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Redação

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 Jornalista/Radialista

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No mês de janeiro, o Sesi São Carlos recebe a garotada para atividades esportivas, culturais e recreação  

 

 SÃO CARLOS/SPO Sesi São Carlos está com inscrições abertas para sua tradicional colônia de férias. A programação do Super Férias inclui atividades recreativas, de esporte, cultura e lazer e é voltada para crianças entre 5 e 12 anos.  

O Super Férias do Sesi São Carlos conta com uma equipe de monitores treinados para lidar com as crianças em diferentes situações, como as atividades na piscina. Os grupos são divididos por faixa etária, com programação apropriada para cada idade.  

Realizado há mais de 15 anos, o Super Férias é aberto para as pessoas que já frequentam a unidade do Sesi de São Carlos, assim como para beneficiários da indústria e público geral. 

RIO DE JANEIRO/RJ  - Estudo realizado pela Fundação do Câncer revela desigualdades encontradas pelas mulheres no acesso ao tratamento do câncer de mama, tanto em hospitais públicos quanto privados. Com base em dados dos Registros Hospitalares de Câncer do Brasil (RHC) disponibilizados pelo Ministério da Saúde e consolidados pelo Instituto Nacional de Câncer (Inca), o levantamento abrange um período de 13 anos, compreendidos entre 2006 e 2018. Suas conclusões foram divulgadas nesta 4ª feira (15), no Rio de Janeiro.

Os registros mostram que a origem do encaminhamento da mulher ao hospital para o tratamento do câncer de mama é classificada como SUS (Sistema Único de Saúde) e não SUS. Em geral, os registros têm defasagem de cerca de dois anos do ano-calendário, disse a bióloga epidemiologista da Fundação do Câncer Rejane Reis, uma das responsáveis pelo estudo.

Segundo o epidemiologista Alfredo Scaff, consultor médico da Fundação do Câncer, foram analisadas as variáveis relativas ao estadiamento do câncer de mama ao diagnóstico, o tempo decorrido entre o diagnóstico e o tratamento e a escolaridade das pacientes. “Dessa forma, evidenciamos que o tempo entre o diagnóstico e o início do tratamento está longe do ideal para os dois grupos estudados. Ainda assim, as pacientes que vieram pelo SUS levaram mais tempo do que as pacientes encaminhadas pelo setor privado”. Cerca de 34% das pacientes de origem SUS iniciaram o tratamento antes dos 60 dias, contra 48% do setor privado.

Não  não há como dizer por que isso ocorre, afirmou Scaff. A hipótese é que, ao procurar o hospital do SUS para o tratamento, muitas vezes novos exames são solicitados. “E quem dispõe de algum recurso consegue fazer os exames de forma particular e, aí, inicia o tratamento, como cirurgia ou quimioterapia, mais rapidamente, mais oportunamente.”

Para Scaff, o processo de acesso ao tratamento não é oportuno e, como consequência provável, a sobrevida das pacientes de origem SUS deverá ser menor. “Quando a origem é via plano de saúde, ou particular, o diagnóstico acaba sendo mais rápido. É a iniquidade que perdura."

Estádios

O estádio, ou estágio, do câncer é uma classificação do grau de comprometimento da doença na paciente. Estádios menores, como 0 ou 1, indicam doença inicial localizada, enquanto os maiores, como 3 e 4, indicam doença avançada e metastática. Metástese é quando o câncer se espalha para outros órgãos do corpo.

De acordo com o estudo, as pacientes do SUS chegam ao tratamento em estádios mais avançados do que as pacientes do setor privado. “Essa diferença é tamanha que somente 19% das pacientes SUS chegam ao tratamento em estádios iniciais 0 ou 1, contra 31% das pacientes não SUS”, informou Scaff.

O ideal é que a maioria dos casos chegue em estágios precoces (0 e 1) porque, dessa forma, o tratamento é mais efetivo, o prognóstico é muito melhor e a sobrevida, muito maior, com melhores resultados, afirmou Rejane Reis.

"O que fica claro é que o tempo entre a suspeita diagnóstica e o início do tratamento é crucial: tem relação com o agravamento da doença e, consequentemente, com o tratamento necessário. Quanto maior o tempo, mais agressivo será o tratamento; câncer é uma doença tempo-dependente”, complementou Scaff.

No total serão construídas seis escolas em São Carlos 

 

SÃO CARLOS/SP - Em reunião realizada no início da semana com o secretário estadual de Educação Rossieli Soares, o chefe de gabinete da Prefeitura, José Pires (Carneirinho), representando o prefeito Airton Garcia, e o secretário de Serviços Públicos, Mariel Olmo, receberam a liberação por parte do Governo do Estado para a construção de uma escola no Jardim Ipanema.

No total o Governo do Estado irá construir 6 unidades escolares na cidade. De acordo com a Diretoria Regional de Ensino precisam de unidades escolares estaduais, ou seja, com oferta do ensino fundamental completo e ensino médio, além do Jardim Ipanema, o Douradinho/Jardim dos Coqueiros, Jockey Clube, Parque Novo Mundo e Jardim Embaré.

"O Estado vai repassar os recursos, a Prefeitura vai executar as obras, porém as escolas serão administradas pela Secretaria Estadual de Educação, ou seja, as escolas continuam sendo estaduais", explica Carneirinho.

O investimento do Governo do Estado será de aproximadamente R$ 7 milhões para a construção de cada unidade escolar. No total, devem ser atendidos 8 mil alunos dos ensinos fundamental e médio. Todas as escolas serão de tempo integral.

O mercado de temporários teve 3.331 novas admissões e 3.241 desligamentos, proporcionando um saldo de 90 contratos

 

SÃO CARLOS/SP - Neste período do ano, um dos temas importantes sobre o mercado de trabalho refere-se aos contratos temporários, que representa uma oportunidade de renda para diversos trabalhadores que estão desempregados.

Em São Carlos, segundo o Núcleo de Economia da ACISC (Associação Comercial e Industrial de São Carlos), o cenário de contratações deverá ser melhor do que no ano passado. Isso porque em 2020, ocorreram a criação de 933 contratos temporários, como resultado de 2.851 admissões e 1.918 desligamentos. Até o mês de outubro de 2020 havia sido registrado um saldo de 1.120 temporários. Portanto, houve redução de contratos temporários nos dois últimos meses do ano passado.

Já em 2021, o mercado de temporários ficou mais aquecido, sendo que houveram 3.331 novas admissões e 3.241 desligamentos, proporcionando o saldo de 90 contratos. Como a duração dos contratos pode durar até nove meses, a movimentação dos contratos temporários e as contratações de trabalho permanente são coexistentes. Isso demonstra que as empresas consideram as movimentações de clientes e se ajustam com foco no médio prazo, para a maioria dos setores produtivos. “Finalmente, há de se considerar a contratação de trabalho informal, que independe do prazo do contrato. Tal existência produz uma rivalidade no mercado entre a formalidade temporária e um tipo de trabalho denominado de “freelancer” ou com trabalho de autônomos”, explicou o economista da ACISC, Elton Casagrande.

“Com base nesse levantamento, a nossa expectativa está bastante otimista para este fim de ano, ainda mais com a campanha de Natal da ACISC, que está incentivando o consumidor a fazer compras no comércio local. Com o sorteio dos vales compras, por exemplo, já houve uma movimentação de 60 mil reais, sem contar com os 30 sorteios de mil reais, que ainda vão ocorrer nesta sexta, dia 17”, comentou o presidente da ACISC, José Fernando Domingues, Zelão.

 

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