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Redação

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 Jornalista/Radialista

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SÃO CARLOS/SP - O bagaço da cana-de-açúcar, um dos principais resíduos da agroindústria brasileira, mostrou ser promissor para ser usado em processo de descontaminação de água com concentração de íons metálicos potencialmente tóxicos. Um material produzido a partir do bagaço e de nanopartículas magnéticas removeu cobre e crômio da água.

O grupo de pesquisadores brasileiros, responsáveis pelo estudo, destacou que o alto uso do cobre acaba levando resíduos para reservatórios de água de consumo humano. Em altas concentrações na água pode provocar náusea, vômito e diarreia.

Após a remoção do contaminante pelo compósito de bagaço, por processo de adsorção, o material é retirado do meio aquoso pela ação de um ímã, deixando a água limpa.

“Sua natureza híbrida permite que os materiais propostos no trabalho sejam versáteis. O que reforça seu potencial para tratamento de água e efluentes”, informou o grupo de pesquisadores.

O estudo faz parte de uma série de trabalhos desenvolvidos na Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) usando biomassas como biossorventes, alternativa viável e eficiente para a descontaminação de ambientes aquáticos.

 

 

*Por: DINHEIRO RURAL

MUNDO - Um novo estudo revela que Phobos, uma das duas luas de Marte, orbita por entre uma corrente de átomos e moléculas que flui do Planeta Vermelho. A maioria das partículas, ions de oxigénio, carbono, nitrogênio e árgon, têm “escapado” da atmosfera marciana há bilhões de anos.

De acordo com a pesquisa recentemente publicada na revista científica Nature Geoscience, os cientistas acreditam que os ions vindos da atmosfera de Marte podem estar preservados na camada superior da superfície de Phobos.

Assim, se amostras do solo do satélite natural fossem recolhidas e analisadas na Terra, poderiam revelar informações importantes acerca da evolução da atmosfera do Planeta Vermelho.

A NASA explica que, outrora, Marte tinha uma atmosfera cuja densidade permitia a existência de água líquida na sua superfície. Porém, hoje, é muito menos densa do que aquela que existe, por exemplo, no nosso planeta.

Dado às características da sua órbita, Phobos, à semelhança da nossa Lua, parece sempre mostrar a mesma face. Os cientistas afirmam que a superfície do lado mais “exposto” recebeu entre 20 a 100 vezes mais ions da atmosfera marciana do que o lado mais oculto.

Para chegarem às suas conclusões, os pesquisadores recorreram a dados da Mars Atmosphere and Volatile EvolutioN (MAVEN) da NASA, uma sonda que está há mais de seis anos numa missão de recolha de dados sobre Marte para ajudar a comunidade científica a perceber como é que o planeta perdeu a sua atmosfera.

A sonda também recolheu dados sobre Phobos e os cientistas usaram um dos seus instrumentos para medir a quantidade de ions que existe à volta do satélite natural durante a sua órbita em torno de Marte.

Phobos e a sua “irmã” Deimos têm intrigado os cientistas, com muitos a se questionar acerca da sua origem. Para ajudar a descobrir os mistérios das luas marcianas, a agência espacial japonesa vai lançar em 2024 a missão Martian Moons Exploration, em colaboração com as agências espaciais da Alemanha (DLR) e França (CNES).

O plano da missão envolve lançar uma sonda que entrará na órbita de Marte em 2025 e fará uma “visita” à Phobos e Deimos, criando um mapa detalhado das suas superfícies. Será também enviado um rover para a superfície de Phobos, que será o primeiro veículo a pousar num corpo menor no sistema solar.

 

 

*Por: ISTOÉ DINHEIRO

MUNDO - É provável que a elevação do nível médio das águas do mar seja mais rápida e maior do que se pensava anteriormente, de acordo com pesquisadores do Instituto Niels Bohr, da Universidade de Copenhaga, que acreditam que o mar poderá subir até 1,35 metros até 2100.

Um estudo anterior do Painel Intergovernamental sobre as Alterações Climáticas apontava que o nível médio só deveria subir 1,1 metros no mesmo período de tempo, mas agora, ao utilizarem dados históricos sobre a subida do nível do mar para validar vários modelos, este grupo de cientistas encontrou uma discrepância de cerca de 25 centímetros.

Num artigo publicado na revista Ocean Science, os pesquisadores afirmaram que os modelos utilizados pelo Painel Intergovernamental sobre as Alterações Climáticas não eram suficientemente sensíveis, com base no que descreveram como um teste de “verificação da realidade”.

Antes não existiam grandes dados sobre a taxa de degelo da Antártida, por exemplo, o que dificultava a precisão das previsões. O pesquisador Grinsted descobriu ainda que embora os dados individuais, quando testados retrospectivamente no tempo, de 1850 a 2017, refletissem a subida real do nível do mar, quando os dados eram combinados as previsões eram “demasiado conservadoras”.

 

 

*Por: ISTOÉ DINHEIRO

BRASÍLIA/DF - A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) anunciou na quarta-feira (3) o fim da exigência de estudos da fase 3 em andamento no Brasil para autorização emergencial de vacinas no país. Esta é a principal mudança trazida na atualização do guia para uso emergencial de imunizantes contra a covid-19. São os estudos da fase 3 que mostram o percentual de eficácia da vacina, quantas doses devem ser aplicadas, além da avaliação de eventuais reações adversas.

"Essa atualização faz parte da estratégia regulatória do Brasil de favorecer acesso. Ela está apartada de qualquer discussão que seja fora do âmbito técnico, para que o Brasil garanta que tenha acesso a vacinas com qualidade, eficácia e segurança", disse a diretora da Anvisa, Meiruze Freitas, durante coletiva de imprensa para comunicar as alterações.

Com a mudança, a norma da Anvisa segue exigindo estudo de desenvolvimento clínico da vacina na fase 3, mas agora ele não precisa estar sendo conduzido no Brasil. O guia passa a contar com a seguinte redação: "A vacina deve preferencialmente possuir um Dossiê de Desenvolvimento Clínico de Medicamento (DDCM) anuído pela Anvisa e o ensaio clínico fase 3, pelo menos, em andamento e em condução no Brasil".

No caso de fase 3 realizada no exterior, caberá ao laboratório requerente apresentar os dados brutos do estudo, fazer o acompanhamento dos participantes dos testes para avaliação de eficácia por, pelo menos, um ano e apresentar demonstração de que os estudos pré-clínicos e clínicos foram conduzidos conforme as diretrizes aceitas nacional e internacionalmente. O prazo de análise para vacinas sem estudo de fase 3 desenvolvido no Brasil será de até 30 dias. 

"A vacina com estudo de fase 3 aqui no Brasil ou no exterior vai ter que seguir o mesmo critério de segurança, qualidade e eficácia. A única diferença vai ser a necessidade de apresentar dados que permitam que nós tenhamos confiança no estudo no exterior e que esse estudo mostre que a vacina serve para a população brasileira. E nós como agência reguladora vamos assegurar isso", afirmou Gustavo Mendes, gerente-geral de medicamentos da Anvisa.

Até agora, no Brasil, existem duas vacinas com autorização de uso emergencial: a Coronavac, desenvolvida pelo Instituto Butantan em parceria com a Sinovac; e o imunizante desenvolvido pela farmacêutica AstraZeneca, em parecia com a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). A flexibilização nas regras do pedido de uso emergencial pode beneficiar, por exemplo, o laboratório União Química, que está à frente da produção da vacina russa Sputnik V no Brasil. O imunizante ainda aguarda autorização de estudo fase 3 no país, mas agora não dependerá mais desse pré-requisito para encaminhar o pedido.

De acordo com Meiruze Freitas, a expectativa é que a nova redação do guia para uso emergencial amplie a oferta de vacinas no país. "A gente ainda não recebeu isso diretamente de nenhuma empresa, mas eu espero fortemente que tenha impacto. Isso certamente possibilitaria para a Moderna, Novavax e um monte de outras vacinas, dentro inclusive do portfólio da Covax Facility ".

 

 

*Por Pedro Rafael Vilela - Repórter da Agência Brasil

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