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Redação

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 Jornalista/Radialista

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Droga estava escondida em meio à carga de carvão vegetal

 

TATUÍ/SP - A Polícia Militar Rodoviária prendeu em flagrante um motorista de caminhão que transportava mais de 860 tijolos de maconha escondidos em meio à carga de carvão vegetal. A prisão, realizada no km 129 da Rodovia Castello Branco, na altura do município de Tatuí, foi resultado de uma ação integrada com a Receita Federal.

Os policiais do 5 Batalhão de Polícia Militar Rodoviária faziam patrulhamento na via quando abordaram a carreta. Durante a vistoria, os polícias encontraram os 866 tijolos da droga no compartimento de carga, que totalizaram 540 quilos.

O homem foi preso em flagrante, e os entorpecentes, apreendidos. O caso foi encaminhado para a Delegacia de Tatuí, onde foi registrado como tráfico de droga.

Criminoso era monitorado por policiais do Deic

 

SOROCABA/SP - Policiais do Deic (Departamento Estadual de Investigações Criminais) prenderam na sexta-feira (1), em Sorocaba (SP), o homem apontado como um dos responsáveis por projetar e supervisionar o túnel usado pela quadrilha ao assalto ao Banco Central de Fortaleza (CE), em 2005.

A ação criminosa, que levou R$ 164 milhões, é até hoje a maior da história do país.

"Cabeção", como é conhecido, estava foragido há 12 anos, desde que foi resgatado por homens fortemente armados do Presídio de Itatinga, no Ceará.

A prisão foi feita por policiais da 1ª Delegacia Patrimônio (Investigações sobre Roubo e Latrocínio). A equipe apurava informações de que o procurado passou a frequentar um imóvel na cidade de Salto, interior de SP. O trabalho de investigação teve apoio da Unidade de Inteligência Policial do Deic.

O foragido passou, então, a ser monitorado. Ele foi localizado em um shopping da cidade e não ofereceu resistência ao ser abordado. Os policiais também cumpriram mandado de busca e apreensão no imóvel do criminoso, em Salto, onde morava sua esposa.

SÃO PAULO/SP - Galvão Bueno vai voltar para a Globo. O narrador esportivo de 73 anos revelou, durante participação no programa “Altas Horas”, que vai participar de um quadro novo, chamado “A Voz da Emoção”, no programa matutino “É de Casa”.

Na atração, Galvão vai usar sua famosa voz de narrador para contar, em vez de partidas esportivas, histórias reais de superação. “Nós vamos criar tudo em cima da voz. Vamos contar a história de pessoas que conseguiram superar grandes problemas na vida e chegaram a algum lugar“, ele contou.

“Isso nós vamos fazer no ‘É de Casa’, será uma temporada de oito semanas”, acrescentou.

No bate-papo ele também disse para Serginho Groisman que é fãs das paródias de suas narrações, citando “Casseta & Planeta” e Marcelo Adnet.

“Acho bacana, acho muito legal [as imitações]. Desde a época do Casseta & Planeta até agora. O Adnet perdeu a personalidade dele. Hoje, ele é mais eu que do que ele. Mas é muito bacana isso, me sinto muito feliz. Eu levo com um ótimo bom humor e tenho muito orgulho disso“, assegurou Galvão.

 

 

por Pedro Benjamin Prado / PIPOCA MODERNA

BRASÍLIA/DF - Ainda que em trajetória de queda pelo quinto mês consecutivo, o endividamento ainda alcança cerca de 76,6% das famílias brasileiras, que têm dívidas a vencer em cartão de crédito, cheque especial, carnê de loja, crédito consignado, empréstimo pessoal, cheque pré-datado e prestações de carro e da casa. O percentual referente ao mês de novembro representa um recuo de 0,5% no número de endividados, em relação ao mês anterior.

Os dados fazem parte da Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), divulgada na segunda-feira (4), pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).

A sensação de melhora nas condições econômicas do país, segundo o presidente da CNC, José Roberto Tadros, pode estar por trás dessa queda. “O progresso do mercado de trabalho, mesmo em menor escala, com a maior contratação esperada neste período de fim de ano, vem favorecendo os orçamentos domésticos, indicando que menos pessoas estão recorrendo ao crédito, pois estão conseguindo arcar com as dívidas correntes”, comentou.

Inadimplência

O índice de famílias inadimplentes ficou em 29% e foi outro índice que apresentou queda em novembro. A redução é na comparação ao mês anterior, quando ficou em 29,7% e também ao mesmo mês do ano passado, de 30,3). De acordo com o economista-chefe da CNC e responsável pela pesquisa, Felipe Tavares, é o menor patamar desde junho de 2022.

Embora permaneça acima do nível de novembro do ano passado, que registrou 10,9%, o número de pessoas que relataram falta de condições para pagar dívidas de meses anteriores caiu para 12,5%, enquanto em outubro era 13%. “A queda, embora ainda pequena, traz um importante indício de eficácia do programa Desenrola”, avalia o economista.

Dentro do número geral de endividados, que apresentou queda, a faixa de renda média, entre cinco e dez salários mínimos, fez movimento contrário e teve alta do volume de pessoas endividadas, voltando aos níveis observados em novembro de 2022. Ainda assim, boa parte desses consumidores (35%) se considera “pouco endividada”. O grupo registrou também a quarta elevação seguida de dívidas em atraso, chegando a 24,2%, o mais alto nível da série.

O maior percentual de dívidas em atraso (36,6%) ficou com os consumidores de baixa renda, com até três salários mínimos. Conforme o economista, esses consumidores são os que têm maior probabilidade de não conseguir arcar com essas dívidas, representando 17,2%. “Agravando a situação de inadimplência, esses consumidores têm uma alta dependência de dívidas, comprometendo 31,9% de sua renda”, completou.

O cartão de crédito ainda é o mais usado pelos endividados, e atingiu 87,7% do total de devedores, o que significou aumento significativo na comparação com o mesmo período do ano anterior, quando ficou em 86,4%.

Houve avanços também no crédito consignado, de 0,5 ponto percentual (p.p.), e no financiamento imobiliário, de 0,4 ponto percentual. As outras modalidades perderam representatividade na carteira de crédito dos consumidores.

Gênero

A pesquisa mostrou ainda que embora a proporção de consumidores endividados em 1 ano tenha reduzido nos dois grupos de gênero, entre as mulheres o recuo foi mais expressivo, de 3,4 p.p., em relação aos homens, de 1,5p.p..

O total de mulheres endividadas permaneceu com a tendência de queda na comparação ao mês de outubro. Em comportamento diferente, o endividamento entre os homens teve pequeno aumento, de 0,4 p.p.. As mulheres são também as que mais relataram dificuldades de quitar todas as dívidas em dia. Elas alcançaram 30,1%, enquanto os homens chegaram a 28%.

 

 

Por Cristina Indio do Brasil - Repórter da Agência Brasil

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