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Redação

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 Jornalista/Radialista

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EUA - Os agricultores não são os únicos interessados em serem donos de terras agrícolas nos Estados Unidos. Essa classe de imóveis pode ser um ativo estável e com potencial significativo de valorização para os investidores de mercado. E mais: em uma era de mudanças climáticas, o valor da terra tende a refletir, cada vez mais, a sua “resiliência climática”, construída pelo agricultor que cuida da saúde do solo.

É por isso que há no mercado financeiro investidores interessados, e eles estão propondo soluções para aumentar o valor dessas terras. Um exemplo é a startup Fractal Agriculture, que, segundo seus fundadores, reúne agricultores e investidores ​​​​​​em um acordo ganha/ganha/ganha, sendo o meio ambiente o terceiro beneficiário.

O que a startup oferece é a possibilidade de um agricultor vender uma parte minoritária de suas terras a investidores de mercado, mas eles continuam a ter controle total sobre sua exploração agrícola. Lá na frente, qualquer aumento no valor dessa terra é repartido entre as partes. Por exemplo, um crescimento obtido através de uma agricultura mais produtiva e que venha a melhorar a saúde do solo e a resiliência climática. 

Esses investidores externos detém uma participação minoritária em novas propriedades em contratos por 10 anos, que podem ser renovados, ampliando assim o potencial de melhoria da terra com menos exposição financeira para o agricultor. No final do acordo, o produtor pode comprar a posição do investidor ou refazer o investimento por mais 10 anos. A empresa é apoiada por investidores em agricultura e clima, como a Trailhead Capital, a Serra Ventures, a LLC, a Groove Capital e a Virta Ventures.

 

 

Steven Savage / FORBES BRASIL

ANTÁRTIDA - O gelo marinho que contorna a Antártida atingiu neste inverno os níveis mais baixos já registrados, informou o Centro Nacional de Dados de Neve e Gelo dos Estados Unidos (NSIDC, em inglês), elevando temores dos cientistas de que o impacto das mudanças climáticas no Polo Sul esteja se intensificando.

Pesquisadores afirmam que as mudanças podem ter grandes consequências para animais como os pinguins, que se reproduzem e criam seus filhotes no gelo marinho, além de acelerar o aquecimento global, por reduzir a quantidade de luz refletida pelo gelo branco para o espaço.

As placas de gelo da Antártida atingiram seu pico neste ano em 10 de setembro, quando cobria 16,96 milhões de quilômetros quadrados, menor máxima para um inverno desde o início da medição por satélite, em 1979, informou o NSIDC. Trata-se de aproximadamente 1 milhão de quilômetros quadrados a menos do que o recorde anterior, de 1986.

"Não é apenas um ano de recorde, é um ano de quebra extrema de recorde", afirmou Walt Meier, cientista sênior do NSIDC. Embora as mudanças climáticas estejam contribuindo para o derretimento dos glaciares da Antártida, há pouca certeza sobre o impacto das temperaturas mais elevadas no gelo marinho perto do Polo Sul. A extensão do gelo na área cresceu entre 2007 e 2016.

A mudança nos últimos anos para condições de baixas recordes tem deixado cientistas preocupados com a possibilidade das mudanças climáticas estarem finalmente mostrando as consequências no gelo marinho da Antártida.

Um artigo acadêmico publicado neste mês pelo jornal Communications Earth and Environment descobriu que as maiores temperaturas dos oceanos, provocadas principalmente pelos gases causadores do efeito estufa, estão contribuindo para baixar os níveis de gelo marinho desde 2016.

"A mensagem-chave aqui é a de que precisamos proteger essas partes congeladas do mundo que são muito importantes por uma série de fatores", afirmou Ariaan Purich, da Universidade Monash, na Austrália. Ele é um dos co-autores do estudo.

"Nós realmente precisamos reduzir nossas emissões de gases do efeito estufa."

 

 

Por Jake Spring – repórter da Reuters

ARMÊNIA - Milhares de homens, mulheres e crianças deixaram o disputado enclave de Nagorno-Karabakh nesta terça-feira (26) sob a supervisão de soldados do Azerbaijão.

Do lado azerbaijano da ponte Hakari, no posto fronteiriço instalado em abril por Baku e que bloqueia o acesso ao corredor de Lachin – única rota que liga a Armênia ao enclave –, a fila de carros não para de aumentar.

Após a ofensiva militar relâmpago de Baku contra as tropas de Nagorno-Karabakh, o Azerbaijão reabriu no domingo este posto estratégico no qual moradores da região disputada fogem com o que restou de sua antiga vida.

Alguns veículos, velhos carros Lada soviéticos ou reboques, devem passar por detectores. Mas para a maioria a parada dura apenas alguns segundos.

A fiscalização dos soldados azerbaijanos, ora furtiva, ora mais rígida, pede para verificar cofres e para que os homens desçam de seus veículos e olhem para as câmeras de vigilância.

"Olhem para cima!", ordenam. Com isto, as autoridades de Baku procuram identificar possíveis autores de "crimes de guerra" que tentam fugir deste enclave, disse à AFP uma fonte do governo do Azerbaijão.

"Nos expulsaram", disse um homem ao atravessar a ponte em direção à Armênia.

 

 - 80 quilômetros em 24 horas –

Após cruzarem a fronteira, poucos refugiados aceitam dar entrevistas. Alguns dizem que foram obrigados a deixar suas casas e que desejam voltar ao enclave, habitado por uma população majoritariamente armênia.

"Os armênios nos pediram para sair. Vou para Ierevan, tenho filhos lá. Mas quero voltar aqui com eles", diz o armênio Hrant Haroutounian, de 83 anos.

Outros afirmam que os soldados de Nagorno-Karabakh pediram para que deixassem a região enquanto as tropas de Baku avançavam.

A cinco quilômetros de distância, em Kornidzor, está o primeiro posto de controle armênio.

Muitos dos deslocados relataram que levaram um dia inteiro para percorrer os 80 quilômetros que separam a "capital" do enclave, Stepanakert, da fronteira. Uma viagem que tiveram que fazer sem comida e, em alguns casos, sem água.

"Saí de casa para continuar viva. Que o mundo saiba que agora somos cães sem lar", disse uma mulher.

Um pouco mais longe, em Kornidzor, Sveta Moussayelian descansa na casa de uma amiga que conheceu em 2020, durante a guerra anterior entre Ierevan e Baku. É o seu segundo exílio forçado em 50 anos de vida.

"Não sou velha, mas já vivi tantas coisas!", suspira a mulher.

Perto do posto de controle da polícia armênia, centenas de pessoas estacionam seus carros de forma desordenada para esperar por familiares.

"Estou esperando pela família da minha irmã. Eles partiram ontem", diz Artak Soghomonian, completando que não foi possível se comunicar com eles.

Seu irmão também quer deixar Stepanakert, explica o homem de 36 anos, mas ele ainda não encontrou gasolina disponível para abastecer seu carro e poder sair.

A busca por estes combustíveis preocupa, visto que na noite de segunda-feira (25), a explosão em um depósito de combustível invadido na "capital" deixou 20 mortos e 200 feridos.

Embora muitos dos refugiados sigam em direção a Goris, uma pacata cidade armênia de 20 mil habitantes - localizada perto da fronteira com o Azerbaijão -, outros esperam poder retornar a Nagorno-Karabakh.

 

 

AFP

IRAQUE - Pelo menos cem pessoas morreram e 150 ficaram feridas num incêndio durante uma festa de casamento no Iraque. Segundo a mídia estatal informou na manhã desta quarta-feira (27) noite de terça (26) no horário de Brasília o incidente ocorreu no distrito de Hamdaniya, na província de Nínive.

De acordo com fontes locais, o número confirmado de mortes deve aumentar.

O incêndio atingiu um grande salão de eventos depois que fogos de artifício foram disparados durante a celebração, disse a defesa civil iraquiana.

O vídeo no local mostrou bombeiros escalando os destroços carbonizados do prédio em busca de sobreviventes.

No principal hospital de Hamdaniya, uma área predominantemente cristã a leste da metrópole de Mossul, um fotógrafo da agência AFP viu inúmeras ambulâncias chegando com sirenes ligadas. Também havia uma concentração de pessoas, entre familiares das vítimas e voluntários que queriam doar sangue para ajudar nos atendimentos de emergência.

No mesmo local, um caminhão refrigerado, de portas abertas, armazenava dezenas de sacos para cadáveres.

Informações preliminares indicavam que o edifício era feito de materiais de construção altamente inflamáveis, o que teria contribuído para o seu rápido colapso.

Ambulâncias e equipes médicas foram enviadas ao local pelas autoridades federais iraquianas e pelas autoridades da região semiautônoma do Curdistão iraquiano, segundo declarações oficiais.

O respeito pelas normas de segurança no Iraque é historicamente falho, tanto nos setores da construção civil como no dos transportes.

O país, com infraestrutura deterioradas após décadas de conflito, é regularmente palco de incêndios ou acidentes fatais.

 

 

FOLHA de S.PAULO

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