvimento integral dos estudantes.
As oficinas do Programa Faça Bonito serão realizadas em outras escolas estaduais de São Carlos, ampliando as ações de conscientização e fortalecendo a rede de proteção às crianças e aos adolescentes no município.
SÃO CARLOS/SP - Com o início do segundo semestre letivo, muitas famílias se preparam para adquirir materiais escolares, mochilas e estojos. Para evitar gastos excessivos e garantir segurança nas compras, o Procon São Carlos orienta os consumidores a planejarem suas aquisições e compararem preços antes de fechar negócio.
O órgão recomenda que o primeiro passo seja avaliar os itens já utilizados no semestre anterior. Cadernos, pastas, lápis e canetas em bom estado podem ser reaproveitados, ajudando na economia doméstica e reduzindo o consumo desnecessário.
Outro ponto essencial é a pesquisa de preços em diferentes estabelecimentos, físicos e virtuais, já que a variação pode ser significativa. O consumidor deve sempre exigir e guardar a nota fiscal, documento indispensável para trocas, garantias ou eventuais reclamações.
Nas compras online, a atenção deve ser redobrada: é importante verificar a reputação do fornecedor, conferir informações sobre o produto, prazos de entrega e políticas de devolução. O Procon São Carlos alerta que as compras devem ser feitas apenas em sites confiáveis, que disponibilizem dados de identificação como CNPJ e endereço.
Planejamento e reaproveitamento são aliados do consumidor. Essas atitudes simples contribuem para reduzir despesas e tornam a compra mais consciente neste período de retomada das aulas.
Em caso de dúvidas ou problemas nas relações de consumo, o Procon São Carlos está disponível para orientar e defender os direitos dos consumidores. A unidade fica na rua Rui Barbosa, 1.190, e o WhastApp é o (16) 3419 4510.
SÃO CARLOS/SP - O distrito de Santa Eudóxia está prestes a ganhar um importante reforço na área da educação infantil com a construção do Centro Municipal de Educação Infantil (CEMEI) Dionísio da Silva. A obra representa um investimento de mais de R$ 3,1 milhões. A construtora responsável pela obra é a HS Lopes e a previsão é que a obra seja concluída em dezembro.
O projeto segue o padrão das escolas de Ensino Infantil Tipo 2 e foi cuidadosamente planejado para atender crianças de 0 a 3 anos. A estrutura é composta por dois blocos distintos, interligados por circulação coberta e integrados a um pátio central. O Bloco A concentra os ambientes destinados aos bebês de até 11 meses, incluindo salas de atividades, solário, lactário, fraldários e setores de apoio como lavanderia, rouparia e cozinha equipada. Já o Bloco B foi projetado para crianças de 1 a 3 anos, com salas de atividades específicas para cada faixa etária, sanitários adaptados, solários e sala multiuso.
Além dos blocos, o CEMEI contará com um pátio coberto que funciona como refeitório e espaço de integração, promovendo convivência entre diferentes faixas etárias. Na área externa, há playground, jardins e estacionamento, compondo um ambiente seguro e acolhedor.
“Hoje, o CEMEI Dionísio da Silva atende 90 crianças, mas existe a possibilidade, com a ampliação, de atender a 150 crianças”, disse o secretário de Educação, Roselei Françoso.
O prédio atual do CEMEI, inaugurado em 1986, será desativado e passará a abrigar um centro de fisioterapia voltado ao atendimento da população idosa de Santa Eudóxia, ampliando a oferta de serviços públicos na região.
SÃO CARLOS/SP - A Prefeitura de São Carlos, por meio da Secretaria de Educação, iniciou nesta segunda-feira (06/07), a entrega dos 16 mil kits do programa “Merenda o Ano Todo”, que prevê a distribuição de cestas básicas para os alunos da rede municipal de ensino durante o recesso escolar de julho. As férias na rede municipal de ensino ocorrem de 13 a 21 de julho.
O vice-prefeito e secretário de Educação, Roselei Françoso, acompanhou a entrega dos kits/cestas por parte da empresa Jade AZ Comercial de Alimentos, responsável pelo fornecimento das cestas. Ela foi a vencedora do pregão eletrônico promovido pelo Consórcio Intermunicipal da Região Central do Estado de São Paulo.
“Queremos garantir que todos os estudantes tenham acesso a uma boa alimentação, com alimentos nutritivos e de qualidade durante esses 9 dias de férias escolares”, afirmou o vice-prefeito.
Cada cesta contém alimentos essenciais para o consumo familiar, como arroz, feijão, óleo de soja, macarrão, molho de tomate, leite integral, bolachas, entre outros itens. Com a entrega diretamente nas escolas uma semana antes do início das férias, as diretoras terão tempo hábil para fazer a entrega aos pais ou responsáveis.
O prefeito Netto Donato destacou que a distribuição das cestas reforça o compromisso da administração municipal com a segurança alimentar e o desenvolvimento dos estudantes.
“Com a entrega das cestas, asseguramos que muitas famílias tenham condições de manter a alimentação dos estudantes durante as férias. A escola vai além do ensino: é um importante ponto de apoio para a comunidade e fortalece a integração das políticas públicas de educação e assistência social".
Nos Centros Municipais de Educação Infantil (CEMEIs) Prof. Nilson Aparecido Gonçalves e Carminda Nogueira de Castro Ferreira e nas Escolas Municipais de Educação Básica (EMEBs) Arthur Natalino Deriggi, Afonso Fioca Vitali (CAIC) e Dalila Galli os kits merenda começam ser entregues as famílias nessa terça-feira, dia 7 de julho, durante a entrada e saída dos alunos. As demais unidades escolares farão a entrega até quarta-feira, dia 8.
SÃO CARLOS/SP - A Prefeitura de São Carlos, por meio da Secretaria de Educação, lançou oficialmente o programa “Merenda o Ano Todo”, que prevê a distribuição de 16 mil cestas básicas para os alunos da rede municipal de ensino durante o recesso escolar de julho. A iniciativa busca assegurar que os estudantes, especialmente os de famílias em situação de vulnerabilidade, tenham acesso a alimentos de qualidade mesmo fora do período letivo. A empresa Jade AZ Comercial de Alimentos será a responsável pelo fornecimento das cestas. Ela foi a vencedora do pregão eletrônico promovido pelo Consórcio Intermunicipal da Região Central do Estado de São Paulo.
Cada cesta contém alimentos essenciais para o consumo familiar, como arroz, feijão, óleo de soja, macarrão, molho de tomate, leite integral, entre outros itens. A logística prevê entrega diretamente nas escolas municipais, garantindo que cada aluno receba uma unidade antes do início do recesso.
O secretário municipal de Educação, Roselei Françoso, destacou a relevância da ação. “A merenda escolar é um complemento fundamental para milhares de famílias. Com o programa Merenda o Ano Todo, garantimos que nossos alunos não fiquem desassistidos durante as férias. É uma política pública que fortalece a dignidade e assegura que a escola continue sendo um espaço de cuidado e proteção, mesmo fora do período letivo”.
O prefeito de São Carlos, Netto Donato, ressaltou o caráter social e estratégico da iniciativa. “Este programa é um marco na nossa gestão. Estamos garantindo que cada criança matriculada na rede municipal tenha acesso a alimentos de qualidade, mesmo fora da sala de aula. É um investimento direto na saúde, na educação e no futuro dos nossos estudantes, além de uma demonstração clara de que a esta gestão está comprometida com a proteção social e o bem-estar da população”, comentou.
Netto Donato complementou: “Com a distribuição das cestas, a Prefeitura busca reduzir os riscos de insegurança alimentar durante o recesso escolar, assegurando que os estudantes e suas famílias tenham condições mínimas de alimentação. A escola é o ponto de apoio comunitário, que amplia o alcance das políticas públicas educacionais e sociais”.
SÃO CARLOS/SP - A Prefeitura de São Carlos, por meio da Secretaria de Educação, abriu inscrições para o Processo Seletivo Simplificado destinado à contratação de Diretores de Escola e Coordenadores Pedagógicos por prazo determinado. O edital foi publicado no Diário Oficial da última sexta-feira (26/06), e as inscrições acontecem até o dia 3 de julho, exclusivamente pela internet, no portal oficial do município.
Os cargos têm jornada de 40 horas semanais, com vencimentos de R$ 9.405,00 para Diretor de Escola e R$ 7.843,00 para Coordenador Pedagógico. Entre os requisitos, destacam-se a comprovação de experiência mínima de seis anos na educação básica e formação superior em pedagogia ou áreas correlatas. A seleção será feita por análise de títulos, com pontuação para especialização, mestrado e doutorado na área de educação.
O edital também prevê cotas para pessoas com deficiência e para candidatos que se autodeclararem negros (pretos ou pardos), seguindo a legislação vigente. O resultado final está programado para ser divulgado em 22 de agosto de 2026.
O secretário municipal de Educação, Roselei Françoso, destacou a importância da medida. “Este processo seletivo garante que nossas escolas tenham gestores qualificados e preparados para enfrentar os desafios da educação. Queremos fortalecer a gestão democrática e assegurar que cada unidade escolar esteja alinhada às diretrizes pedagógicas do município”.
Roselei Françoso ressalta que o processo seletivo tem caráter temporário, já que a Secretaria de Educação está empenhada na abertura de um novo concurso público. O objetivo, segundo ele, é garantir a contratação de diretores efetivos para integrar de forma permanente o quadro de servidores da administração municipal.
A contratação será feita pelo regime da CLT, com validade durante o ano letivo de 2026. Os profissionais selecionados deverão apresentar documentação completa, incluindo carteira profissional digital, comprovantes de vacinação, entre outros documentos especificados em edital.
SÃO CARLOS/SP - O prefeito Netto Donato esteve na manhã desta segunda-feira (01/06) na Escola Municipal de Educação Básica (EMEB) Arthur Natalino Deriggi, localizada no bairro Cidade Aracy e que atende 1.200 alunos no Fundamental I e II e na Educação de Jovens e Adultos (EJA).
O prefeito, que estava acompanhado dos secretários de Segurança Pública e Mobilidade Urbana, Michael Yabuki, de Gestão da Cidade e Infraestrutura, Leonardo Lázaro, de Cidades Inteligentes e Transparência, Mateus de Aquino, de Gestão Pública e Integração Governamental, Laurie Lubek, aproveitou para conversar com o diretor da escola, Jacinto da Silva Lima, com professores, alunos e as merendeiras.
O prefeito Netto Donato destacou que está realizando uma série de visitas aos próprios públicos acompanhado por uma equipe multidisciplinar formada por engenheiros, técnicos, profissionais de tecnologia da informação e especialistas em segurança. Segundo ele, o objetivo é identificar as necessidades de cada local, seja em relação a reformas, manutenção ou ampliação dos espaços.
Durante a visita na EMEB, o prefeito ressaltou a importância de ouvir diretamente alunos, professores e gestores escolares. “As crianças vivenciam o dia a dia das escolas e sabem apontar o que pode ser melhorado. Ao conversar com elas, com os professores e com o diretor, percebemos que muitas demandas se repetem, o que nos ajuda a identificar as prioridades mais urgentes”, afirmou.
Netto Donato explicou, ainda, que a iniciativa faz parte de um trabalho contínuo de acompanhamento das estruturas públicas municipais. De acordo com ele, as visitas serão realizadas pessoalmente, ao lado da comissão técnica da Prefeitura, enquanto os secretários seguem conduzindo as atividades rotineiras de suas pastas. “Quero acompanhar de perto a realidade de cada local e avaliar, junto com nossa equipe técnica, as melhorias necessárias para elevar a qualidade dos serviços oferecidos à população”, concluiu.
O diretor da EMEB Arthur Natalino Deriggi, Jacinto da Silva Lima, destacou a importância da visita do prefeito e defendeu que esse tipo de aproximação com a comunidade escolar aconteça com mais frequência, especialmente em unidades de grande porte.
Segundo ele, a escola atende cerca de 1.200 alunos, funciona em três turnos e também oferece ensino para estudantes da Educação de Jovens e Adultos (EJA), o que demanda atenção constante do poder público.
“É muito importante que o prefeito esteja presente e conheça de perto a realidade da nossa escola. Esse contato direto com a comunidade escolar permite que as demandas sejam ouvidas e compreendidas de forma mais efetiva. As crianças gostam de participar desses momentos e os profissionais também se sentiram à vontade para conversar, apresentar sugestões e compartilhar suas necessidades”, afirmou o diretor.
Ele ressaltou ainda que a presença da administração municipal fortalece o diálogo com a comunidade e contribui para a busca de soluções que garantam melhores condições de ensino e aprendizagem para alunos e educadores.
SÃO CARLOS/SP - O Centro Municipal de Cultura Afro-Brasileira “Odette dos Santos” recebeu mais de 60 alunos e educadores da Escola Educativa que mergulharam em um passeio que uniu aprendizado, reflexão e valorização da diversidade.
Durante a visita, os participantes conheceram os diferentes espaços do Centro e tiveram contato direto com a riqueza da história e da cultura afro-brasileira. A atividade reforçou a importância da preservação da memória e do pertencimento histórico, aproximando os jovens de um legado que ajuda a construir a identidade nacional.
A programação contou também com a palestra “Racismo e suas Implicações na Sociedade”, ministrada por Carmelita Maria Silva, chefe de Seção de Políticas para Promoção da Igualdade Racial da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social e Cidadania. O encontro promoveu reflexões sobre igualdade racial, respeito às diferenças e combate às diversas formas de discriminação.
Para a secretária Adjunta, Ana Paula Vaz, a escola tem papel essencial na formação cidadã ao incluir em seu cotidiano pedagógico o respeito às culturas e às memórias coletivas dos diversos grupos étnicos que compõem a sociedade brasileira.
Já a secretária Municipal de Desenvolvimento Social e Cidadania, Gisele Santucci, destacou. “O combate à discriminação e ao racismo é essencial para a promoção da tolerância, do respeito mútuo e da construção de uma sociedade mais justa, igualitária e democrática para todos”.
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