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Redação

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 Jornalista/Radialista

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Os policiais conseguiram chegar até a droga por meio de denúncia anônima

 

JUNDIAÍ/SP - A Polícia Civil prendeu em flagrante na manhã deste sábado (3) um homem, de 34 anos, por tráfico de drogas em Jundiaí, interior de São Paulo. Durante a ação, mais de 1,8 toneladas de maconha foram apreendidas. 

Policiais da Delegacia de Polícia de Investigações contra o Meio Ambiente e Setor de Produtos Controlados  (DCIIMA) de Taboão da Serra receberam uma denúncia de que um caminhão, que vinha do Mato Grosso do Sul transportando ilegalmente animais silvestres, iria parar na cidade de Jundiaí. 

Após se direcionarem ao local, as equipes encontraram o caminhão estacionado dentro de uma transportadora. Durante revista no baú do veículo, os policiais encontraram diversos tabletes de maconha, totalizando mais  de 1,8 toneladas da droga, que estavam escondidos em meio a paletes. 

Um funcionário do estabelecimento foi preso em flagrante ao confessar que participava de um esquema em que era pago para deixar o caminhão com a droga entrar e, ainda, não contar ao proprietário. Um outro funcionário, que ainda não foi localizado, também estaria envolvido. 

O caso foi registrado como associação ao tráfico de drogas na Delegacia de Polícia de Investigações contra o Meio Ambiente e Setor de Produtos Controlados  (DCIIMA) de Taboão da Serra.

A cantora recebeu o diagnóstico do vírus Epstein–Barr (EBV), o mesmo que pode causar a esclerose múltipla

 

RIO DE JANEIRO/RJ - Há alguns meses, fãs de Anitta questionavam o fato de ela estar mais afastada das redes sociais do que de costume. Depois que ela deu entrada em um hospital de São Paulo na última quinta-feira (1º), os admiradores da cantora ficaram apreensivos. Durante o lançamento do documentário Eu, com Ludmila Dayer, Anitta revelou uma grave complicação de saúde: o diagnóstico do vírus Epstein–Barr (EBV), o mesmo que pode causar a esclerose múltipla.

A revelação foi feita durante uma entrevista coletiva para a imprensa após o lançamento do documentário. A cantora contou que recebeu um grande apoio de Ludmila, que também foi diagnosticada com o mesmo problema e que está sendo bem útil no tratamento da doença: "Há dois meses, passei pelo momento mais difícil da minha vida. No dia seguinte eu tive a notícia terrível e grudei nela [Ludmila]. Se eu estou falando, caminhando, respirando, vivendo, é pelo quanto que ela me ajudou. Eu não conseguia subir para o segundo andar da minha casa", desabafou.

Anitta deu mais detalhes sobre a situação e seguiu falando sobre o apoio que teve da amiga: "Quando a gente começou todo esse contato, e saíram os resultados, eu estava com o mesmo vírus da Ludmila em fase inicial. Hoje em dia não existe coincidência. Por sorte, por destino, por tudo isso eu consegui nem chegar no estágio que a Ludmila chegou. Ela foi uma benção na minha vida e só alegria. Uma coisa que ela falou é que gente fica muito mais sensível em perceber pessoas que estão no mesmo caminho. As pessoas só vão no momento delas, no tempo delas", explicou.

Ludmila, que assinou a direção do longa que foi produzido pela cantora, comentou sobre a situação que ela vivenciou: "Em um momento da minha vida, me senti muito sozinha. Quando a gente está passando por problemas de saúde mental, é um caminho muito solitário. E quando a gente acha informações que nos conseguem transformar e nos erguer, a gente entra num estágio de gratidão tão profundo e isso fez com quem eu quisesse dividir essa mensagem com as pessoas para que talvez aquilo que me ajudou um dia possa ajudar a outras pessoas também", detalhou.

 

 

por Julia Beraldi / BOLAVIP BRASIL

BRASÍLIA/DF - Caso firmem aliança com o PT, membros do União Brasil próximos ao presidente do partido, Luciano Bivar, apostam que a força e os recursos da legenda irão manter os parlamentares bolsonaristas alinhados às pautas do governo. A leitura é de que, de olho na reeleição, eles desejarão ter boa relação com Bivar.

EXCEÇÃO. O ex-ministro da Justiça e senador eleito Sergio Moro (PR) e o líder do MBL, o deputado federal Kim Kataguiri (SP), que têm eleitorado antipetista, são vistos como indomáveis no partido.

ANDAMENTO. Davi Alcolumbre (União-AP) e aliados passaram o final de semana em Brasília para azeitar a votação da PEC da Transição no Senado, prevista para ocorrer na quarta-feira (7). A contagem de votos começou a ser feita pelos senadores na sexta (2), logo após o jogo do Brasil.

 

 

Estadão

SALVADOR/BA - Um projeto para a conservação das lavouras de cacau no sul da Bahia vai receber financiamento na modalidade doação de US$ 5,3 milhões. O projeto foi lançado nesta quinta-feira, 1º, durante o Simpósio sobre Sistemas Agroflorestais com Cacaueiro (SSAF-Cacau), em Ilhéus (BA), conforme informações do Ministério da Agricultura.

Com o objetivo de diminuir e reverter as tendências de degradação e perda de biodiversidade em distritos específicos da região, a proposta foi aprovada pelo Fundo Global para o Meio Ambiente (GEF, em inglês). O projeto foi desenvolvido pelo Ministério da Agricultura, por meio da Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira (Ceplac), em parceria com a Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação (FAO).

A estimativa é que o projeto beneficie 3 mil agricultores familiares do sul da Bahia que produzem cacau sob o sistema cabruca, que é um modo de cultivo agroflorestal em que árvores nativas fazem sombra aos cacaueiros. Segundo dados de estudos recentes, 74% dos 93 mil produtores que cultivam cacau em quase 600 mil hectares no Brasil pertencem à categoria da agricultura familiar.

O sistema cabruca apresenta um elevado potencial para ser considerado como Sistema de Patrimônio Agrícola Globalmente Importante (GIAHS), que é promovido globalmente pela FAO. O GIAHS reconhece um sistema vivo e em evolução de comunidades humanas em um relacionamento diretamente conectado com sua paisagem territorial, cultural, agrícola e social mais ampla. Esse é mais um incentivo para trabalhar nessa proposta do GEF.

O diretor da Ceplac, Waldeck Araújo, disse no comunicado que “a região cacaueira da Bahia até hoje não se recuperou da introdução da vassoura-de-bruxa. Esse projeto pioneiro tem capacidade de acelerar a transformação e a modernização da cacauicultura no sistema cabruca garantindo sua preservação e a conservação ambiental ao tempo que propiciará Assistência Técnica gerencial e a construção de um novo modelo de desenvolvimento para a região usando as tecnologias disponíveis, como materiais resistentes a pragas, técnicas de manejo e fermentação”.

 

 

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