Jornalista/Radialista
Evento promovido pelo Senac São Paulo vai de 22 a 25 de agosto, com programação gratuita transmitida pelo canal do YouTube da instituição
SÃO CARLOS/SP - O 3º Fórum Internacional Senac de Educadores reúne especialistas de diversas partes do Brasil e de outros países para refletir sobre o atual momento histórico e o que está por vir na Educação após significativos impactos da pandemia de Covid-19. A programação também abordará tendências para tornar o acesso ao conhecimento cada vez mais global, inovador e plural.
O Senac São Paulo, instituição idealizadora e realizadora do evento que acontece de 22 a 25 de agosto, disponibilizará todas as discussões de forma on-line e ao vivo, por meio de seu canal no YouTube. As palestras serão realizadas das 15 às 17 horas, para todos os públicos. Para garantir presença, os interessados podem fazer inscrições gratuitas no site do evento.
Os encontros serão oportunidades de levar à sociedade temas importantes e que fazem parte do cotidiano de todos. A instituição acredita que a educação deve ser debatida constantemente e em todos os âmbitos, não apenas no acadêmico.
Participam da abertura do evento, dia 22 de agosto (segunda-feira), Lucila Mara Sbrana Sciotti, doutora em Educação e superintendente de Operações do Senac São Paulo, o professor do Instituto de Educação da Universidade de Lisboa e embaixador de Portugal na UNESCO (2018-2021), Antônio Nóvoa e Caio Dib, designer de serviços e consultor em projetos que trabalham com educação e inovação. Com o título Educação e sociedade: mudanças culturais provocadoras de inovação, a mesa-redonda que abrirá o Fórum terá como mediadora a coordenadora educacional do Senac São Carlos, Márcia Cristina Fragelli.
Já na terça-feira, dia 23 de agosto, o debate Pensar a Escola Plural traz Sara Wagner York, professora e especialista em Gênero e Sexualidades; Sanna Ryynanen, cientista social finlandesa que leciona Pedagogia Social na University of Eastern Finland (Kuopio, Finlândia); e Luana Tolentino, doutoranda do Programa de Pós-graduação em Educação da UFMG e professora de História da Educação Básica, que se dedica à Formação Inicial e Continuada de Professores. O mediador será Marcos Roberto Souza Brogna, jornalista, autor do livro Viva (e entenda) a diferença, pela Editora Senac São Paulo e professor do Centro Universitário Senac - Santo Amaro.
Formação docente: ensinar e aprender em uma sociedade diversa e multicultural será o assunto da quarta-feira, 24 de agosto, entre Allyne Andrade e Silva, advogada especialista em Teoria Crítica Racial, além de professora e superintendente do Fundo de Direitos Humanos do Brasil; Jerá Guarani, pedagoga e liderança Guarani Mbyá da Terra Indígena Tenondé Porã, no extremo sul de São Paulo; e Fernando José de Almeida, filósofo, pedagogo, professor de pós-graduação em Educação e ex-secretário Municipal de Educação de São Paulo. A mediação ficará por conta de Eliane Baltazar Godoi, pedagoga especializada em Educação e Gestão Administrativa, ex-secretária Municipal de Educação de Votuporanga e atual gerente do Senac na mesma cidade, no interior paulista.
O encerramento do 3º Fórum Internacional Senac de Educadores será com o diálogo sobre Leitura do mundo e educação: transformações sociais e novas relações, que contará com as participações de Heloisa Gomes Ribeiro Vendramini, psicóloga, mestre em Educação pela Universidade de Sorocaba e gerente do Senac Campinas; Conrado Schlochauer, administrador de Empresas e doutor em Psicologia Escolar e do Desenvolvimento Humano pela USP; Ladislaw Dowbor, economista e professor titular de pós-graduação da PUC-SP; e Vitor Gabriel Ponciano de Carvalho, empresário de 17 anos que cursa o segundo ano no Ensino Médio Técnico em Administração do Senac Campinas e criou o aplicativo Afrocrown, vencedor da 14º edição do Empreenda Senac. O mediador será Paulo Sérgio Rezende, mestre e doutor em Linguística Aplicada e Estudos da Linguagem pela PUC-SP e gerente do Senac Tatuapé e Serra de Bragança, na capital.
Serviço:
3º Fórum Internacional Senac de Educadores
Data: de 22 a 25 de agosto de 2022
Horário: das 15 às 17 horas
Inscrições: site do Senac São Paulo
Fotos dos palestrantes: https://drive.
SÃO PAULO/SP - Um levantamento da Receita Federal mostrou que, no ano passado, os brasileiros – pessoas físicas e jurídicas – movimentaram pouco mais R$ 200 bilhões em operações com criptomoedas, mais do que o dobro do valor declarado em 2020: R$ 91,4 bilhões. Desde 2019, o órgão exige que operações acima de R$ 30 mil com estes ativos sejam declaradas, a fim de evitar sonegação e crimes, como o de lavagem de dinheiro.
Para se ter uma ideia do crescimento das criptomoedas como modalidade de investimento, ao fim de 2021, o Tesouro Direto acumulava cerca de R$ 79 bilhões em investimentos. Além disso, o número médio de pessoas que declararam operações no mercado de criptoativos passou de uma média de 125 mil, em 2020, para 459 mil, no ano seguinte. A expectativa é que esse interesse permaneça, principalmente pelo bitcoin, mesmo com as intensas desvalorizações observadas nos últimos meses.
Um levantamento da Receita Federal mostrou que, no ano passado, os brasileiros – pessoas físicas e jurídicas – movimentaram pouco mais R$ 200 bilhões em operações com criptomoedas, mais do que o dobro do valor declarado em 2020: R$ 91,4 bilhões. Desde 2019, o órgão exige que operações acima de R$ 30 mil com estes ativos sejam declaradas, a fim de evitar sonegação e crimes, como o de lavagem de dinheiro.
Para se ter uma ideia do crescimento das criptomoedas como modalidade de investimento, ao fim de 2021, o Tesouro Direto acumulava cerca de R$ 79 bilhões em investimentos. Além disso, o número médio de pessoas que declararam operações no mercado de criptoativos passou de uma média de 125 mil, em 2020, para 459 mil, no ano seguinte. A expectativa é que esse interesse permaneça, principalmente pelo bitcoin, mesmo com as intensas desvalorizações observadas nos últimos meses.
É importante esclarecer que este conteúdo é educativo e não uma recomendação de investimento ou de estratégia empresarial. A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP) recomenda que cada um avalie as vantagens, desvantagens e os riscos da adoção das criptomoedas como meio de pagamento ou investimento. Vale destacar também que as negociações de criptomoedas envolvem riscos e ainda não são reguladas por órgãos como o Banco Central (Bacen) ou a Comissão de Valores Mobiliários (CVM). Um dos pontos de atenção, por exemplo, é que, com a desvalorização dos criptoativos no período recente, havia um temor de quebra de corretoras considerando que, em algumas delas, ocorreu um bloqueio momentâneo do saque.
O que são criptomoedas?
A Binance, uma das maiores corretoras de criptoativos do mundo, define criptomoeda como “um arquivo digital criado a partir de um código de criptografia”, de modo que, para funcionar, é necessária a tecnologia computacional. Para que as transações sejam seguras, as criptomoedas contam com uma extensa e complexa criptografia – e todo esse sistema só é possível graças à blockchain, um banco de dados que armazena, valida e torna as transações imutáveis. Assim, as criptomoedas funcionam de maneira independente do sistema bancário tradicional, dos bancos centrais e do sistema financeiro internacional.
O bitcoin, criado em 2009 e o mais conhecido, serviu de inspiração para a criação de outras criptomoedas.
Vantagens
A principal desvantagem é a oscilação no valor das criptomoedas, já que a cotação pode sofrer grandes variações em um dia. Isso significa que há chances de a empresa receber o pagamento de uma venda em bitcoin pela parte da manhã e, ao fim do dia, verificar que a cotação da criptomoeda caiu 10%, por exemplo.
O que preciso fazer para receber em criptomoedas?
Ao comprar uma criptomoeda, esta deve ficar armazenada em uma carteira digital, chamada wallet, protegida por uma senha segura que permite ao detentor o acesso aos ativos digitais. Essa senha é chamada de “chave privada”.
É muito importante que a senha seja memorizada e/ou armazenada em um lugar seguro, já que ela é irrecuperável, e, caso você a esqueça ou perca, não conseguirá ter acesso aos seus criptoativos, correndo o risco de perdê-los. Estimativas apontam que cerca de 20% dos bitcoins minerados foram perdidos. Pessoas que compraram a moeda digital há anos estão milionárias e não conseguem resgatá-la, pois perderam as senhas.
Na carteira de criptomoedas também existe a chave pública, que pode ser compartilhada, por meio da qual criptomoedas são recebidas e enviadas. Há serviços que permitem que a sua chave pública seja transformada em um código QR, assim como ocorre com o PIX, para que o cliente escaneie e efetue o pagamento. A desvantagem é que para cada cripto que a empresa aceitar, será necessário gerar um código QR diferente.
Serviços disponíveis
A seguir, destacam-se dois serviços disponíveis para o recebimento de criptomoedas, mas existem muitos outros. Cabe ao empresário pesquisar a melhor alternativa para o seu negócio.
1) Binance Pay: trata-se de um aplicativo que permite o pagamento P2P (ponto a ponto), ou seja, os usuários podem enviar e receber pagamentos de dezenas de criptoativos, como Bitcoin (BTC), Ethereum (ETH), Binance Coin (BNB), entre outras.
2) Foxbit Pay: solução que permite às lojas físicas e online receberem pagamentos em opções de 30 tipos de criptomoedas, inclusive o bitcoin. É criado um link de pagamento em que o lojista insere o valor a ser recebido e passa para o cliente. Se for uma compra online, e o cliente demorar a fazer o pagamento, o valor é atualizado a cada 30 minutos, conforme a cotação da criptomoeda escolhida.
Como funciona a tributação?
A tributação sobre a venda permanece inalterada: a empresa emite a nota fiscal e recolhe os tributos normalmente. Quanto aos rendimentos, o imposto é cobrado somente nos casos em que os ganhos são superiores a R$ 35 mil, em um único mês. Além disso, os criptoativos precisam ser declarados como bens na declaração de Imposto de Renda.
SÃO CARLOS/SP - Na noite de ontem, 09, com início às 19h, foi realizada a operação ‘Campo Seguro’ pelas equipes do Grupo de Patrulha Ambiental e Rural (GPAR) e o Grupo de Apoio Motorizado (GAM) da GM de São Carlos na região rural da Babilônia, desde o Jardim Novo Horizonte até a fazenda Invernada e Sítio Rancho Fundo.
A operação se estendeu até às 21h30, e teve como objetivo elevar o nível de segurança da população, prevenindo pela ostensividade ações delituosas, reafirmando a presença da GM nas regiões rurais.
Durante os trabalhos foram abordados para averiguação 3 veículos e 4 pessoas. Nada de ilícito foi encontrado.
Em homenagem ao Dia dos Pais, marca exibe lançamento de The Icon EDP e oferece condições imperdíveis para os consumidores
SÃO CARLOS/SP - A Água de Cheiro, pioneira no mercado de franquias de beleza e perfumaria, promove ativação no Shoppings Iguatemi São Carlos. A ação exibe o lançamento de The Icon de Antonio Bandeira no portfólio da marca, entre os dias 01 a 14 de agosto. Além da exposição do produto, os consumidores terão descontos exclusivos na compra do lançamento, brindes e amostras.
Com mais de 45 anos de história, a Água de Cheiro, conta com um amplo portfólio com mais de 400 produtos, entre eles, produções próprias e multimarcas. “Estamos contentes em trazer o The Icon EDP para o nosso portfólio. Nosso objetivo é sempre oferecer as melhores produções para os nossos consumidores. Essa novidade é uma certeza que estamos no caminho certo, expandindo cada vez mais o nosso escopo de produtos para alcançar diferentes públicos", ressalta Olindo Caverzan Júnior, diretor da Água de Cheiro.
Serviço - Shopping Iguatemi São Carlos
Endereço: Rua Passeio dos Flamboyants, 200, São Carlos, 13561-352 – Térreo
Horário de funcionamento: 10h ás 22h
Sobre a Água de Cheiro
Fundada em 1976, em Belo Horizonte, a Água de Cheiro é pioneira no mercado de franquias de beleza e perfumaria. Responsável pela criação de grandes clássicos da perfumaria brasileira, como Absinto e Água Fresca, a marca é reconhecida pela qualidade de seus cosméticos e fragrâncias. Com cerca de 150 unidades e mais de 400 produtos em seu portfólio, Água de Cheiro trabalha com linhas próprias e produtos fashion brands mundialmente conhecidas. Ao longo de toda a trajetória, a marca trabalha para desenvolver produtos de qualidade que atendam aos mais diversos perfis de consumidor, tendo pluralidade e multiculturalidade como valores essenciais de sua história.
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