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Redação

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 Jornalista/Radialista

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SÃO CARLOS/SP - Em 2022 já foram registradas em São Carlos 3.105 notificações, com 1.577 casos positivos de Dengue, sendo 1.504 autóctones e 73 importados com 1 morte registrada. Para Chikungunya foram registradas 38 notificações, com 37 casos descartados e 1 aguardando resultado de exame. Para Febre Amarela foram registradas 2 notificações com 2 resultados negativos. Para Zika foram registradas 11 notificações, com 11 casos descartados.

2021 - Foram registradas 670 notificações, com 136 casos positivos para a Dengue, sendo 102 autóctones e 34 importados. Para Chikungunya foram registradas 30 notificações, com 30 resultados negativos para a doença. Para Febre Amarela foi registrada 1 notificação, com 1 caso descartado. Para Zika foram registradas 12 notificações, com 12 casos descartados. 

2020 - Foram registradas 1.638 notificações para Dengue com 640 casos positivos, 582 autóctones, 58 importados e 1 óbito confirmado. Para Febre Amarela foram registradas 6 notificações, com 6 resultados negativos para a doença. Para Zika foram registradas 7 notificações com 7 resultados negativos. Para Chikungunya não foi registrada nenhuma notificação.

SÃO CARLOS/SP - A Suzantur juntamente com a Secretaria Municipal de Transporte e Trânsito (SMTT) informam que todas as linhas estarão em operação em virtude das Eleições no próximo domingo, dia 2 de outubro de 2022. 

Confira as linhas:

1    Pacaembu X UFSCar - Norte 
3    Azulville X Estação Norte 
4    Redenção X São José
6    Cardinalli X São José
8    Distrito Industrial X Fagá - Major
13    Tortorelli X Astolpho
18    Planalto Verde X Estação Norte
20    Fagá X Shopping
25    Cedrinho X São Carlos 8
27    Antenor Garcia X Santa Felícia
30    Redenção X Jóquei Clube
31    Belvedere X Itamaraty
32    Monte Carlo X Paulistano
34    Novo Mundo X Douradinho
36    Novo Horizonte X Paulistano
38    Gonzaga X Parque Fehr
40    Antenor Garcia X Santa Felícia
41    Cidade Aracy I X Arnon de Mello
43    Joquei Clube X Shopping
44    Estação X Agua Vermelha
52    Estação X Santa Eudóxia 
54    Estação X Embaré
55    Zavaglia X Arnon de Mello 
57    Estação X Douradinho
60    Zavaglia X Mercado
61    Estação X Araucária
66    Abdelnur X Mercado

Para consulta de horários, dúvidas, entre em contato através dos canais diretos da Suzantur pelo site www.suzantursc.com.br ou pelo Plantão Suzantur 24 horas no telefone (11) 4240-6633.

Primeiro departamento acadêmico na área do Brasil, DGero teve conquistas importantes ao longo dessa trajetória

 

SÃO CARLOS/SP - O Departamento de Gerontologia (DGero) da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) está celebrando dez anos de atividades. Criado em 2012, com aprovação do Conselho Universitário, o DGero foi o primeiro departamento acadêmico de Gerontologia do País e tem conquistado etapas importantes no ensino, na pesquisa e extensão, além da implantação da pós-graduação na área.
O corpo docente do Departamento é formado 100% por professores com doutorado de diferentes áreas interdisciplinares que articulam o conhecimento e desenvolvem atividades de ensino, pesquisa e extensão em Gerontologia. Dentre seus integrantes, estão profissionais da Enfermagem, Fisioterapia, Terapia Ocupacional, Fonoaudiologia, Medicina, Biologia, Farmácia, Direito, Ciências Sociais e Engenharia.
O DGero possui articulação internacional por meio de parcerias universitárias com centros de Gerontologia de países como Portugal, Inglaterra e Holanda. Com base essencialmente multiprofissional, articula conhecimentos interdisciplinares para formação de um novo profissional que atua nas diversas faces do envelhecimento humano nos diferentes ciclos de vida. Um dos principais desafios do Departamento é a inovação de uma profissão humanizada que atenda às novas demandas decorrentes do envelhecimento populacional, dando suporte para a oferta, articulação e gestão de serviços, produtos, programas e projetos na área da Gerontologia.
A professora Letícia Pimenta Costa Guarisco, chefe do DGero, expõe que, em dez anos de trabalho, "o Departamento obteve muitas conquistas no âmbito do ensino, pesquisa e extensão em Gerontologia, com a ampliação de seu quadro docente e o Programa de Pós-Graduação em Gerontologia, o que permitiu sua inserção e visibilidade nos cenários nacional e internacional".
A celebração dos dez anos do DGero é concomitante com o Dia Internacional do Idoso (1º de outubro), simbolizando a importância da data - instituída em 1991 pela Organização das Nações Unidas (ONU) -, para sensibilizar a sociedade para as questões do envelhecimento e da necessidade de proteger e cuidar da população idosa. As informações completas sobre o Departamento, a graduação e a pós-graduação em Gerontologia podem ser acessadas no site www.gerontologia.ufscar.br.

SÃO CARLOS/SP - Há vários anos, o mês de outubro tem sido marcado por ações visando a prevenção do câncer de mama, algo cada vez mais necessário diante da grande incidência da doença.

Dados do INCA (Instituto Nacional de Câncer) revelam que no Brasil, o câncer de mama é o tipo de câncer mais incidente em mulheres de todas as regiões, após somente do câncer de pele não melanoma. As taxas são maiores nas regiões mais desenvolvidas, ou seja, no Sul e Sudeste. Até o final de 2022 estima-se que ocorrerão 66.280 novos casos da doença.

Diante desse cenário tão preocupante devemos sempre alertar sobre as formas de prevenção e tratamento, assim como todo o processo de recuperação, que é bastante abrangente.

O cirurgião plástico e membro titular da SBCP (Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica), Dr. Daniel Sundfeld Spiga Real, explica detalhes sobre a reconstrução mamária, parte fundamental da recuperação dessas mulheres, que acabam tendo a autoestima bastante abalada com a doença. “Muitos trabalhos publicados em revistas especializadas demonstram uma relevante melhora na qualidade de vida das pacientes, com menor sofrimento na recuperação e retorno mais rápido para suas atividades de vida diária e laboral, bem como uma grande melhora em suas atividades sociais e de relacionamentos”.

Dr. Daniel Sundfeld destaca que esse procedimento é garantido pelo SUS (Sistema Único de Saúde), através da Lei nº 9.797/1999. Ela determina que o SUS ofereça o tratamento de reparação a pacientes submetidas a mutilações mamárias para o tratamento de neoplasia. Além disso, a Lei nº 12.802/2013 complementa a anterior, prevendo a possibilidade da reconstrução imediata ou em mais breve tempo possível. “Em São Carlos tivemos um aumento significativo no número de cirurgias de reconstrução mamária realizadas pelo SUS: No ano passado foram 13 procedimentos, enquanto que entre janeiro e setembro desse ano houve 19 cirurgias”, contabiliza.

O cirurgião plástico ainda ressalta os dois momentos em que o procedimento pode ser realizado: reconstrução imediata (no mesmo momento da cirurgia para ressecção da neoplasia e em conjunto com a equipe de mastologia), e reconstrução tardia (após o término dos demais tratamentos, ocorrendo na maioria dos casos, no período de 6 a 18 meses após o procedimento para ressecção da neoplasia).

“O processo de recuperação depende do procedimento realizado, podendo ser bem simples e sem muitas restrições ou mais doloroso e com maiores restrições. Isso ocorre porque a reconstrução mamária abrange um grande número de técnicas e possibilidades, que serão avaliadas em consulta pré-operatória”, conclui Dr. Daniel Sundfeld Spiga Real.

De acordo com a diretora da ONG ONCOVITA, Rosemoreno Alka, a reconstrução mamária é essencial para as mulheres que vencerem a doença, pois faz com que as mesmas recuperem a autoestima e falem do assunto com muito mais leveza. “É um processo muito lindo, pois as mulheres que passam pela cirurgia de reconstrução trazem orgulho no peito por sua história de superação. É uma comprovação da vitória sobre a doença”, finaliza.

A administradora Letícia Reimer descobriu que estava com câncer de mama em 2014, ano em que fez o tratamento e a primeira cirurgia de reconstrução. “Optei pela reconstrução imediata e passei por seis cirurgias até chegar ao resultado final. Esse processo foi de suma importância para minha recuperação, pois me fez sentir mulher de novo, mais feminina, completa novamente. É gigantesca a mudança externa de uma reconstrução mamária, mais ainda a mudança interna”. 

Por fim, a administradora afirma que vê a reconstrução mamária como o recomeço após uma fase difícil e de muita luta, ou seja, a reafirmação de que essa trajetória foi vencedora e enriquecedora, que incluiu muita aprendizagem, resiliência, valores fortalecidos e autoconhecimento. “Através dessa experiência, eu pude me tornar uma mulher melhor e mais forte. Quanto à parte física, hoje me sinto mais bonita, já que trago no peito a marca de vitória. Sou uma mulher de peito, literalmente. Nada mais forte que uma mulher que se reconstruiu. Sou feita de cicatrizes e gratidão”, completa Letícia Reimer.

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