Jornalista/Radialista
PINDAMONHANGABA/SP - A Polícia Militar encontrou um depósito que armazenava mais de 14 mil porções de drogas, entre cocaína, crack e maconha, na rua Professor Lauro Vicente de Azevedo, em Pindamonhangaba, no interior de São Paulo, na sexta-feira (4).
Policiais militares estavam em patrulhamento pela região, quando desconfiaram de dois suspeitos. Durante a abordagem, a equipe encontrou algumas porções de drogas com eles. A dupla acompanhou os policiais até um apartamento onde o restante dos entorpecentes foi localizado. No total, foram apreendidos 14,8 mil porções de drogas já embaladas para a venda.
Além das substâncias, duas armas de fogo, quatro celulares e nove balanças de precisão também foram apreendidos no imóvel, que foi periciado.
Os dois suspeitos, de 22 e 28 anos, foram levados à Delegacia Seccional de Taubaté, onde permaneceram presos por tráfico de drogas e posse ilegal de arma.
Pesquisadores da UFSCar e da USP apresentam diferentes aspectos sobre os temas em atividade aberta ao público
SÃO CARLOS/SP - Para encerrar a primeira edição do evento "Diálogos Avançados", com o tema "s Ciências diante do Antropoceno", duas mesas debatem a relação entre as formas de vida e as diversas fontes de energia e as profundas transformações ambientais e sociais geradas pela expansão urbana em escala global. As atividades serão no dia 17/10, com início às 14 horas, no Anfiteatro Jorge Caron, no Campus 1 da Universidade de São Paulo (USP), em São Carlos, e são abertas a todo o público. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas pelo site dialogos-avancados.org. Haverá transmissão pelos canais UFSCar Oficial e Polo São Carlos do IEA-USP no YouTube.
Sonia Maria Barros de Oliveira, docente do Instituto de Geociências da USP, e Ernesto Pereira, professor do Departamento de Química da UFSCar, apresentam a mesa "Vida e energia", às 14 horas. A ideia é refletir sobre como a exploração e o consumo de energia, desde os combustíveis fósseis até às energias renováveis, impactam diretamente os ecossistemas e a vida em todas as suas formas. Sonia de Oliveira expõe que o uso de materiais e de energia pela humanidade tem crescido continuamente, mas o ritmo desse aumento, principalmente nos últimos 50 anos, tem sido menor do que o ritmo do crescimento econômico. "Isso é resultado de um aumento de eficiência no uso dos recursos, o que configura um ‘desacoplamento relativo’ entre a extração de energia/materiais e a geração de riqueza. Esses ganhos de eficiência, no entanto, não se traduzem em redução no uso dos recursos, cuja expansão tem como efeito o comprometimento de serviços ecossistêmicos essenciais como a estabilidade climática, a disponibilidade de água e ar limpos e preservação da biodiversidade", destaca.
Nesse contexto, Ernesto Pereira, da UFSCar, avalia que é preciso "melhorar significativamente as tecnologias para diminuir os desperdícios, mudar a tecnologia onde houver muitos resíduos gerados (gases de efeito estufa e materiais radioativos) e minimizar o impacto ambiental. É possível melhorar os processos, especialmente se os modelos de produção e modelos de negócio forem substituídos por modelos que contemplem a eficiência, a baixa emissão de resíduos com o propósito maior de melhorar a vida das pessoas".
A mesa "Urbanização planetária: ecologias e desigualdades" será conduzida por Marcel Fantin, docente do Instituto de Arquitetura e Urbanismo da USP, e por Maria Aparecida de Moraes Silva, professora do Programa de Pós-Graduação em Sociologia da UFSCar. A atividade será às 16h15 e discutirá as profundas transformações ambientais e sociais geradas pela expansão urbana, especialmente no contexto do Antropoceno. Marcel Fantin, da USP, aponta que o crescimento exponencial das cidades e a urbanização global têm exercido uma pressão significativa sobre ecossistemas naturais e as consequências para o planeta incluem o aumento da temperatura global, fenômenos climáticos extremos, e a crescente vulnerabilidade das populações mais pobres, que tendem a ser as mais afetadas pela degradação ambiental. No entanto, o docente acredita que é possível manter a urbanização e o desenvolvimento de forma a respeitar o equilíbrio entre cidades e ecologias, mas alerta que isso exige uma mudança significativa nas políticas urbanas e no planejamento territorial. "Para alcançar uma convivência harmoniosa entre cidades e ecologias, é essencial adotar práticas urbanas mais inclusivas, que priorizem a preservação ambiental, a redução das desigualdades e a participação ativa da sociedade na tomada de decisões", define.
Do ponto de vista das mudanças sociais geradas pela expansão urbana, Maria Moraes, professora da UFSCar, reforça que essas transformações são responsáveis pela expulsão e expropriação de milhões de pessoas, cuja rota é, em geral, as cidades. "Assim, não é possível analisar os espaços urbano e rural como elementos separados, porém, entrelaçados", afirma. Além disso, a docente considera importante "entender os processos sociais que causam a continuidade da extração e fratura dos recursos naturais em favor de grupos econômicos nacionais e internacionais, com a participação do Estado por meio de arranjos sociopolíticos, jurídicos e econômicos".
Diálogos Avançados
Esta primeira edição do evento ocorrerá entre os dias 15 e 17 de outubro, na UFSCar e na USP. Ao longo do três dias, os participantes explorarão temas como mudanças climáticas, perda de biodiversidade, crise dos recursos naturais e as desigualdades socioeconômicas exacerbadas pelo impacto humano. A atividade se configura como um espaço de troca de conhecimentos e experiências, promovendo a integração entre pesquisadores, estudantes e a sociedade em geral. O evento pretende ampliar a compreensão sobre como as ciências podem responder às crises contemporâneas, oferecendo uma plataforma para a construção coletiva de estratégias que possam guiar a humanidade em tempos de mudanças profundas. A programação completa e o acesso às inscrições gratuitas estão no site https://dialogos-avancados.org.
SÃO CARLOS/SP - Na noite de sábado (5), um grave acidente de trânsito resultou na morte de uma pessoa e deixou outra gravemente ferida na Rodovia Engenheiro Thales de Lorena Peixoto Junior (SP-318), em São Carlos.
De acordo com as autoridades, o acidente envolveu dois veículos: uma VW Saveiro, que transitava no sentido São Carlos/Água Vermelha, e um Fiat Uno que vinha na contramão com os faróis apagados.
O motorista da Saveiro sofreu apenas ferimentos leves e foi prontamente socorrido pela concessionária responsável pela rodovia, sendo encaminhado à Santa Casa de São Carlos. O condutor do Fiat Uno, no entanto, teve ferimentos graves, foi entubado no local pela equipe da Unidade de Suporte Avançado (USA) do SAMU e também levado para a Santa Casa.
Infelizmente, o passageiro do Fiat Uno, que ainda não foi identificado, não resistiu ao impacto e morreu na hora. As causas do acidente estão sendo investigadas pelas autoridades competentes.
A Polícia Rodoviária esteve no local para controlar o trânsito e preservar a cena do acidente para a perícia. O tráfego foi parcialmente interrompido durante o atendimento, mas já foi normalizado.
IBATÉ/SP - Na sexta-feira (04), o Centro de Convivência da Melhor Idade de Ibaté (CCMI) deu início às comemorações ao “Mês do Idoso” com uma palestra ministrada pelo médico gerontólogo e especialista em neuropsiquiatria, Dr. Josias Almeida. Abordando o tema “Envelhecimento e Sono”, o evento abriu uma série de atividades voltadas para a saúde e bem-estar da população idosa da cidade.
Durante a palestra, Dr. Almeida destacou a frequência de problemas relacionados ao sono no processo de envelhecimento, os quais podem afetar significativamente a qualidade de vida dos idosos. Ele explicou que, com o avanço da idade, é comum que o sono se torne mais fragmentado e menos profundo, resultando em problemas como insônia e cansaço durante o dia. O médico também alertou para distúrbios mais graves, como apneia e síndrome das pernas inquietas, que, quando não tratados, podem piorar outras condições de saúde.
Dr. Almeida forneceu orientações valiosas sobre como minimizar esses problemas, sugerindo a adoção de hábitos saudáveis, como manter uma rotina de sono regular, evitar o uso de eletrônicos antes de dormir e praticar exercícios leves antes de deitar. Ele também incentivou os presentes a procurarem ajuda médica em casos de distúrbios mais severos, destacando a importância de diagnósticos adequados.
A coordenadora do Centro de Convivência, Dirce Lopes Peruchi, destacou o sucesso do evento e a importância da conscientização dos idosos sobre o tema. “Nosso objetivo é proporcionar a eles informações e suporte para que possam viver essa fase com saúde e qualidade. O sono é fundamental para o bem-estar e merece atenção especial”, afirmou Dirce.
O CCMI está localizado na Rua João Alteia, 290, Vila Tamoio, e atende de segunda a sexta-feira, das 8h às 16h. Durante o “Mês do Idoso”, serão promovidas mais atividades, como palestras e momentos de integração, sempre com o intuito de valorizar a Melhor Idade e garantir o seu bem-estar.
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