Jornalista/Radialista
O advogado Paulo Akiyama informa a necessidade de ser moderado quando o assunto é negociação com locadores de imóveis
SÃO CARLOS/SP - Atualmente, muitas pessoas optam por alugar imóveis ao invés de comprar um, isso porque em alguns casos pode ser mais vantajoso financeiramente e um compromisso que tem um prazo mais curto do que os imóveis próprios, que podem levar décadas para serem quitados. Ainda assim, alguns momentos pedem alguma flexibilidade de pagamento e a negociação do valor de aluguel é o caminho mais viável.
Por esse motivo, o advogado Paulo Akiyama oferece algumas dicas quando for necessário entrar em uma negociação desses valores com o locador. “É fundamental lembrar que a quantia do aluguel, para quem recebe, é meio de receita e o pagamento é uma obrigação do locatário. O inquilino não possui, por lei, direito na redução de valores, pois o juiz de direito não tem competência para determinar uma ou outra parte aceitar valores fora do contratado. Por isso, este pleito deve ser sempre por meio de negociação entre as partes e de forma moderada, afinal a eventual redução ou postergação de valores atingirá o proprietário”, explica.
Devido a pandemia, muitas pessoas tiveram seus salários reduzidos e uma grande diminuição na renda mensal, fazendo com que a demanda por essas negociações de valor fique cada vez mais frequentes. Nesse caso, o advogado destaca que é importante apresentar evidências dessa redução de renda, por meio de um holerite ou mesmo um demonstrativo de faturamento de empresa, caso seja empresário, uma vez que esses itens podem ser requeridos para um eventual acordo entre as partes. “Para formalizar o que foi decidido bastando elaborar um aditamento ao contrato, trazendo a termo o negociado, ou mesmo, um termo de transação extrajudicial”, destaca o especialista.
Um detalhe interessante de saber é que, se existe alguma cláusula no contrato de locação que envolve a imobiliária, deve ser ela a contatar o proprietário para apresentar as propostas.
Contudo, antes de qualquer coisa, é essencial saber qual será o valor comprometido na locação de um imóvel, seja residencial ou comercial. O recomendável é que não ultrapasse 25% da renda total do locatário. “O inquilino deve manter o pagamento do aluguel e buscar a negociação para redução somente quando se tornar necessário. Precisam todos entender que a outra parte também tem obrigações. Não se pode apenas ficar com o bônus sem assumir o ônus”, finaliza.
Sobre Paulo Akiyama
Paulo Eduardo Akiyama é formado em economia e em direito desde 1984. É palestrante, autor de artigos, sócio do escritório Akiyama Advogados Associados e atua com ênfase no direito empresarial e direito de família. Para mais informações acesse http://www.
À medida que as condições globais evoluem, as embaixadas e consulados passam a retomar os serviços de rotina
MUNDO - Devido a pandemia causada pelo coronavírus, os consulados americanos interromperam suas operações em março deste ano, atendendo somente solicitações de emergências. Agora, praticamente quatro meses depois, o serviço será retomado de forma gradativa no mundo todo.
De acordo com o advogado especializado em direito internacional, Daniel Toledo, alguns governos não permitirão uma total abertura ao público, mas estão se estruturando para retomar o atendimento internamente. “À medida que as condições melhorarem, as unidades voltarão a fornecer serviços adicionais, culminando eventualmente em uma retomada completa dos serviços rotineiros de visto”, destaca.
Toledo explica que muitos dos vistos aplicados nos Estados Unidos estavam sendo negociados internamente para que a aplicação ocorresse direto no Brasil ou pais de origem do Aplicante. “Existe a possibilidade de muitos processos passarem a ser consulares, protocolados diretamente no Brasil. Esse é um procedimento mais rápido, ágil e muito mais tranquilo. Muitas pessoas discordaram, mas hoje vemos que isso passa a ser realidade”, avalia o advogado. Tais processos exigem que o advogado seja devidamente registrado na Ordem dos Advogados do Brasil.
Por conta da queda de emissão de vistos, os órgãos de imigração solicitaram ao congresso dos Estados Unidos 1.2 bilhões de dólares, para manter as operações consulares e pagamentos retroativos. As consequências da falta de captação de recursos, além de uma série de outros fatores, prejudicaram este setor. Hoje, muitos vistos são protocolados nos países de origem.
“Essa notícia pode ser muito boa para todos que visam sair do país com toda a documentação acertada para ir aos Estados Unidos, sem precisar ficar com alguma expectativa ao chegar no país”, conclui o especialista em direito internacional.
*Por: Daniel Toledo é advogado da Toledo e Advogados Associados especializado em direito internacional, consultor de negócios internacionais e palestrante. Para mais informações, acesse: http://www.toledoeassociados.
Levantamento da ValeCard aponta aumento no preço do combustível na primeira quinzena de julho na comparação com a média de junho
SÃO PAULO/SP - O preço médio da gasolina comum no Brasil subiu 3,33% na primeira quinzena de julho em comparação com a média do mês de junho, segundo levantamento feito pela ValeCard, empresa especializada em soluções de gestão de frotas. Nos primeiros 15 dias do mês, o preço médio do combustível no país foi de R$ 4,276 por litro. No mês anterior, o valor médio cobrado nos postos do país foi de R$ 4,14.
O aumento reflete a paulatina retomada das atividades econômicas em algumas regiões do país, especialmente em São Paulo, onde o combustível subiu 2,81% na quinzena, chegando a R$ 4,012. Amazonas foi o único Estado a registrar queda no valor da gasolina (-1,44%) na primeira quinzena de julho. O Acre teve o maior aumento no preço no período (5,4%).
Obtidos por meio do registro das transações realizadas em maio com o cartão de abastecimento da ValeCard em cerca de 20 mil estabelecimentos credenciados, os dados mostram que, entre as capitais, Belém tem o preço mais alto e Vitória, o mais baixo.

Fonte: ValeCard
Preço médio por Estado (R$)
|
Estado |
Julho (1ª quinzena) |
Junho |
Variação (Valor) |
Variação (Percentual) |
|
AC |
|
4,500 |
0,2431 |
5,40% |
|
AL |
|
4,258 |
0,1532 |
3,60% |
|
AM |
|
4,341 |
-0,0624 |
-1,44% |
|
AP |
|
3,734 |
0,1162 |
3,11% |
|
BA |
|
4,248 |
0,1184 |
2,79% |
|
CE |
|
4,163 |
0,1246 |
2,99% |
|
DF |
|
4,029 |
0,1503 |
3,73% |
|
ES |
|
4,105 |
0,1408 |
3,43% |
|
GO |
|
4,002 |
0,1715 |
4,28% |
|
MA |
|
4,096 |
0,1146 |
2,80% |
|
MG |
|
4,259 |
0,1263 |
2,97% |
|
MS |
|
4,121 |
0,1269 |
3,08% |
|
MT |
|
4,115 |
0,1808 |
4,39% |
|
PA |
|
4,375 |
0,0981 |
2,24% |
|
PB |
|
3,973 |
0,1427 |
3,59% |
|
PE |
|
4,092 |
0,1498 |
3,66% |
|
PI |
|
4,340 |
0,0315 |
0,73% |
|
PR |
|
3,785 |
0,1869 |
4,94% |
|
RJ |
|
4,601 |
0,0842 |
1,83% |
|
RN |
|
4,078 |
0,3182 |
7,80% |
|
RO |
|
4,259 |
0,1282 |
3,01% |
|
RR |
|
3,931 |
0,0977 |
2,49% |
|
RS |
|
4,042 |
0,1864 |
4,61% |
|
SC |
|
3,904 |
0,1811 |
4,64% |
|
SE |
|
4,193 |
0,1358 |
3,24% |
|
SP |
|
3,902 |
0,1098 |
2,81% |
|
TO |
|
4,326 |
0,1351 |
3,12% |
|
GERAL |
|
4,140 |
0,1367 |
3,33% |
Fonte: ValeCard
Belém e Rio Branco têm os maiores preços nas capitais
Conforme o levantamento da ValeCard, Belém (R$ 4,743), Rio Branco (R$ 4,7) e Rio de Janeiro (R$ 4,668) tiveram os preços mais altos entre as capitais do país na primeira quinzena de julho. Já João Pessoa (R$ 3,924), Curitiba (R$ 3,96) e Vitória (R$ 4,012) registraram os valores mais baixos.
|
Capital |
Julho (1ª quinzena) |
Junho |
Variação (Valor) |
Variação (Percentual) |
|
Aracaju |
|
|
0,1279 |
3,05% |
|
Belém |
|
|
0,0587 |
1,25% |
|
Belo Horizonte |
|
|
0,1042 |
2,52% |
|
Boa Vista |
|
|
0,0991 |
2,49% |
|
Brasília |
|
|
0,1495 |
3,71% |
|
Campo Grande |
|
|
0,1212 |
2,97% |
|
Cuiabá |
|
|
0,1873 |
4,78% |
|
Curitiba |
|
|
0,2885 |
7,86% |
|
Florianópolis |
|
|
0,2257 |
5,59% |
|
Fortaleza |
|
|
0,1120 |
2,78% |
|
Goiânia |
|
|
0,1379 |
3,54% |
|
Joao Pessoa |
|
|
0,1276 |
3,36% |
|
Macapá |
|
|
0,0261 |
0,65% |
|
Maceió |
|
|
0,2795 |
6,96% |
|
Manaus |
|
|
- 0,0671 |
-1,57% |
|
Natal |
|
|
0,4193 |
10,18% |
|
Palmas |
|
|
0,1677 |
3,94% |
|
Porto Alegre |
|
|
0,2151 |
5,45% |
|
Porto Velho |
|
|
0,0653 |
1,49% |
|
Recife |
|
|
0,1308 |
3,25% |
|
Rio Branco |
|
|
0,2518 |
5,66% |
|
Rio de Janeiro |
|
|
0,0809 |
1,76% |
|
Salvador |
|
|
0,0676 |
1,62% |
|
São Luís |
|
|
0,1110 |
2,70% |
|
São Paulo |
|
|
0,0991 |
2,51% |
|
Teresina |
|
|
- 0,0849 |
-1,95% |
|
Vitória |
|
|
0,1245 |
3,20% |
|
Geral |
|
|
0,1343 |
3,32% |
Fonte: ValeCard
Sobre a ValeCard
A ValeCard é uma das maiores empresas de meios de pagamento eletrônicos do Brasil e oferece soluções completas e integradas para gestão de frotas e benefícios.
SÃO CARLOS/SP - Na tarde desta última sexta-feira (17), a Guarda Municipal realizou uma operação na Rua João Bregagnolo, no Parque Delta, em São Carlos, e apreendeu pés de maconha.
Os GMs foram até o local já conhecido como local frequente do tráfico e com as viaturas 637, 653 e 647, mais a ajuda da cadela Naja, foi localizado 05 mudas de maconha plantadas no chão mais 04 mudas da mesma planta plantadas em vasos.
A ocorrência foi apresentada no Plantão Policial de São Carlos.
Ninguém foi preso.
Este site utiliza cookies para proporcionar aos usuários uma melhor experiência de navegação.
Ao aceitar e continuar com a navegação, consideraremos que você concorda com esta utilização nos termos de nossa Política de Privacidade.