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Redação

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 Jornalista/Radialista

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BRASÍLIA/DF - A ministra do Supremo Tribunal Federal (STF) Rosa Weber concedeu ontem (1º) prazo de cinco dias para que o presidente da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Pandemia, senador Omar Aziz (PSD-AM), se manifeste sobre as convocações de governadores para prestar depoimento na comissão.

Após receber a manifestação legal do senador, da Advocacia-Geral da União (AGU) e da Procuradoria-Geral da República, que também terão o mesmo prazo para enviarem suas informações, a ministra vai dar prosseguimento à análise da ação na qual 19 governadores questionam a legalidade de depoimento à comissão.

Na ação, os governadores sustentam que só podem ser investigados pelo legislativo estadual e não podem ser chamados a prestar depoimento na CPI do Senado.

As convocações foram aprovadas na quarta-feira (26). Deverão comparecer à comissão os seguintes governadores: Wilson Lima (Amazonas), Helder Barbalho (Pará), Ibaneis Rocha (Distrito Federal), Mauro Carlesse (Tocantins), Carlos Moisés (Santa Catarina), Antonio Denarium (Roraima), Waldez Góes (Amapá), Marcos Rocha (Rondônia) e Wellington Dias (Piauí).

 

 

*Por: ISTOÉ

ÁUSTRIA - O líder do Partido da Liberdade (FPO) da Áustria, Norbert Hofer, deixou o cargo na terça-feira, mas claramente não apoiou seu deputado de alto perfil e rival Herbert Kickl para sucedê-lo.

Hofer, amplamente visto como o rosto mais agradável do partido anti-islã e anti-imigração que deixou o governo em meio a um escândalo dois anos atrás, esteve perto de vencer as eleições presidenciais da Áustria em 2016, apenas para perder uma nova corrida.

Ele assumiu a liderança de Heinz-Christian Strache depois que um escândalo de vídeo em 2019 forçou Strache a renunciar ao cargo de vice-chanceler austríaco e derrubou um governo de coalizão liderado pelo conservador Sebastian Kurz, que agora governa com os verdes.

“Nos últimos meses foi possível voltar a estabilizar o partido e aproximá-lo da marca dos 20% nas pesquisas de opinião. Assim, montei o partido para que ele tenha sucesso também nos próximos anos. Minha própria jornada à frente da FPO, no entanto, termina hoje ", disse Hofer em um comunicado do partido.

O comunicado não disse por que Hofer, 50, estava parando de fumar, mas referiu-se a um tratamento recente para problemas nas costas. Ele anda com uma bengala desde um acidente de parapente em 2003.

Houve vários relatos na mídia austríaca de uma rixa com Kickl, uma figura mais abrasiva que assume uma linha mais dura em se opor às restrições do coronavírus e atacar Kurz.

Seu anúncio ainda surpreendeu o partido, que há muito tempo ocupa o terceiro lugar nas pesquisas, atrás dos conservadores de Kurz e da oposição social-democrata.

"Fiquei surpreso com os eventos do dia", disse o peso-pesado do partido Manfred Haimbuchner, líder da FPO na província da Alta Áustria, em um comunicado.

Sobre o próximo líder, a declaração de Hofer dizia apenas: "Desejo ao meu sucessor neste post boa sorte para o futuro."

 

 

*Por: REUTERS

OMÃ - O maior navio da Marinha iraniana (Kharg) foi atingido por um incêndio e acabou por naufragar hoje (2) no Golfo de Omã, disseram as autoridades.

A informação foi dada pelas agências de notícias Fars e Tasnim e confirmada pela Marinha.

O navio afundou próximo ao Porto iraniano de Jask, a cerca de 1.270 quilômetros a sudeste de Teerã, perto do Estreito de Ormuz.

Imagens publicadas pelos meios de comunicação social iranianos mostram marinheiros com coletes salva-vidas abandonando o navio, quando as chamas já atingiam a embarcação.

A televisão estatal e as agências de notícias referiram-se ao Kharg como um "navio de treino".

O Kharg é um dos poucos navios da Marinha iraniana capaz de reabastecer outras embarcações no mar, de içar cargas pesadas e servir de plataforma para helicópteros. Construído na Grã-Bretanha e lançado em 1977, entrou na Marinha iraniana em 1984, após longas negociações que se seguiram à Revolução Islâmica do Irã de 1979.

Os oficiais iranianos não informaram a origem do incêndio a bordo do Kharg. No entanto, o caso surgiu após uma série de explosões desconhecidas que começaram em 2019, visando navios no Golfo de Omã.

A Marinha dos Estados Unidos acusou o Irã de ter os navios como alvo, o que foi negado por Teerã, embora filmagens da Marinha dos EUA mostrassem membros da Guarda Revolucionária Iraniana removendo uma bomba prestes a explodir em um navio.

Os incidentes ocorreram em meio ao aumento das tensões entre Washington e Teerã, após o então presidente norte-americano, Donald Trump, ter retirado unilateralmente os Estados Unidos do acordo nuclear entre o Irã e as potências mundiais.

Em 2020, durante um exercício de treino militar, um míssil atingiu por engano uma embarcação perto do Porto de Jask, causando 19 mortos e 15 feridos.

Também em 2018, um contratorpedeiro da Marinha iraniana afundou no Mar Cáspio.

 

 

*Por RTP

FRANÇA - Após a edição de outono (europeu) de Roland Garros do ano passado, que fez os tenistas se agasalharem e tremerem de frio, a boa notícia da edição deste ano é o calor. A má notícia para qualquer um que queira impedir o espanhol Rafael Nadal de ampliar um recorde com o 14º título no Aberto da França é que as condições estão exatamente como o espanhol gosta.

O ar quente e as quadras de saibro rápidas, combinadas ao giro de bola único de Nadal, o tornam quase imbatível no torneio desde que ele venceu em sua estreia de 2005 (como ilustrado por um quadro de vitórias e derrotas que, após o triunfo desta terça-feira sobre Alexei Popyrin na primeira rodada, está em 101 a 2 no saibro parisiense).

Como ele ressaltou após a vitória de 6-3, 6-2 e 7-6 (3) sobre o australiano, o espanhol não se saiu muito mal em 2020 nas quadras úmidas, conquistando o título sem perder nenhum set, o que incluiu a vitória impiedosa contra Novak Djokovic na final.

Mas Nadal, que fará 35 anos na quinta-feira (3), oportunidade na qual enfrenta o francês Richard Gasquet, prefere quando está quente.

“É claro que as condições do ano passado, para mim, foram boas no final porque venci, não?”, declarou o espanhol aos repórteres.

“Mas não é a situação ideal jogar tênis com três ou quatro graus, ou às vezes dois graus, como algumas partidas noturnas que disputei. Sinto que fiquei com um pouco de medo de me contundir. Mas isso é passado. Neste ano, voltamos ao normal”, concluiu.

 

 

*Por Martyn Herman / REUTERS

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