AGUAÍ/SP - As obras da nova escola estadual em Aguaí, na região de Campinas, atingiram 70,1% de execução. A unidade, construída no residencial Monte Líbano, tem previsão de entrega para a segunda quinzena de março de 2026 e será a primeira escola a ser concluída no âmbito da Parceria Público-Privada (PPP) Novas Escolas do Governo de São Paulo.
A escola terá 5.688,44 m² de área total, distribuídos em três pavimentos. O projeto prevê 21 salas de aula, com capacidade para atender até 780 alunos, além de refeitório e duas quadras poliesportivas, sendo uma coberta. A obra será entregue três meses antes da previsão inicial, que seria em junho.
“É uma estrutura moderna, ampla e que vai beneficiar muito o aprendizado dos estudantes”, afirmou o engenheiro responsável pela obra, Pedro Gomes de Azevedo. “A escola terá um grande impacto na região, pois alunos que estudam longe de casa agora vão poder estudar perto de casa, numa escola com infraestrutura completa e salas climatizadas.”
A PPP Novas Escolas prevê a construção de 33 novas escolas em 29 municípios paulistas. A iniciativa vai criar quase 35 mil novas vagas em período integral para os anos finais do Ensino Fundamental e para o Ensino Médio da rede estadual. O investimento total estimado é de R$ 2,1 bilhões ao longo dos 25 anos de concessão, com metade das escolas programadas para entrega em 2026 e as demais até 2027.
As demais obras do Lote Leste da PPP seguem em ritmo acelerado em São João da Boa Vista (53,2%), Salto de Pirapora (50,1%), Leme (50%), Atibaia (49,2%), Limeira (48,8%), Itapetininga (48,7%) e São José dos Campos (47,1%). Também estão em andamento obras Lote Oeste: Ribeirão Preto I e II (48,3% e 48,8%, respectivamente), São José do Rio Preto (48%), Araras (47,6%), Lins (47,1%), Sertãozinho (47%), Olímpia (46,8%) e Jardinópolis (46,7%). O total do avanço de obras, considerando todas unidades, do Lote Oeste é de 47,5%.
A parceria é voltada exclusivamente à infraestrutura e aos serviços de apoio, incluindo construção, manutenção, conservação e operação das atividades não pedagógicas, sem interferência no conteúdo educacional. Os serviços pedagógicos, como planejamento escolar, direção da unidade e definição de material didático, permanecem sob responsabilidade da Secretaria de Educação de São Paulo, assim como a gestão do corpo docente, composto por professores do quadro da Secretaria.
Entre os serviços previstos na PPP estão manutenção predial, segurança, limpeza, jardinagem, preparo da merenda e outras atividades de suporte ao funcionamento das unidades, que já são executadas por empresas privadas. A PPP Novas Escolas reúne em um único contrato diversos serviços hoje contratados separadamente pelas escolas, com o objetivo de agilizar e simplificar a gestão dessas atividades.
Agência SP Por Dentro da Obra
O avanço nas obras da escola de Aguaí da PPP Novas Escolas está registrado em mais um episódio da série “Agência SP: Por Dentro da Obra”, iniciativa da Agência SP que mostra em vídeos detalhes e curiosidades de grandes projetos em andamento no estado. Confira mais episódios nas redes sociais e na página do Governo de São Paulo no Youtube.
SÃO CARLOS/SP - A vereadora Larissa Camargo, PCdoB, denunciou em suas redes sociais a falta de organização da Secretaria Municipal de Educação após o início das aulas, no último dia 12. Segundo a parlamentar, escolas da rede municipal começaram o ano letivo com salas sem professores, comprometendo o direito básico das crianças à educação.
De acordo com a vereadora, a Secretaria teve tempo suficiente para se organizar. Havia prazo, havia processo seletivo em andamento e havia, inclusive, o compromisso público de que todas as salas estariam com docentes atribuídos no primeiro dia de aula.
“Estivemos reunidos com o então secretário Lucas Leão e com a chefe de gabinete Adriana Bueno, que nos garantiram que no dia 12 todas as salas teriam professores. Isso não aconteceu”, afirmou.
A vereadora relata que já visitou duas unidades escolares com quadro incompleto de profissionais, com informações confirmadas pelas próprias equipes. Para ela, a situação revela ingerência e irresponsabilidade administrativa.
“Quando uma sala fica vazia, as crianças perdem. Educação é direito, não é favor. A Secretaria já sabia que não havia concurso aberto e que dependeria de processo seletivo. Não poderia alegar surpresa”, pontuou.
Outro ponto grave denunciado pela parlamentar ocorreu na manutenção. Segundo ela, serviços de manutenção no telhado estavam sendo realizados durante o período de aula, obrigando crianças a deixarem os espaços para que o trabalho fosse executado com segurança.
“Estamos falando de todo um período de férias disponível para realizar manutenção. Ainda há relatos de limpeza de caixa d’água e troca de areia do parque solicitadas e não realizadas em todas as unidades”, destacou.
Para Larissa, a situação escancara o descaso com a educação infantil. Ela afirma que houve tentativa de diálogo com a gestão municipal, mas as promessas não foram cumpridas.
Diante das denúncias, a vereadora anunciou que irá protocolar requerimentos formais solicitando informações detalhadas sobre a atribuição de professores e o cronograma de manutenção das unidades. Caso necessário, não descarta acionar o Ministério Público.
“Seguiremos cobrando. Nenhum secretário pode dizer que não buscamos diálogo. Mas quando a organização falha e quem paga o preço são as crianças, nosso dever é agir.”
A crise expõe falhas graves de planejamento justamente no setor que deveria ser prioridade absoluta do poder público: a educação.
link do vídeo: https://www.instagram.
SÃO PAULO/SP - Os 3,1 milhões de estudantes das mais de 5.000 unidades estaduais de São Paulo retornam às salas de aula nesta segunda-feira (2). Para o ano letivo de 2026, a Secretaria da Educação do Estado de São Paulo (Seduc-SP) organizou uma série de mudanças e ajustes com foco na melhoria da aprendizagem dos alunos, incluindo expansão de vagas do Ensino Médio Técnico, início das atividades das escolas cívico-militares e ampliação do projeto de tutoria e recomposição de aprendizagem a classes do 1º ao 9º ano do Ensino Fundamental.
“Começamos mais um ano letivo com a continuidade de projetos exitosos da pasta como os programas Provão Paulista, Prontos pro Mundo e Alfabetiza Juntos SP. Ao mesmo tempo, planejamos ajustes e novidades que devem impactar positivamente no aprendizado e no avanço dos índices educacionais de nossos estudantes do Ensino Fundamental ao Ensino Médio”, afirma o secretário da Educação de São Paulo, Renato Feder.
Neste ano, a soma de alunos na educação profissional chegará a 231 mil matrículas em 2.212 escolas em todo o Estado — em 2023, eram 35 mil vagas. Outra novidade é a ampliação do número de cursos. A partir de agora, são 11 opções: os novos eletrônica e meio ambiente, além de administração, agronegócio, ciência de dados, desenvolvimento de sistemas, enfermagem, farmácia, hospedagem, logística e vendas. Há ainda outras 60 formações ofertadas em parceria com o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai-SP) e o Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac-SP).
Em São Paulo, estudantes matriculados na 2ª e 3ª série do itinerário formativo técnico do Ensino Médio também participam do Programa BEEM (Bolsa Estágio Ensino Médio). A Seduc-SP fechou o ano de 2025 com 10 mil estudantes contratados por empresas parceiras. Os estagiários recebem bolsas mensais de até R$ 851,46, de acordo com o curso. A expectativa é que sejam abertas mais 30 mil oportunidades até o segundo semestre.
Após três rodadas de consulta pública com toda comunidade escolar (estudantes, responsáveis, diretores, professores e funcionários), 100 unidades dão início ao modelo Escola Cívico-Militar (ECM). As escolas do programa ofertam vagas no Ensino Fundamental e Médio e estão distribuídas em 89 municípios.
As unidades selecionadas seguirão as diretrizes do Currículo Paulista e a gestão escolar terá apoio de monitores e monitores-chefes na segurança, disciplina, acolhimento e na promoção de valores cívicos.
Todos os militares do Programa Escola Cívico-Militar serão avaliados periodicamente, por diretores e alunos, e submetidos ao processo semestral de avaliação de desempenho para verificar adaptação e permanência no modelo.
Para recompor a aprendizagem em língua portuguesa e matemática, a Seduc-SP vai expandir o programa de tutoria para alunos do 1º ao 9º ano do Ensino Fundamental. Enquanto para as classes dos anos iniciais (1º ao 5º ano) o foco é o apoio à alfabetização e ao letramento matemático, nos anos finais a atenção é para estudantes com alta defasagem nas duas disciplinas — componentes estruturantes da educação básica. Do 6º ao 9º ano, o número de escolas participantes vai aumentar de 2.800 para 3.400 em toda rede.
São selecionados para o projeto docentes tutores com experiência em alfabetização e letramento. Em colaboração com os professores regentes de turma, serão definidos os estudantes que participarão das aulas após resultados no Sistema de Avaliação de Rendimento Escolar do Estado de São Paulo (Saresp), Prova Paulista e avaliações de sondagem. A proposta é identificar dificuldades específicas e níveis de aprendizagem em cada uma das duas disciplinas. As aulas com tutores são ofertadas no mesmo turno em que o estudante está matriculado.
Para o Ensino Médio, professores de orientação de estudos (língua portuguesa e matemática) têm o apoio de estagiários do programa Aluno Monitor do BEEM. Em 2025, mais de sete mil estudantes da 3ª série foram selecionados e atuaram como monitores dos próprios colegas de turma com dificuldades nas disciplinas. Os candidatos devem ter registrado, obrigatoriamente, frequência escolar superior a 85% no último ano letivo. Para a classificação geral são consideradas as notas do Saresp e o desempenho na entrevista com a banca examinadora da escola. Neste ano, alunos da 1ª à 3ª série podem concorrer a uma vaga. A seleção para 2026 está prevista para começar no dia 9 de fevereiro.
A rede estadual de São Paulo dá início ao novo ano letivo mais próxima de alcançar a meta de 90% dos estudantes do 2º ano do Ensino Fundamental alfabetizados aos sete anos de idade. A última edição da Avaliação de Fluência Leitora, aplicada no fim de 2025 e divulgada em janeiro, mostra que 76% dos participantes — estudantes das escolas estaduais e das 645 prefeituras paulistas — têm leitura adequada (fluentes e iniciantes) para a idade.
Na comparação com o primeiro ano da iniciativa, em 2023, as redes públicas avançaram em 50% a quantidade de crianças leitoras. Na época eram 220 mil nos melhores níveis de aprendizado, enquanto agora são 330,5 mil considerados alunos leitores. Por outro lado, no mesmo período, o número de estudantes nos níveis mais críticos de pré-leitura caiu de 26% para 7%.
A Avaliação da Fluência Leitora faz parte do Alfabetiza Juntos, programa do governo de São Paulo em colaboração com os municípios paulistas. Em 2025, de maneira inédita, estudantes do 2º ano do Ensino Fundamental de todas as 645 cidades participaram das provas, uma no primeiro bimestre e outra ao fim do quarto bimestre. Além dos testes de mensuração do nível de leitura e das provas do Saresp, o Alfabetiza inclui um conjunto de ações de apoio para o cumprimento das metas de alfabetização, como material didático, acesso à plataforma Elefante Letrado e Matific e formação de professores.
A partir deste ano, as escolas da rede estadual de São Paulo passarão a ter o número de gestores diretamente vinculado ao total de alunos atendidos. Quanto maior o porte da unidade, maior será o quadro de direção e coordenação pedagógica. Com a mudança, escolas com até 200 estudantes terão a garantia de um quadro composto por, no mínimo, um diretor, um coordenador pedagógico (CGP) e um gerente de organização escolar (GOE).
Na faixa entre 201 e 500 alunos, a pasta prevê o reforço da equipe com um vice-diretor. A partir de 501 matrículas, o número de gestores cresce progressivamente. Outra mudança é em relação ao número de agentes de organização escolar (AOE). Todas as escolas terão, no mínimo, dois AOEs.
SÃO CARLOS/SP - O vereador Sérgio Rocha (PRD) esteve nesta quinta-feira (22) na Escola Estadual Arlindo Bittencourt, que passa a integrar oficialmente o programa de Escola Cívico-Militar no município de São Carlos.
A visita contou com a presença da Dirigente Regional de Ensino, Débora Gonzalez Costa Blanco, da diretora da unidade escolar, Joice Camila Corsi, e do vice-diretor Claudenilsson César.
Na ocasião, o parlamentar pôde acompanhar de perto toda a estrutura da escola, que avança para o pleno funcionamento dentro do novo modelo educacional.
Atualmente, a Escola Arlindo Bittencourt já atingiu sua capacidade máxima, contando com aproximadamente 950 alunos matriculados, do 6º ano do ensino fundamental até o ensino médio, o que demonstra a grande procura e a confiança da comunidade no projeto.
Durante a visita, o vereador acompanhou pessoalmente as melhorias realizadas na unidade, incluindo a reforma do prédio, a implantação de novos equipamentos e os investimentos em infraestrutura que estão sendo destinados à Escola Cívico-Militar.
Para Sérgio Rocha, a implantação do modelo representa um avanço significativo para a educação no município. “?????-?? ?? ??? ?????? ????????? ???? ??̃? ??????, ??? ????????? ? ??????, ??????? ??????????, ???????? ? ??????? ???????? ??????̧?̃?? ?? ??????????? ??? ?????? ??????”, destacou o parlamentar.
A Escola Cívico-Militar Arlindo Bittencourt passa a ser referência no município, reafirmando o compromisso com uma educação de qualidade e com o futuro das novas gerações.
SÃO CARLOS/SP - O prefeito Netto Donato, acompanhado do secretário de Educação, Lucas Leão, esteve nesta quinta-feira (15/01) na Escola Municipal de Educação Básica (EMEB) Ulysses Picolo, localizada no Residencial Eduardo Abdelnur, e no Centro Municipal de Educação Infantil (CEMEI) Silvio Padovan, no Residencial Ipê Mirim, região sul da cidade.
Na EMEB Ulysses Picolo, unidade construída durante o governo do ex-prefeito Airton Garcia, com investimento de R$ 5 milhões provenientes do Fundo de Arrendamento Residencial (FAR), o prefeito acompanhou o assentamento de 400 metros quadrados de piso intertravado no pátio e corredores internos, além da reforma de quatro sanitários. As melhorias incluem troca de torneiras, sifões, flexíveis, assentos de vasos sanitários, instalação de novas portas, lavatórios acessíveis, registros e válvulas de descarga. O investimento é de R$ 88.988,65, via Prohab.
O diretor administrativo da Prohab, César Maragno, explicou que a empresa mantém parceria com a Secretaria de Educação, utilizando a escola para atividades de pós-ocupação dos conjuntos habitacionais Abdelnur e Planalto Verde. “Nós oferecemos psicólogos, pedagogos, aulas de artesanato, forró e street dance para os mutuários desses dois conjuntos e, em contrapartida, realizamos pequenas reformas nas unidades”, afirmou.
Segundo o secretário municipal de Educação, Lucas Leão, por determinação do prefeito Netto Donato, foi elaborado um cronograma de ações para o período de recesso escolar. Entre as intervenções estão a troca de caixas d’água, substituição da areia dos playgrounds, serviços de dedetização, limpeza, reforma e capinação. Algumas escolas também receberam novos telhados.
Ainda de acordo com o secretário, todo o planejamento foi feito em conjunto com o prefeito, com o objetivo de garantir que o ano letivo tenha início com as escolas em condições adequadas. A rede municipal atende cerca de 16 mil alunos, e o início das aulas está previsto para o dia 12 de fevereiro.
O prefeito Netto Donato destacou que tem acompanhado de perto, juntamente com a equipe técnica, as vistorias e os serviços de manutenção realizados nas unidades escolares, com o objetivo de assegurar qualidade e segurança aos alunos da rede municipal. Ele afirmou que o trabalho de acompanhamento e fiscalização será mantido ao longo de janeiro, garantindo que as escolas estejam preparadas para receber os estudantes com conforto e boas condições de funcionamento.
No CEMEI Silvio Padovan, no Residencial Ipê Mirim, o prefeito e o secretário também vistoriaram a entrega da obra. A escola foi construída em um terreno de 1.575 m², com 860 m² de área construída, em investimento de R$ 3.305.327,62 com recursos próprios. O prédio conta com cinco salas de aula, incluindo berçário, uma sala multiuso e estrutura planejada para futura expansão de até mais duas salas.
“O atendimento aqui deve começar somente no final de março para crianças de 0 a 5 anos. A capacidade é para atender mais de 170 alunos. Não conseguimos iniciar o ano letivo em fevereiro em virtude da contratação de professores e de alguns reparos que a empresa precisará fazer na obra”, explicou Lucas Leão.
O prefeito Netto Donato ressaltou que esteve pessoalmente no local para acompanhar a situação e identificou pendências já comunicadas à Secretaria de Gestão de Cidade e Infraestrutura, com determinação para que a empresa responsável seja oficialmente notificada. Segundo ele, a administração municipal não irá aceitar serviços executados sem a qualidade exigida.
O prefeito destacou ainda que o município mantém os pagamentos em dia e com valores adequados, o que exige, em contrapartida, a entrega de um serviço bem executado.
SÃO CARLOS/SP - Nos dias 12 e 13 de janeiro, o Procon São Carlos realizou uma pesquisa de preços em cinco papelarias da cidade para avaliar a variação no custo dos principais itens da lista de material escolar. O órgão, que integra a Secretaria Municipal de Justiça da Prefeitura de São Carlos, buscou oferecer ao consumidor uma visão clara das diferenças de valores praticados no comércio local.
O levantamento mostrou que alguns produtos apresentam variações significativas. Um apontador simples da marca CIS, por exemplo, foi encontrado com diferença de 56% entre o menor e o maior preço. Já uma borracha branca Record 40, da Mercur, registrou variação de 38%. Entre os cadernos universitários, a diferença chegou a 40% em determinados modelos, como o da marca Foroni, que variou de R$ 22,90 a R$ 37,90.
Outros itens também chamaram atenção. Um caderno universitário de 10 matérias da Tilibra foi encontrado entre R$ 18,24 e R$ 29,90, diferença de 39%. A caneta esferográfica Trillux, da Faber-Castell, variou de R$ 1,80 a R$ 2,90, diferença de 38%. A cola branca líquida Pritt Tenaz, de 110g, oscilou entre R$ 10,75 e R$ 14,00, diferença de 23%. O giz de cera jumbo de 12 cores da Acrilex apresentou preços próximos, entre R$ 9,76 e R$ 10,20, diferença de apenas 4%. O papel sulfite A4 de 500 folhas da marca Chamex variou de R$ 29,90 a R$ 33,50, diferença de 11%. Já a régua acrílica de 30 cm da marca Waleu foi encontrada de R$ 1,40 a R$ 3,89, diferença de 64%, uma das maiores da pesquisa.
Segundo o diretor do Procon São Carlos, Tiago Nonato de Souza, o objetivo da pesquisa é dar transparência e permitir que as famílias façam escolhas mais conscientes. “Nosso papel é mostrar que o consumidor pode economizar se comparar preços. A diferença entre estabelecimentos é real e, em alguns casos, bastante significativa. Esse levantamento ajuda a planejar melhor as compras e evita gastos desnecessários”.
O Procon destaca que a pesquisa completa está disponível no Portal da Prefeitura no seguinte link: https://www.saocarlos.sp.gov.br/files/Pesquisa%20de%20pre%C3%A7os%20-%20Material%20Escolar%2001-2026.pdf.
SÃO CARLOS/SP - A Secretaria Municipal de Educação (SME) informa que na próxima quinta-feira (15/01), os Centros Municipais de Educação Infantil (CEMEIS) localizados na região sul da cidade começam a ser dedetizadas.
O cronograma de dedetização começou na última segunda-feira (12/01) pelas Escolas Municipais de Educação Básica (EMEBS) Afonso Fioca Vitali, Angelina Dagnone de Melo, Arthur Natalino Deriggi, Dalila Galli e Janete Maria Martinelli Lia. Agora as escolas de educação infantil também começam a receber o serviço.
Nesta quinta-feira serão dedetizados os CEMEIS Regina Aparecida Lima Melchíades (Parque Novo Mundo), Benedito da Silva (Cidade Aracy), Maria Alice Vaz de Macedo (Cidade Aracy), Dário Rodrigues (Cidade Aracy), Olívia Carvalho (Cidade Aracy), Flávio Ciacco (Planalto Verde), Enedina Montenegro Blanco (Cidade Aracy) e José de Campos Pereira (Cidade Aracy II).
De acordo com o secretário de Educação, Lucas Leão, todas as escolas da rede vão receber esse serviço antes do início das aulas. “Algumas escolas estão em reforma, portanto somente serão dedetizadas após a finalização das obras. Além disso, também estamos fazendo a troca de caixas de areia, limpeza das piscinas, roçagem e já substituímos as caixas d’água antigas de algumas unidades por novas, mais modernas e sem amianto”.
As aulas nas 62 escolas da Rede Municipal de Ensino começam no dia 13 de fevereiro.
SÃO CARLOS/SP - O vice-prefeito de São Carlos, Roselei Françoso, esteve no terreno onde será erguida uma moderna escola estadual no bairro Santo Antônio nesta quinta-feira (08/01). A visita marcou o início simbólico de um projeto aguardado pela comunidade e contou com a presença da dirigente de ensino, Débora Gonzales Costa Blanco, do presidente da Câmara Municipal, Lucão Fernandes, do vereador Júlio Cesar, além de representantes da Fundação para o Desenvolvimento da Educação (FDE).
O projeto prevê uma estrutura completa, com 15 salas de aula, biblioteca, quadra poliesportiva e total acessibilidade. A unidade funcionará em período integral, atendendo estudantes do Ensino Fundamental e Médio.
A execução da obra ficará a cargo da empresa Camila Construções, com prazo estimado de 300 dias para conclusão. O investimento de R$ 15 milhões reforça a proposta do município e do Estado em ampliar e qualificar a rede pública de ensino.
Representando o prefeito Netto Donato, o vice-prefeito Roselei destacou a relevância da iniciativa para a cidade. “Esta escola será importante para o bairro Santo Antônio e para toda São Carlos. Investir em educação é investir no futuro, e ver este projeto sair do papel é motivo de grande satisfação”, afirmou.
SÃO CARLOS/SP - A Secretaria Municipal de Educação (SMEdu) realizará entre os dias 3 e 10 de fevereiro de 2026 o Projeto Férias, voltado para estudantes da rede municipal de ensino. As atividades acontecerão nos Centros Municipais de Educação Infantil (CEMEIs), nas Escolas Municipais de Ensino Básico (EMEBs) e também na Educação de Jovens e Adultos (EJA), atendendo crianças da Educação Infantil (0 a 6 anos), alunos do Ensino Fundamental (6 a 12 anos) e jovens e adultos. A programação terá como eixo principal a ludicidade, com oficinas culturais, jogos, brincadeiras, rodas de conversa e atividades alinhadas à Base Nacional Comum Curricular e aos direitos de aprendizagem da criança.
As inscrições continuam abertas e são gratuitas para todos os estudantes matriculados na rede municipal em 2025. Para participar, basta preencher o formulário online, escolher uma das unidades escolares disponíveis e aguardar a confirmação por e-mail. O número de vagas varia conforme a capacidade de cada escola e será respeitada a ordem de inscrição.
Na Educação Infantil, as atividades serão realizadas em período integral, das 7h40 às 16h20; no Ensino Fundamental, das 13h às 17h20; e na EJA, de segunda a quinta-feira das 18h45 às 22h e na sexta-feira (31/01) das 18h45 às 21h45. A alimentação, seguindo o padrão já adotado durante o ano letivo.
Mais informações e inscrições podem ser feitas pelos links disponibilizados para cada modalidade (CEMEI, EMEB e EJA), além da divulgação nas redes sociais da Prefeitura, das escolas e pela imprensa. Dúvidas podem ser esclarecidas pelo telefone (16) 98849-1053 ou pelo e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo..
Para a Educação Infantil, o Projeto Férias será realizado nos seguintes Cemeis:
0 a 3 anos
C.E.M.E.I. Profª. Amelia Meirelles Botta
C.E.M.E.I. Prof. Antonio Cotrim
C.E.M.E.I. Prof. Bento Prado de Almeida Ferraz Jr
C.E.M.E.I. Bruno Panhoca
C.E.M.E.I. Dionisio da Silva
C.E.M.E.I. João Muniz
C.E.M.E.I. Papa João Paulo II
C.E.M.E.I. José Marrara
C.E.M.E.I. Juliana Maria Ciarrochi Perez
C.E.M.E.I. Profª.Maria Alice Vaz de Macedo
C.E.M.E.I. Maria Consuelo B. Tolentino
C.E.M.E.I. Pedro Pucci
C.E.M.E.I. Ruth Bloem Souto
C.E.M.E.I. Therezinha Rispoli Massei
0 a 6 anos
C.E.M.E.I. Antonio de Lourder Rondon
C.E.M.E.I. Carminda Nogueira de Castro Ferreira
C.E.M.E.I. Flavio Aparecido Ciaco
C.E.M.E.I. Prof. Homero Frei
C.E.M.E.I. Profª. Maria Lucia Ap Marrara
C.E.M.E.I. Nilson Ap Gonçalves
C.E.M.E.I. Olivia Carvalho
C.E.M.E.I. Prof. Paulo Freire
C.E.M.E.I. Regina Ap. Lima Melchiades
C.E.M.E.I. Walter Blanco
C.E.M.E.I. Santo Piccin
4 a 6 anos
C.E.M.E.I. Aracy Leite Pereira Lopes
C.E.M.E.I. Benedicta Sthal Sodré
C.E.M.E.I. Carmelita da Rocha Ramalho
C.E.M.E.I. Cecilia Rodrigues
C.E.M.E.I. Cônego Manoel Tobias
C.E.M.E.I. Enedina Montenegro Blanco
C.E.M.E.I. Profª. Ida Vinciguerra
C.E.M.E.I. Dr. João Baptista Paino
C.E.M.E.I. Prof. João Jorge Marmorato
C.E.M.E.I. José de Brito Castro
C.E.M.E.I. Prof. Julien Fauvel
C.E.M.E.I. Prof. Lauro Monteiro da Cruz
C.E.M.E.I. Profª. Maria Luiza Perez
C.E.M.E.I. Profª. Marli de Fatima Alves
C.E.M.E.I. Monsenhor Alcindo Siqueira
C.E.M.E.I. Prof. Octávio de Moura
C.E.M.E.I. Osmar Stanley de Martini
C.E.M.E.I. Prof. Vicente de Paula Rocha Keppe
C.E.M.E.I. Prof. Victório Rebucci
Para os alunos do Ensino Fundamental, as atividades acontecem nas escolas:
E.M.E.B. Angelina Dagnone De Melo
E.M.E.B. Arthur Natalino Deriggi
E.M.E.B. Carmine Botta
E.M.E.B. Dr. Alcyr Afono Leopoldino
E.M.E.B. Prof. Afonso Fioca Vitali
E.M.E.B. Prof. Antonio Stella Moruzzi
E.M.E.B. Profª Dalila Galli
E.M.E.B. Profª Janete Maria Martinelli Lia
E.M.E.B. Profª Maria Ermantina C. Tarpani
E.M.E.B. Prof Ulysses Ferreira Picollo
Para jovens e adultos o atendimento ocorrerá no CEMEI Vicente Rocha Keppe.
As inscrições podem ser realizadas pelos seguintes links:
Para CEMEI: pelo link: https://forms.gle/irDRxJV54piFuGF27
Para EMEB: pelo link: https://forms.gle/j3Ygx2TP6LgGTNok9
Para EJA: pelo link: https://forms.gle/BMGiMZx7zTzK5BxN7.
IBATÉ/SP - A Prefeitura Municipal de Ibaté está realizando o projeto Merenda nas Férias, que garante alimentação aos alunos da Rede Municipal de Ensino durante o período de recesso escolar. A ação já está em andamento e seguirá até o dia 06 de fevereiro de 2025.
A merenda é oferecida a partir das 11h, nas seguintes unidades escolares:
- Escola Vera Helena Trinta Pulcinelli
- Escola Brasilina Teixeira Ianone
Atenção: a merenda é destinada exclusivamente aos alunos da Rede Municipal de Ensino.
A iniciativa reforça o compromisso do município com a segurança alimentar e o bem-estar dos estudantes, assegurando refeições balanceadas mesmo fora do período letivo.
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