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Redação

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 Jornalista/Radialista

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Encontro voltado a empresários e comerciantes locais abordará proteção financeira, benefícios fiscais e sucessão patrimonial inteligente para o cenário de 2026

 

SÃO CARLOS/SP - A Associação Comercial e Industrial de São Carlos (ACISC) realiza na quarta-feira, 27 de maio, às 19h, a palestra "Estratégias de Blindagem e Continuidade Empresarial Para 2026". O encontro, voltado para empresários, comerciantes e gestores da região, tem como principal objetivo apresentar soluções e ferramentas práticas para garantir a segurança jurídica, a proteção patrimonial e a sustentabilidade dos negócios locais frente aos desafios econômicos futuros.

O evento é promovido em uma parceria entre a NorthX Capital (Safra Invest) e a MAG Seguros, contando com o apoio institucional da ACISC. A iniciativa busca municiar a classe empresarial com conhecimento estratégico sobre temas sensíveis do cotidiano corporativo, como a estruturação de uma sucessão patrimonial inteligente e o aproveitamento de incentivos e benefícios fiscais.

A condução do painel ficará a cargo de José Roberto Trindade, superintendente comercial e representante da MAG Seguros. Com formação em Contabilidade e em Propaganda e Marketing, Trindade compartilhará metodologias financeiras eficientes para a proteção de ativos e esclarecerá dúvidas do público sobre como blindar o patrimônio corporativo de forma legal e segura. 

A abertura do debate também contará com a presença de Rogério Barreto, head da operação do Safra Invest em São Carlos, reforçando o papel das soluções de investimento e planejamento de longo prazo para as empresas do município. 

O encontro acontece na sede da ACISC, localizada na Rua General Osório, 401, no Centro de São Carlos. A iniciativa reforça o compromisso da associação em promover o desenvolvimento econômico regional e aproximar o empresariado de especialistas renomados do mercado financeiro e de seguros.

IBATÉ/SP - A Prefeitura Municipal de Ibaté, por meio da Secretaria Municipal de Governo, em parceria com o SENAC São Carlos, prorrogou o curso profissionalizante gratuito de Lógica de Programação.

As inscrições foram prorrogadas até o dia 12 de junho e devem ser realizadas presencialmente na Prefeitura Municipal de Ibaté, de segunda a sexta-feira, das 8h às 11h e das 13h às 17h.

As aulas terão início no dia 15 de junho e serão realizadas na Escola Municipal Neusa Milori Freddi, no laboratório de informática, sempre às segundas e quartas-feiras, das 19h às 22h30.

A iniciativa representa uma excelente oportunidade para quem deseja adquirir conhecimentos na área de tecnologia e ampliar a qualificação profissional.

SÃO PAULO/SP - Os preços médios do etanol hidratado caíram em 20 Estados, subiram em quatro e no Distrito Federal, e ficaram estáveis em dois na última semana, segundo dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), compilados pelo AE-Taxas.

Na média nacional, o preço do etanol recuou 2,51%, passando para R$ 4,27 por litro nos postos pesquisados pela ANP.

Em São Paulo, principal Estado produtor e consumidor do biocombustível, o preço caiu 1,97%, chegando a R$ 3,99 por litro.

As altas registradas na semana ocorreram no Acre, onde o litro subiu 0,75%, para R$ 5,35; em Alagoas, com avanço de 3,13%, para R$ 5,27; no Distrito Federal, com alta de 0,68%, para R$ 4,43; no Piauí, onde o preço subiu 0,60%, para R$ 4,99; e em Rondônia, com leve alta de 0,18%, para R$ 5,65 por litro.

O menor preço encontrado no país foi de R$ 2,98 por litro, em São Paulo. Já o maior valor registrado foi de R$ 6,59, em Pernambuco.

Entre os Estados, São Paulo também teve o menor preço médio do país, com R$ 3,99 por litro, enquanto o Amapá apresentou a maior média, de R$ 5,84.

Competitividade
O etanol foi considerado mais vantajoso do que a gasolina em apenas sete Estados e no Distrito Federal na última semana.

Na média nacional, a paridade entre o etanol e a gasolina ficou em 64,50%, índice considerado favorável ao biocombustível.

Os melhores índices foram registrados em:

Bahia: 68,27%
Goiás: 66,23%
Mato Grosso: 61,76%
Mato Grosso do Sul: 64,26%
Minas Gerais: 68,40%
Paraná: 65,58%
São Paulo: 61,67%
Distrito Federal: 68,15%

Especialistas do setor afirmam que, dependendo do modelo do veículo, o etanol pode continuar vantajoso mesmo quando a paridade supera 70% em relação à gasolina.

 

AGÊNCIA BRASIL

 

 

 

BRASÍLIA/DF - A regra de transição para redução da jornada de trabalho das atuais 44 horas para 40 horas semanais deve ser de um ano, segundo acordo costurado pelas lideranças da Câmara e pelo governo federal e anunciado nesta segunda-feira (25). 

O texto da Proposta de Emenda em Constituição (PEC) em tramitação da Câmara irá prever uma primeira redução de duas horas, de 44 para 42 horas semanais, em 60 dias após a promulgação da Emenda Constitucional. O mesmo prazo, 60 dias, será aplicado para a mudança da escala dos atuais 6x1 para os 5x2, quando o trabalhador folga dois dias a cada cinco trabalhados. 

A jornada dos trabalhadores deve cair para as 40 horas semanais 12 meses depois da publicação da proposta. A medida ainda precisa ser aprovada na Câmara e no Senado.

A decisão foi anunciada pelo presidente da Câmara, deputado Hugo Motta (Republicanos-PB), acompanhado dos ministros do Trabalho, Luiz Marinho, e das Relações Institucionais, José Guimarães.

“A transição se dará dentro de um ano, não mais do que isso. Nós faremos a redução de 44 horas para 40 em um ano, após essa primeira redução de duas horas. Isso atende um apelo da classe trabalhadora, também escuta o setor produtivo. Dá um tempo para que os setores possam se organizar”, afirmou Motta.

O relator da PEC, deputado Leo Prates (Republicanos-BA), deve apresentar o texto no final da tarde desta segunda-feira, na sessão da Comissão Especial que analisa o tema. A votação está prevista para quarta-feira (27) na Comissão e na quinta-feira (28) no Plenário da Casa.

“Para o que mais interessa para o povo brasileiro, que foi o que mais motivou [o povo], que foi o fim da escala 6x1, não há transição, são 60 dias a partir da promulgação”, destacou Prates. 

Com isso, o trabalhador que hoje faz 44 horas em seis dias de trabalho terá o direito de fazer 42 horas em, no máximo, cinco dias de trabalho, após os 60 dias da promulgação. Após 12 meses, a jornada será reduzida para 40 horas semanais, o que dá 8 horas por dia em cinco dias de trabalho, e dois de descanso (5x2).

Governo 

O ministro do Trabalho, Luiz Marinho, disse que esse acordo é resultado do diálogo entre o governo e o Parlamento e da luta dos trabalhadores brasileiros. Ele pediu ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), que dê celeridade à proposta após aprovação da Câmara.   

“Quero cumprimentar a juventude brasileira e a mulher trabalhadora brasileira, que é quem mais gritou, pedindo socorro. ‘Nós estamos adoecendo, nós não estamos aguentando mais. Nós precisamos de pelo menos duas folgas na semana’. Esse foi o grito da classe trabalhadora”, disse o ministro. 

O ministro responsável pela articulação política do governo com o Parlamento, José Guimarães, agradeceu ao deputado Hugo Motta pelo acordo costurado para a PEC do fim da escala 6x1. 

“País hoje vai comemorar, talvez, uma das medidas mais importantes para o mundo do trabalho, especialmente para os trabalhadores e trabalhadoras brasileiras”, disse Guimarães.

Novas regras para MEIs 

O presidente da Câmara, Hugo Motta, antecipou ainda uma proposta para que os microempreendedores individuais (MEIs) sejam autorizados a contratar mais empregados, aumentando ainda o valor do faturamento. Atualmente, os MEIs só podem contratar um trabalhador e devem ter um faturamento bruto de até R$ 81 mil por ano para se enquadrar nessa categoria. 

“A ideia nossa é poder avançar, permitindo que esses empreendedores possam contratar mais pessoas, já que estamos reduzindo a jornada de trabalho. Isso irá trazer um avanço significativo, principalmente para buscarmos a formalidade do trabalho”, disse Motta. 

A mudança para os MEIs e possíveis alterações para categorias específicas devem ser tratadas depois da aprovação da PEC, em projeto de lei com urgência constitucional enviado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. 

“Posteriormente à promulgação da PEC, possamos tratar das excepcionalizações que possam ser feitas de acordo com o projeto de lei, com a particularidade de cada setor, porque nós não queremos que essa medida venha, de certa forma, a trazer nenhuma dificuldade naquilo que é uma questão operacional para serviços que têm cada um a sua especificidade”, completou Hugo Motta.

 

 

AGÊNCIA BRASIL

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