Jornalista/Radialista
Proati oferece estágio remunerado para universitários atuarem no apoio à tecnologia educacional nas escolas estaduais; inscrições vão até 2 de março
ARARAQUARA/SP - Estão abertas as inscrições para o Programa de Apoio à Tecnologia da Informação (Proati), iniciativa da Secretaria da Educação do Estado de São Paulo, em parceria com o Centro de Integração Empresa-Escola (CIEE), que prevê a formação de cadastro reserva para vagas de estágio na área de tecnologia.
O programa oferece estágio remunerado a estudantes do ensino superior para atuação nas escolas da rede estadual, com foco no apoio ao uso da tecnologia educacional e na manutenção de ambientes digitais. O estágio tem caráter técnico-operacional, destinando-se ao suporte às unidades escolares na utilização de recursos e ferramentas tecnológicas, contribuindo para as rotinas de professores e estudantes, sem envolvimento em atividades de docência ou intervenção pedagógica.
A carga horária poderá chegar a 30 horas semanais, com remuneração mensal total de até R$ 1.638,29. Podem se inscrever estudantes do ensino superior da área de tecnologia regularmente matriculados.
Em Araraquara, são oferecidas 64 vagas para alunos dos cursos de Engenharia da Computação, Ciência da Computação, Engenharia de Sistemas, Engenharia de Software, Análise e Desenvolvimento de Sistemas, Sistemas da Informação, Tecnologia em Redes de Computadores e Tecnologia da Informação.
As inscrições para o processo seletivo devem ser realizadas exclusivamente pelo site do CIEE até o dia 2 de março de 2026, pelo link: https://pp.ciee.org.br/vitrine/13859/detalhe.
As informações gerais sobre o programa, bem como orientações complementares e esclarecimentos de dúvidas, estão disponíveis no site do Proati: https://sites.google.com/servidor.educacao.sp.gov.br/proati/in%C3%ADcio
IBATÉ/SP - Uma ação da Guarda Municipal resultou na apreensão de dezenas de porções de entorpecentes no bairro Jardim Icaraí, em Ibaté, no começo da semana. A ocorrência teve início após denúncia indicando que um homem teria escondido drogas na Rua Pedro Rochim.
Ao chegar ao local, os guardas perceberam que um indivíduo, ao notar a presença da viatura, deixou a esquina onde estava e fugiu antes de ser abordado. A equipe realizou buscas na área indicada.
Durante a varredura, os agentes localizaram uma sacola escondida dentro da tubulação de água existente na rua. No interior estavam porções fracionadas de diferentes substâncias ilícitas.
No total, foram apreendidas 20 porções de maconha tipo colombiana, cinco porções de maconha comum, 40 porções de cocaína, 58 pedras de crack e 19 porções de haxixe. O material foi apresentado no Plantão Policial de São Carlos, onde ficou à disposição da autoridade judiciária.
Em uma sociedade marcada pela pressa, pelo excesso de informações e pela predominância de imagens e opiniões prontas, a capacidade de “ver o invisível” deixa de ser apenas uma reflexão conceitual para se tornar uma necessidade social.
SÃO CARLOS/SP - Essa será a provocação central da palestra intitulada “A importância de ver o invisível” que o docente da USP São Carlos, Prof. Carlos Goldenberg, fará no próximo dia 27 de fevereiro, a partir das 19h00, no Anfiteatro Armando Toshio Natsume, localizado no Departamento de Engenharia Elétrica da Escola de Engenharia de São Carlos (EESC), no campus da USP de São Carlos.
O encontro convidará o público a repensar a forma como indivíduos, organizações e a própria sociedade passarão a interpretar a realidade em um contexto cada vez mais veloz e saturado de informações.
A entrada será gratuita e aberta a todos os interessados mediante inscrição prévia em https://tinyurl.com/y4kn4vd7 e condicionada à doação de um quilo de alimento não perecível, reforçando também o compromisso social do evento.
Durante a palestra, o Prof. Goldenberg destacará que o mundo contemporâneo valoriza, de maneira crescente, aquilo que pode ser medido, exibido ou rapidamente consumido. No entanto, muitas das questões que mais impactam a vida em sociedade — como desigualdades, conflitos, sofrimento emocional, dilemas éticos e os efeitos de decisões coletivas — não se apresentam de forma evidente. Ainda assim, continuarão influenciando profundamente comportamentos, estruturas sociais e relações institucionais.
Nesse cenário, “ver o invisível” se tornará essencial para que a sociedade não funcione de forma automática. Segundo o palestrante “Quando indivíduos e instituições reagirem apenas ao que estiver na superfície, tenderão a naturalizar injustiças, repetir padrões nocivos e tomar decisões desconectadas de seus impactos humanos e sociais. Enxergar além do óbvio passará, portanto, a ser um exercício de consciência coletiva”.
A relevância do tema se amplia em um ambiente social marcado pela polarização, pela desinformação e pela simplificação dos debates públicos. Em meio a discursos rápidos e narrativas prontas, a escuta, a empatia e a análise crítica são fragilizadas. “Ver o invisível” significa, nesse contexto, recuperar a capacidade de perceber nuances, contextos e consequências — elementos fundamentais para a construção de uma convivência social mais justa e equilibrada.
Em sua apresentação, o Prof. Goldenberg também enfatizará que essa habilidade será decisiva para o futuro das organizações e das instituições. Decisões baseadas exclusivamente em resultados imediatos ou indicadores visíveis tenderão a ignorar impactos sociais, ambientais e éticos. Para a sociedade, isso resultará em crises de confiança, enfraquecimento institucional e aprofundamento das desigualdades. Desenvolver um olhar atento ao que não se mostra de forma evidente contribui para escolhas mais responsáveis e sustentáveis.
O palestrante ressalta, ainda, que “ver o invisível” não será uma aptidão inata, mas uma competência a ser desenvolvida e praticada, especialmente por nexialistas-eticistas — profissionais e pensadores comprometidos em integrar diferentes áreas do conhecimento a uma visão ética e humanista. Serão eles que ajudarão a sociedade a conectar pontos invisíveis, compreender sistemas complexos e antecipar impactos que não aparecerão nos dados imediatos.
Ao final da palestra, uma mensagem ficará reforçada: em um mundo que mostra cada vez mais, mas compreende cada vez menos, “ver o invisível” se consolida como um ato de responsabilidade social. Será por meio dessa capacidade que a sociedade poderá desacelerar, refletir e reconhecer que nem tudo o que importa poderá ser visto — mas tudo o que importa precisará ser considerado.
*Carlos Goldenberg é Engenheiro Eletricista, formado em 1975, com ênfase em Eletrônica e Eletrotécnica, pela Escola de Engenharia de São Carlos (EESC/USP), tendo obtido o Mestrado em Engenharia Elétrica na mesma instituição.
De longa data vem orientando os seus estudos e as suas atividades práticas na área de interesses comuns entre a Academia e empresas, tendo sido, inclusive, um dos criadores do primeiro curso de Mecatrônica no Brasil e um dos fundadores de empresa inédita de alta tecnologia na cidade de São Carlos, diretor em grande empresa de base do setor privado e administrador em importante hospital filantrópico de São Carlos.
É Professor da EESC-USP desde 1976, onde auxilia a formar profissionais de várias especialidades, mas que devem ter em comum e como tripé de conduta, o respeito ao passado, a influência no presente e a antevisão de futuro .
Nesta direção, criou as disciplinas “A Ética e a Responsabilidade Social em Engenharia” e “O Engenheiro como Agente Ético”, dentro do conceito inédito de “Enginethics”, nascido inicialmente com o objetivo da inserção da ética na formação de engenheiros e que hoje está consagrado como a engenharia da ética – em qualquer área profissional – onde se somam atitudes conscientes, organizadas e objetivas ao que mais de decente e justo foi e vem sendo criado pela sabedoria humana. A partir delas, participa objetivamente na formação de protagonistas eticistas-nexialistas (dentro e fora do ambiente acadêmico).
Um evento a não perder, promovido e realizado pelo ”Fórum Brasil/Portugal – São Carlos (SP)” e que também poderá ser assistido pelo canal do youtube - https://youtube.com/live/uoylSu0wHD0?feature=share .
No final da palestra haverá um café-convívio com os participantes.
Com 30 alqueires de área verde, horta própria, fazendinha, gastronomia de raiz e vivências rurais autênticas, o hotel se posiciona na vanguarda de uma tendência global que une hospedagem, natureza e conexão com a terra
BROTAS/SP - O mundo da hotelaria acompanha o crescimento do farm hospitality, conceito que integra a vida rural, a produção de alimentos e a gastronomia de raiz à experiência de hospedagem. Nesse sentido, o Brotas Eco Hotel Fazenda mostra que o interior de São Paulo já pratica esse modelo com autenticidade e charme. Instalado em uma propriedade de 30 alqueires de Mata Atlântica na Estância Turística de Brotas, capital nacional do turismo de aventura, o hotel reúne os ingredientes perfeitos de uma hospitalidade que nasce da terra: horta própria, fazendinha com animais, passeios de charrete, ordenha de vacas, gastronomia típica da fazenda e o privilégio de acordar rodeado de verde a 243 km da capital paulista.
Nascido nos agriturismos italianos da década de 1960, o conceito de farm hospitality ganha força como resposta a um desejo crescente dos viajantes: viver experiências autênticas, saber a origem do que comem e se reconectar com a natureza e os ciclos da terra. De fazendas históricas na Toscana a propriedades orgânicas no Alentejo português e hotéis-fazenda premiados no sul do Brasil, a tendência une hospedagem de qualidade, gastronomia com ingredientes locais e vivências rurais que transformam a viagem em algo memorável.
No caso do Brotas Eco Hotel Fazenda, o farm hospitality não é um conceito importado – é parte do DNA do hotel. A experiência começa já pela manhã, com um café da manhã farto que inclui frutas frescas, pães artesanais, bolos caseiros e produtos que traduzem o sabor do interior paulista. O almoço e o jantar, servidos em sistema de buffet, privilegiam pratos regionais, saladas frescas, verduras da estação e um irresistível buffet de sobremesas, tudo preparado com o tempero e o carinho da cozinha de fazenda.
Mas a conexão com a terra vai além da mesa. Os hóspedes podem visitar a horta do hotel e entender de onde vêm os ingredientes que compõem as refeições. Na fazendinha, crianças e adultos interagem com animais, participam da ordenha de vacas e conhecem, na prática, a rotina do campo. Os passeios pelas áreas verdes da propriedade e as caminhadas turísticas em meio à natureza completam a imersão rural: tudo com o conforto e a segurança de uma infraestrutura hoteleira completa.
Mais que um hotel fazenda: uma experiência completa para famílias
O Brotas Eco Hotel Fazenda se diferencia por oferecer uma estrutura que vai muito além da proposta rural tradicional. O parque aquático conta com cinco piscinas, incluindo opções aquecidas e climatizadas, e dois toboáguas. A Lagoa Encantada, atração exclusiva do hotel, é a primeira piscina cenográfica, coberta e aquecida, do Brasil: ambientada em uma caverna temática com iluminação, som digital, cascatas artificiais e jatos de hidromassagem, ela mantém a temperatura entre 28ºC e 30ºC, garantindo diversão para toda a família independentemente da estação do ano.
A equipe de monitoria, reconhecida como uma das melhores do interior paulista, organiza atividades para crianças e adultos ao longo de todo o dia: gincanas, arco e flecha, tirolesa no lago, stand-up paddle, paredão de escalada, yoga no bosque e muito mais. Para os amantes de esportes de areia, a Arena de Beach Tennis oferece seis quadras para duplas, uma para simples, quadra kids, área de arquibancada coberta, quiosque e loja de souvenirs.
Farm hospitality também para os pets
No melhor estilo da vida no campo, onde animais sempre fizeram parte da família, o Brotas Eco é um dos hotéis fazenda mais bem preparados de São Paulo para receber pets. O Dog Park, com 1.000 m² de área, dispõe de pistas de agility para cães de todos os portes e dog-apartamentos com portões e cadeados, para que os hóspedes possam deixar seus companheiros em segurança enquanto aproveitam o parque aquático ou as atividades do hotel.
Uma atração única: o CEU (Centro de Estudos do Universo)
Como se a experiência de farm hospitality não bastasse, nas dependências do hotel está instalado o CEU (Centro de Estudos do Universo), um dos maiores e mais modernos centros de astronomia da América Latina. Com planetário digital, observatório equipado com telescópios de última geração, caverna cenográfica, réplica do Stonehenge, base de lançamento de foguetes Marcos Pontes e uma réplica de um esqueleto de Alossauro com 5 metros de altura, o CEU transforma a estadia em uma jornada que vai do campo às estrelas. Os filmes produzidos pela Fundação CEU, por exemplo, já receberam prêmios internacionais no Jena FullDome Festival (Alemanha) e no Macao FullDome Festival (China), consolidando o espaço como referência em turismo cultural e educacional.
Brotas: quando o destino potencializa a experiência
Hospedar-se no Brotas Eco Hotel Fazenda é também estar na capital nacional do turismo de aventura. Cercada por rios, cachoeiras e trilhas em meio à Mata Atlântica, Brotas oferece rafting nas corredeiras do rio Jacaré Pepira, arvorismo, tirolesa, rapel em cachoeiras, boia-cross e muito mais. A combinação entre a tranquilidade da vida rural dentro do hotel e a adrenalina das aventuras do destino cria uma experiência difícil de encontrar em outro lugar do Brasil: o viajante pode começar o dia ordenhando uma vaca, almoçar com comida de fazenda, descer corredeiras à tarde e terminar a noite observando estrelas no planetário. Esses elementos tornam a experiência inesquecível.
O Brotas Eco Hotel Fazenda oferece pacotes em regime de meia pensão ou pensão completa. Para mais informações e reservas, acesse www.brotasecohotelfazenda.com.
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