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Redação

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 Jornalista/Radialista

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SÃO PAULO/SP - Fernando Haddad (PT), lidera a disputa para o governo do estado de São Paulo, de acordo com a pesquisa Ipec ex-Ibope, encomendada pela Globo, nesta terça-feira, 20.

De acordo com o levantamento Haddad está com 34% das intenções de voto, seguido por Tarcísio de Freitas (Republicanos), com 22%, e o atual governador e candidato a reeleição Rodrigo Garcia (PSDB), aparece com 18%.

O petista segue na liderança e oscilou para baixo, mas dentro da margem de erro em relação à pesquisa anterior, de 6 de setembro. Já o candidato do presidente Jair Bolsonaro (Tarcísio), oscilou de 21% para 22%, e está agora tecnicamente empatado com o governador Rodrigo Garcia, cujas intenções de voto variaram de 14% para 18%. Brancos e nulos são 10%, já os que não souberam responder são 10%.

OUTROS CANDIDATOS

  • Vinicius Poit (Novo): 1% (1% na pesquisa anterior)
  • Gabriel Colombo (PCB): 1% (1% na pesquisa anterior)
  • Antonio Jorge (DC): 1% (1% na pesquisa anterior)
  • Elvis Cezar (PDT): 1% (1% na pesquisa anterior)
  • Carol Vigliar (Unidade Popular): 1% (1% na pesquisa anterior)
  • Altino Júnior (PSTU): 1% (1% na pesquisa anterior)
  • Edson Dorta (PCO): 0% (1% na pesquisa anterior)

A pesquisa ouviu 2.000 pessoas entre os dias 17 e 19 de setembro em 84 municípios do estado de São Paulo. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, considerando um nível de confiança de 95%. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número SP-05582/2022.

 

 

IMPRENSA BRASIL

RÚSSIA - O Presidente da Rússia, Vladimir Putin, anunciou, esta quarta-feira, a mobilização parcial de cidadãos russos para reforçar o contigente militar destacado na Ucrânia.

Trata-se da primeira comunicação dirigida ao país desde o início da invasão russa da Ucrânia. Vladimir Putin anunciou a "mobilização parcial" de cidadãos russos na Ucrânia. O chefe de Estado adiantou que, para já, se tratam de reservistas com experiência militar relevante.

De acordo com o ministério de Defesa da Rússia, serão mobilizados, de imediato, 300 mil reservistas, dos cerca de 25 milhões de que o país dispõe.

A três dias de se completarem sete meses de guerra na Ucrânia, Vladimir Putin justificou a decisão com a necessidade de "defender a soberania e a integridade territorial do país".

Esta nova diretriz surge dias após os militares ucranianos terem reconquistado vários territórios no leste da Ucrânia, naquela que é a maior contra-ofensiva dos últimos meses. Em resposta, Putin abre, assim, caminho a uma nova escalada do conflito.

No discurso que foi transmitido na televisão, o líder do Kremlin acusou, uma vez mais, o Ocidente de querer destruir a Rússia e de usar "chantagem nuclear".

"A chantagem nuclear também foi usada. Estamos a falar não só do bombardeamento da central nucelar de Zaporíjia, incentivado pelo Ocidente, que ameaça causar uma catástrofe nuclear, mas também de declarações de altos representantes dos países da NATO sobre a possibilidade e permissibilidade de usar armas de destruição em massa contra a Rússia: armas nucleares", salientou.

Putin garantiu que irá defender a Rússia e recordou que o país possui "várias armas de destruição", algumas mais avançadas do que aquelas que os países da NATO possuem.

Em resposta à ameaça à integridade territorial do nosso país, para proteger a Rússia e o nosso povo, vamos usar, sem dúvida, todos os meios de que dispomos. Não se trata de 'bluff'.

O chefe de Estado disse ainda que vai aumentar o fabrico de armamento e abrir novas fábricas.

 

Reações Internacionais ao discurso de Putin

O discurso do líder do Kremlin era aguardado desde ontem, mas acabou por ser adiado para a manhã desta quarta-feira.

Vários líderes ocidentais já criticaram este novo passo de Moscovo e consideram que representa um sinal de que a invasão está a falhar.

Charles Michel, presidente do Conselho Europeu, já garantiu que o apoio da União Europeia à Ucrânia irá "permanecer firme".

Entretanto, a embaixadora dos Estados Unidos na Ucrânia, Bridget Brink, garantiu que os norte-americanos vão apoiar a Ucrânia "pelo tempo que for necessário". 

Já Mark Rutte, chefe do governo dos Países Baixos, disse considerou que a moiblização militar da Rússia é um "sinal de pânico" por parte de Moscovo.

Ben Wallace, ministro da Defesa do Reino Unido, partilha da mesma opinião e referiu que este anúncio é a "admissão de que a invasão está a falhar".

"A quebra do presidente Putin das suas próprias promessas de não mobilizar partes da população e a anexação ilegal de partes da Ucrânia são uma admissão de que a sua invasão está a falhar", salientou, num post feito na mesma rede social.

De salientar que, após o discurso de Putin, a procura de voos para sair da Rússia disparou, de acordo com dados do Google Trends.

 

Zelensky já reagiu ao discurso de Vladimir Putin

O Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, já reagiu publicamente às declarações, dizendo não acreditar que Putin use as armas nucleares.

"Eu não acredito que ele vá usar essas armas (nucleares). Eu não acho que o mundo vá permitir que ele as use", disse, numa entrevista à estação de televisão alemã Bild TV.

O chefe de Estado ucraniano voltou a salientar que o homólogo russo quer afogar "a Ucrânia em sangue".

 

 

RFI

LONDRES - O déficit orçamentário do Reino Unido foi maior do que o esperado em agosto, um lembrete do difícil cenário financeiro para o novo ministro das Finanças, Kwasi Kwarteng, enquanto ele prepara sua primeira atualização fiscal do "mini-orçamento" para o Parlamento.

O Escritório de Estatísticas Nacionais disse que os empréstimos do setor público, excluindo os bancos estatais, ficaram em 11,82 bilhões de libras (13,44 bilhões de dólares) no mês passado. Uma pesquisa da Reuters com economistas apontava para um valor de 8,45 bilhões de libras.

A libra caiu devido aos dados e chegou brevemente a 1,1349 dólar, seu menor valor em relação ao dólar desde 1985.

Kwarteng deve dar mais detalhes na sexta-feira sobre seus planos para ajudar famílias e empresas durante o próximo inverno, provavelmente incluindo cortes de impostos, em evento que investidores dizem que será um teste crítico da confiança na economia e nas finanças públicas do Reino Unido.

 

 

Reportagem de Andy Bruce / REUTERS

COLÔMBIA - O presidente colombiano, Gustavo Petro, pediu aos países latino-americanos que unam forças para acabar com a guerra às drogas, durante um discurso na Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas em Nova York nesta terça-feira.

Petro, o primeiro presidente de esquerda a ser eleito na Colômbia, há muito tempo classifica a guerra global contra as drogas como um fracasso, e chegou a usar seu discurso de posse em agosto para pedir uma nova estratégia internacional para combater o narcotráfico.

"De minha América Latina ferida, exijo que vocês acabem com a guerra irracional contra as drogas", disse Petro, enquanto conclamou à comunidade latino-americana em geral a se unir para derrotar aquilo "que atormenta nosso corpo".

O narcotráfico e a guerra às drogas são os principais contribuintes para o conflito armado na Colômbia, de acordo com um relatório da comissão da verdade do país, que foi estabelecida como parte de um acordo de paz de 2016 com os agora desmobilizados guerrilheiros das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia, as Farc.

O país sul-americano, considerado o maior produtor mundial de cocaína, sofre pressão frequente de seu principal aliado, os Estados Unidos, para reduzir a produção da substância.

 

 

Reportagem de Oliver Griffin / REUTERS

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