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Redação

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 Jornalista/Radialista

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SÃO CARLOS/SP - Na tarde da úçtima quarta-feira (17), o vereador Gustavo Pozzi se reuniu com a Secretária Municipal de Saúde, Jôra Teresa Porfírio, para solicitar a volta do atendimento da farmácia na Unidade Básica de Saúde (UBS) da Redenção.

            Desde a queda da árvore ocorrida na data de 5 de fevereiro sobre a unidade de saúde no bairro Redenção, a sala que realizava o atendimento da farmácia ficou interditada, impossibilitando o atendimento a grande população da região da UBS. Hoje, depois de efetuada a reforma do telhado de modo a garantir a população e aos funcionários da unidade, um espaço seguro, se faz necessária a urgência do atendimento da farmácia.

            O vereador Gustavo Pozzi afirmou para secretária que “a farmácia da UBS da Redenção é de grande importância para esta região, que presta um atendimento para mais de 80 mil pessoas”. “Tenho recebido diariamente mensagens e ligações da população para que a farmácia volte a ser aberta e atender a todos”, completou. 

SÃO PAULO/SP - Patrícia Abravanel está cada dia mais conquistando seu espaço no ‘Programa Silvio Santos’. A grande prova disso é uma mudança anunciada pelo diretor da atração, na última quarta-feira (18). De acordo com Jefferson Candido, será a primeira vez na televisão brasileira em que a atração contará com um ballet masculino.

“Olha só que demais. Nesse domingo tem a estreia do ballet masculino no Programa Silvio Santos. Pela primeira vez na Tv teremos um ballet misto e está sensacional. Parabéns @rafinhaviscardi pelo trabalho!!!”, comemorou o diretor em seu perfil do Twitter.

Confira a publicação completa:

 

 

Camila Tochetto / METROPOLITANA

SÃO CARLOS/SP - A vereadora Cidinha do Oncológico comemorou a declaração do governador Rodrigo Garcia de que o AME (Ambulatório Médico de Especialidades) de São Carlos “será um AME Cirúrgico, será um Hospital Dia, isso faz parte de nosso programa de governo, inclusive”. A afirmação foi feita à rádio Jovem Pan de São Carlos, durante entrevista concedida pelo vereador a emissoras de rádio e TV do Interior no Palácio dos Bandeirantes na última quarta-feira (18).

“Temos 62  AMEs, e queremos transformar todos em AMEs cirúrgicos e, para isso, precisamos de ampliação, prédio novo e assim sucessivamente”, declarou o governador.  Segundo ele, o objetivo será aumentar a capacidade de realização de cirurgias na rede de saúde estadual. “Hoje o estado de São Paulo faz mais ou menos 25 mil cirurgias por mês na nossa rede própria; precisamos ampliar isso porque a demanda está maior”.

“Será um AME Cirúrgico, provavelmente num outro local, porque queremos incluir hemodiálise e oncologia, dois serviços que, quanto mais perto da população, menos sofrimento a população tem. Vamos aumentar a capacidade de cirurgias eletivas de média e baixa complexidade pelos AMEs”, acrescentou Rodrigo Garcia.

A vereadora Cidinha apresentou a reivindicação em maio de 2020 e no ano passado a Prefeitura formalizou o pleito ao governo estadual, para a construção de um AME Cirúrgico em São Carlos. O pedido foi reforçado ao então secretário de Desenvolvimento Regional Marco Vinholi, no dia 2 de julho do ano passado, durante audiência pública do então vice-governador Rodrigo Garcia em São Carlos, ppara tratar da criação da Aglomeração Urbana Central.

No pedido apresentado ao governo, Cidinha argumentou que o Ambulatório Médico de Especialidades, implantado na cidade em 2018, realiza em média 2000 consultas ambulatoriais e 1733 exames mensais, atendendo pacientes de São Carlos, Ibaté, Descalvado, Porto Ferreira, Dourado e Ribeirão Bonito – região que concentra uma população de 402.547 habitantes. A unidade oferece atendimento em 20 especialidades médicas e 23 tipos de exames.

Segundo ela, a implantação de um AME com porte cirúrgico, representará um atendimento na média de 8000 consultas/exames e pelo menos 160 procedimentos cirúrgicos de baixa complexidade.

Para a construção do AME Cirúrgico o Município disponibilizou um terreno de 5000 m2, já doado pela Prefeitura ao Governo Estadual (Matrícula 140160), localizado na zona norte da cidade, próximo ao Hospital Universitário da Universidade Federal de São Carlos.

A demanda de São Carlos foi oficializada no dia 27 de abril do ano passado pelo prefeito Airton Garcia e teve apoio do Departamento Regional de Saúde III - que encaminhou o projeto - e da coordenação do AME. 

Nesta sexta-feira (19), a vereadora Cidinha afirmou que o anúncio de Rodrigo Garcia “sem dúvida é uma notícia auspiciosa e agora esperamos que o governador em breve possa encaminhar providências nesse sentido, pois o AME Cirúrgico representará um ganho significativo em estrutura de atendimento de saúde em São Carlos”.

“Como o governador informou, existem 47 AMEs cirúrgicos no estado, e São Carlos, a maior cidade da região central do estado,  precisa e merece contar com uma unidade de saúde desse porte”, concluiu a vereadora.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Estudo considera a maneira encoberta como o racismo opera no Brasil

 

SÃO CARLOS/SP - Quando e como crianças começam a perceber situações de discriminação e/ou preconceito étnico-racial? Essa é a questão que norteia uma pesquisa na área da Psicologia da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), que busca fazer um levantamento, via questionário online, junto aos pais de crianças para "identificar exatamente as motivações destes para conversar ou não com seus filhos sobre a discriminação étnico-racial", explica Juliana Almeida Rocha Domingos, mestranda do Programa de Pós-Graduação em Psicologia (PPGPsi) da UFSCar e responsável pelo trabalho. De acordo com Domingos, apesar de avanços importantes na pesquisa e intervenção para prevenção do preconceito e da discriminação étnico-racial, ainda há poucos estudos na Psicologia brasileira investigando o tema.
"Um dado relevante para se compreender o desenvolvimento dessa percepção diz respeito ao perfil das famílias (de crianças brancas e negras) que conversam sobre essas situações desde cedo e ao conteúdo e forma dessas conversas. Estudos realizados com crianças norte-americanas têm demonstrado que o contexto familiar influencia a habilidade das crianças de reconhecer a discriminação racial direcionada a elas ou a terceiros", relata a pesquisadora, que considera em sua investigação a maneira encoberta como o racismo opera no Brasil e a escassez de estudos sobre o tema na Psicologia brasileira.
Conforme explica, o "estudo pretende contribuir para o avanço da pesquisa sobre desenvolvimento sociocognitivo no Brasil, em especial, ao fornecer dados inéditos sobre como e com que frequência pais de crianças brancas e negras conversam com seus filhos sobre discriminação/preconceito racial. Esperamos que esses dados possam embasar intervenções futuras voltadas para a prevenção e enfrentamento do preconceito/discriminação racial junto a crianças pequenas".

Como participar
O estudo está convidando mães e pais de crianças de 6 a 11 anos para responder a um questionário composto por 15 perguntas de múltipla escolha (incluindo perguntas sobre o perfil étnico-racial do respondente, de seu cônjuge e dos filhos) e três perguntas abertas. O questionário está disponível em https://bit.ly/3PSaTBf. É garantido o sigilo de todas as informações e toda a participação é online.
O trabalho, intitulado "Atitudes parentais sobre a percepção de discriminação racial em crianças", conta com a assistente de pesquisa, Luana Barretto, graduanda do curso de Psicologia da UFSCar, e orientação da professora Debora de Hollanda Souza, do Departamento de Psicologia (DPsi) da Universidade. Dúvidas podem ser esclarecidas pelos e-mails da professora Débora Souza (Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.), da pesquisadora Juliana Domingos (Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.) ou com a assistente de pesquisa Luana Barretto (luana.barretto@estudante.ufscar.br). Projeto aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa da UFSCar (CAAE: 56253822.0.0000.5504).

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