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Redação

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 Jornalista/Radialista

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ARARAQUARA/SP - Nas disputas finais dos Jogos Regionais 2022, a equipe de natação da Fundesport conquistou a medalha de bronze para Araraquara, tanto no masculino quanto no feminino, no último sábado (27), no Sesi da Vila Xavier.

Nas disputas que envolveram 13 cidades, Ribeirão Preto ficou com o ouro no masculino e no feminino, enquanto a medalha de prata do masculino ficou com Franca e a feminina, com Jaboticabal.

Cerca de 100 atletas das cidades de Araraquara, Ribeirão Preto, Franca, Jaboticabal, Barretos, Sertãozinho, Olímpia, Santa Lúcia , Rincão, Américo Brasiliense, Dobrada, Taquaritinga e Monte Alto participaram da etapa final dos Regionais, no Sesi.

Do total geral de nadadores que competiram por medalhas na cidade, 26 eram da equipe araraquarense, sendo 15 do masculino e 11 do feminino.

A assistente técnica de natação da Fundesport, Nádia Miranda, destaca a importância do bronze conquistado por Araraquara, já que grande parte da equipe tem idade média de 13 anos. Os demais nadadores medalhistas são da equipe máster.

“A gente sabia do potencial de Ribeirão Preto e de Franca e, por isso, a classificação final da nossa equipe foi considerada excelente”, enfatiza.

Conforme acrescentou Nádia, alguns nadadores da base participaram pela primeira vez dos Regionais, competindo com atletas de outras cidades de até 22 anos. Para os Jogos de 2023, a meta é conseguir resultados ainda melhores que os atuais.

 

 

PORTAL MORADA

Mostra está disponível para visitação gratuita até 23 de setembro

 

ARARAS/SP - Até o dia 23 de setembro, a Biblioteca Campus Araras (B-Ar), da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), recebe a exposição fotográfica "Myanmar - Vozes que Escutam Caladas", de autoria de Cesar Alves Ferragi, professor do Departamento de Geografia, Turismo e Humanidades (DGTH-So) do Campus Sorocaba da Instituição.
A exposição, que já passou por galerias em cidades como São Paulo, Sorocaba e Tóquio, no Japão, reúne 24 fotos ampliadas dos registros de viagens realizadas em 2007 por Ferragi, que atuou voluntariamente como professor de Inglês no Myanmar (país do Sudeste Asiático, também conhecido como Birmânia), local em que conheceu e se aproximou de monges budistas que viviam em monastérios.
De acordo com o docente, esse contato amigável lhe permitiu visitar alguns monastérios e conversar com monges. "Eles têm muitas questões e curiosidades sobre o 'mundo lá de fora', incluindo o Brasil. Querem saber sobre nosso estilo de vida, nossos sonhos e nossas esperanças. Já a exposição lança uma provocação sobre como o aprendizado [compartilhado pelos monges] poderia ser aplicado aqui, na realidade brasileira e paulista", afirma Ferragi.
Em sua vivência, Ferragi constatou também que os monges desempenham papel de liderança não apenas espiritual, mas também política no país asiático. Segundo o docente, "os monges são as 'vozes que escutam caladas', porque eles têm uma posição de aprendizado e ensino, escutam, estudam muito e ajudam as pessoas, que confiam neles".
A mostra é gratuita, aberta ao público e pode ser visitada no saguão da B-Ar, de segunda a quinta-feira, das 10 às 21 horas, e de sexta-feira, das 10 às 19 horas.

 

SÃO JOSÉ DO RIO PRETO/SP - Um homem de 33 anos foi preso após ser flagrado com drogas e um moto furtada, além de morder o dedo de um policial militar, na noite de segunda-feira (5), no bairro Solo Sagrado, em São José do Rio Preto.

Segundo o boletim de ocorrência, o suspeito pilotava uma motocicleta quando foi abordado por policiais militares. Ele entrou em luta corporal com a equipe e mordeu o dedo de um dos PMs, que precisou ser atendido na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Tangará.

Porém, o homem foi detido. Dentro do baú da moto, que era furtada, foram encontradas pedras de crack.

Ele foi preso em flagrante por receptação e resistência. O caso foi registrado na Central de Flagrantes.

 

 

REGIÃOSP

SÃO PAULO/SP - A caderneta de poupança, aplicação financeira mais tradicional dos brasileiros, continua a enfrentar a fuga de recursos. Em agosto, os brasileiros sacaram R$ 22,02 bilhões a mais do que depositaram na poupança, informou ontem (6) o Banco Central (BC). É a maior retirada líquida (saques menos depósitos) registrada para um mês desde o início da série histórica, em 1995.

Com o desempenho de agosto, a poupança acumula retirada líquida de R$ 85,17 bilhões nos oito primeiros meses do ano. Esta é a maior retirada acumulada para o período desde o início da série histórica, em 1995.

Em 2022, a caderneta registrou captação líquida (mais depósitos que saques) apenas em abril, quando o fluxo ficou positivo em R$ 3,51 bilhões. Nos demais meses, as retiradas superaram os depósitos, em um cenário de inflação e endividamento altos, combinado com rendimentos mais baixos por causa dos aumentos da taxa Selic (juros básicos da economia), que tornam outras aplicações de renda fixa mais atraentes.

Em 2020, a poupança tinha registrado captação líquida (depósitos menos saques) recorde de R$ 166,31 bilhões. Contribuiu para o resultado a instabilidade no mercado de títulos públicos no início da pandemia de covid-19 e o pagamento do auxílio emergencial, que foi depositado em contas poupança digitais da Caixa Econômica Federal.

No ano passado, a poupança tinha registrado retirada líquida de R$ 35,5 bilhões. A aplicação foi pressionada pelo fim do auxílio emergencial, pelos rendimentos baixos e pelo endividamento maior dos brasileiros. A retirada líquida – diferença entre saques e depósitos – só não foi maior que a registrada em 2015 (R$ 53,57 bilhões) e em 2016 (R$ 40,7 bilhões). Naqueles anos, a forte crise econômica levou os brasileiros a sacarem recursos da aplicação.

Rendimento

Até recentemente, a poupança rendia 70% da Taxa Selic (juros básicos da economia). Desde dezembro do ano passado, a aplicação passou a render o equivalente à taxa referencial (TR) mais 6,17% ao ano, porque a Selic voltou a ficar acima de 8,5% ao ano. Atualmente, os juros básicos estão em 13,75% ao ano. O aumento dos juros, no entanto, foi insuficiente para fazer a poupança render mais que a inflação, provocando a fuga de alguns investidores.

Nos 12 meses terminados em agosto, a aplicação rendeu 6,72%, segundo o Banco Central. No mesmo período, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor-15 (IPCA-15), que funciona como prévia da inflação oficial, atingiu 9,6%. O IPCA cheio de agosto será divulgado no próximo dia 9 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

 

 

Por Wellton Máximo – Repórter da Agência Brasil 

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