Jornalista/Radialista
MATÃO/SP - Pelo quarto ano consecutivo, a AB Triângulo do Sol transformou uniformes antigos em cobertores e os doou para entidades assistenciais que atendem pessoas de baixa renda. Nesta ação específica, 280 quilos de uniformes viraram 340 cobertores, que foram distribuídos para 18 Fundos Sociais de municípios do trecho de concessão (lista abaixo).
A presidente do Fundo Social de Araraquara, Cidinha Silva, agradeceu a doação e destacou a iniciativa solidária. “Não existem palavras que expressem a minha gratidão em receber esta doação, que chegou no momento em que as pessoas estão sentindo muito frio, e estamos com dificuldade para repassar agasalhos. Os cobertores chegaram em uma hora crucial”, declarou.
Para produzir os cobertores, a AB Triângulo do Sol contou com o apoio da Retalhar, negócio socioambiental especializado no desenvolvimento de projetos para a destinação correta de uniformes. A instituição coordenou todo o trabalho de coleta, triagem, higienização e adequação dos uniformes para transformá-los em cobertores.
O projeto reflete importantes aspectos de responsabilidade social:
Desenvolvimento econômico – pela utilização do trabalho de cooperativas no processo de reciclagem dos uniformes e produção dos cobertores;
Preservação do meio ambiente – por transformar passivo ambiental em ativo social, poupando volume equivalente a 12,26 metros cúbicos de aterro e evitando a emissão de 24,08 toneladas de dióxido de carbono no meio ambiente (valores calculados com base na produção de 1.630 cobertores, montante desde o início do projeto);
Atuação comunitária – a AB Triângulo do Sol reforça seu compromisso com as regiões onde opera.
Municípios atendidos em 2020
AB Triângulo do Sol I Programa de Concessões Rodoviárias do Estado de São Paulo
A concessionária AB Triângulo do Sol é responsável pela administração de 442 quilômetros de rodovias que compreendem o Lote 9 do Programa de Concessões Rodoviárias do Estado de São Paulo: Rodovia Washington Luís (SP-310), entre São Carlos e Mirassol; Rodovia Brigadeiro Faria Lima (SP-326), de Matão a Bebedouro; e Rodovia Carlos Tonanni / Nemésio Cadetti / Laurentino Mascari / Dr. Mario Gentil (SP-333), entre Sertãozinho e Borborema.
AB Triângulo do Sol I AB Concessões
A concessionária AB Triângulo do Sol pertence à AB Concessões, que tem como controlador um dos maiores Grupos em concessões rodoviárias do mundo – o italiano Atlantia. A AB Concessões figura entre as principais companhias de concessão de rodovias do Brasil e administra mais de 1,5 mil quilômetros de rodovias, sendo responsável pelas concessionárias paulistas AB Triângulo do Sol, AB Colinas, Rodovias do Tietê e, no estado de Minas Gerais, a AB Nascentes das Gerais.
IBATÉ/SP - A Prefeitura de Ibaté, através da Secretaria Municipal de Saúde, divulgou na tarde desta última quinta-feira, 28, a atualização dos números de casos de Dengue no município e fez um alerta para que os cidadãos continuem vigilantes para evitar a proliferação do mosquito Aedes Aegypti.
Até o momento, de acordo com os dados divulgados, Ibaté tem 23 casos confirmados da doença, com 115 notificações registradas. “Tivemos 85 casos negativados e outras sete pessoas estão aguardando a divulgação dos resultados”, contou Elaine Sartorelli Breanza, secretária adjunta da Saúde no município.
Ela reforça que as pessoas não podem focar apenas na pandemia de Coronavírus [Covid-19. “Temos que manter o foco e cuidar para que os casos de Dengue, e outras doenças causadas pelo aedes aegypti, não gerem uma grande preocupação. Pedimos a colaboração de todos", relatou.
A enfermeira responsável pela Vigilância Epidemiológica, Paula Fiorani, relata que a proliferação do mosquito é altamente evitável, se todos tomarem os cuidados necessários. "A dengue é uma doença totalmente evitável. Se todos fizessem a sua parte, eliminando os criadouros do mosquito, não teríamos sequer casos da doença", afirmou.
No município, todos os ferros velhos estão em funcionamento. Paula lembra que essa ação colaborou, significativamente, para o controle da dengue. "As pessoas passaram a estocar materiais recicláveis em suas residências, às vezes, sem os cuidados que deviam ser tomados. O funcionamento desses estabelecimentos ajuda para que a população venda os recicláveis, ajude na renda familiar nesse momento difícil e colabore com a saúde pública da nossa cidade", explicou.
A Secretaria da Saúde alerta sobre as principais medidas de prevenção e combate ao Aedes Aegypti:
MONTEVIDÉU - Leonardo Silveira, dono de uma livraria de Montevidéu, está otimista com o futuro agora que o Uruguai inicia uma reabertura gradual dos negócios, depois que o país manteve um dos níveis mais baixos da Covid-19 na América Latina, no momento em que a região se torna um epicentro da pandemia do coronavírus.
A nação sul-americana de 3,5 milhões de habitantes, conhecida por sua carne bovina, o estilo de vida descontraído e a maconha legalizada, registrou 789 casos confirmados do novo coronavírus e 22 mortes, cerca de 23 casos para cada 100 mil pessoas -- o Brasil tem quase 200 casos para cada 100 mil pessoas.
O Uruguai reagiu rápido em março, quando os primeiros casos foram detectados, adotando uma quarentena voluntária, o monitoramento e rastreamento de infecções em massa, exames aleatórios e o uso de modelos para prever como a doença avançaria em partes diferentes do território.
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Sem registrar mortes desde 23 de maio, o conselheiro governamental Rafael Radi disse na semana passada que a situação está sob "controle relativo".
Agora o país está reativando a economia, o que inclui a volta escalonada das aulas. Alguns o estão chamando de Nova Zelândia latino-americana, dada a semelhança do tamanho de sua população e do número de mortes.
Em maio, clientes que não apareciam há tempos começaram a voltar à livraria, disse Silveira.
"As pessoas vêm não só para comprar livros, mas para ver você e conversar um pouco. É uma alegria vê-las – a certa distância, mas juntas aqui na loja".
Além do Brasil, que tem o segundo maior número de casos de Covid-19 no mundo, países da região como Chile, Peru, Argentina e Bolívia têm índices de infecção muito mais altos do que o Uruguai.
O Paraguai manteve seus casos em um patamar semelhante, mas com medidas muito mais duras, inclusive a mobilização dos militares para forçar a obediência ao isolamento.
Adriana Garcia da Rosa, pediatra de 57 anos de Montevidéu, disse que o sucesso se deve ao bom planejamento do governo e que vacinas contra a gripe ajudaram a suavizar a pressão das doenças sazonais sobre o sistema de saúde.
"A população do Uruguai reagiu bem e seguiu as regulamentações do governo, tornando possível controlar a pandemia com eficiência".
Giovanni Escalante, representante uruguaio na Organização Pan-Americana da Saúde, disse que o êxito do país se deve a uma reação rápida, medidas robustas e à criação de um comitê de crise liderado por especialistas de saúde e de epidemiologia.
Mas uma preocupação subsiste: o norte do Uruguai faz fronteira com o Brasil, que atualmente tem o segundo maior número de casos registrados do mundo.
*Por Fabian Werner, Alejandro Obaldía e Marina Lammertyn - REUTERS
MUNDO - Ávidos por soluções tecnológicas, o Japão está testando uma forma de conectar os torcedores de futebol, banidos dos estádios em função da pandemia de coronavírus, com os jogadores dentro de campo. A ideia por trás do aplicativo Remote Cheerer é incentivar os atletas de forma remota. Os usuários poderão gravar suas reações, como aplausos, vaias e gritos de incentivo, podendo enviá-las para o local da partida através de alto-falantes instalados ao redor do gramado.
Dependendo da quantidade de pessoas e de vezes em que o botão é clicado, o volume das reações será aumentado no estádio. A empresa Yamaha é a responsável por desenvolver o aplicativo e, segundo o jornal britânico The Times, está discutindo a venda do sistema para ligas europeias. Para aqueles que adoram soltar palavrões e impropérios nos estádios, uma má notícia: os desenvolvedores também estão desenvolvendo um recurso para identificar insultos em diferentes línguas.
A volta do Campeonato Alemão está sendo atentamente analisada por países que pretendem retomar o futebol. Os jogos com portões fechados evidenciam a estranheza na Bundesliga. Afinal, apesar da bola rolando, o vazio das arquibancadas fazem a atmosfera do jogo de futebol mudar completamente. Alguns clubes tentaram minimizar o problema reproduzindo cânticos de suas torcidas através do sistema de som dos estádios, outros preenchem os assentos vazios com torcedores e bandeiras feitos de papelão.
No clássico entre Borussia Dortmund e Bayern de Munique, na última terça-feira, uma novidade foi testada no Signal Iduna Park: a “torcida DJ”. A ideia foi da Sky, detentora dos direitos de transmissão da Bundesliga na Alemanha. A emissora utilizou sons gravados em jogos antes da paralisação e um funcionário atentamente os reproduzia de acordo com o momento da partida.
Os cantos da torcida do Dortmund foram adaptados ao momento e aos episódios da partida. Quando o Bayern estava com a posse de bola, por exemplo, vaias eram entoadas no estádio vazio, assim como os tradicionais aplausos quando o time da casa ganhava o escanteio e o “uh” quando uma chance clara era desperdiçada. Em tempo, a novidade não foi capaz de evitar a derrota do Borussia para o Bayern por 1 a 0.
Caso as ligas não entrem em acordo com a Yamaha, o mesmo formato deve ser utilizado pela emissora na retomada do Campeonato Inglês, marcada para o dia 17 de junho.
*Por: Danilo Monteiro / VEJA.com
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