RIO DE JANEIRO/RJ - O impedimento semiautomático poderá ser utilizado na Copa do Brasil deste ano, além dos jogos do Campeonato Brasileiro. O uso da tecnologia será avaliado a cada fase pela CBF, que tem realizado testes há cerca de um mês.
Para que o semiautomático auxilie em jogos da Copa do Brasil, todos os estádios das equipes envolvidas em cada fase precisão ter a tecnologia instalada.
É por isso que, para as oitavas de final, nas duas primeiras semanas de agosto, essa possibilidade está descartada.
Foram instaladas câmeras nos 19 estádios utilizados pelas equipes da Série A – além desses, a Arena Crefisa Barueri, que o Palmeiras utiliza quando o Nubank Parque não está disponível, também terá a estrutura.
Dois clubes da Série B – e, portanto, com estádios sem a tecnologia – estão nas oitavas da Copa do Brasil: o Fortaleza, que enfrenta o Palmeiras e que negociou o mando de campo para jogar em Cuiabá, e o Juventude, rival do Atlético-MG.
Ainda não há prazo para o início da operação do impedimento semiautomático no Brasil. Testes estão sendo realizados há cerca de um mês, com jogos das categorias de base e amistosos, e há previsão de que partidas das próximas rodadas do Brasileiro também sejam utilizadas em simulações – é o caso de Botafogo x Santos e Vitória x Vasco, nesta quinta.
Esses testes são “off-line”: as câmeras enviam as imagens e informações para a central do VAR da CBF, que fica no Rio de Janeiro, onde elas são analisadas. Mas ainda não há interferências nas partidas.
Os testes aconteceram em oito partidas até agora, e árbitros estão sendo treinados.
Recentemente, 17 juízes do quadro de profissionais da CBF estiveram em Madri para um período de imersão – só não viajaram Raphael Claus, Wilton Pereira Sampaio e Ramon Abatti Abel, que estavam na Copa do Mundo.
Nesta semana, cerca de 60 árbitros estão na Granja Comary para treinamentos que vão até sexta-feira.
Por Leonardo Lourenço / ge
Artesanato e praça de alimentação estão na programação
ARARAQUARA/SP - Neste domingo, 19 de julho, a Praça do Jardim Paulistano, recebe a edição julina da Feira Sabores & Mimos. O evento será realizado das 17h às 22h, com entrada gratuita, e conta com o apoio da Prefeitura de Araraquara, por meio da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico, via Subsecretaria do Trabalho e da Economia Criativa e Solidária.
A programação reúne opções para toda a família, com expositores de artesanato e brechó, e uma deliciosa praça de alimentação com gastronomia variada, food trucks, chopp, drinks, pamonha, milho verde, bolos e doces típicos – entre outros.
O sertanejo retrô do cantor Marco Machado, com show ao vivo, é destaque na programação cultural do evento. Para as crianças, haverá brincadeiras, como pescaria, pula-pula e boca do palhaço.
Além de incentivar o empreendedorismo e valorizar os pequenos produtores e artesãos da cidade, a feira promove um espaço de convivência, lazer e integração entre moradores e visitantes, fortalecendo a economia criativa e ampliando as opções de cultura e entretenimento para a população.
A Praça Paulo Elias Antonio Chediek - Praça do Jardim Paulistano está localizada no cruzamento da Rua Bahia com Av. Jorge Haddad, na Vila Xavier.
SERVIÇO:
Feira Sabores & Mimos – edição julina
Local: Praça Paulo Elias Antonio Chediek/ Praça do Jardim Paulistano (cruzamento da Rua Bahia com Av. Jorge Haddad - Vila Xavier)
Data: domingo (19 de julho)
Horário: das 17h às 22h
Programação gratuita
BRASÍLIA/DF - Encerram nesta sexta-feira (17) as inscrições para o Fundo de Financiamento Estudantil do segundo semestre de 2026. Os estudantes em participar do processo seletivo devem acessar o Portal Único de Acesso ao Ensino Superior.
O Fies financia a graduação de estudantes matriculados em cursos presenciais não gratuitos em faculdades privadas avaliadas positivamente no Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (Sinaes) do Ministério da Educação.
O programa beneficia prioritariamente estudantes que não tenham concluído o ensino superior e que não tenham sido beneficiados pelo financiamento estudantil.
Ao todo, o MEC oferece mais de 112 mil vagas para o Fies em 2026, considerando as oportunidades do primeiro e do segundo semestre, sendo 67.301 vagas no primeiro, e 44.867 no segundo.
Além das vagas do segundo semestre, o MEC ainda ofertará todas as vagas eventualmente não ocupadas até o limite do total definido para este ano.
Uma resolução do Conselho Monetário Nacional (CMN) alterou regras de carência apresentadas anteriormente. Pela norma anterior, a carência abrangia tanto o principal quanto os juros da dívida e era vedada a capitalização desses juros.
Com a Resolução CMN nº 5.328, a carência passou a valer apenas para o principal, e os juros que não forem pagos nesse período podem ser incorporados ao saldo devedor.
A nova resolução manteve os prazos máximos de financiamento para beneficiários adimplentes do Fies – até 60 meses para pessoas físicas e até 96 meses para pessoas jurídicas.
Os candidatos devem atender aos requisitos estabelecidos no novo edital:
- ter participado do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) a partir da edição de 2010;
- ter obtido média igual ou maior que 450 pontos considerando as cinco provas;
- não ter tirado nota zero na prova de redação;
- ter renda bruta familiar mensal per capita de até três salários mínimos (R$ 4.863, em 2026).
Os candidatos que participaram do Enem na condição de "treineiro" não podem se inscrever no Fies.
O processo seletivo do Fies inclui a reserva de 50% das vagas para estudantes com renda familiar por pessoa de até meio salário mínimo (R$ 810,50, em 2026) e com inscrição ativa no Cadastro Único para Programas Sociais do governo federal (CadÚnico).
Os pré-selecionados para as vagas do Fies Social poderão solicitar a contratação do financiamento integral, cobrindo todos os encargos educacionais.
Estes estudantes pré-selecionados com renda familiar de até meio salário mínimo por pessoa, inscritos nas vagas do Fies Social, estão dispensados de comprovar a renda familiar diretamente na instituição privada de ensino superior.
Mesmo assim, deverão comparecer à Comissão Permanente de Supervisão e Acompanhamento (CPSA) da respectiva faculdade privada para validar as demais informações prestadas no momento da inscrição.
- inscrições: de 14 a 17 de julho;
- resultado: 30 de julho;
- complementação das inscrições: de 31 de julho a 4 de agosto;
- lista de espera: de 7 a 24 de setembro.
AGÊNCIA BRASIL
IBATÉ/SP - Uma denúncia anônima ajudou a Guarda Municipal de Ibaté a retirar de circulação uma grande quantidade de drogas na noite desta quarta-feira (15). A ocorrência foi registrada por volta das 21h, na Rua Waldomiro Rodrigues, no Jardim Primavera.
Segundo as informações, os agentes patrulhavam o bairro quando receberam o relato de que um indivíduo havia entrado em um terreno baldio próximo a um bar e estaria utilizando o local para esconder entorpecentes.
Os guardas iniciaram uma varredura na área indicada e encontraram um saco plástico escondido entre a vegetação. Dentro dele havia 552 porções de maconha, 192 pedras de crack, 18 porções de "ice", além de 2.150 microtubos vazios, uma peneira e quatro tubos de cola bastão, materiais utilizados na preparação e embalagem de drogas.
A apreensão foi apresentada na Central de Polícia Judiciária (CPJ) de São Carlos, onde o material ficou à disposição da Polícia Civil para investigação. Apesar da denúncia, ninguém foi preso durante a ação, e o caso seguirá sendo apurado para identificar os responsáveis pelos entorpecentes.
BRASÍLIA/DF - O trimestre Julho-Agosto-Setembro aprofundará a tendência de seca nas regiões centrais do país, com impactos sobre a segunda safra do milho e a renovação das pastagens, segundo o Boletim Agroclimatológico do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). Também é esperada a continuidade das chuvas fortes no centro e norte da Regiões Norte e Região Sul e no litoral do Nordeste, áreas com expressivos acumulados de chuva e boa reserva hídrica nos solos.
Segundo o boletim deste mês, que analisa as condições climáticas no território nacional e dos fenômenos que interferem no clima do país, como o El Niño (aquecimento das águas na região equatorial do Oceano Pacífico), e as variações de temperatura no Atlântico, impactando as principais culturas, como o milho, feijão e algodão, de acordo com a região analisada. A recuperação das pastagens também foi avaliada pelo levantamento do Inmet.
Conforme previsão do Instituto, os próximos meses serão de predominância de precipitação abaixo da média climatológica em grande parte da Região Norte. É esperado, em áreas do norte do Amazonas, desvio de até 100 milímetros (mm) abaixo da média climatológica.
Em relação à temperatura, são previstos valores acima da média climatológica para a maior parte da região, com anomalias de até 2 graus Celsius (°C) nos estados do Amazonas, Acre, Pará, de Roraima, do Tocantins e o norte de Rondônia. Essa condição favorece cenários de baixa dos rios e maior fragilidade dos ambientes para incêndios e queimadas, embora a região tenha tido uma boa distribuição de água em parte considerável dos territórios.
"Mesmo com a previsão de precipitação abaixo da média e temperaturas mais elevadas, os elevados níveis de armazenamento de água no solo nessas áreas tendem a favorecer as lavouras de milho segunda safra e sorgo em fase de maturação e colheita entre julho e agosto, contribuindo para a redução da umidade dos grãos, ampliação das janelas operacionais de colheita e a preservação da qualidade do produto colhido", aponta o relatório.
É esperado também impacto nas lavouras tardias de milho e nas pastagens, em setembro, especialmente no Tocantins, Amapá e sudeste do Pará, onde o déficit hídrico pode chegar a 130 mm.
No mês de junho, de acordo com o Inmet, houve uma distribuição irregular de chuvas, concentradas nas áreas já descritas (norte da Região Norte, na faixa litorânea da Região Nordeste e em parte da Região Sul), com totais mensais acima de 150 mm e manutenção de níveis de armazenamento de água no solo acima de 70% da capacidade de água disponível (CAD).
Essas condições favorecem culturas que estão em momento de consumo de água, com o momento de crescimento dos grãos de milho (segunda safra) e feijão.
A maior parte de Mato Grosso, Goiás, do Distrito Federal, Tocantins, norte de Minas Gerais, Espírito Santo, interior da Região Nordeste, sul do Pará e de Rondônia, por sua vez, registraram acumulados mensais inferiores a 40 mm e menores níveis de armazenamento de água no solo.
Estas áreas, assim como o sudeste do Pará, têm níveis de armazenamento de água no solo abaixo de 15% da CAD, o que deve se agravar nos próximos meses. Essa condição também dificulta o crescimento de pastagens, o que terá impactos no curto e médio prazo para os rebanhos.
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Lavoura de algodão: umidade do ar mais fraca favorece a cultura de algodão - CNA/Wenderson Araujo/Trilux
No centro-oeste a condição de umidade relativa do ar mais fraca favorece a cultura de algodão, em fase de maturação, principalmente em Goiás, mas aprofunda o risco de perda de produtividade na segunda safra do milho, impactando custos de proteína animal no segundo semestre.
No Sul, as condições foram favoráveis para o desenvolvimento das lavouras de milho no Paraná, que teve acumulados expressivos de chuvas.
"De modo geral, as lavouras de inverno apresentam bom desenvolvimento. Entretanto, a persistência de chuvas frequentes, associada à menor disponibilidade de radiação solar, favorece a ocorrência de doenças fúngicas”, alerta o Inmet.
“Exigindo maior atenção dos produtores, principalmente em lavouras em estádios fenológicos mais avançados, nas quais o impacto sobre a produtividade pode ser mais significativo", acrescenta.
Segundo a previsão a temperatura deverá permanecer acima da média histórica em toda a Região Nordeste, com anomalias variando entre 0,5 °C a 1,0 °C em grande parte das áreas. Os maiores desvios são previstos para o Maranhão, o extremo oeste da Bahia e o sudoeste e centro-norte do Piauí, podendo atingir até 2°C acima da média climatológica.
A faixa litorânea não deve ter impactos relevantes de seca, com a atuação de sistemas meteorológicos como os Distúrbios Ondulatórios de Leste (DOLs), que trazem umidade do oceano.
Em agosto, o déficit será intensificado e vai se expandir para o extremo oeste da Bahia e para áreas do interior da Paraíba e de Pernambuco. Em setembro, a previsão indica déficits superiores a 100 mm em grande parte do interior da região.
"Esse cenário exige maior atenção às lavouras de milho e feijão terceiras safras, conduzidas em sistema de sequeiro, principalmente aquelas que se encontrarem em estádios reprodutivos ou de enchimento de grãos”, diz o estudo.
“Nessas condições, o aumento da demanda evapotranspirativa poderá comprometer a floração, a formação de vagens e o enchimento de grãos, com risco de redução do potencial produtivo, especialmente no semiárido oriental e em áreas do eixo Sealba (Sergipe, Alagoas e leste da Bahia)", explica.
As lavouras de algodão, por sua vez, terão ganhos de qualidade, o que não se observa com as pastagens, que devem ter queda considerável de produtividade já nesse trimestre vindouro.
O Centro-Oeste terá anomalia com ar mais quente, variando em torno de 2°C. O bom cenário de chuvas no primeiro semestre tende a garantir boa colheita para a região, nos próximos meses, para o milho, sorgo e algodão. O predomínio de condições mais secas tende a favorecer a conclusão das atividades de colheita e o preparo das áreas agrícolas para a próxima safra.
A região pantaneira, a previsão é ter um inverno equilibrado, enquanto no norte de Mato Grosso e nordeste de Goiás devem apresentar déficit hídrico ainda neste trimestre.
A Região Sudeste terá manutenção das médias de precipitação, com exceção do Espírito Santo e nordeste de Minas Gerais, para os quais é esperado déficit hídrico. Toda a região deve ter temperaturas cerca de 1°C acima das médias históricas.
Como se espera um trimestre com médias de temperaturas altas a cafeicultura, as hortaliças e as culturas de inverno irrigadas devem ter boas condições de produtividade. O Inmet alerta, porém, para a pressão sobre os reservatórios de água da região, que deve ter demanda acima da média.
No Sul, a expectativa é de ocorrência de excedentes hídricos significativos, especialmente nos meses de julho e setembro, quando os volumes poderão superar 150 mm. As áreas com maior prevalência serão o norte do Rio Grande do Sul e o sul de Santa Catarina.
A condição favorece as culturas de inverno, mas exige maior cuidado fitossanitário, pois permite maior desenvolvimento de pragas de origem fúngica.
Além disso, o boletim alerta para a ocorrência frequente de chuvas que poderão reduzir as janelas operacionais para a realização de tratos culturais, como aplicações de fertilizantes e defensivos agrícolas.
Segundo o Inmet, estas chuvas têm relação já conhecida com o fenômeno El Niño, confirmado pelos padrões adotados pelo instituto, com previsão de se manterem até fevereiro de 2027.
Este ano, porém, não é esperada uma variação expressiva do gradiente térmico do Atlântico Tropical Dipolo do Atlântico, fenômeno semelhante ao das águas do Pacífico (El Niño). Dessa forma, as condições nos próximos meses no Atlântico tendem a apresentar-se em neutralidade.
O mesmo não se pode dizer do El Niño, que será intenso e já impacta chuvas na Região Sul, no litoral do Pacífico na América do Sul e nas temperaturas na América do Norte, Europa e leste asiático.
AGÊNCIA BRASIL
RIO DE JANEIRO/RJ - A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) concluiu a transferência de tecnologia para produzir o principal remédio utilizado para o tratamento do HIV no Brasil, o antiretroviral dolutegravir, que é distribuído gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Atualmente, mais de 770 mil pessoas vivendo com HIV fazem uso do medicamento no país.
O medicamento foi desenvolvido pela ViiV Healthcare, empresa de pesquisa para prevenção e tratamento para HIV pertencente à biofarmacêutica GSK. Em 2020, ambas assinaram um contrato com o Instituto de Tecnologia em Fármacos (Farmanguinhos) da Fiocruz para nacionalizar progressivamente a produção do remédio e distribuí-lo ao SUS.
Desde então, Farmanguinhos vem realizando investimentos para adaptar sua planta fabril, adquirir novos equipamentos, capacitar seus profissionais e promover estruturação técnica, regulatória e operacional para garantir a internalização da produção. Este processo acaba de ser concluído, e o início do fornecimento ao SUS depende apenas da liberação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
Desde 2022, o instituto da Fiocruz já faz a distribuição para o SUS dos remédios produzidos em fábricas da GSK. Mais de 739 milhões de cápsulas já foram fornecidas para a saúde pública desta forma. Em 2025, Farmanguinhos também assumiu as análises laboratoriais de controle de qualidade do medicamento.
Três lotes do remédio já foram fabricados e validados pelo instituto e poderão ser distribuídos para o SUS, assim que a liberação da Anvisa for expedida. Paralelamente, o instituto trabalha na validação da metologia analítica do ingrediente farmacêutico ativo.
O acordo de transferência de tecnologia inclui mais uma etapa: a internalização da produção do dolutegravir em combinação com outra substância, a lamivudina. Esse formato também é distribuído pelo SUS. A expectativa é que essa produção comece a ser feita por Farmaguinhos no ano que vem.
Dolutegravir é um dos principais medicamentos utilizados no tratamento para HIV em todo o mundo. Ele age inibindo a enzima integrase, o que impede a replicação do vírus dentro das células de defesa do organismo. Além de ser altamente eficaz, reduzindo a carga viral a níveis indetectáveis, ele melhora a imunidade e impede a progressão para a AIDS, com poucos efeitos colaterais.
Em 2019, a Organização Mundial da Saúde (OMS) passou a recomendar o medicamento como opção preferencial para tratamento de primeira e segunda linha em todas as populações, incluindo mulheres grávidas e pessoas com potencial para engravidar.
AGÊNCIA BRASIL
Inscrições vão até o dia 23 de julho
SÃO CARLOS/SP - A Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) lançou três novos editais com vagas destinadas à atuação como mediador pedagógico para Atendimento Educacional Especializado (AEE) nos cursos da modalidade a distância do Sistema Universidade Aberta do Brasil (UAB) oferecidos com o apoio da Secretaria de Educação a Distância (SEaD) da UFSCar:
- Edital nº 64/2026 - Mediador Pedagógico para Atendimento Educacional Especializado (AEE) para estudantes surdos
- Edital nº 65/2026 - Mediador Pedagógico para Atendimento Educacional Especializado (AEE) para estudantes com deficiência visual
- Edital nº 67/2026 - Mediador Pedagógico para Atendimento Educacional Especializado (AEE) para estudantes com deficiência (exceto surdez e cegueira) e transtorno do espectro autista (TEA)
As inscrições vão até o dia 23 de julho. Os editais, com todas as informações - incluindo requisitos, etapas de seleção e atividades a serem desempenhadas -, podem ser consultados no site da SEaD, na opção Processo Seletivo 2026. Dúvidas podem ser esclarecidas pelo e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo..
BRASÍLIA/DF - Pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quinta-feira (16) sobre o novo tarifaço imposto pelos Estados Unidos ao Brasil mostra que, para 51% dos entrevistados, a responsabilidade pela medida é do senador e pré-candidato do PL à Presidência da República, Flávio Bolsonaro.
A pergunta feita pelo instituto era com quem os entrevistados mais concordavam: com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que acusa Flávio de ter incentivado o tarifaço, ou com o senador, que afirma ter pedido ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que não adotasse a medida. Na pesquisa, 51% disseram concordar com Lula, ante 47% no levantamento de junho, enquanto 30% concordaram com Flávio Bolsonaro, abaixo dos 35% registrados anteriormente.
De acordo com o levantamento, 42% dos entrevistados afirmaram que o novo tarifaço aumenta a vontade de votar em Lula nas eleições presidenciais, enquanto 27% disseram o mesmo em relação a Flávio Bolsonaro.
A pesquisa também mostra que 62% dos brasileiros afirmaram estar cientes das novas tarifas impostas pelos Estados Unidos, enquanto 38% disseram não conhecer a medida. Para 63%, as tarifas vão prejudicar a vida dos brasileiros; outros 31% avaliam que não.
O levantamento indica ainda que 57% dos entrevistados disseram não saber da viagem de Flávio Bolsonaro aos Estados Unidos, onde o senador afirmou ter pedido a Trump que não tarifasse produtos brasileiros e defendeu o Pix. Entre os que tinham conhecimento da agenda, 58% disseram acreditar que ele não tem influência para convencer Trump a rever o tarifaço, enquanto 34% afirmaram confiar na capacidade do parlamentar de influenciar a decisão.
A pesquisa foi realizada entre os dias 10 e 13 de julho, antes do anúncio oficial do novo tarifaço pelos Estados Unidos. Foram ouvidas 2.004 pessoas em todo o país. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e o levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-07181/2026.
por Estadao Conteudo
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