Jornalista/Radialista
SÃO CARLOS/SP - Se contar ninguém acredita já dizia a minha avó, mas é uma notícia verídica que aconteceu na Avenida Papa Paulo VI, em São Carlos.
Um homem queria ir embora de casa, mas sua esposa não queria deixar, após muita discussão o homem acionou o 190 para ajudá-lo. Uma viatura se deslocou e foi ver o imbróglio. Chegando no local os PMs pediram os documentos do casal, e ao realizar uma breve consulta constou que o homem, isso mesmo o homem que chamou a Polícia, tem um mandado de prisão a seu desfavor, expedido pela 2ªVara Criminal de Limeira/SP, ou seja, a mulher não teve como impedir a mudança de endereço do seu esposo e ele foi morar na cadeia.
Destino, que se destaca pelas aventuras no ar, acaba de inaugurar escultura instagramável para quem prefere manter os pés no chão
SÃO PEDRO/SP - Na Estância Turística de São Pedro, no interior de São Paulo, é fácil realizar o sonho humano de voar. São três modalidades que estão ao alcance dos turistas, mesmo os totalmente inexperientes com aventura no ar: parapente, asa delta e balão, atividades em que a natureza é a protagonista duplamente. Isso porque dependem do vento para ocorrerem e possibilitam um contato visual com a deslumbrante paisagem da Serra do Itaqueri, que molda o município. Única cidade na região com parque de voo livre, e escolas e instrutores homologados, São Pedro é o lugar para tirar do papel o antigo do sonho e, finalmente e literalmente, voar.
Até quem prefere manter os pés no chão consegue experimentar um pouquinho da sensação de ter asas. É que São Pedro acaba de inaugurar uma escultura instagramável no Parque Municipal de Voo Livre “Celso Gonçalves Fonseca”, ao lado de uma das rampas de decolagem de parapente e asa delta. A escultura, do artista plástico Lajur, é de um parapente de cinco metros de largura por três metros de altura e está fixada em um mirante. Com asas de fibra de vidro e aço, foi projetada especialmente para o visitante acomodar-se como se estivesse em um parapente de verdade, explica a secretária de Turismo, Clarissa Quiararia.
Como as asas da escultura estão posicionadas em diagonal com o mirante, na foto a sensação é de profundidade. Mais ainda se, na hora, houver pilotos decolando seus parapentes na rampa. Para conseguir o post perfeito para as mídias sociais, a dica é ir aos finais de semana, por volta da hora do almoço, quando as térmicas geralmente oferecem as condições ideias para voo livre.
“Só acompanhar as decolagens, com aquela movimentação gostosa num lugar tão bonito, em contato com a natureza, já é um passeio. Agora, com a escultura, a gente faz a foto e aguça a vontade de voar de verdade”, completa a secretária de Turismo. O Parque Municipal de Voo Livre “Celso Gonçalves Fonseca” é um dos atrativos turísticos de São Pedro. Lá, está o Bar da Rampa, uma estrutura preparada para receber turistas e pilotos e onde geralmente ficam os acompanhantes de quem vai fazer voo livre.
Para turista, voo duplo
Quem não é piloto de parapente ou asa delta experimenta a sensação de flutuar nas térmicas no chamado voo duplo, em que a pessoa vai no equipamento na condição de passageiro e o comando é todo do instrutor. Para a segurança do passeio é importante, sempre, se assegurar que o piloto é um instrutor homologado, frisa Wanessa Martins, que é associada ao Clube São Pedro de Voo.
Para agendar um voo livre com instrutor homologado, o interessado deve entrar em contato com o Clube São Pedro de Voo, que vai passar o contato de um disponível para a data pretendida. Um dia antes da data, havendo boas condições climáticas, o instrutor confirma o voo. O preço de um voo duplo é em torno de R$ 250,00 e dura de 15 a 20 minutos, dependendo das condições climáticas do dia. Já está incluso no preço o resgate após o pouso e retorno para a rampa.
Balonismo
Espaço aéreo livre e o cenário contemplativo do alto, formado por relevos, florestas e lagos, são a combinação perfeita que faz de São Pedro lugar ideal para a prática do balonismo. Na Estância de São Pedro, os balões tem capacidade para até seis pessoas, conta o empresário Feodor Nenov, que há 20 anos leva passageiro para as alturas. A decolagem é feita sempre ao amanhecer e dura cerca de uma hora. O voo para grupo de 6 pessoas custa R$ 3.240,00. Já para duas pessoas, o passeio romântico, sai por R$ 2.200,00.
O interessado deve agendar o voo de balão com antecedência. A confirmação do passeio, no entanto, só ocorre na véspera porque o voo depende das condições climáticas. Em São Pedro, há também, a possibilidade de voo cativo, em que o balão fica preso ao chão por uma corda. E Feodor também tem um dirigível, que é utilizado em eventos e apresentações.
Serviço
Mais informações sobre turismo e voo livre em São Pedro nos sites saopedro.com.br; cspvl.com.br e @airbrasilbalonismo
A tradição do voo livre
O voo livre é uma tradição de São Pedro desde 1979, quando a cidade realizou o seu primeiro campeonato de voo livre na modalidade asa delta. Desde então, todos os finais de semana fissurados pelo esporte colorem os céus da cidade com suas asas. Em meados de 1996 começaram a aparecer os primeiros parapentes, que hoje dominam a cena do voo livre em São Pedro, conta o piloto Luiz Roberto Osório Baum.
Para se ter ideia da importância do esporte na cidade, o Clube São Pedro de Voo Livre tem cerca de 200 pilotos associados e vários deles são instrutores homologados para fazer voo duplo. “Nos últimos anos, antes da pandemia, sediamos grandes eventos do esporte, incluindo etapas de campeonatos estaduais com excelentes pilotos. E realizamos eventos com grande apelo público, como o voo a fantasia, em que os pilotos e seus parapentes são fantasiados como, por exemplo, de Penélope Charmosa. É muito legal ver no céu as fantasias mais inusitadas. Agora, com flexibilização das normas sanitárias, vamos retomar os eventos”, completa.
Parapente x asa delta
Para quem pretende se aventurar pelo ar de São Pedro, é importante ir se familiarizando com as modalidades de voo livre. Mais antigo na cidade, há a asa delta, que para voar ao sabor das térmicas utiliza asa feita de estrutura sólida em forma de V. Mais recente e dominando o cenário, está o parapente, que também voa nas térmicas mas com uma estrutura de asa macia, sem moldura interna, e que ganha formato elíptico uma vez inflada. Na comparação com a asa delta, o parapente possibilita um voo mais lento com postura, geralmente, sentada. O parapente também é chamado de paraglider. É a mesma modalidade de voo. A única diferença é a origem do nome. Parapente tem origem no francês enquanto paraglider, tem origem no inglês.
SÃO CARLOS/SP - Em 2022 já foram registradas em São Carlos 1.105 notificações, com 449 casos positivos de Dengue, sendo 420 autóctones e 29 importados com 1 morte registrada. Para Chikungunya foram registradas 6 notificações, com 6 casos descartados. Para Febre Amarela foi registrada 1 notificação com 1 resultado negativo. Para Zika nenhuma notificação foi registrada até agora.
Nesta sexta-feira (06/05) a Equipe de Combate às Endemias vai realizar o controle de criadouros no distrito de Água Vermelha e no Jardim Tangará.
NÚMEROS - Em 2021 foram registradas 670 notificações, com 136 casos positivos para a Dengue, sendo 102 autóctones e 34 importados. Para Chikungunya foram registradas 30 notificações, com 30 resultados negativos para a doença. Para Febre Amarela foi registrada 1 notificação, com 1 caso descartado. Para Zika foram registradas 12 notificações, com 12 casos descartados.
Já em 2020 foram registradas 1.638 notificações para Dengue com 640 casos positivos, 582 autóctones, 58 importados e 1 óbito confirmado. Para Febre Amarela foram registradas 6 notificações, com 6 resultados negativos para a doença. Para Zika foram registradas 7 notificações com 7 resultados negativos. Para Chikungunya não foi registrada nenhuma notificação.
SÃO CARLOS/SP - A Secretaria Municipal de Educação (SME), em parceria com o Centro de Integração Empresa Escola (CIEE) contará, a partir deste mês, com dez estagiários remunerados do curso de Pedagogia para auxiliar os estudantes da rede municipal de ensino no processo de recomposição de aprendizagem nas Escolas Municipais de Educação Básica (EMEB’s). As atividades serão realizadas com supervisão para fortalecer o processo.
A recomposição de aprendizagem é uma estratégia de suplementação pedagógica adotada na rede municipal de ensino para o ano letivo de 2022 para recuperar os impactos da pandemia da COVID-19 causados pelo fechamento das unidades escolares e pela adoção emergencial do ensino remoto a fim de controlar a proliferação da doença que assolou o país e o mundo.
“É preciso um olhar cuidadoso para as competências e habilidades prejudicadas neste momento de excepcionalidade, em seguida qualificando os conteúdos essenciais, pensando em estratégias que ajudem os estudantes a prosseguir seus estudos, por isso implantamos a recomposição de aprendizagem”, explicou a professora Alessandra
Marques da Cunha Lopes, diretora do Departamento Pedagógico da SME.
As ações de recomposição utilizam propostas pedagógicas engajadoras que buscam dar maior protagonismo aos estudantes. “Por isso achamos viável dar oportunidade a esses estagiários e ao mesmo tempo disponibilizar um auxílio qualificado a mais nas unidades escolares”, justificou a diretora.
Os dez estagiários vão desenvolver a atividade junto aos estudantes dentro e fora de sala de aula, aproveitando o ambiente escolar como espaço transformador, ajudando em intervenções pontuais que contemplem as reais necessidades de aprendizagem de cada indivíduo.
A secretária de Educação, professora Wanda Hoffmann, considera o ano de 2022 como fundamental para encontrar algo novo a fim de preencher as lacunas que surgiram porque as habilidades que deveriam ser desenvolvidas ficaram comprometidas, principalmente dentro das proficiências em Língua Portuguesa e Matemática, entre outros conhecimentos.
“As crianças e os adolescentes em idade escolar da nossa rede ficaram fora das nossas escolas por quase dois anos, por isso há muito trabalho a ser feito, há desafios a serem superados e essa perspectiva envolve iniciativas com foco no protagonismo dos educadores e no desenvolvimento dos estudantes”, disse a professora Wanda Hoffmann.
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