Jornalista/Radialista
SÃO CARLOS/SP - Roselei Françoso, presidente da Câmara Municipal de São Carlos, protocolou um requerimento de urgência na sessão desta terça-feira (6) para solicitar informações e providências da Prefeitura Municipal quanto à situação das professoras da antiga Casa Amarela, fechada em 2015, no bairro Cidade Aracy.
A unidade escolar foi criada provisoriamente para atender crianças dos bairros Cidade Aracy I e Presidente Collor até que o CEMEI Olívia de Carvalho tivesse suas obras concluídas. A Casa Amarela funcionou por 15 anos, com oito turmas distribuídas nos períodos da manhã e tarde.
“Seis professoras se tornaram efetivas na Casa Amarela, além das professoras contratadas em caráter temporário”, explicou Roselei Françoso. Assim que o Cemei Olívia de Carvalho foi entregue, em junho de 2015, essas professoras não tiveram oportunidade de continuar como efetivas nesta unidade.
“Elas foram transferidas compulsoriamente para o Cemei Profª Maria Alice Vaz de Macedo”, lembrou Roselei. Essa situação semelhante ocorreu no Santa Felícia com o fechamento do Cemei Gildeney Carreri, que em tese se uniu ao Cemei Amélia Botta.
“Surgiram vários conflitos com essas mudanças porque as professoras da Casa Amarela e do Gildeney Carreri não levaram suas respectivas pontuações para as unidades atuais”, frisou o presidente da Câmara. Segundo Roselei, no caso do Cemei Amélia Botta a Educação tomou a acertada decisão de garantir suas pontuações.
Para Roselei, é fundamental que a Secretaria Municipal de Educação adote o mesmo procedimento com relação às professoras da Casa Amarela. “Em média elas possuem 7 anos de permanência”, explicou.
No requerimento, que a Secretaria Municipal de Educação deve responder em quinze dias a partir do momento em que for notificada, Roselei questiona se é possível adotar o mesmo tratamento do ocorrido no Cemei Gildeney Carreri, se a Secretaria tem conhecimento de quais professoras estão nesta situação e quais os próximos passos a serem adotados para solucionar o tema.
SÃO CARLOS/SP - A Prefeitura Municipal de São Carlos, por meio do Departamento de Artes e Cultura, lança no dia 14 de setembro, o Projeto Teatro para Todos. O projeto vai trazer para o Teatro Municipal “Dr. Alderico Vieira Perdigão” espetáculos de teatro e de dança apresentados por grupos profissionais da cidade, com entrada gratuita.
A ação visa valorizar e fortalecer os grupos de artes cênicas locais, democratizar o acesso à arte e à cultura e promover a formação de público para essa linguagem artística.
Confira a programação do Projeto Teatro para Todos:
Dia 14/09 - Peça teatral “Melodrama da Meia Noite” com o grupo Retalho Coletivo;
Dia 15/09 - Peça “Auto da paixão e da alegria” com a Cia. Espelunca de Teatro;
Dia 29/09 – Peça teatral “Três pratos de trigo para três palhaces tristes”, com a Trupe Tópatu;
E para fechar a temporada, no dia 13/10, a Urze Companhia de Dança apresenta o espetáculo “Campo de trigo com corvos”.
A classificação indicativa é livre. A entrada é gratuita e será por ordem de chegada. Os espetáculos vão começar sempre a partir das 20h no palco do Teatro Municipal Dr. Alderico Vieira Perdigão”, localizado na rua localizado na rua 7 de setembro, nº 1.735, no Centro.
RIO DE JANEIRO/RJ - Malvino Salvador apoiou as atitudes de Jair Bolsonaro (PL) e defendeu o presidente do Brasil dos ataques da mídia, inclusive de sua antiga emissora. O ator disse que o político cometeu erros e não é uma má pessoa, mas mesmo assim é bombardeado de forma vista por ele como injusta. O artista opinou que a Globo pode ser líder de excelência em dramaturgia, porém, acha não faz o mesmo no Jornalismo.
“Bolsonaro tem boas intenções, mas faz algumas escolhas erradas, principalmente na forma de se comunicar. Nem todo governo é sempre assertivo ou errado. Acho que ele está sendo massacrado pela mídia de uma forma desonesta. Deveria ter espaço pra se mostrar também o que faz de bom”, detonou ele em entrevista ao podcast Cara a Tapa, no YouTube, na segunda (5).
Apesar de demonstrar apoio ao presidente, o artista admite os erros do político. “Tem erros ali também, como os ministérios, que deveriam ser melhores vistos; a cultura, que deveria ter um olhar diferenciado e não entrar em guerra. O Ministério da Educação também precisava ser diferente”, criticou.
Dispensado pela Globo, Salvador não tem mais contrato fixo desde a novela A Dona do Pedaço (2019). Assim como fez com outros artistas, a emissora trabalha agora com contratos por obra. O ator afirmou que voltaria a trabalhar na TV aberta se recebesse convites.
“Está mais adequado ao meu momento estar livre. Se pintar alguma coisa interessante no canal aberto, eu vou fazer. Ainda tem uma capacidade de comunicação de massa que nenhuma plataforma tem. Fiz minha carreira na TV aberta, tenho muito orgulho. Se surgir uma oportunidade, vou fazer na hora”, destacou.
Críticas à Globo
O marido de Kyra Gracie disse estar incomodado com a forma que o departamento de Jornalismo da Globo dá as notícias. Ele enxerga que há um ataque gratuito a quem não segue determinados ideais.
“Eu falo de peito aberto: Eu acho que o jornalismo tem que ser isento. Não pode tomar lado de maneira alguma. Quem tem que formar a consciência é a pessoa, que tem que ter acesso aos dois lados da moeda”, detonou.
Salvador não vê os dois lados da moeda quando liga a televisão. Mesmo com as críticas à empresa, o ator faz ressalva: “A Globo é nota 10, mas eu acho que ela pode rever. Na parte da dramaturgia é brilhante, mas o Jornalismo é que me decepcionou um pouco. Fico triste”.
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