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Redação

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 Jornalista/Radialista

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SÃO CARLOS/SP - Um homem foi morto na madrugada de hoje, 26, na Rua Luís Martins Rodrigues, no bairro Vila Brasília, em São Carlos.

Segundo informações, na madrugada a Polícia Militar foi acionada via Copom para ir até a rua citada, pois estaria ocorrendo uma briga generalizada. A Polícia Militar foi ao local e encontrou Etivaldo de Oliveira dos Santos, de 38 anos, morto em sua casa.

O SAMU e a Polícia Civil foram acionados, o médico do SAMU constatou o óbito, já PM e PC começaram a colher informações, pois a vítima estava com perfuração de um objeto pontiagudo no corpo.

Segundo consta, a confusão teria ocorrido em um bar, mas até o momento não se sabe como começou a briga. A PM apreendeu um facão, um soco inglês e um porrete. O acusado por matar Etivaldo, foi preso e está sendo ouvido pelo delegado Dr. Miguel Capobianco Junior.

SÃO CARLOS/SP - A Secretaria Municipal de Trabalho, Emprego e Renda comunica que as inscrições para o curso de Eletricista (instalações elétricas) poderão ser feitas até o próximo dia 6 de maio.

As inscrições devem ser realizadas na sede da Secretaria, localizada na avenida São Carlos, nº 1.839, no Centro. O horário de atendimento é das 8h30 às 16h30. Para fazer a inscrição é necessário apresentar RG, CPF, carteira de trabalho e comprovante de endereço.

O curso, uma parceria entre Prefeitura de São Carlos e o SENAR, através de convênio com o Sindicato Rural, pretende capacitar os alunos para que realizem pequenos reparos e instalações elétricas de baixa tensão. É importante destacar que este curso será realizado em dois módulos.

As aulas têm início no dia 9 de maio e serão ministradas no auditório do Sindicato Rural de São Carlos das 8h às 17h, localizado na rua Jesuíno de Arruda, nº 2.431, no Centro. Os alunos inscritos recebem alimentação gratuita e certificado.

Próximo encontro do projeto Alma será no dia 29 de abril

 

SÃO CARLOS/SP - O projeto Alma - Antropofagia, literatura, modernismo e audiovisual - apresenta, entre os meses de março e novembro, uma série de seis conferências online. A iniciativa reúne escritores, cineastas, artistas e acadêmicos do Brasil, Portugal e Angola, que discutem temas relacionados ao processo colonial, à emergência de uma voz indígena no audiovisual contemporâneo e ao impacto da experiência modernista em diferentes territórios. A segunda conferência, com o tema "Estive em Lisboa e lembrei de você", conta com o escritor brasileiro Luis Ruffato e o diretor português José Barahona, que adaptou o livro de Ruffato "Estive em Lisboa e lembrei de você" para as telas. O livro do escritor mineiro Luiz Ruffato narra a história de Serginho, um jovem desiludido pela falta de perspectivas econômicas e existenciais no Brasil que migra para Portugal em busca de recompor a vida. A temática do livro e sua adaptação para as telas dizem respeito a um interessante diálogo cultural entre Brasil e Portugal. O evento acontece no dia 29 de abril, às 15 horas (horário de Brasília). Confira a programação na íntegra no site www.cech.ufscar.br/alma. O Alma resulta de parceria entre o Laboratório de Estudos do Discurso (Labor) da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar); o Centro de Investigação em Arte e Comunicação (CIAC) da Universidade do Algarve, em Portugal; a Universidade Estadual de Minas Gerais (UEMG); e o Polo Audiovisual da Zona da Mata.
A conferência será realizada de forma remota pelo canal do CIAC no YouTube (www.youtube.com/user/CIACtube). Haverá inscrição prévia para os participantes que quiserem receber certificados; para isso, é preciso preencher o formulário eletrônico disponível em https://bit.ly/3LtdboV. Dúvidas podem ser esclarecidas com o professor Pedro Varoni, do Departamento de Letras (DL) da UFSCar, pelo e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo..

Sobre o Alma
A programação foi pensada de modo a refletir sobre os sentidos contemporâneos da antropofagia. "O Manifesto Antropófago, publicado pelo escritor brasileiro Oswald de Andrade em 1928, constitui um dos mais potentes signos do modernismo literário brasileiro e uma práxis cultural presente nas artes e no pensamento crítico durante o século passado e com potenciais contribuições ao contemporâneo. É essa atualidade do pensamento antropofágico pensado para além do campo literário, como uma filosofia decolonial avant la lettre, que o projeto pretende desenvolver através de um ciclo de conferências que deve resultar na produção de uma coletânea de textos de pensadores e artistas de Brasil e Portugal", explicam os coordenadores do evento, os pesquisadores Miriam Tavares e Jorge Carrega (CIAC); César Piva (Polo Audiovisual da Zona da Mata); Vanice Sargentini, Daniel Laks e Pedro Henrique Varoni de Carvalho, docentes do Departamento de Letras (DL) da UFSCar; Rodolfo Magalhães, mestrando no Programa de Pós-Graduação em Linguística (PPGL) da UFSCar; e Cláudio Santos Rodrigues, da UEMG.
Segundo os pesquisadores, a transposição para o campo cultural do ritual tupinambá de devorar o inimigo, inspiradora do Manifesto, tornou-se potência criativa de manifestações culturais, num contexto de resistência à ditadura civil-militar imposta ao Brasil até meados dos anos 1980 e de intensificação dos fluxos midiáticos globalizados. A antropofagia ressurge no movimento tropicalista, deixa marcas no teatro, na literatura e no cinema. Ao mesmo tempo em que sugere uma síntese cultural própria a partir das trocas e da alteridade, desloca-se dos nacionalismos identitários presentes em certas marcas do modernismo brasileiro. O movimento se faz mais por um desejo antinarcísico pelo outro, conforme indicam as palavras de Oswald de Andrade: "só me interessa o que não é meu. Lei do homem. Lei do antropófago."
"Mais do que uma investigação sobre a obra de Oswald, interessa-nos pensar a ideia de antropofagia como uma chave para entendimento de temas contemporâneos que transcendem as questões de identidade nacional e, para o que importa aqui, se referem às relações culturais entre Portugal e as antigas colônias, Brasil e África. Há modernismos de um lado e de outro e eles dizem respeito também a um sentimento da língua portuguesa, à metáfora das navegações como busca de territórios existenciais. Como na Passagem das horas de Álvaro Campos: ‘Viajei por mais terras que aquelas em que toquei/ Vi mais paisagens do que aquelas em que pus os olhos/ Experimentei mais sensações do que todas as sensações que senti...’", citam os organizadores.

Latrocínios e extorsões mediante sequestro permaneceram zerados; quantidade de prisões, armas de fogo apreendidas e flagrantes por tráfico aumentaram

 

SÃO JOSÉ DO RIO PRETO/SP - A região de São José do Rio Preto terminou o mês de março com redução nos furtos de veículos e nos roubos a banco. No período, os indicadores de latrocínios e extorsões mediante sequestro permaneceram estáveis, sem o registro de ocorrências. Quantidade de prisões, armas de fogo ilegais apreendidas e flagrantes por tráfico de entorpecentes aumentaram.

Os furtos de veículos caíram 15,3% no mês passado, em comparação com março de 2021. O número passou de 131 para 111. O total é o segundo menor da série histórica, ao lado de 2020.

 

 

Os roubos a banco também recuaram no período. No terceiro mês deste ano o indicador ficou zerado, ante um registro contabilizado em março do ano passado.

Outro índice que não apresentou boletins foi o de extorsões mediante sequestro, o qual permanece zerado em meses de março desde 2001.

Em contrapartida, os furtos em geral subiram 53,4%, com um total de 1.602 boletins, e os roubos em geral oscilaram de 69 para 128.

Os roubos de veículos e de carga também aumentaram no mês passado, em comparação com março de 2021. O primeiro passou de 9 para 24 e o segundo de 2 para 7.

Os estupros oscilaram de 45 para 89.

 

Latrocínios e homicídios

No mês passado não foram registrados casos ou vítimas de roubos seguidos de morte, assim como ocorreu em março de 2021.

Em contrapartida, a quantidade de ocorrências e vítimas de mortes intencionais subiram igualmente de 5 para 8. 

Como o resultado, as taxas dos últimos 12 meses (de abril de 2021 a março de 2022) ficaram em 6,29 casos e vítimas de homicídios dolosos para cada grupo de 100 mil habitantes.

 

Produtividade

O trabalho das polícias paulistas, na região de São José do Rio Preto, em março, resultou em um aumento de 37,32% na quantidade de prisões e um crescimento de 44,12% no número de armas de fogo ilegais apreendidas, em comparação com igual mês de 2021. O primeiro indicador passou de 619 para 850 e o segundo de 34 para 49.

Os flagrantes por tráfico de entorpecentes também cresceram no período. A alta foi de 7,65% - de 170 para 183.

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