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CAMPINAS/SP - Policiais civis prenderam, na manhã desta quinta-feira (21), um homem de 43 anos apontado como líder de uma organização criminosa investigada por crimes financeiros ligados a plataformas de apostas online. A prisão ocorreu no bairro Nova Campinas, em Campinas, durante a operação “Jogo Sujo”.

A prisão e as apreensões foram efetuadas por policiais da 2ª Delegacia de Investigações Sobre Entorpecentes (Dise), que cumpriram mandado de busca e apreensão na resalidência do suspeito. No local, os agentes apreenderam dois veículos de luxo, relógios de alto valor, celulares, dispositivos eletrônicos e mais de R$ 1 milhão em dinheiro.

Segundo as investigações, o suspeito e os comparsas utilizavam plataformas digitais clandestinas para exploração ilegal de jogos de azar e ocultavam os lucros por meio de empresas de fachada, contas bancárias de terceiros e práticas de lavagem de dinheiro. A organização criminosa atuava com divisão de funções entre administradores das plataformas, operadores financeiros, programadores e responsáveis pela captação de usuários. O homem preso é apontado como um dos principais líderes do bando.

Ainda de acordo com a polícia, influenciadores digitais eram contratados para divulgar as plataformas de forma intensa nas redes sociais e ampliar o número de vítimas, com promessas de ganhos rápidos e retorno financeiro fácil. Há indícios de que alguns recebiam comissões sobre perdas de usuários e pagamentos elevados para atrair usuários aos sites investigados. 

Os materiais apreendidos foram encaminhados para perícia e devem auxiliar no avanço das investigações, que buscam identificar outros integrantes do esquema. A operação foi realizada simultaneamente nos Estados de São Paulo, Ceará, Minas Gerais, Mato Grosso, Bahia e Santa Catarina em vista a combater uma organização criminosa.

O suspeito permaneceu à disposição da Justiça, e o caso foi registrado como captura de procurado, localização e apreensão de veículo e cumprimento de mandado de busca e apreensão na 2ª Dise.

BRASÍLIA/DF - A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Crime Organizado do Senado aprovou, nesta quarta-feira (18), requerimentos que buscam aprofundar as investigações sobre o esquema de fraudes do Banco Master, incluindo pedido de informações sobre os beneficiários finais dos fundos vinculados ao Master e à Reag Investimentos.

Por outro lado, a maioria da Comissão rejeitou, por seis votos contra dois, o pedido de quebra dos sigilos bancário e fiscal do ex-ministro da Fazenda Paulo Guedes que vem sendo apontado por parlamentares governistas como possível facilitador da fraude do Master por meio de políticas e resoluções normativas de desregulação do mercado financeiro.

Também foi rejeitado, por seis votos contra quatro, o pedido para convocar para CPI o presidente do Partido Liberal (PL), Valdemar da Costa Neto, como testemunha. Valdemar revelou, em entrevista, que o cunhado de Daniel Vorcaro, Fabiano Zettel, doou R$ 3 milhões para campanha de Bolsonaro, além de doações ao então candidato ao governo de São Paulo, Tarcísio de Freitas.

Por outro lado, a Comissão aprovou a convocação da ex-noiva de Vorcaro, a empresária e influenciadora Martha Graeff, que teria recebido imóvel de R$ 450 milhões do banqueiro. Os parlamentares apontam que a medida pode configurar ocultação de patrimônio.

Também foi aprovado a convocação de dirigentes e sócios e a quebra de sigilos fiscal, bancário e telefônico da Prime Aviation, empresa ligada à Vorcaro usada para transportar aliados e parceiros em voos particulares.

A autora dos requerimentos, a senadora Soraya Thronicke (Podemos/MG), justificou que a empresa seria “peça central” na rede de companhias usadas para lavagem de dinheiro, “que cedeu a aeronave para que o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) realizasse campanha para Jair Bolsonaro em 2022, demonstrando a proximidade do grupo com o núcleo político investigado”.

Foi aprovado ainda a convocação do ex-governador do Mato Grosso (MT), Pedro Taques, que tem denunciado fraudes em crédito consignados que teriam causado prejuízos a servidores estaduais.

A CPI iria ouvir, nesta manhã, o ex-diretor de fiscalização do Banco Central, Paulo Sérgio Neves de Souza, afastado do cargo por suspeitas de ligação com Vorcaro. Porém, decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça tornou o comparecimento dele opcional, levando-o a não comparecer a sessão.

Beneficiários finais do Master

O relator da CPI do Crime Organizado, senador Alessandro Vieira (MDB-SE), apresentou requerimento para tentar chegar aos beneficiários finais dos fundos de investimento exclusivos ou restritos vinculados, geridos ou administrados pelo Master ou pela Reag Investimentos, ambos envolvidos na investigação sobre a fraude financeira bilionária.

O requerimento aprovado pede a identificação completa dos beneficiários finais desses fundos à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), ao Banco Central (BC), à Receita Federal e a Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima).

“Um desafio imenso nesse trabalho de identificação desse fluxo de lavagem de dinheiro é chegar ao beneficiário final. Hoje você usa várias camadas de fundos para ocultar o verdadeiro destino e o verdadeiro dono do dinheiro”, explicou o relator.

Alessandro Vieira argumenta que esses fundos são, não raro, desvirtuados para fins criminosos. “O capital ilícito é inserido no mercado financeiro formal e distanciado de sua origem criminosa por meio de sucessivas transações aparentemente regulares”, escreveu o parlamentar no requerimento.

Requerimentos rejeitados

A oposição reclamou dos requerimentos apresentados para quebra de sigilos fiscal e bancário de integrantes do governo de Jair Bolsonaro, como o ex-ministro Paulo Guedes, e o pedido de convocação de Valdemar da Costa Neta, que acabaram rejeitados.

Também havia pedidos de quebra de sigilos do ex-presidente do BC Roberto Campos Neto, além João Roma, ex-ministro da Cidadania de Bolsonaro. Os requerimentos de Campos Neto e Roma acabaram retirados.

O senador Marco Rogério (PL-RO) argumentou que os pedidos fogem do escopo original da CPI e seriam motivados por disputas político-eleitorais.

“Responsabilizar ou quebrar o sigilo em razão de uma pseudo-acusação de possível envolvimento é algo absurdo, é algo que fragiliza o papel da CPI”, justificou o senador da oposição.

O senador Rogério Carvalho (PT-SE), por sua vez, lembrou que o esquema do Banco Master cresceu durante a gestão econômica do governo anterior, que deveria ter protegido o mercado de capitais do país.

“Aconteceu sob a guarda e a proteção do Banco Central, do Ministério da Fazenda e de um campo político. Então, não dá para a gente querer tirar a política deste escândalo. Foi debaixo do comando deles que esse escândalo nasceu, cresceu, brotou e deu os frutos”, ponderou.

 

 

AGÊNCIA BRASIL

A Divisão Especializada de Investigações Criminais (Deic) de Bauru, no interior de São Paulo, prendeu sete pessoas durante uma operação, realizada na quarta-feira (4), contra uma organização criminosa suspeita de envolvimento com tráfico de drogas e lavagem de dinheiro. Entre os detidos está o homem apontado como líder do grupo.

A operação “Disean”, realizada por equipes da 2ª Delegacia de Investigações sobre Entorpecentes (Dise), em conjunto com o Setor Especializado de Combate aos Crimes de Corrupção, Crime Organizado e Lavagem de Dinheiro (Seccold), cumpriu 13 mandados de busca e apreensão e outros sete de prisão temporária. A ação teve como objetivo desarticular a quadrilha.

A investigação teve início em junho de 2025, após autorização judicial para interceptações telefônicas dos suspeitos. A medida foi renovada quatro vezes e permitiu identificar os integrantes da organização criminosa.

O investigado apontado como líder do grupo foi capturado em sua residência durante a operação.

Durante o cumprimento das ordens judiciais, uma equipe realizou buscas em um ponto de venda de drogas. No local, dois homens foram abordados em frente ao imóvel com entorpecentes e dinheiro em espécie. Após a abordagem, os policiais entraram em um imóvel abandonado, onde apreenderam uma sacola contendo porções de cocaína, maconha e haxixe.

Na sequência, as equipes foram até uma casa na mesma rua, onde localizaram três caixas de munições. O material estava na casa do pai de um dos investigados, que foi localizado por outra equipe policial e preso.

Os envolvidos foram autuados em flagrante por tráfico de drogas, associação para o tráfico e posse ou porte ilegal de arma de fogo. O caso foi registrado na 2ª Delegacia da Deic de Bauru, e as investigações prosseguem para identificar e prender outros integrantes da organização criminosa.

 

 

Por Guilherme Gonçalves

BROTAS/SP - A Polícia Militar do Estado de São Paulo, por meio do 37º BPM/I - 2ª Companhia, desencadeou nesta quarta-feira (25) a Operação Impacto no município de Brotas, com ações estratégicas voltadas ao combate a furtos, roubos e ao tráfico de entorpecentes, além da intensificação da presença policial em áreas de maior incidência criminal.

A operação contou com equipes de Radiopatrulhamento, DELEGADA e DEJEM, que atuaram em diversos pontos da cidade, incluindo a Avenida Lourival Jaubert da Silva Braga, Rua Alfredo Mangilli, Rua Silvio Arnaldo Piva (bairro Taquaral) e Praça do Jardim Modelo. As ações envolveram bloqueios de trânsito, pontos de estacionamento e saturação policial em locais estratégicos.

Durante a operação foram obtidos os seguintes resultados gerais:

- 29 veículos fiscalizados, sendo 18 automóveis e 5 motocicletas em um dos pontos e outras abordagens complementares;

- 47 pessoas submetidas à busca pessoal;

- 04 pontos de estacionamento realizados;

- 02 pontos de bloqueio viário;

- Ações de saturação em áreas com foco no combate ao tráfico de drogas.

A iniciativa reforça o compromisso da Polícia Militar com a prevenção criminal, a preservação da ordem pública e o aumento da sensação de segurança da população, por meio da presença ostensiva e atuação preventiva nos bairros do município.
 

PARAGUAÇU PAULISTA/SP - Um homem apontado como liderança de uma facção criminosa na região oeste do estado de São Paulo foi preso. O flagrante aconteceu em Paraguaçu Paulista, na região de Assis.

De acordo com a boletim de ocorrência, policiais do 8º Batalhão de Ações Especiais de Polícia (Baep), durante operação com foco no combate ao tráfico de drogas, estavam em patrulhamento pelo Conjunto Habitacional Humberto Soncine quando se depararam com um carro ocupado por um casal. 

Os militares realizavam a abordagem quando a passageira, de 29 anos, tentou quebrar um telefone celular. Em buscas no interior do veículo, os policiais encontraram quatro tijolos de maconha e pouco mais de cem porções da droga, totalizando 4,1 quilos. O homem, de 32 anos, ainda trasportava cerca de R$ 3,2 mil em espécie.

Os suspeitos foram conduzidos ao plantão policial da cidade, onde a ocorrência foi registrada como tráfico de drogas e associação para o tráfico. Eles permaneceram detidos à disposição da Justiça.

Ainda conforme a polícia, o homem detido exercia a função de "geral da 18", comandando o tráfico de drogas na região de Assis e Presidente Prudente.

CAMPINAS/SP - A Polícia Militar, por meio do 1º Batalhão de Ações Especiais de Polícia (Baep), realizou uma operação contra o crime organizado em Campinas, no interior de São Paulo. Na ação, sete criminosos foram presos por tráfico de drogas e porte ilegal de arma de fogo.

Durante as diligências, com o apoio de cães policiais, os agentes localizaram uma casa bomba, lugar utilizado para armazenar e fracionar entorpecentes, no bairro Jardim Novo Campos Elíseos. No local, foram apreendidos 18,6 quilos de drogas, incluindo porções de cocaína, maconha, crack, haxixe, ice e lança-perfume. Cinco criminosos foram detidos, dois deles possuem antecedentes por tráfico, furto, roubo e receptação.

No desdobramento da operação, no bairro Jardim Adhemar de Barros, um homem que estava foragido da Justiça por associação criminosa e adulteração de sinal identificador de veículo foi capturado, e outro foi preso por porte ilegal de arma de fogo.

Os casos estão em andamento na 2ª Delegacia Seccional de Campinas.

SÃO CARLOS/SP - Na madrugada de 26 de junho de 2025, por volta das 00h33, a Guarda Municipal de São Carlos foi acionada para atender uma ocorrência de agressão com arma branca na Santa Casa da cidade. O caso, registrado como tentativa de homicídio, envolveu uma vítima de 39 anos, identificada como L.R.D.M., que foi esfaqueada pelo ex-namorado de sua companheira, um homem de 46 anos, identificado como L.P. O incidente ocorreu na Rua Joaquim Augusto Ribeiro de Souza, no bairro Santa Felícia.

De acordo com a testemunha, companheira da vítima, o crime aconteceu em frente à residência do casal após uma breve discussão entre a vítima e o agressor, que é ex-namorado dela. A vítima foi ferida com golpes de faca e encaminhada pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) à Santa Casa, onde recebeu atendimento médico. A Guarda Municipal, ao chegar ao hospital, colheu o depoimento da testemunha, que detalhou o ocorrido e indicou o local da agressão.

Uma segunda equipe da Guarda Municipal deslocou-se até a Rua Joaquim Augusto Ribeiro de Souza, onde localizou o suspeito. O homem, ao ser abordado, entregou-se às autoridades sem resistência e confessou ter jogado a faca utilizada no crime sobre o telhado de sua residência. A arma não foi recuperada no momento da abordagem, mas a informação será utilizada nas investigações.

A vítima permaneceu em atendimento médico na Santa Casa, enquanto a testemunha e o agressor foram conduzidos ao Centro de Polícia Judiciária (CPJ). Após os procedimentos legais, o autor foi recolhido à cadeia pública, onde responderá por tentativa de homicídio. A Polícia Civil dará continuidade às investigações para esclarecer as circunstâncias do crime, incluindo a motivação da discussão que culminou na agressão. A Guarda Municipal reforça a importância de denunciar casos de violência e orienta a população a buscar ajuda em situações de conflito.

BRASÍLIA/DF - O ministro Gilmar Mendes (STF) afirmou que a tentativa de golpe de Estado já é em si um crime consumado. A declaração foi dada a jornalistas em congresso da Abramge (Associação Brasileira de Planos de Saúde), na manhã de quinta-feira (21).

O decano do Supremo foi questionado sobre as evidências golpistas para manter Jair Bolsonaro (PL) no poder e impedir a posse de Lula (PT), que incluíam um plano de assassinato de autoridades, segundo a Polícia Federal.

"Quando se faz o atentado contra o Estado de Direito e ele se consuma, ele já não mais existe. Então é óbvio que o se pune é a própria tentativa de atentar contra o Estado de Direito", afirmou Gilmar.

O ministro ainda declarou que "não faz sentido se falar em anistia" para os condenados pelo ataque golpista do 8 de janeiro de 2023 diante da atual conjuntura.

Presente no mesmo evento, o presidente do STF, ministro Luís Roberto Barroso, também voltou a se posicionar contra a anistia.

"A alma nacional começa a ficar com pena, a gente não pune na medida certa, e as pessoas não se corrigem. Aí na próxima eleição vão fazer de novo" disse.

"No Brasil as pessoas querem anistiar antes de julgar, o que aconteceu ali não foi banal. Nós tivemos um episódio grande de extremismo que o Supremo precisou enfrentar."

Barroso afirmou ainda que o país voltou à normalidade institucional e disse que "essas atitudes de desrespeito de Estado de Direito são pessoas que resgataram um filme muito velho, muito triste".

"Felizmente as Forças Armadas não embarcaram nessa aventura. Nós passamos no teste da institucionalidade. Tem que punir quem tem que punir."

Indagado se há uma tentativa de amenizar fatos recentes, disse que as pessoas às vezes estão numa realidade paralela, mas a gente tem que trabalhar com fatos objetivos

Pesquisa deste ano do Datafolha mostrou que a proposta de anistia aos envolvidos no 8 de janeiro é rejeitada por 63% dos brasileiros. São a favor do perdão 31% dos ouvidos, ante 2% que se dizem indiferentes e 4% que não opinaram.

A Polícia Federal realizou na ultima terça-feira (19) uma operação que prendeu cinco suspeitos de atuar em um plano de golpe de Estado no Brasil, no fim de 2022, que envolveria matar o então presidente eleito, Lula, o seu vice, Geraldo Alckmin (PSB), e o ministro Alexandre de Moraes, do STF.

Como mostrou a Folha de S.Paulo, as condutas dos cinco presos pela Polícia Federal podem ser enquadradas como crimes contra a democracia, segundo 4 de 5 especialistas em direito penal ouvidos pela reportagem.

Há, porém, uma corrente divergente que entende as ações dos suspeitos como atos meramente preparatórios, o que levaria as condutas a não serem passíveis de punições no campo criminal.

Em debate estão principalmente os delitos de tentativa de golpe de Estado e de tentativa de abolição do Estado democrático de Direito, ambos com emprego de violência ou grave ameaça.

Nesta quinta-feira, Gilmar ainda revelou que, depois dos últimos acontecimentos, o clima entre os ministros é de tensão. Eles adotaram medidas mais rígidas de segurança após o atentado com explosivos diante do tribunal na semana passada, em Brasília.

O grupo especial para lidar com situações de risco da Polícia Civil foi acionado para realizar uma varredura antibombas no local onde acontecia o congresso. Essa não era uma prática comum antes do episódio de violência ocorrido em Brasília.

Além de Gilmar, os ministros Dias Toffoli e Luís Roberto Barroso, presidente do STF, também estavam presentes no evento.

 

 

FOLHAPRESS

ARAÇATUBA/SP - Um jovem de 28 anos foi preso depois de atear fogo na mãe, na cidade de Araçatuba, durante uma discussão. O crime aconteceu no domingo (12), Dia das Mães, após a mulher não deixar o filho sair com o carro da família.

Segundo a Polícia Militar, a mulher teve queimaduras em 60% do corpo. As chamas atingiram pernas, pés, um dos braços e também a cabeça. Ela foi socorrida pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e levada até a Santa Casa de Araçatuba.

O ataque aconteceu depois que a mãe negou que o filho saísse com o carro da família. Ainda de acordo com o registro policial, o suspeito é mecânico e recentemente tinha consertado o veículo. Diante disso, se sentiu no direito de utilizá-lo, mas foi impedido pelos pais.

Ainda conforme a polícia, houve uma discussão e ele teria jogado álcool no veículo e no corpo da mãe, em seguida, usou um isqueiro para atear fogo. A mãe tentava evitar que o filho incendiasse o automóvel quando foi ferida pelas chamas.

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Os policiais foram até o local e não encontraram o suspeito. O pai informou à polícia que ele estaria no condomínio de ranchos onde aconteceu o crime.

O rapaz foi encontrado próximo do local e confessou o ataque. Ele foi preso em flagrante por tentativa de homicídio.

A Santa Casa informou que a vítima teve queimaduras de 2º e 3º grau. Ela passou por atendimento intensivo e está na fila aguardando vaga em um hospital especializado em queimaduras. O quadro clínico dela é estável.

Ao tentar evitar que a mulher ficasse ferida, o pai e a esposa do homem também ficaram com queimaduras.

 

 

Por g1

SÃO CARLOS/SP - Na noite de quarta-feira, 08 de maio, uma mulher foi vítima de esfaqueamento na rua Tapajós, no bairro Jockey Clube, em São Carlos.

Segundo informações, vizinhos teriam escutado alguns gritos da vítima e foram averiguar o que estava acontecendo. Quando chegaram na casa, viram a mulher perfurada na região das costas e a socorreram até a UPA do bairro Santa Felícia.

De imediato, a mulher foi atendida pelos servidores da saúde da unidade, porém a vítima teve que ser transferida para Santa Casa de Misericórdia de São Carlos para exames mais detalhados devido à gravidade das perfurações.

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De acordo com informações preliminares, o acusado seria o namorado, que ainda não foi encontrado.

O caso está sendo apurado pelas autoridades de segurança pública de São Carlos.

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