Jornalista/Radialista
IBATÉ/SP - A Prefeitura de Ibaté, através da Secretaria de Saúde e Vigilância Epidemiológica, realiza nesta quinta-feira (13), um Plantão de Vacinação contra a Poliomielite e Atualização do Esquema Vacinal (crianças até 5 anos). As imunizações ocorrem nas UBS’s do Jardim Icaraí e Jardim Cruzado II, das 18h até às 21h.
O público-alvo são as crianças menores de 5 anos de idade. A secretária municipal de Saúde reforça que a campanha deste ano, em particular, é importante para o enfrentamento à pólio, já que o Brasil está em fase de transição para substituir as duas doses da vacina oral poliomielite (VOP) para apenas um reforço com a vacina inativada poliomielite (VIP), no formato injetável. “A vacina contra a poliomielite – uma das mais importantes do calendário – evita o comprometimento do sistema nervoso, que pode levar à paralisia de membros e alterações nos movimentos. Se o imunizante não for aplicado, em alguns casos a doença pode levar à morte”, explica Elaine Sartorelli.
A secretária ainda aponta que o plantão de vacinação tem por objetivo colaborar com os pais que não tem condições de levar os filhos para imunização durante o dia, por conta do trabalho. “Cientes das dificuldades que muitos encontram por conta do horário de trabalho e acabam não conseguindo levar seus filhos para se vacinarem, resolvemos realizar esse Plantão Noturno e esperamos contar com uma presença maciça da população infantil”, contou. “Basta levar a caderneta de vacinação e documento da criança”, finalizou.
O que é Poliomielite?
Poliomielite é uma doença viral que pode afetar os nervos e levar à paralisia parcial ou total. Apesar de também ser chamada de paralisia infantil, a doença pode afetar tanto crianças quanto adultos.
A poliomielite foi praticamente erradicada em países industrializados com a vacinação de crianças, inclusive no Brasil, onde a vacina contra a doença foi incorporada à caderneta de vacinas obrigatórias.
De acordo com o Ministério da Saúde, o último caso de poliomielite registrado no Brasil aconteceu em 1989. Atualmente, a cobertura vacinal brasileira contra pólio é acima dos 95% - considerada um exemplo para o restante do mundo.
BELO HORIZONTE/MG - Wanessa Camargo, 41, foi uma garota famosa nos anos 2000, e isso significa que certamente sofreu pressões psicológicas para ser magra. A cantora contou que desenvolveu transtornos alimentares ao longo da carreira e as consequências a afetam até hoje.
"Existia uma pressão do mercado com cantoras adolescentes, exigiam a entrega de um corpo perfeito. Infelizmente, fui para esse caminho", disse Wanessa em entrevista ao jornal Extra. "A bulimia me deixou marcas. Tenho refluxo, por exemplo. Fui machucando minha garganta, e isso poderia prejudicar para sempre meu canto, que é o que mais amo fazer", desabafou.
A cantora contou que o alerta veio nas sessões de terapia, além de ter mudado de comportamento após a gravidez: "Com a primeira gravidez, eu tive outra mudança de pensamento: vou querer emagrecer logo esses quilos ou ter saúde para amamentar meu filho e fornecer todos os nutrientes de que ele precisa? Claro que foi a segunda opção".
Wanessa disse que hoje está curada, mas não deixa de estar vigilante com a alimentação: "Estou recuperada, mas foram muitos anos de luta. Com distúrbios alimentares você tem que ficar vigilante o resto da vida. Ter virado vegana me ajudou também. Mudou minha relação com a comida. Como muito mais, sou perfeitamente saudável e vivo em equilíbrio".
POR FOLHAPRESS
CANDEIAS/BA - De volta aos palcos em uma turnê após seis anos separados, a dupla Victor e Léo voltou a gerar polêmica. Moradores da cidade baiana de Candeias, que fica a 46 quilômetros da capital Salvador, reclamaram da escalação da dupla por causa do histórico de violência doméstica de Victor.
Segundo dados do Painel de Transparência dos Festejos Juninos nos Municípios do Estado da Bahia, desenvolvido pelo MP-BA (Ministério Público da Bahia), a dupla vai receber R$ 750 mil por uma apresentação na cidade no próximo dia 23. Trata-se do terceiro maior cachê de show no período das festas em todo o estado.
Victor e Leo ficam atrás apenas de Wesley Safadão, que receberá R$ 900 mil por cada um dos sete shows que fará em junho na Bahia, e do sertanejo Gusttavo Lima, que ganhará R$ 1,1 milhão por uma apresentação na cidade de Luís Eduardo Magalhães.
Nas páginas oficiais da prefeitura, no entanto, o convite à Victor e Leo tem sido contestado. Há diversas reclamações fazendo referência ao caso de violência doméstica que envolve Victor Chaves. O cantor responde a processo na Justiça por uma suposta agressão a sua então mulher, Poliana Bagatini. Na época, ela estava grávida do segundo filho do casal.
Poliana afirmou que foi chutada, jogada ao chão e agredida psicologicamente por Victor. Em 2020, o cantor foi condenado em primeira instância a cumprir 18 dias de prisão em regime aberto e a pagar uma indenização de R$ 20 mil por danos morais. Ele recorreu da decisão, mas o recurso ainda não foi julgado.
À Folha, em 2020, o cantor negou as acusações e disse que, na verdade, tentou conter a ex-mulher, que estaria descontrolada emocionalmente após uma discussão com a mãe e a irmã dele. Ainda segundo ele, imagens de um vídeo de segurança que comprovariam as agressões foram tiradas de contexto.
"Utilizaram os fatos com leituras sensacionalistas", afirmou na ocasião.
Quando o caso veio à tona, em 2017, Victor foi afastado do reality show musical The Voice Kids pela Globo antes do final da temporada. Nos anos seguintes, nem ele nem o irmão voltaram ao programa. Logo depois, os dois anunciaram que seguiriam caminhos separados. O anúncio do retorno aconteceu no ano passado.
No fim de maio, a prefeitura de Fortaleza, após protestos de parte do público, cancelou uma apresentação que a dupla faria na capital cearense. Salvador chegou a anunciar Victor e Leo como uma das atrações de seu São João, mas horas depois a Prefeitura disse que se tratou de um erro de comunicação.
Procurada pela Folha de S.Paulo, a prefeitura de Candeias não respondeu até a última atualização deste texto.
POR FOLHAPRESS
JERUSALÉM - O Parlamento de Israel avançou com uma lei controversa sobre o recrutamento de estudantes religiosos ultraortodoxos para as Forças Armadas, em meio a cenas de fúria na segunda-feira, 10, no Knesset, conforme famílias de alguns dos reféns de Gaza exigiram mais ações para trazê-los de volta para casa.
Um dia depois que o ex-general de centro Benny Gantz deixou o governo em uma disputa sobre os objetivos estratégicos da guerra de Gaza, a votação e os confrontos ressaltaram a mistura volátil de forças que envolvem o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu, agora cada vez mais dependente de seus aliados da extrema-direita.
O projeto de lei de alistamento, que ainda precisa passar por outras votações e audiências em comitês após a votação da noite de segunda-feira, prevê a entrada gradual no Exército de alguns judeus ultraortodoxos, que tradicionalmente resistem a servir nas Forças Armadas.
Embora tenha sido originalmente apresentada por Gantz em 2022, durante o governo anterior, ele agora se opõe à medida, que, segundo ele, é inadequada para as novas demandas de pessoal enfrentadas pelas Forças Armadas.
O ministro da Defesa, Yoav Gallant, o último de um grupo de ex-generais que restou após a saída de Gantz e de seu aliado, o ex-chefe do Exército Gadi Eisenkot, rompeu as fileiras e votou contra o projeto de lei.
Por outro lado, os partidos religiosos da coalizão, que se opuseram fortemente a uma expansão geral do alistamento, deram seu apoio, com o objetivo de inserir mudanças na fase de revisão.
Embora a proposta seja de mais ultraortodoxos nas Forças Armadas, seu número seria restrito e o projeto de lei permitiria algumas alternativas ao serviço militar.
"Temos uma grande oportunidade que não deve ser perdida. O público ultraortodoxo não pode ser encurralado", disse em um comunicado o ministro das Finanças, Bezalel Smotrich, líder de um dos partidos pró-assentamentos da coalizão.
A questão de suspender algumas das restrições ao recrutamento de homens ultraortodoxos para as Forças Armadas tem sido uma questão polêmica há décadas em um país onde o serviço militar amplo é visto como um dos pilares de sua segurança.
Ressentida por muitos israelenses seculares, a questão ficou mais sensível do que nunca desde o início da guerra em Gaza, na qual mais de 600 soldados israelenses foram mortos.
"Há aqueles que o apoiaram na época e se opõem agora porque o consideram errado para Israel, e há aqueles que se opuseram na época e o apoiarão agora porque veem uma oportunidade de mudá-lo", disse Assaf Shapira, chefe do programa de reforma política do Instituto de Democracia de Israel, à Reuters.
Enquanto o Parlamento se preparava para votar o projeto de lei, houve uma troca de acusações em uma reunião do Comitê de Finanças, onde membros de algumas das famílias de reféns abordaram Smotrich e exigiram que o governo fizesse mais para trazer os cativos de volta para casa.
Inbal Tzach, cujo primo Tal Shoham foi um dos 253 reféns israelenses e estrangeiros sequestrados por homens armados do Hamas enquanto eles atacavam as comunidades próximas a Gaza em 7 de outubro, disse que ministros como Smotrich precisavam fazer de tudo para trazer os 120 reféns restantes de volta.
Smotrich, que descartou qualquer acordo com o Hamas e se opôs às propostas de um acordo de cessar-fogo que traria os reféns de volta em uma troca por prisioneiros palestinos, considerou a campanha das famílias como cínica.
"Não colocarei em risco o Estado de Israel e seu povo", disse ele. "Não vou parar a guerra logo antes da destruição do Hamas, porque isso é um perigo existencial para Israel."
Por Steven Scheer / REUTERS
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