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Redação

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 Jornalista/Radialista

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VATICANO - O papa Francisco anunciou no domingo (29) que nomeará 21 novos cardeais de todo o mundo, incluindo quatro da América Latina, durante o próximo Consistório em 27 de agosto.

“No sábado, 27 de agosto, celebrarei um Consistório para a criação de novos cardeais”, declarou o pontífice logo após sua tradicional oração dominical da janela do Palácio Apostólico que dá para a Praça de São Pedro.

Este será o oitavo Consistório do pontificado do Papa Francisco. Em caso de conclave, apenas 16 deles, com menos de 80 anos, poderão participar da eleição de um novo Papa.

O anúncio do papa era esperado há vários meses, já que o número de cardeais eleitores caiu para 117, quando tradicionalmente é pelo menos 120. Em 27 de agosto, o número de cardeais deve subir para 133.

“Estes são os nomes dos novos cardeais”, acrescentou o pontífice antes de revelar seus nomes e títulos.

Entre eles estão Leonardo Ulrich Steiner, arcebispo de Manaus no Brasil, e Paulo Cezar Costa, arcebispo da capital, Brasília.

Entre esses os brasileiros Dom Leonardo Steiner e Dom Paulo Cezar Costa; e Dom Virgilio Do Carmo Da Silva de Timor Leste:

1.  Dom Arthur Roche - Prefeito da Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos.

2.  Dom Lazzaro You Heung sik – Prefeito da Congregação para o Clero.

3.  Dom Fernando Vérgez Alzaga L.C. – Presidente da Pontifícia Commisssão para o Estado da Cidade do Vaticano e Presidente do Governatorato do Estado da Cidade do Vaticano.

4.  Dom Jean-Marc Aveline - Arcebispo Metropolita de Marselha (França).

5.  Dom Peter Okpaleke - Bispo de Ekwulobia (Nigéria).

6.  Dom Leonardo Ulrich Steiner, O.F.M. - Arcebispo Metropolita de Manaus (Brasil).

7.  Dom Filipe Neri António Sebastião de Rosário Ferrão - Arcebispo de Goa e Damão (Índia).

8.  Dom Robert Walter McElroy – Bispo de San Diego (EUA)

9.  Dom Virgilio Do Carmo Da Silva, S.D.B. – Arcebispo de Dili (Timor Leste).

10. Dom Oscar Cantoni - Bispo de Como (Itália).

11.  Dom Anthony Poola - Arcebispo de Hyderabad (Índia).

12. Dom Paulo Cezar Costa - Arcebispo Metropolita da Arquidiocese de Brasília (Brasil).

13.  Dom Richard Kuuia Baawobr M. Afr - Bispo de Wa (Gana).

14.  Dom William Goh Seng Chye - Arcebispo de Singapura (Singapura).

15.  Dom Adalberto Martínez Flores - Arcebispo Metropolita de Asunción (Paraguai).

16.  Dom Giorgio Marengo, I.M.C. – Prefeito Apostólico de Ulaanbaatar (Mongólia).

 

A estes nomes, o Santo Padre uniu como membros do Colégio de Cardeais:

1.  Dom Jorge Enrique Jiménez Carvajal - Arcebispo Emérito de Cartagena (Colômbia).

2.  Dom Lucas Van Looy sdb - Arcebispo Emérito de Gent (Bélgica).

3.  Dom Arrigo Miglio - Arcebispo Emerito de Cagliari (Itália).

4.  R.P. Gianfranco Ghirlanda sj. – Professor de Teologia.

5.  Mons. Fortunato Frezza – Cônego da Basílica de São Pedro

 

SÃO CARLOS

Dom Paulo Cezar Costa, foi bispo de São Carlos de 2016 à 2020, quando foi transferido para Arquidiocese de Brasília.

Nasceu a 20 de julho de 1967 em Valença, na diocese do mesmo nome. Completou seus estudos em Filosofia no Seminário Nossa Senhora do Amor Divino em Petrópolis e os de Teologia no Instituto Superior de Teologia da Arquidiocese Metropolitana de São Sebastião do Rio de Janeiro. Obteve depois a Licenciatura e o Doutoramento em Teologia Dogmática na Pontifícia Universidade Gregoriana de Roma (1996-2001).

Recebeu a ordenação sacerdotal em 5 de dezembro de 1992 e foi incardinado na Diocese de Valença.

Durante seu ministério sacerdotal ocupou os seguintes cargos: Vigário Paroquial da Paraíba do Sul (1993); Pároco da Paróquia de São Sebastião dos Ferreiros em Vassouras (1994-1996), Pároco da Paróquia de Santa Rosa de Lima em Valença (2001-2006); Diretor e Professor do Departamento de Teologia da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (2007-2010); Reitor do Seminário Interdiocesano Paulo VI e Diretor do Instituto Paulo VI de Filosofia e Teologia de Nova Iguaçu (2006-2010). Em 24 de novembro de 2010 foi nomeado bispo titular de Esco e auxiliar da Arquidiocese Metropolitana de São Sebastião do Rio de Janeiro. Recebeu a ordenação episcopal em 5 de fevereiro de 2011. Em 22 de junho de 2016 foi transferido como Bispo de São Carlos. Na Conferência Episcopal Brasileira é membro do Conselho Permanente e da Comissão Episcopal de Cultura e Educação. Desde 2020 é membro do Pontifício Conselho para a Unidade dos Cristãos e da Pontifícia Comissão para a América Latina.

Em 21 de outubro de 2020, o Santo Padre Francisco o nomeou Arcebispo Metropolitano da Arquidiocese de Brasília (Brasil).

O atual Bispo de São Carlos Dom Luiz Carlos e seu auxiliar Dom Eduardo Malaspina, saudaram tal notícia.

Nossa Diocese de São Carlos está em festa porque na manhã deste domingo, 29, na Solenidade da Ascensão do Senhor, o Santo Padre o Papa Francisco, nomeou Dom Paulo Cezar Costa como o mais novo Cardeal da Igreja. Depois de dedicar seu ministério Apostólico a frente desta importante Diocese dos anos de 2016 a 2020, nossa Igreja Particular tem um especial apreço por sua pessoa e minstério.

Da Diocese de São Carlos lhe enviamos uma saudação calorosa em nome dos presbíteros e diáconos, religiosos e religiosas, leigos e leigas presentes nas mais diversas pastorais e movimentos desta porção do Povo de Deus. É árdua a missão, porém, tanto quanto Jesus disse aos discípulos nesta Solenidade de hoje, também dizemos nós: “virá sobre vós uma força do alto“.

Com nosso afeto,

+ Dom Luiz Carlos Dias

+ Dom Eduardo Malaspina

BRASÍLIA/DF - A Caixa Econômica Federal paga nesta segunda-feira (30) a parcela de maio do Auxílio Brasil aos beneficiários com Número de Inscrição Social (NIS) de final 9. O valor mínimo do benefício é R$ 400. As datas seguem o modelo do Bolsa Família, que pagava nos dez últimos dias úteis do mês.

O beneficiário poderá consultar informações sobre datas de pagamento, valor do benefício e composição das parcelas em dois aplicativos: Auxílio Brasil, desenvolvido para o programa social, e Caixa Tem, usado para acompanhar as contas poupança digitais do banco.

Atualmente, 17,5 milhões de famílias são atendidas pelo programa. No início do ano, 3 milhões foram incluídas.

Benefícios básicos

O Auxílio Brasil tem três benefícios básicos e seis suplementares, que podem ser adicionados caso o beneficiário consiga emprego ou tenha filho que se destaque em competições esportivas, científicas ou acadêmicas.

Podem receber o benefício famílias com renda per capita até R$ 100, consideradas em situação de extrema pobreza, e até R$ 200, em condição de pobreza.

 

 

Por Aécio Amado - Repórter da Agência Brasil

LONDRES - “Seria possível se dedicar ao voluntariado, aprender uma nova habilidade” ou passar mais tempo com a família, diz Louis Bloomsfield, um dos funcionários britânicos que testará a semana de trabalho de quatro dias em junho.

A cervejaria onde ele trabalha em Londres, a Pressure Drops, vai aderir a partir de junho de um gigantesco teste com 3.000 funcionários de cerca de 60 empresas.

O projeto, anunciado como a maior redução de jornada de trabalho do mundo, visa ajudar as empresas a reduzir suas jornadas de trabalho sem cortar salários ou renda.

Testes semelhantes foram realizados na Espanha, Islândia, Estados Unidos e Canadá, e estão programados para começar em agosto na Austrália e Nova Zelândia.

Alex Soojung-Kim Pang, diretor de projetos da 4 Day Week Global, o grupo que apoia os testes, diz que período de seis meses no Reino Unido beneficiará as empresas com mais tempo para experimentar e coletar dados.

A adaptação deve ser mais fácil para as PMEs, que podem implementar grandes mudanças mais rapidamente, disse ele à AFP.

Para a Pressure Drop, o objetivo é aumentar a produtividade e o bem-estar dos funcionários, ajudando a reduzir a pegada de carbono da empresa.

A expectativa é de que uma semana de trabalho mais curta possa atrair novos funcionários e reter os melhores no Reino Unido, onde o desemprego está em seu nível mais baixo em quase 50 anos, com um número recorde de vagas: 1,3 milhão, acima do número de candidatos.

 

- Nem tão cor-de-rosa -

Uma semana de trabalho mais curta é mais fácil de implementar nos serviços, e o Reino Unido tem uma vantagem nesse aspecto, com este setor respondendo por 80% do seu PIB.

Mas para setores como varejo, alimentos e bebidas, é mais complicado, acrescenta Jonathan Boys, economista do Institute for Personal Development, uma associação de recursos humanos.

Ele acredita que o maior desafio será medir a produtividade, especialmente dos serviços, onde grande parte do trabalho é qualitativo e menos fácil de quantificar do que a produção da fábrica.

Mas para Aidan Harper, coautor de um livro que promove a semana de trabalho de quatro dias ("The Case for a Four Day Week"), países que trabalham menos tendem a ter maior produtividade.

"Dinamarca, Suécia e Holanda trabalham menos que o Reino Unido e têm altos níveis de produtividade", destaca.  Já a Grécia é um dos países da Europa com mais horas de trabalho, porém com baixa produtividade, segundo ele.

Phil McParlane, da empresa de recrutamento 4dayweek.io, especializada em jornadas flexíveis e quatro dias por semana, diz que o número de empresas que pretendem contratar através da sua plataforma passou de 30 para 120 nos últimos dois anos, refletindo a aumento da flexibilização do trabalho e busca por melhor qualidade de vida após dois anos da pandemia.

 

 

AFP

FIJI - Dez ilhas do Pacífico sul rejeitaram nesta segunda-feira (30) uma proposta da China para um grande acordo de segurança, em meio a preocupações de que o pacto deixaria a região sob a órbita de Pequim.

As negociações em Suva, capital de Fiji, entre o ministro chinês das Relações Exteriores, Wang Yi, e líderes das nações insulares tinham como objetivo para aumentar consideravelmente a participação de Pequim na segurança, economia e política do Pacífico Sul.

"Como sempre, damos prioridade ao consenso", declarou após a reunião o coanfitrião do encontro e primeiro-ministro de Fiji, Frank Bainimarama, indicando que seria necessária uma ampla concordância antes de assinar qualquer "novo acordo regional".

A China disputa com os Estados Unidos e seus aliados a influência no Pacífico, que tem importância estratégica.

Antes da visita de Wang, a China propôs um pacto com o qual Pequim se comprometia a treinar a polícia das ilhas do Pacífico, atuar na cibersegurança, ampliar os vínculos políticos e mapear áreas marítimas sensíveis em troca de maior acesso a recursos naturais.

Pequim ofereceu ainda milhões de dólares em ajuda financeira, a perspectiva de um acordo de livre comércio entre a China e as ilhas do Pacífico e acesso ao vasto mercado chinês de 1,4 bilhão de pessoas.

A China se apresenta como um "grande país em desenvolvimento" que está ao lado das nações de pequeno e médio porte, mas enfrenta a desconfiança de alguns países envolvidos nas negociações.

Em uma carta dirigida a outros líderes da região, o presidente dos Estados Federados da Micronésia, David Panuelo, classificou de "falácia" a proposta de acordo, destinada segundo ele a "garantir a influência chinesa no governo, o controle econômico" chinês das principais indústrias.

Papua Nova Guiné, Samoa e os Estados Federados da Micronésia estão entre os países mais preocupados com as propostas chinesas, ao lado de Palau, que reconhece Taiwan e não foi convidado ao encontro.

 

- "Preocupações" -

As autoridades chinesas, que trabalham de maneira intensa para obter o apoio das nações do Pacífico nesta ofensiva diplomática relâmpago, admitiram que nenhum acordo foi alcançado.

"Houve apoio geral de 10 países. Mas claro que há algumas preocupações sobre algumas questões específicas e concordamos que estes dois documentos serão discutidos mais adiante", disse o embaixador chinês em Fiji, Qian Bo, à imprensa em Suva.

O ministro chinês Wang anunciou apenas que 10 países do Pacífico concordaram com memorandos de entendimento sobre a Nova Rota da Seda, uma iniciativa chinesa de infraestruturas.

O presidente Xi Jinping enviou antes da reunião uma mensagem aos países na qual afirma que seu país seria um "irmão amável" para a região e que juntos compartilham um "destino comum", informou o canal estatal chinês CCTV.

As potências ocidentais são hostis à influência chinesa na região e o Departamento de Estado americano advertiu os países do Pacífico Sul para que desconfiem dos "acordos obscuros e vagos, com pouca transparência".

A Austrália se uniu aos Estados Unidos para exigir que a China pare de maneira imediata a tentativa de ampliar sua influência no setor de segurança da região.

 

 

AFP

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