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Redação

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 Jornalista/Radialista

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EUA - O Google Play lançou ontem (26) a seção Segurança de Dados, em que as pessoas terão mais conhecimento sobre as informações coletadas pelos aplicativos, bem como a sua finalidade. O novo departamento já está disponível na loja virtual e visa oferecer mais transparência à coleta, ao compartilhamento e à segurança dos dados. Os desenvolvedores terão até 20 de julho para preencher as informações referentes aos seus programas.

Veja abaixo as informações que os desenvolvedores poderão mostrar na seção Segurança de Dados:

 

  • O desenvolvedor está coletando dados? Com qual objetivo?
  • O desenvolvedor compartilha esses dados com terceiros?
  • Quais as práticas de segurança do aplicativo – como criptografia de dados em trânsito? O usuário pode pedir que as informações sejam apagadas?
  • Um aplicativo que se qualifique para a loja tem o compromisso de seguir a Política do Google Play para Famílias, criada para proteger crianças?
  • O desenvolvedor validou suas práticas de acordo com padrões globais de segurança (mais especificamente, de acordo com a Avaliação de Segurança de Aplicativos Móveis)?

 

Vale ressaltar que a nova seção Segurança de Dados se soma a outros recursos de segurança já existentes no Google Play. Um exemplo: quando um aplicativo pede para ter acesso à sua localização, dados da câmera ou do microfone, é possível decidir se quer ou não conceder essa permissão.

 

 

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Primeira reunião entre os coordenadores dos grupos de trabalho

 

SÃO CARLOS/SP - Completamente renovado em seu espaço interno, o Instituto de Estudos Avançados (IEA/USP), Polo de São Carlos, reativou no passado dia 18 de abril as suas atividades com a realização da primeira reunião entre os coordenadores dos grupos de trabalho que irão desenvolver seus projetos a partir de agora, trabalhos que divulgaremos muito em breve.

Tendo como coordenador o Prof. Valtencir Zucolotto (IFSC/USP) e como vice-coordenador o Prof. Frank Crespílho (IQSC/USP), o IEA-São Carlos foi sujeito, nos dois últimos anos, a uma série de obras que visaram principalmente a reestruturação e adequação dos espaços internos, que agora estão em perfeitas condições para receberem alunos, professores e pesquisadores interessados em desenvolver seus trabalhos e projetos. Nesse período também foram criados ou reativados novos Grupos de Trabalho, que são as principais plataformas de atuação do IEA.

Embora a pandemia tenha atrasado o desenvolvimento desses trabalhos, que deveriam ter sido concluídos em um espaço de tempo mais curto, o certo é que a renovada área está agora disponível e operacional, como salientou o Prof. Zucolotto. “Esta foi uma reunião muito importante, pois marca a retomada dos trabalhos do nosso polo do IEA, e teve por objetivo não só apresentar o novo espaço físico do IEA, completamente renovado, como também de reunir e apresentar o grupo inicial de coordenadores dos projetos que serão os incentivadores para que outros grupos possam aqui se reunir para desenvolver seus trabalhos.

Igualmente entusiasmado com a reativação dos trabalhos, o Prof. Frank Crespilho, afirmou que sua presença não se limitaria ao cargo de vice-coordenador, mas também ao desenvolvimento de projetos e Grupos de Trabalho. Estiveram presentes nesta reunião os Profs. Yvonne Primerano Mascarenhas (IFSC/USP, que inicialmente irá trabalhar na área de “Educação nas Escolas”, José Marcos Alves (EESC/USP), que iniciará o projeto “Inclusão Social”, Tadeu Malheiros (EES/USP), que irá avançar com o projeto “Cidades Globais”, Frank Crespilho com o grupo de trabalho “Observatório da COVID-19”, e Juliana Cancino (FFCLRP/USP), cujo projeto traz estudos sobre os Aspectos Regulatórios e os Impactos Econômicos e Sociais da Nanotecnologia.

O que é o IEA

Criado em 29 de outubro de 1986, o Instituto de Estudos Avançados (IEA) da Universidade de São Paulo (sede), da mesma forma que o seu polo instalado no Campus de São Carlos, é um órgão de integração destinado à pesquisa e discussão, de forma abrangente e interdisciplinar, das questões fundamentais da ciência e da cultura. Sua missão é realizar, junto a segmentos representativos da sociedade, estudos sobre instituições e políticas públicas (nacionais, estaduais, municipais e até supranacionais), destacando-se os trabalhos sobre políticas de desenvolvimento da ciência, tecnologia e cultura, bem como sobre o uso social do conhecimento.

Pela natureza de suas atividades, o IEA desempenha papel significativo no incremento do intercâmbio científico e cultural entre a USP e instituições brasileiras e estrangeiras (universidades, organizações governamentais e não-governamentais, entidades científicas e culturais etc.). Isso se dá através de convênios de cooperação e intercâmbio acadêmico ou convites específicos a pesquisadores e intelectuais, brasileiros e estrangeiros, com trabalhos representativos e enriquecedores dos debates realizados no Instituto.

Para atender às suas finalidades, o IEA possui estrutura acadêmica diferenciada das demais unidades e institutos da USP. O IEA não ministra cursos de graduação ou pós-graduação, não possui quadro estável de pesquisadores, uma vez que a abrangência de seus debates interdisciplinares habilita-o ao debate teórico e prospectivo de questões científicas, não à execução de trabalhos experimentais.

A estrutura acadêmica do IEA é composta por grupos de pesquisa e estudo e outras formas de organização de pesquisadores. A participação nas atividades é aberta a pesquisadores e profissionais com projetos relacionados com os temas de trabalho do IEA. A análise dessa confluência temática é feita pelos coordenadores das equipes de pesquisa. Podem participar brasileiros e estrangeiros, integrantes ou não da USP, portadores ou não de título universitário. Outros pesquisadores são integrados temporariamente em função das atividades específicas de projetos e cátedras do Instituto, como por exemplo os professores visitantes e seniores.

 

 

Rui Sintra - Assessoria de Comunicação - IFSC/USP

Evento teve como objetivo fomentar a conscientização sobre o autismo e contou com a participação de instituições especializadas

 

SÃO CARLOS/SP - O mês de abril marca uma importante data: o Dia Mundial de Conscientização do Autismo. Para celebrar a importância do tema, o Iguatemi São Carlos, em parceria com o Cine Araújo, realizou uma sessão de cinema especial, totalmente adaptada para portadores de TEA (Transtorno de Espectro Autista), que contemplou luzes meio acesas, volume mais baixo, portas abertas, permitindo a livre circulação, e a não exibição de propagandas antes do filme.

A ação recebeu o apoio do vereador Bruno Zancheta, presidente da Comissão de Direitos da Pessoa com Deficiência da Câmara de São Carlos e responsável pela Ação Social Unidos Somos Fortes, que reforçou a importância da iniciativa. “A sensibilidade da equipe do Shopping Iguatemi São Carlos em promover essa ação mostrou que quando nos unimos em prol de uma causa tão importante somos capazes de fazer a diferença na vida dos portadores de TEA”.

Ao todo, 146 pessoas estiveram presentes no evento, entre portadores de transtorno do espectro autista, familiares e integrantes das instituições Acorde, Ong Mid e do Centro de Reabilitação Pediátrica Primeiros Passos (Dr. Mário Luiz Capelossi).

 

Serviço

Shopping Iguatemi São Carlos

Endereço: Passeio dos Flamboyants, 200, São Carlos

Informações: www.iguatemisaocarlos.com.br

Estudo avaliará o uso da Estimulação Elétrica Nervosa Transcutânea e atenderá as participantes por seis meses

 

SÃO CARLOS/SP - Uma pesquisa de doutorado, realizada no Laboratório de Pesquisa em Saúde da Mulher (Lamu) da UFSCar, está convidando voluntárias para estudo que utilizará a Estimulação Elétrica Nervosa Transcutânea para tratar a dor causada pela dismenorreia primária (cólica menstrual). As participantes receberão avaliação e tratamento gratuitos por seis meses. 
A pesquisa é realizada por Jéssica Rodrigues, no âmbito do Programa de Pós-Graduação em Fisioterapia (PPGFt) da UFSCar, sob orientação de Patricia Driusso e Mariana Arias Avila, docentes do Departamento de Fisioterapia (DFisio) da Instituição. O objetivo central da pesquisa é avaliar o efeito da aplicação da Estimulação Nervosa Elétrica Transcutânea sobre a intensidade da dor em mulheres acometidas pela cólica menstrual e estimar o custo-efetividade e custo-utilidade do procedimento.
A cólica menstrual se caracteriza por uma dor pélvica provocada pela liberação de prostaglandina, substância que faz o útero contrair para eliminar o endométrio (camada interna do útero que cresce para nutrir o embrião), em forma de sangramento, durante a menstruação, quando o óvulo não é fecundado. Cerca de 50% das mulheres sentem cólicas menstruais em alguma fase da vida. A dismenorreia pode ser primária - quando a causa é o aumento na produção de prostaglandina pelo endométrio - ou secundária - quando resultante de alterações patológicas no aparelho reprodutivo. Para alívio da dor, algumas mulheres recorrem à prática de exercícios físicos, compressas quentes no local da dor, dietas ricas em fibras e, em alguns casos, uso de medicamentos anti-inflamatórios. 
De acordo com Jéssica Rodrigues, a Estimulação Elétrica Nervosa Transcutânea é um recurso fisioterapêutico analgésico utilizado para amenizar o desconforto provocado pela cólica menstrual. "O estudo é importante para, futuramente, apontar um tratamento não medicamentoso para amenizar o desconforto provocado pela cólica menstrual", avalia a pesquisadora quanto à importância do projeto. 
Para desenvolver o estudo, estão sendo convidadas mulheres, a partir de 18 anos, que tenham cólica menstrual e não tenham filhos. As participantes serão avaliadas e divididas, por sorteio, em três grupos: dois que serão tratados por eletroterapia e outro que receberá uma cartilha com orientações. As voluntárias devem residir em São Carlos e o acompanhamento da pesquisa será por seis meses.
Interessadas em participar da pesquisa devem preencher este formulário (https://bit.ly/35CXmw5) até o dia 31 de maio. Projeto aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa da UFSCar (CAAE: 16530619.3.0000.5504).

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