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Redação

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 Jornalista/Radialista

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Interessados em apresentar seus trabalhos durante o seminário podem submeter resumos até 14 de julho

 

SÃO CARLOS/SP - Até o dia 14 de julho está aberto o prazo de submissão de resumos para os grupos de trabalho do XVII Seminário Internacional do Comitê Acadêmico de Processos Cooperativos e Associativos (Procoas) da Associação de Universidades Grupo Montevidéu (AUGM). O evento será realizado na Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) nos dias 10 e 11 de novembro. 
O tema deste ano é "Amanhã vai ser outro dia: as múltiplas crises do presente e o papel das iniciativas associativas autogestionárias na reorganização da sociedade". O objetivo do Seminário é refletir sobre o papel e a urgência da participação do trabalho associado autogestionário na reorganização da sociedade, em suas múltiplas dimensões, para transformar a realidade. A edição atual irá discutir, de forma coletiva, alternativas para fortalecer redes já estabelecidas e favorecer novas articulações em prol de mudanças concretas nas relações de sociabilidade e produção que ajudem a estruturar um amanhã melhor e mais solidário.
A programação contará com mesas temáticas, conferências, oficinas e grupos de trabalho. As atividades estão sendo organizadas pela AUGM e pelo Núcleo Multidisciplinar Integrado de Estudos, Formação e Intervenção em Economia Solidária (NuMI-EcoSol) da UFSCar, com apoio da Associação Brasileira de Pesquisadores de Economia Solidária (ABPES) e do Núcleo de Pesquisa em Extensão Rural (NuPER) da UFSCar. O evento será presencial, no Campus São Carlos da Universidade, e os locais de cada atividade serão indicados em breve.
As informações completas sobre o Seminário e o link para submissão de resumos estão disponíveis no site do NuMI-EcoSol (https://bit.ly/3amfJHN). 
Dúvidas podem ser esclarecidas pelo e-mail xviiseminarioprocoas@gmail.com.

MATÃO/SP - A AB Triângulo do Sol, concessionária do Programa de Concessões Rodoviárias do Estado de São Paulo, atendendo à sua política de achados e perdidos, divulga objetos encontrados nas rodovias, que estão à disposição para retirada pelos proprietários:

  • Dez pacotes da Shopee, com produtos variados de enxovais de Ibitinga/SP.

 

Caso não haja a retirada ou reclamação dos itens pelos proprietários em até 30 dias, estes serão doados, descartados, encaminhados à Polícia Militar Rodoviária ou destinados aos Correios. Os proprietários podem entrar em contato com a concessionária por meio do telefone 0800 701 1609 para receberem as orientações necessárias para a retirada.

AB Triângulo do Sol I Programa de Concessões Rodoviárias do Estado de São Paulo

A concessionária AB Triângulo do Sol é responsável pela administração de 442 quilômetros de rodovias que compreendem o Lote 9 do Programa de Concessões Rodoviárias do Estado de São Paulo: Rodovia Washington Luís (SP-310), entre São Carlos e Mirassol; Rodovia Brigadeiro Faria Lima (SP-326), de Matão a Bebedouro; e Rodovia Carlos Tonanni / Nemésio Cadetti / Laurentino Mascari / Dr. Mario Gentil (SP-333), entre Sertãozinho e Borborema.

AB Triângulo do Sol I AB Concessões

A concessionária AB Triângulo do Sol pertence à AB Concessões, que tem como controlador um dos maiores Grupos em concessões rodoviárias do mundo – o italiano Atlantia. A AB Concessões figura entre as principais companhias de concessão de rodovias do Brasil e administra mais de 1,5 mil quilômetros de rodovias, sendo responsável pelas concessionárias paulistas AB Triângulo do Sol e AB Colinas, e no estado de Minas Gerais, a AB Nascentes das Gerais.

Aplicação congrega laser e liberação miofascial

 

SÃO CARLOS/SP - Um novo equipamento portátil desenvolvido no IFSC/USP apresenta a particularidade de combater as lesões causadas por esforços repetitivos, a maioria deles adquiridos na vida profissional das pessoas.

Em um artigo científico publicado na revista internacional “Journal of Novel Physiotherapies”, os pesquisadores do IFSC/USP conseguiram relatar os resultados obtidos com a utilização desse equipamento em cinco pacientes com patologias diferentes e resultantes de lesões causadas por esforços repetitivos.

O equipamento, já aprovado pela ANVISA e que será lançado ainda este ano, consegue fazer a aplicação conjugada e simultânea de laser com liberação miofascial, como explica a pesquisadora Ana Carolina Negraes Canelada, co-autora do artigo científico: “Este equipamento é composto por duas esferas e um laser, que têm ações complementares quando aplicadas nas áreas lesionadas. Os músculos são encapados por  membranas chamadas fáscias musculares e as lesões ocorrem quando elas se grudam nos músculos, impedindo que estes executem os movimentos, provocando uma incapacidade de movimentação. A ação das esferas, que é deslizante, provoca a liberação dessas fáscias, enquanto o laser tem uma ação analgésica e anti-inflamatória”, explica a pesquisadora.

Dentre as principais lesões causadas por esforços repetitivos contam-se a cervicalgia (dor e inflamação cervical), tendinite do ombro, epicondilite lateral e medial (antebraço), túnel do carpo e nervo mediano (mãos) e os designados pontos de gatilho, caracterizados por pequenos nódulos visíveis que surgem nos músculos.

As ações realizadas nos cinco pacientes mencionados no artigo científico compreenderam quinze minutos de aplicação, duas vezes por semana, ao longo de dez sessões, tendo os pesquisadores verificado uma diminuição de cerca de 70% nos índices de dor e na recuperação dos movimentos.

Segundo a literatura científica, as designadas lesões causadas por esforços repetitivos costumam aparecer em pessoas com idades entre os 40 e 50 anos, sendo mais comuns no sexo feminino e em profissões onde a variedade de movimentos físicos é menos frequente. Por outro lado, este equipamento apresenta-se como uma ferramenta bastante útil para os profissionais de fisioterapia, pois ele substitui a tradicional, demorada e cansativa ação manual  utilizada para tratar estas lesões, com um claro benefício para os pacientes.

Para conferir o artigo científico, acesse https://www2.ifsc.usp.br/portal-ifsc/wp-content/uploads/2022/07/esforcos-repetitivos.pdf

 

 

Rui Sintra - Jornalista do IFSC/USP

BRASÍLIA/DF - O Brasil tem 106 casos confirmados de varíola dos macacos (Monkeypox), segundo levantamento do Ministério da Saúde. A maioria (75) foi registrada em São Paulo. Em seguida, está o Rio de Janeiro, com 20 casos. 

Em Minas Gerais, foram três casos da doença. No Ceará, no Paraná e no Rio de Grande do Sul foram dois registros em cada estado. Há também confirmação de infecção pelo vírus no Distrito Federal e no Rio Grande do Norte, com um caso cada.

O órgão destacou que segue em articulação direta com os estados para monitoramento dos casos e rastreamento dos contatos dos pacientes. Isso é feito por meio da Sala de Situação e Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde (CIEVS Nacional).

O vírus

A varíola causada pelo vírus hMPXV (Human Monkeypox Virus, na sigla em inglês) causa uma doença mais branda do que a varíola smallpox, que foi erradicada na década de 1980. 

Trata-se de uma doença viral rara transmitida pelo contato próximo com uma pessoa infectada e com lesões de pele. O contato pode ser por abraço, beijo, massagens ou relações sexuais. A doença também é transmitida por secreções respiratórias e pelo contato com objetos, tecidos (roupas, roupas de cama ou toalhas) e superfícies utilizadas pelo doente.

Não há tratamento específico, mas os quadros clínicos costumam ser leves, sendo necessários o cuidado e a observação das lesões. O maior risco de agravamento acontece, em geral, para pessoas imunossuprimidas com HIV/AIDS, leucemia, linfoma, metástase, transplantados, pessoas com doenças autoimunes, gestantes, lactantes e crianças com menos de 8 anos.

Os primeiros sintomas podem ser febre, dor de cabeça, dores musculares e nas costas, linfonodos inchados, calafrios ou cansaço. De um a três dias após o início dos sintomas, as pessoas desenvolvem lesões de pele, geralmente na boca, pés, peito, rosto e ou regiões genitais.

Para a prevenção, deve-se evitar o contato próximo com a pessoa doente até que todas as feridas tenham cicatrizado, assim como com qualquer material que tenha sido usado pelo infectado. Também é importante a higienização das mãos, lavando-as com água e sabão ou utilizando álcool gel.

 

 

Por Camila Maciel - Repórter da Agência Brasil 

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