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Redação

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 Jornalista/Radialista

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SÃO PAULO/SP - Ah, o pudim… De leite, de pão, de iogurte, de chocolate, de morango…

Não importa do que seja, é difícil resistir uma fatia de pudim (ou duas, ou três). Um doce muito consumido em todo Brasil e que é muito fácil de fazer. Por aqui você já aprendeu como fazer o pudim perfeito, receitas de pudim e até como fazer a calda de pudim perfeita. Hoje trazemos uma novidade que a gente sabe que você vai adorar: pudim na air fryer. Isso mesmo!

Se é possível fazer bolo na air fryer, por que não seria possível fazer pudim?

Confira a receita completa do pudim na air fryer abaixo e não deixe de seguir as nossas dicas para que a sua sobremesa seja um sucesso!

Receita de pudim na air fryer

Ingredientes:

  • 1 lata de leite condensado
  • 1/2 litro de leite
  • 3 ovos
  • essência de baunilha a gosto (opcional)
  • 1/2 xícara (chá) para a calda
  • raspas de 1/2 laranja (opcional)

 

Como fazer o pudim na air fryer?

O pudim de leite na air fryer não é diferente do pudim de leite que fazemos no forno quando estamos falando de ingredientes. O que ele difere é no modo de preparo, já que ele não é feito em banho-maria, diferente do pudim de forno.

Antes de mais nada, você precisa medir o tamanho do cesto da sua air fryer para ver se você tem uma forma que caiba dentro dele. Normalmente, as formas de 18 à 20 cm cabem dentro do cesto da maioria das air fryer, mas meça antes para se certificar.

Agora que você já está com a sua forma em mão, você pode começar a receita derretendo o açúcar para formar a calda do pudim. A nossa receita não utiliza água, deixando o caramelo ficar um pouquinho mais espesso. Caso você tenha uma receita em casa que use água, pode usá-la sem problemas.

Você pode derreter o açúcar direto na forma ou em uma panela, fica a seu critério. Quando ele derreter por completo e ficar naquela clássica cor âmbar, desligue e acrescente as raspas de laranja caso queira, e estará pronto. Se você tiver usado a panela, despeje na forma antes de levar para o congelar por 15 minutos.

Durante esse tempo, é hora de preparar a massa do pudim. Se você gosta de um pudim sem furinhos, prefira misturar os ingredientes à mão com ajuda de um fouet. Misture-os com delicadeza até incorporar completamente. Deixe a massa descansar até completar os 15 minutos.

Quando estiver faltando 5 minutos para retirar o caramelo do congelador, ligue a air fryer a 180º C para aquecer. Em seguida, despeje a massa na forma passando por uma peneira, para garantir que qualquer bolha de ar sairá, deixando seu pudim liso e perfeito. Tampe a forma com papel-alumínio. Além de auxiliar no cozimento do pudim, ele impedirá que ele queime na parte de cima.

Com uma luva ou pano de prato, coloque a forma dentro do cesto, tomando cuidado para não se queimar. Cozinhe por 30 minutos à 180º C. Passado esse tempo, verifique se o pudim está pronto. Caso ainda esteja mole, cozinhe de 5 em 5 minutos, conferindo sempre se já está pronto.

Quando estiver pronto, retire o cesto da air fryer e deixe o pudim esfriar em temperatura ambiente dentro do cesto mesmo, isso facilitará na hora de retirar a forma. Depois leve para a geladeira por pelo menos 4 horas. Por fim, desenforme e sirva!

 

 

Isabela Henriques / TUDO GOSTOSO

BRASÍLIA/DF - As eleições para o Senado já aconteceram, mas a Casa ainda pode ter novidades com o segundo turno deste ano, que ocorre no próximo dia 30. Cinco senadores estão na disputa pelos governos de seus estados. Todos ainda têm mais quatro anos de mandato. Aqueles que vencerem serão substituídos pelos suplentes, provocando mudanças na composição das bancadas do Senado para o próximo ano.

Além da movimentação partidária, os resultados podem impulsionar a Bancada Feminina do Senado. Três dos cinco senadores que concorrem a governos estaduais têm mulheres como primeiras suplentes. Se todas herdarem as cadeiras, a projeção para a Bancada Feminina no próximo ano subirá de 10 para 13 senadoras, número maior do que na atual legislatura.

Esta é a primeira vez desde 1990 que nenhum senador foi eleito para um governo estadual em primeiro turno. Ao todo, 18 senadores foram candidatos em 13 estados neste ano.

Veja quais são os estados em que senadores disputam o governo no segundo turno:

  • Alagoas: o senador Rodrigo Cunha (União) concorre com o atual governador do estado, Paulo Dantas (MDB). Primeira suplente: Dra. Eudócia (PSB).
  • Amazonas: o senador Eduardo Braga (MDB) disputa o cargo com o atual governador, Wilson Lima (União). Primeira suplente: Sandra Braga (MDB).
  • Rondônia: o senador Marcos Rogério (PL) enfrenta o governador atual, Marcos Rocha (União). Primeiro suplente: Samuel Araujo (PSDB).
  • Santa Catarina: o senador Jorginho Mello (PL) disputa o cargo de governador com o ex-deputado federal Décio Lima (PT). Primeira suplente: Ivete da Silveira (MDB).
  • Sergipe: o senador Rogério Carvalho (PT) concorre no segundo turno contra o deputado federal Fábio Mitidieri (PSD). Primeiro suplente: Jorge Mitidieri (PSD).

Como as eleições estaduais podem afetar as bancadas

A depender do resultado dos segundos turnos nos estados, sete bancadas do Senado podem aumentar de tamanho em relação à projeção atual para o ano de 2023. Os cálculos levam em conta tanto a possibilidade de permanência do senador que disputa o segundo turno, em caso de derrota, quanto de substituição pelo primeiro suplente, em caso de vitória.

PARTIDO BANCADA EM 2023
PL   13‑15 senadores
PSD   11‑12 senadores
MDB   9‑10 senadores
União   9‑10 senadores
PT   8‑9 senadores
Podemos   6 senadores
PP   6 senadores
PSDB   4‑5 senadores
PDT   3 senadores
Republicanos   3 senadores
PSB   1‑2 senadores
Cidadania   1 senadora
Pros   1 senadora
PSC   1 senador
Rede   1 senador

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

Beijing-- As exportações de automóveis da China subiram 55,5% ano a ano nos primeiros nove meses de 2022, para 2,11 milhões de unidades, mostram dados do setor.

Mais de 1,69 milhão de carros de passageiros foram exportados de janeiro a setembro, um aumento de 60,1% em relação ao mesmo período do ano passado, de acordo com a Associação Chinesa de Fabricantes de Veículos Automotores (CAAM, em inglês).

As exportações de veículos comerciais do país subiram 39,2% ano a ano, para 422 mil unidades no mesmo período, informou a associação.

Os veículos de nova energia tornaram-se destaque nas exportações, com 389 mil unidades vendidas ao exterior no período janeiro-setembro, disparando mais de 100% em termos anuais.

Em setembro, as exportações de automóveis do país subiram 73,9% ano a ano, para 301 mil unidades, mostram os dados.

 

 

Zhao Yang / Xinhua_PT

CHINA - A caminho de seu terceiro mandato, Xi Jinping reforçou no domingo (16), dia em que se inicia o 20º Congresso do Partido Comunista Chinês, o discurso que tem adotado em relação a Taiwan e a Hong Kong, duas das áreas mais sensíveis de sua gestão.

Sobre a ex-colônia britânica, na qual Pequim fechou o cerco a movimentos dissidentes desde os amplos protestos registrados em 2019, disse que a China já alcançou o "controle total" sobre a região, "transformando o caos em governança".

Já sobre Taiwan, voltou a afirmar o desejo de promover a reunificação pacífica com a ilha —o que não implicaria, necessariamente, em Pequim abandonar a possibilidade de usar a força.

"Resolver a questão de Taiwan é assunto do próprio povo chinês, e cabe ao povo chinês decidir", disse o dirigente em uma mensagem voltada para a comunidade internacional, notadamente os Estados Unidos. "E reservamos a opção de tomar todas as medidas necessárias para isso."

A ilha, na prática, é independente, mas é considerada uma província rebelde por Pequim. A tensão geopolítica que cerca Taiwan subiu de temperatura no início de agosto, após a presidente da Câmara dos EUA, a democrata Nancy Pelosi, visitar a região.

O regime de Xi, em reação à visita da americana, realizou uma série de exercícios aéreos ao redor da ilha, no que Taipé descreveu como simulações de ataques a seu território. O governo local rechaça a possibilidade de uma guerra com a vizinha continental, mas também diz que não dará nenhum passo atrás na democracia.

Para Pequim, manter Taiwan sob seu domínio é parte fundamental do plano de "rejuvenescimento da nação", principal objetivo e slogan da gestão de Xi. O termo versa sobre a construção de um país próspero e desenvolvido até 2049, ano do centenário da China comunista —assim, sendo a reunificação um requisito para a tarefa, deduz-se que o prazo para que Taiwan volte à alçada de Pequim também é 2049.

"A reunificação da pátria será alcançada", frisou o dirigente diante da cúpula do partido. "Temos empenhado uma luta contra o separatismo e a interferência [estrangeira] e demonstrado nossa determinação e capacidade de proteger a soberania nacional e a integridade territorial e de nos opor à independência de Taiwan".

Xi falava aos cerca de 2.300 delegados de todo o país reunidos no Grande Salão do Povo, em Pequim, em meio a um forte esquema de segurança, e também aos cidadãos chineses, que puderam assisti-lo em transmissões por telões distribuídos em praças públicas.

Taipé respondeu aos comentários. O gabinete presidencial da ilha reiterou que a região é um país soberano e independente. "A posição de Taiwan é firme: não recuar na soberania nacional e não comprometer a democracia; um encontro no campo de batalha absolutamente não é uma opção para os dois lados", afirmou, em nota.

Mais cedo, falando a jornalistas, o premiê taiwanês, Su Tseng-chang, alvo de sanções de Pequim por ser considerado um separatista, disse que Xi Jinping deveria se concentrar em seu próprio povo. "Ele deveria prestar atenção na fumaça e nas faixas de protesto na ponte Sitong, em Pequim, em vez de pensar em usar a força para lidar com Taiwan."

O premiê se referia a um raro protesto contra Xi e contra as restrições impostas por Pequim para conter o avanço do coronavírus. O episódio foi registrado na quinta-feira (13), quando faixas que chamavam Xi de traidor e ditador foram colocas em uma ponte —e prontamente retiradas pelas forças de segurança.

A Covid-19 também marcou presença no discurso de Xi, mas de modo a reforçar a frustração daqueles que anseiam pelo abandono da rígida estratégia de Pequim contra o vírus. "Aderimos à supremacia do povo e da vida, e com a dinâmica de Covid zero alcançamos grandes resultados na prevenção da epidemia e no desenvolvimento econômico e social."

Como outros países, o gigante asiático também sentiu os efeitos da pandemia e viu sua economia desacelerar. Chegou-se a cogitar se o cenário seria razão para atrapalhar os planos do terceiro mandato de Xi —pelo visto, não foi.

Em Hong Kong, não há expectativas de comentários das autoridades questionando as declarações de Xi. Afinal, John Lee, um aliado de Pequim, foi nomeado líder da ilha em maio após o regime comunista modificar a lei eleitoral honconguesa e ampliar seu controle sobre a ex-colônia britânica. Lee, então candidato único ao cargo, é ex-chefe de segurança e foi responsável por implementar a dura repressão ao movimento pró-democracia local.

Pouco antes de ter início o Congresso do PC Chinês, um porta-voz do partido adotou linha semelhante à de Xi: disse que, enquanto houver chance, Pequim fará o "seu melhor" para resolver pacificamente a questão de Taiwan e que "meios não pacíficos" serão o último recurso.

Também afirmou, segundo o jornal South China Morning Post, que a independência de Taiwan é um beco sem saída, com chances nulas.

Taiwan é considerada uma democracia liberal e um país livre pelos principais institutos internacionais que monitoram o nível de liberdades locais. A americana Freedom House descreve a ilha como um sistema democrático vibrante e competitivo, que permitiu três transferências pacíficas de poder entre partidos rivais desde 2000.

Na contramão, Hong Kong é vista como uma autocracia ou um regime parcialmente livre. As definições vieram após a implementação da Lei de Segurança Nacional em 2020, que ampliou o cerco à oposição.

Ainda durante seu discurso, que durou menos de duas horas, Xi disse que o país deve adotar medidas para aumentar sua taxa de natalidade, desafio que bate à porta diante do temor de declínio iminente da população chinesa. "Vamos buscar uma estratégia nacional proativa em resposta ao envelhecimento da população", afirmou.

Coube à área de segurança liderar os termos mais mencionados pelo chinês ao longo da fala: 89 vezes, segundo contagem da agência Reuters. Xi falou sobre segurança alimentar, energética e da área da informação. Mas frisou, claro, a segurança nacional, que, sob sua batuta, multiplicou sua capacidade bélica.

"Muitas deficiências estavam afetando a modernização da defesa nacional e das Forças Armadas", afirmou. Sob sua liderança, disse ele, o desafio começou e seguirá a ser sanado.

 

 

FOLHA de S. PAULO

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