Jornalista/Radialista
SÃO CARLOS/SP - O PROCON-São Carlos iniciou a monitorização dos preços do arroz na cidade. O objetivo é prevenir especulações, após as enchentes e desastres climáticos que atingiram o Rio Grande do Sul, principal estado produtor do país.
“A oferta do alimento nos mercados, assim como a variação dos preços, será analisada semanalmente pela nossa equipe, estamos atentos cada vez mais a questões dessa natureza”, explicou o diretor do Procon, Tiago Nonato de Souza.
A equipe percorreu mercados em diversos pontos para monitorar os preços cobrados pelos pacotes de arroz.
“Em linhas gerais o abastecimento na cidade não foi afetado, sendo que nos estabelecimentos pesquisados há diversas marcas e preços a disposição do consumidor, dentro da média dos últimos meses”, relatou o diretor do Procon.
O órgão vai manter a monitorização, além de acompanhar outros preços. “Queremos estar cada vez mais atentos à garantia dos direitos do consumidor, evitando especulação”, finalizou Tiago Nonato de Souza.
BRASÍLIA/DF - As derrotas sofridas pelo presidente Lula (PT) na sessão do Congresso Nacional nesta semana ampliaram o diagnóstico do petista e de sua equipe de que o governo não tem base para conseguir vitórias na chamada pauta de costumes defendida pelo bolsonarismo.
A avaliação foi feita pelo próprio chefe do Executivo em reunião nesta quarta-feira (29) com os auxiliares que cuidam da articulação política, segundo relatos.
No encontro, houve a leitura de que o governo tem conseguido vitórias importantes em pautas ligadas à economia, mas que deve evitar se envolver em projetos ligados a valores.
Lula se reuniu nesta quarta com o ministro Alexandre Padilha (Secretaria de Relações Institucionais) e os três líderes do governo: do Congresso, senador Randolfe Rodrigues (sem partido-AP); da Câmara, José Guimarães (PT-CE); e do Senado, Jaques Wagner (PT-BA). Segundo aliados, o presidente descarta por ora fazer trocas na equipe.
Durante o encontro, o presidente decidiu que vai se reunir com o grupo toda segunda-feira. Hoje, Padilha e os líderes costumam conversar no início da semana entre si e também com o ministro da Fazenda, Fernando Haddad.
Apesar do freio de arrumação, tanto Randolfe como Wagner tentaram minimizar em público o saldo da sessão e ressaltaram que a derrota já estava "precificada" diante do perfil conservador do Congresso Nacional.
"Nós estamos num período onde a política não é mais a política que a gente conhecia há oito, dez anos atrás. A política está totalmente bipolarizada, fanatizada. E alguns já estão em campanha eleitoral para 2026", disse Wagner a jornalistas.
Há uma avaliação no Planalto de que o orçamento impositivo das bilionárias emendas parlamentares enfraqueceu o poder de negociação do governo e, consequentemente, de formar uma base mais fiel.
Além disso, reservadamente, parlamentares da base governista dizem que o centrão tenta se colar ao bolsonarismo nas chamadas pautas de costumes para conseguir algum ganho político nas eleições municipais, em outubro.
Três pautas de cunho ideológico marcaram a sessão: o fim das saidinhas de presos, um pacote de costumes incluído por bolsonaristas na prévia do orçamento e o veto de Jair Bolsonaro (PL) ao dispositivo que criminalizava "comunicação enganosa em massa".
Nos dois primeiros casos, os parlamentares derrubaram vetos de Lula em projetos aprovados antes pelo Legislativo. Já o veto de Bolsonaro foi mantido. Na avaliação de congressistas, o movimento demonstrou a ascendência de Bolsonaro sobre a pauta do Legislativo.
Todas as derrotas se deram por larga margem de votos e com apoio dos partidos de centro e de direita que têm assento na Esplanada de Lula.
Até pelo reconhecimento de ser minoria, o governo não tem feito tanto esforço pela pauta de costumes no Congresso.
Liberou, por exemplo, a base para votar como queria no caso da criminalização do porte de drogas no Senado.
Durante a reunião interna desta quarta, Lula disse aos presentes não ter sido uma surpresa a derrubada do veto no caso da saidinha dos presos por já ter sido alertado sobre a dificuldade de reverter a posição dos parlamentares.
O chefe do Executivo reconheceu que não havia clima no Congresso para aprovar seu ato, mas ponderou que precisava marcar posição.
Antes da votação, o petista chegou a dizer a ministros e líderes do governo que a manutenção do veto das saidinhas era prioridade e pediu empenho na articulação política junto às bancadas partidárias.
O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG) -que patrocinou o projeto de lei que acabou com as saidinhas-, disse que o resultado da sessão "naturalmente demonstra uma força considerável da oposição".
"Não se pode medir, de fato, a força de um governo, ou a não força de um governo, a fraqueza de um governo, em votações pontuais. É o todo que tem que ser analisado. Eu não vejo nada de anormal nessa sessão do Congresso Nacional", disse nesta quarta.
"Mas é muito importante, tanto quanto a oposição puder se organizar, isso é muito importante para a democracia, que o governo também se organize da melhor forma possível com a sua base de apoio na Câmara dos Deputados e no Senado Federal."
No caso das saidinhas, Lula havia vetado do projeto aprovado pelos parlamentares o trecho que proibia a saída de presos do regime semiaberto para visitas às famílias, o que costuma ocorrer em datas comemorativas como Natal e Páscoa.
Quando o projeto chegou ao Planalto, ministros como Padilha, chegaram a se opor ao veto por entender que isso seria derrubado no Congresso e soaria como derrota ao governo.
Ao ser questionado pela imprensa sobre eventuais mudanças na articulação com o Congresso, Randolfe disse que, no momento atual, existe "um núcleo político que tem a confiança do presidente da República".
"Teve um tempo que tinha um governo que não tinha articulação política. Porque ele delegava o governo [em referência a Bolsonaro]. A articulação política deve pertencer ao governo e à confiança do presidente da República", disse.
Na noite de terça (28), o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), disse que Lula se esforçou, mas que é difícil os parlamentares mudarem de posição sobre um tema após votações expressivas no Congresso.
POR FOLHAPRESS
IBATÉ/SP - A Prefeitura de Ibaté, por meio da Secretaria Municipal de Esportes, anuncia que a partir do dia 31 de maio, às 12h, estarão abertas as inscrições para a tradicional “Corrida Pedestre 131 Anos de Ibaté”. Este evento esportivo é uma das principais celebrações do aniversário do município, destacando a importância do esporte e da atividade física na vida dos cidadãos.
A corrida será realizada no dia 30 de junho, com a largada marcada para às 7h30, em frente ao Estádio Municipal “Dagnino Rossi”. O percurso total da prova é de 5 km, oferecendo um trajeto desafiador e ao mesmo tempo acessível para corredores de diferentes níveis de preparo físico.
As inscrições podem ser realizadas até o dia 20 de junho, ou até que o limite de 500 participantes seja alcançado, através do site www.portorun.com. A taxa de inscrição é de R$25,00 por participante.
Retirada dos Kits
Os kits, compostos por camiseta, chip e numeral, serão entregues nos seguintes dias e locais:
Sábado, 29 de junho: das 8h às 11h, na Sede da Secretaria Municipal de Esportes, localizada na Rua Dr. Teixeira de Barros, n° 500, Centro (no Estádio Municipal Dagnino Rossi).
Domingo, 30 de junho: das 6h às 7h, no local da prova
Para mais detalhes sobre a corrida e as inscrições, os interessados podem entrar em contato pelo telefone (16) 3343-2323. Não perca a oportunidade de participar deste evento comemorativo e contribuir para a celebração do aniversário de 131 anos de Ibaté através do esporte e da união da comunidade.
Prepare-se, inscreva-se e venha correr conosco para celebrar mais um ano de história e conquistas de Ibaté!
SÃO CARLOS/SP - O vereador Bruno Zancheta (REPUBLICANOS) destinou recursos por meio de sua emenda parlamentar para implantação de três novas academias ao ar livre para a população. As academias foram implantadas nos bairros: Jardim Beatriz, Jardim Medeiros e Portal do Sol. O parlamentar encaminhou os recursos no ano de 2022 e 2023, porém, com as tramitações burocráticas, eles foram liberados e executados apenas esse ano.
“Serão três novos espaços que irão beneficiar as pessoas. Tenho sido constantemente procurado pela população para implantação dessas academias ao ar livre, e de pronto já atendemos o pedido e destinamos recursos para que fossem implantadas. Gostaria de agradecer a Secretaria Municipal de Serviços Públicos pela parceria e olhar clínico com as demandas da população”, finalizou o parlamentar.
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