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Redação

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 Jornalista/Radialista

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SÃO CARLOS/SP - Em 2022 já foram registradas em São Carlos 1.105 notificações, com 449 casos positivos de Dengue, sendo 420 autóctones e 29 importados com 1 morte registrada. Para Chikungunya foram registradas 6 notificações, com 6 casos descartados. Para Febre Amarela foi registrada 1 notificação com 1 resultado negativo. Para Zika nenhuma notificação foi registrada até agora.

Nesta sexta-feira (06/05) a Equipe de Combate às Endemias vai realizar o controle de criadouros no distrito de Água Vermelha e no Jardim Tangará.

NÚMEROS - Em 2021 foram registradas 670 notificações, com 136 casos positivos para a Dengue, sendo 102 autóctones e 34 importados. Para Chikungunya foram registradas 30 notificações, com 30 resultados negativos para a doença. Para Febre Amarela foi registrada 1 notificação, com 1 caso descartado. Para Zika foram registradas 12 notificações, com 12 casos descartados.

Já em 2020 foram registradas 1.638 notificações para Dengue com 640 casos positivos, 582 autóctones, 58 importados e 1 óbito confirmado. Para Febre Amarela foram registradas 6 notificações, com 6 resultados negativos para a doença. Para Zika foram registradas 7 notificações com 7 resultados negativos. Para Chikungunya não foi registrada nenhuma notificação.

SÃO CARLOS/SP - A Secretaria Municipal de Educação (SME), em parceria com o Centro de Integração Empresa Escola (CIEE) contará, a partir deste mês, com dez estagiários remunerados do curso de Pedagogia para auxiliar os estudantes da rede municipal de ensino no processo de recomposição de aprendizagem nas Escolas Municipais de Educação Básica (EMEB’s). As atividades serão realizadas com supervisão para fortalecer o processo.

A recomposição de aprendizagem é uma estratégia de suplementação pedagógica adotada na rede municipal de ensino para o ano letivo de 2022 para recuperar os impactos da pandemia da COVID-19 causados pelo fechamento das unidades escolares e pela adoção emergencial do ensino remoto a fim de controlar a proliferação da doença que assolou o país e o mundo.

“É preciso um olhar cuidadoso para as competências e habilidades prejudicadas neste momento de excepcionalidade, em seguida qualificando os conteúdos essenciais, pensando em estratégias que ajudem os estudantes a prosseguir seus estudos, por isso implantamos a recomposição de aprendizagem”, explicou a professora Alessandra

Marques da Cunha Lopes, diretora do Departamento Pedagógico da SME.
As ações de recomposição utilizam propostas pedagógicas engajadoras que buscam dar maior protagonismo aos estudantes.  “Por isso achamos viável dar oportunidade a esses estagiários e ao mesmo tempo disponibilizar um auxílio qualificado a mais nas unidades escolares”, justificou a diretora.

Os dez estagiários vão desenvolver a atividade junto aos estudantes dentro e fora de sala de aula, aproveitando o ambiente escolar como espaço transformador, ajudando em intervenções pontuais que contemplem as reais necessidades de aprendizagem de cada indivíduo.

A secretária de Educação, professora Wanda Hoffmann, considera o ano de 2022 como fundamental para encontrar algo novo a fim de preencher as lacunas que surgiram porque as habilidades que deveriam ser desenvolvidas ficaram comprometidas, principalmente dentro das proficiências em Língua Portuguesa e Matemática, entre outros conhecimentos. 

“As crianças e os adolescentes em idade escolar da nossa rede ficaram fora das nossas escolas por quase dois anos, por isso há muito trabalho a ser feito, há desafios a serem superados e essa perspectiva envolve iniciativas com foco no protagonismo dos educadores e no desenvolvimento dos estudantes”, disse a professora Wanda Hoffmann.

Levantamento foi feito em pesquisa da UFSCar, em parceria com universidade do Reino Unido

 

SÃO CARLOS/SP - Sentar e levantar de uma cadeira, equilibrar-se parado e andar uma curta distância são funções simples de serem avaliadas por profissionais de saúde. Quando estão alteradas, podem prever muito precocemente o declínio funcional, especialmente em homens com obesidade abdominal e fraqueza muscular. Este é o principal resultado do estudo realizado no Programa de Pós-Graduação em Fisioterapia (PPGFT) da UFSCar. A pesquisa foi feita por Roberta de Oliveira Máximo, sob orientação do professor Tiago da Silva Alexandre, do Departamento de Gerontologia da Instituição.
O estudo contou com 3.875 idosos ingleses acompanhados por oito anos e foi realizado em parceria com pesquisadores da University College London, no Reino Unido. Os idosos tiveram o desempenho físico avaliado pelo Short Physical Performance Battery (SPPB), uma bateria de testes conhecida por profissionais de saúde que inclui a combinação de sentar e levantar da cadeira, equilíbrio em pé e caminhada por 2,4 m.
"O comprometimento no desempenho físico é o primeiro indicador de função prejudicada em idosos e é considerado uma fase de transição pré-clínica para incapacidade, ou seja, aparece antes das dificuldades em atividades cotidianas como usar transporte, fazer compras, cuidar da casa e roupas, preparar refeições, tomar banho, se vestir, ir ao banheiro e se alimentar", pontua Alexandre. O docente explica que o comprometimento no desempenho físico é considerado como o sexto sinal vital na avaliação de idosos. Diante disso, destaca que descobrir precocemente esses indicadores poderia evitar incapacidade em atividades da vida diária entre os idosos.
De acordo com a pesquisa, apenas um grupo específico de homens idosos apresentaram maior comprometimento no desempenho físico ao longo do tempo de acompanhamento: aqueles que tinham a combinação de obesidade abdominal e fraqueza muscular (conhecida como dinapenia). "Este fenótipo é comum entre idosos e reconhecido no meio científico pelo nome de obesidade abdominal dinapênica. No estudo, foi considerada pela circunferência de cintura maior que 102 cm para homens e maior que 88 cm para mulheres e pelo teste de força de preensão manual menor que 26 kg para homens e menor que 16 kg para mulheres", explica o orientador.
Com o processo de envelhecimento, homens e mulheres apresentam perda de força muscular acompanhada por um acúmulo de gordura abdominal. Contudo, a situação é pior entre os homens. "Homens perdem mais força muscular que as mulheres ao longo da vida e já apresentam uma tendência ao acúmulo de gordura abdominal antes do processo de envelhecimento. A gordura abdominal é mais metabolicamente ativa e gera uma inflamação crônica de baixo grau, levando a repercussões negativas sobre a função muscular. Isso explica as diferenças entre os sexos e a razão pela qual a obesidade abdominal dinapênica afeta mais o desempenho físico em homens", esclarece Roberta Máximo.
A situação é diferente quando, ao invés de avaliar a obesidade abdominal, se avalia a obesidade geral pelo índice de massa corporal (IMC). Neste caso, obesidade geral combinada com dinapenia não se relacionou com a pior trajetória do desempenho físico nem em homens nem em mulheres, sugerindo que a avaliação da obesidade pelo IMC não é capaz de capturar as mudanças de distribuição de gordura corporal que acontecem com o envelhecimento e que têm impacto no desempenho físico.
O estudo traz outro dado importante indicando que nem a obesidade abdominal nem a dinapenia isoladas foram associadas com o pior desempenho físico de idosos ao longo do tempo, demonstrando que levar em conta a avaliação separada dessas duas condições no lugar do fenótipo de obesidade abdominal dinapênica pode subestimar um real problema futuro de declínio do desempenho físico em idosos.
Os autores acreditam que, mesmo tendo avaliado idosos ingleses, esse fenômeno também ocorra em idosos brasileiros, podendo ser ainda pior, pois aqui a prevalência de obesidade é maior que na Inglaterra.
A partir do estudo, os pesquisadores apontam a importância do diagnóstico precoce desses indicadores e da oferta do cuidado necessário para essa população. "O estudo sugere que a identificação e o manejo clínico do fenótipo da obesidade abdominal dinapênica com exercícios aeróbicos e resistidos são essenciais para evitar os primeiros sinais de declínio funcional em homens idosos", avaliam Alexandre e Máximo.
A pesquisa foi financiada pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp - 17/26377-4 e 18/13917-3) e foi publicada, recentemente, como artigo no The American Journal of Clinical Nutrition. A íntegra do artigo pode ser acessada neste link (https://bit.ly/3vPQ7tF).

ITIRAPINA/SP - Registrando 6,3ºC, Itirapina teve a manhã mais fria do Brasil na quinta-feira (5). Por este motivo, o Fundo Social de Solidariedade decidiu iniciar a arrecadação de cobertores e agasalhos novos ou usados em bom estado de conservação, além de roupas, calças e demais peças, para minimizar os impactos das baixas temperaturas.

A ação tem como objetivo ajudar pessoas em situação de vulnerabilidade social ou em situação de rua a enfrentar os impactos do frio.

Segundo a presidente do Fundo Social Patrícia Rossi, as pessoas interessadas devem levar as doações das roupas na sede do Fundo Social, localizada na Rua 2 n° 87.

ENTREGA DOS AGASALHOS

Ela salienta que a partir desta sexta-feira (dia 6), o Fundo Social também já estará distribuindo agasalhos para quem precisa. "Nós temos alguns itens de doações que foram feitas recentemente. Como a cidade já está registrando baixas temperaturas, nós vamos disponibilizar para quem precisa".

 

 

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